É legítimo observar que a leitura da história do mundo se articula sobre uma vontade de transformá-lo



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Encontro31.07.2016
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INTRODUÇÃO
A história é uma prática social, uma questão política. “... é legítimo observar que a leitura da história do mundo se articula sobre uma vontade de transformá-lo” ( Le Goff, 2003). Com esse desejo de transformação, cidadão e representações do Estado, empreenderam na Vila de Água Preta, distrito de Ilhéus, intencionando mudanças, melhorias, celeridade no processo de evolução de mundo, o tão almejado progresso... De fato, as mudanças foram ocorrendo, o “progresso” chegando , a antiga vila tornou-se município e hoje, em nossas vivências escolares, percebemos que a comunidade escolar e local, desconhece sua identidade, não há história em registro, não há referência da memória e identidade deste povoado, hoje município de Uruçuca.

Considerando a relevância do reconhecimento da nossa História e Memória, o presente projeto teve por motivação primeira, prover aos alunos, funcionários, profissionais da educação e moradores locais a condição de encontro e reencontro com o passado, com nossas origens, tradições, curiosidades sócio – políticas, que as famílias águapretenses e uruçuquenses viveram, não registraram mas que a velocidade da informação e tecnologia da contemporaneidade têm possibilidades de retomar para uma leitura e releitura atualizada, com propósito comparativo.

Stuart Hall afirma que: as identidades nacionais não são coisas com as quais nós nascemos, mas são formadas, transformadas no interior da representação` (HALL, 1999, 48). Portanto, a identidade do povo aguapretense e de Uruçuca foram construídas a partir da vivência de cada um, individualmente, e vivências coletivas, que compuseram e compõem a memória e história de um povo que outrora representou o apogeu e glória da região cacaueira, e ainda, com toda a importância da região, não conseguiu se resguardar em registros e ou documentos, com os quais a comunidade pudesse se reconhecer historicamente.

Conscientes de que a prática de leitura de forma prazerosa, dinâmica, significativa e reflexiva tende a formar bons leitores, idealizamos este projeto que buscará aliar à leitura , a pesquisa e produção histórica, oportunizando a construção de um conhecimento interdisciplinar através de diversas fontes, tais como livros,revistas, documentários, fotografias, obras de arte, entrevistas, pesquisas na Internet, entre outros. Dessa forma, busca-se conhecer sob os diversos olhares das pessoas, de escritores que ajudaram a construir e registrar a nossa história, a história de Àgua Preta e da Bahia , a exemplo de Jorge Amado, de Jorge Medauar ( escritor aguapretense) e pessoas da nossa comunidade. Sobretudo, através das diversas atividades pedagógicas propostas , queremos que os nossos alunos produzam conhecimento,pesquisem, registrem,transponham os muros da escola fotografando aspectos sociais, históricos e ambientais da cidade, leiam, conheçam as obras desses autores regionais que registram a nossa história, que os alunos registrem o momento passado e atual através de múltiplas linguagens( fotográfica, fílmica, literária, musical e plástica). Para que tudo isso aconteça, iremos realizar este projeto e expor os resultados obtidos em uma mostra denominada I FEIRA DE LITERATURA E HISTÓRIA DO CECR.



Escolhemos a feira como modalidade de sistematização e exposição por ser um meio eficiente , onde, simultaneamente, podem ser utilizados vários recursos audiovisuais para as apresentações e exposição de conhecimentos e dados produzidos no âmbito escolar e fora dele. Além disso, outros aspectos importantes nos impulsionaram a realizar esta feira:

  • A feira como mobilizadora da leitura e da escrita: a perspectiva de ler um livro, abstrair dele o que é importante e produzir algo, tendo-o como referência ( releitura da obra, dramatização, paródia, texto visual, charges, cartuns, etc) gera no grupo uma identificação e um compromisso com a qualidade, de querer fazer o melhor.

  • A feira como espaço de trocas e amplificação de aprendizagens: ao realizar e expor um trabalho, os alunos têm a oportunidade de ouvir comentários sobre o que produziram, percebendo outros ângulos de visão. Ao visitar outros trabalhos, têm a possibilidade de contato com novos objetos de conhecimento.

  • A feira como mídia: a função do conhecimento aqui é social, precisa ser veiculado através de vários recursos audiovisuais e ter repercussão entre as pessoas.

  • A feira como estímulo ao trabalho cooperativo: na realização de um trabalho para apresentação , as demandas de trabalho ( leituras, pesquisas, produção, roteiros de apresentação) envolvem um esforço que requer planejamento e divisão de tarefas.

  • A feira como impulsionadora da competência comunicativa: exploram-se formas de comunicar a diversos públicos, exercita-se a habilidade de argumentação , desenvolvem-se múltiplas formas de apresentação( exposição fotográfica, projeção de slides, produção de painéis, apresentações corporais) nas quais estão presentes a preocupação estética, a utilização de objetos, a criação de cenários, o uso eficiente do espaço , tempo e recursos disponíveis.

  • A feira como exercício da avaliação: do próprio trabalho, do trabalho do outro e da estrutura da própria feira

OBJETIVOS
OBJETIVO GERAL – Oportunizar à nossa comunidade escolar e local o conhecimento da literatura regional , bem como da nossa história, com enfoque nas obras de Jorge Amado e Jorge Medauar.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

  • Valorizar a leitura como fonte de conhecimento.

  • Demonstrar compreensão de textos lidos por meio de resumo de idéias principais.

  • Produzir textos diversos,( crônica, contos, artigos de opinião e outros) a partir do tema : O LUGAR ONDE EU VIVO, com coerência, coesão, adequados a seus destinatários e aos objetivos a que se propõem.

  • Analisar a configuração lingüística dos textos lidos ( linguagem empregada, gênero e escola literária a que pertencem, etc)

  • Conhecer a vida e a obra dos autores regionais trabalhados.

  • Produzir releituras das obras utilizando-se de múltiplas linguagens(fílmica,literária, visual, musical, fotográfica para produzir textos teatrais,contos, paródias, recitais, painéis, obras de arte, saraus,etc)

  • Pesquisar em diversas fontes ( fotografias, internet, documentários, livros, revistas e outros).

  • Entrevistar pessoas da comunidade acerca da história da cidade e da nossa escola a fim de conhecer e produzir os conhecimentos que serão expostos .

  • Fotografar e filmar aspectos sociais, ambientais, culturais e arquitetônicos ( casas residenciais e comerciais, escolas, praças,ruas, estradas, bairros,rio Água Preta, automóveis, fazendas, espaços de lazer e outros) da nossa cidade na atualidade para que se possa estabelecer um parâmetro entre os modos de vida da população de Água Preta e Uruçuca.


FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

Stuart Hall afirma que: “as identidades nacionais não são coisas com as quais nós nascemos, mas são formadas, transformadas no interior da representação” (HALL, 1999, 48). Sendo a nação construída, é uma comunidade simbólica e gera sentimentos de identidade e de pertencimento que não necessariamente tem de ser os limites geográficos que impõe essa nação.

Partindo do pressuposto de que a memória é a faculdade de reter idéias ou reutilizar sensações, impressões ou quaisquer informações adquiridas anteriormente` como afirma o dicionário da Língua Portuguesa (FERREIRA, 1989, 334), percebe-se que essa memória proporciona lembrar da própria lembrança e não deixar que se apaguem as experiências adquiridas por todos envolvidos com aquele episódio. A I Feira de Literatura e História do C.E.C.R busca promover uma retomada das memórias individuais e coletiva (comunidade local e escolar), para que os cidadãos de Uruçuca, apoderem-se do sentimento de pertencimento e compreendam quão valorosa é a nossa evolução na linha do tempo, levando em conta o espaço e o cenário político que regiam o fazer doméstico e público das famílias que aqui viviam, além de proporcionar aos jovens estudantes do Ensino Médio, um encontro com nossas origens e com pessoas que ainda estão vivendo na cidade e que fizeram parte da construção da nossa história.

No século XX, a virada historiográfica promovida pelos Annales nos mostrou que a história é uma montagem de seleções e interpretações elaboradas pelo historiador, bem como de condicionamentos sócio-culturais nos quais ele está inserido. O estudo da memória também passou por modificações conceituais a partir da década de 1920. Ao mostrar que a memória é uma construção social, Halbwachs também apontou que os indivíduos recordam daquilo que consideram importante para seu grupo. Para ele, as lembranças são sempre coletivas, pois, mesmo que em determinadas circunstâncias se esteja materialmente só, o indivíduo recorda tendo como referenciais estruturas simbólicas e culturais de um grupo social.


Existe ainda uma clara distinção entre memória histórica e história escrita. A primeira está diretamente relacionada à história vivida, pois esta se baseia em experiências vivenciadas pelo grupo, que busca conservar a imagem do seu passado. Para ele, a história escrita começa onde termina a memória social, pois enquanto esta continuar ativa, não há necessidade de

registrá-la por escrito, mas quando ela se distancia, no tempo, apagando-se na memória dos homens é que entra o historiador relacionando e classificando os fatos “segundo necessidades ou regras que não se impunham ao círculo de homens que por muito tempo foram seu repositório” (HALBWACHS, Maurice. 2006, p. 100). Porém, estudos realizados posteriormente apontaram que, assim como a memória, a história também é produto dos grupos sociais, pois reconstroem o passado a partir de categorias de sua própria cultura.


A metodologia de projetos vem sendo apontada, já há algum tempo, como instrumento para a melhoria do processo educativo promovendo a aprendizagem significativa contraponto à aprendizagem tradicional, teórica e descontextualizada (KNOLL, M.)

Os projetos configuram-se como uma possibilidade para a construção de conhecimento, por envolverem diversas ações e áreas do saber. Além disso, propicia condições de se incorporar a dimensão afetiva na formação dos alunos. Segundo Nogueira, os projetos são fontes de investigação e criação, que passam por pesquisas, aprofundamento, análise e criação de novas hipóteses, colocando as diferentes potencialidades e limitações dos componentes do grupo. Na busca para obter mais informações, materiais, detalhamentos, etc., os alunos acabam encontrando estímulos para o desenvolvimento das suas competências.

A primeira versão dos projetos se apoiou no fato de partir de uma situação problemática, levar adiante um processo de aprendizagem vinculado ao mundo exterior à escola, e oferecer uma alternativa à fragmentação das matérias (HERNANDÉZ, 1998)

Nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), a metodologia de projetos surge como alternativa para a elaboração de uma proposta curricular, enfatizando a contextualização dos conteúdos, a interação entre as áreas do conhecimento e a participação ativa dos professores no desenvolvimento da metodologia de ensino. As recomendações feitas nos PCN têm incentivado a elaboração e implementação de projetos didáticos em escolas brasileiras. Por meio do trabalho com projetos, é possível desenvolver competências, propor tarefas complexas e desafios que estimulem os alunos a mobilizar seus conhecimentos e completá-los.



METODOLOGIA

OPERACIONALIZAÇÃO

A I FEIRA DE LITERATURA E HISTÓRIA DO CECR pressupõe um momento privilegiado para desenvolvermos atividades diversificadas que proporcionem aos nossos alunos desempenhá-las com prazer e de forma muito significativa para todos. Desta forma, o processo de construção e realização da feira contemplará também os projetos estruturantes da SEC (TAL, AVE, FACE, EPA E PROVE) , bem como a Olimpíada brasileira de Português e acontecerá do seguinte modo:

LITERATURA – nestas ações estarão envolvidos ,especialmente, os professores da área de linguagem: LPLB , Redação e Arte:



  • Leitura , estudo , discussão acerca de obras de Jorge Amado e Jorge Medauar.

  • Releitura das obras lidas ( textos teatrais/curta-metragem, cartuns, cordéis, charges, musicais, artes visuais, filmagens, etc) para que tenhamos uma maior diversidade de textos produzidos a partir das obras literárias lidas.

  • Produção de textos sobre Água preta/ Uruçuca para a participação na Olimpíada Brasileira de Língua Portuguesa,com o tema : O LUGAR ONDE EU VIVO:

-1º ano – CRÔNICA

-2º E 3º ANO – ARTIGO DE OPINIÃO

* Produção de textos de gêneros diversos sobre a temática deste projeto e tema livre para a participação no TAL ( contos, textos teatrais, cordéis e outros) .

* Produção de composições musicais sobre a temática do projeto e tema livre para a participação no FACE. Pode ser mostrado aos alunos um CD gravado por Lui Muritiba que contém músicas de sua autoria e de outros compositores ( Jorge Amado, Dorival Caymmi) relacionadas a algumas obras literárias.



  • Produção de textos visuais sobre a temática do projeto e tema livre para a participação no AVE – pinturas, esculturas, caricaturas dos autores, colagens, ilustração de obras etc.

HISTÓRIA – estarão envolvidos especialmente, os professores de História, Geografia, Biologia e Sociologia nestas ações:

  • Aulas-passeio pelo município, compreendendo as zonas rural e urbana, com professores de História, Geografia, Biologia, Sociologia para que alunos e professores possam fotografar e filmar aspectos ambientais , sociais, arquitetônicos e culturais da cidade( rio, fazendas, estradas,ruas, praças,bairros, casas comerciais e residenciais antigas e atuais, escolas, meios de transporte, espaços de lazer) .

  • MEMORIAL SOBRE ÁGUA PRETA/ URUÇUCA E CECR realizado com as fotos e vídeos produzidos pelos alunos.

  • Produção de mostra fotográfica e de vídeos denominada ÁGUA PRETA E URUÇUCA SOB O OLHAR E AS LENTES DOS NOSSOS ALUNOS. Nesta mostra, deverão estar expostas fotografias antigas e atuais da nossa cidade nos aspectos citados. Será dado um destaque também às fotografias do CECR.

  • Produção de pequenos vídeos contendo entrevistas, documentários e filmagens registradas pelos nossos alunos, contemplando os aspectos citados acima do município e desta escola .

OBS.: As fotografias , os vídeos, as artes visuais, os textos literários e as canções produzidas pelos alunos acerca do tema do projeto e também de tema livre serão expostas, apresentadas durante a feira e selecionadas para a participação nos projetos estruturantes.

A ORGANIZAÇÃO DA FEIRA:

Para a exposição e apresentação das produções dos alunos serão utilizados vários espaços da escola que ficarão abertos à visitação da comunidade escolar e local, nos dias 05 e 06 de setembro – será também uma forma de comemorarmos o aniversário da escola.

  1. SALAS DE AULA – será reservada uma ou duas salas para cada série, a depender da quantidade das apresentações, onde os alunos explicarão e apresentarão para os visitantes as suas produções. As apresentações serão feitas pelos alunos escolhidos pelas turmas.

  2. SALA DE MULTIMÍDIA – nela serão apresentados pelos alunos e professores os vídeos produzidos durante o projeto.

  3. SAGUÃO DO PAVILHÃO PRINCIPAL – nele será exposta a mostra fotográfica sobre Água Preta/Uruçuca e CECR que será apresentada por alunos .

  4. QUADRA POLIESPORTIVA - nela será montado um palco para as apresentações que serão organizadas em horários específicos.


RESULTADOS E CONCLUSÃO

O Projeto I Feira de Literatura e História do Colégio Estadual Carneiro Ribeiro, teve amplo alcance na comunidade local e escolar, através da exposição dos trabalhos, filmes, fotografias, durante dois dias, na área interna e externa do colégio. Contou com a visitação pública de pessoas representantes dos mais diversos setores da sociedade uruçuquense, familiares dos alunos, funcionários e professores.

Elencamos como pontos positivos, além da integração escola e comunidade, o resultado final das produções de pesquisa e apresentações diversas (MÚSICA, FILMES, DANÇA, LITERATURA) com base nas obras de Jorge Amado e Jorge Medauar (escritor aguapretense) com os quais nossos alunos anteriormente não tnham intimidade literária.

Podemos afirmar que, conforme os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), a metodologia de projetos contribui para a construção de uma proposta curricular que enfatiza a contextualização dos conteúdos, a interação entre as áreas do conhecimento e a participação ativa de todos os atores envolvidos no processo de aprendizagem e no desenvolvimento da metodologia de ensino.



COORDENAÇÃO DO PROJETO
Vamile Santana Santos (PAIP) e Equipe Gestora
REFERÊNCIAS
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros curriculares nacionais:ensino médio. Brasília: MEC, 2000. Disponível em: publicacoes&catid=195:seb-educacao-basica> Acesso em: 05 nov. 2010


FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Dicionário Aurélio Básico da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1989, p. 334.
HALBWACHS, Maurice. A Memória Coletiva. São Paulo, Vértice, 1990.
HALL, Stuart. A identidade cultural na Pós-Modernidade. Rio de Janeiro, DP&A Editora, 1997.
HERNANDÉZ. Transgressão e mudança na educação: os projetos de trabalho. Porto Alegre, Artes Médicas, 1998.
LE GOFF, Jacques. História e Memória. Campinas, Editora da Unicamp, 1992..
NOGUEIRA, N. R. Pedagogia dos projetos. Uma jornada interdisciplinar rumo

ao desenvolvimento das múltiplas inteligências. São Paulo: Érica, 2003.




  • ANEXOS ( Selecionar os mais relevantes)






CAB, 6ª Avenida, nº 600, Centro Administrativo da Bahia. CEP: 41.750-300.

Salvador – Bahia - Brasil. Tel.: 55 71 3115–9075. Fax: 55 71 3115-9009 | www.educacao.ba.gov.br



Catálogo: system -> files -> private -> midiateca -> documentos -> 2014
2014 -> Objetivos objetivo Geral: Promover a valorização e a integração das etnias e o respeito à diversidade cultural, fortalecendo a identidade afro- brasileira, a cidadania e a equidade social. Objetivos específicos
2014 -> Edital de convocaçÃo cargo –Professor o secretário da educaçÃo do estado da bahia
2014 -> Transporte rodoviário de pessoal – grupo I
2014 -> Edital de convocaçÃo cargo –Professor o secretário da educaçÃo do estado da bahia
2014 -> Edital de convocaçÃo cargo –Professor o secretário da educaçÃo do estado da bahia
2014 -> Edital de convocaçÃo cargo –Professor o secretário da educaçÃo do estado da bahia
2014 -> Edital de convocaçÃo cargo –Professor o secretário da educaçÃo do estado da bahia
2014 -> Na imagem, da década de 1930, há uma crítica à conquista de um direito pelas mulheres, relacionado com a
2014 -> Objetivos objetivo geral inserir a comunidade escolar na temática do ensino da História e Cultura Afro-Brasileira numa perspectiva de valorização das diversas etnias que constituem o povo brasileiro. Objetivos específicos
2014 -> Objetivos objetivo geral compreender a história de países africanos de língua portuguesa e sua interrelação na construção de identidades afro-brasileiras. Objetivos específicos


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