01 a boa Idéia de Suzana 04 02 a exposição de Flores de Guilherme 05



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Divisão Sul-Americana

2002




ÍNDICE
Página

01 - A Boa Idéia de Suzana 04

02 – A Exposição de Flores de Guilherme 05

03 - A História de Duque 05

04 - A História de Estela 07

05 - A Honestidade de Henrique 08

06 - A Menina que Falou a Verdade 11

07 - A Menina que se Tornou Grande 11

08 - A Promessa de Paula 13

09 - A Resposta de Deus 15

10 - A Vingança do Indígena 17

11 - Amor Suficiente Para Todos 19

12 ­­­­­­­­­­­­­­– Arteiro 20

13 - As Estrelas São Para Nos Guiar 21

14 - As Mãos de Minha Mãe 23

15 - Carlinhos Muda de Opinião. 24

16 - Davi e as Panelas Novas 26

17 - Fidelidade Recompensada 28

18 - Filho de Alguém 29

19 - Gelo, Neve e anjos 30

20 - História de Um Chinês 31

21 - Inundação na Floresta 32

22 - Joãozinho e os Fósforos 34

23 - Mãe de Verdade 36

24 - Mãos Através do Campo de Trigo 37

25 - Meia Hora de Vida 39

26 - Nancy e as Flores 41

27 - O Barco Quebrado 42

28 - O Custo de Uma Desobediência 43

29 - O Fiel Tupí 44

30 - O Lema de Judite 45

31 - O Melhor Caminho 47

32 - O Nome Gravado no Braço de Ramon. 48

33 - O Prato de Comida para Pássaros 49

34 - O Que Merece Ser Feito 49

35 - O Sacrifício Supremo 51

36 - Oito Minutos 52

37 - Os Caminhos do Senhor 53

38 – Perdão 55

39 – Perdidos 56

40 - Perseguido Por um Leopardo. 57

41 - Posso Fazer Qualquer Coisa 58

42 - Preparado Para a Volta de Jesus 59

43 - Sabes Mandar 60

44 - Sementes de Abóbora Revelam um Segredo.. 62

45 – Silky 63

46 - Sundar e a Roda de Oração 65

47 - Um Bom Amigo 67

48 - Um Estranho na Janela 68

49 - Um Jovem de Fibra 70

50 - Uma Estrada Com Pagamento de Pedágio 71

51 - Uma Voz Desconhecida 73

52 - Valeu a Pena Obedecer 74

********* *********

Seleção de Histórias Infantis de Revistas Adventistas e de Materiais de Escola Cristã de Férias

Colaboração do Departamento do Ministério da Criança – Miriam Berg

Divisão Sul-Americana - Maio/2002

01 - A BOA IDÉIA DE SUZANA

A história que segue mostra como Suzana escolheu fazer o que agrada a Jesus.

Suzana olhou alegremente ao seu redor e para os pequenos convidados. – Faço sete anos hoje! Disse ela. Dentro de um ou dois minutos abrirei meus presentes de aniversário. Então encontrarei o relógio de pulso que o papai e a mamãe prometeram dar-me, quando eu fizesse meu sétimo aniversário!

Suzana desatou fitas azuis, fitas amarelas, fitas cor-de-rosa – um verdadeiro arco-íris de fitas. Quão interessante era ter uma festa de aniversário!

- Trouxe-te um jogo para limpeza de casa de verdade! E Leti sorriu para Suzana, enquanto os negros cachos lhe dançavam pela face. – Olha, Sue! Leti ajudou Suzana a desembrulhar o pequenino esfregão para a limpeza do pó, o vidrinho com óleo para a limpeza de móveis, e foi Leti quem colocou em Suzana o lindo aventalzinho estampado de flores alegres. Até havia um pequeno espanador, e uma vassoura!

- Você agora pode arrumar seu próprio quarto, Suzana, disse-lhe a mãe, sorrindo.

Suzana acenou com a cabeça.

Ajudar a mamãe agora seria coisa realmente bem interessante.

Tinha somente mais um presente a desembrulhar e esse devia ser o relógio de pulso. Havia numa caixa cor-de-rosa e prateada. Havia realmente um relógio! E aí Suzana viu Nete, com seu engraçado narizinho chato, espreitando pelos vãos da cerca. Neti parecia estar fazendo o possível para não chorar! Não vou convidar Neti Almeida, vai se desfazer em pranto e molhar todos os meus presentes, e portar-se mal, dissera Suzana a sua companheira predileta Leti. Esta concordara com ela...

Suzana voltou as costas para a cerca, e fez de conta que Neti fora embora. Começou a brincar de “lenço-atrás” com as outras crianças, mas, por mais que fizesse, não podia achar graça no brinquedo. Não, não havia graça alguma. Até Leti não demonstrava vontade de brincar, e olhava triste para Neti.

Durante toda a manhã Suzana excluíra Neti da mente. No dia anterior, quando sua mãe lhe dissera bondosamente: - Querida Suzana, não gostaria você que Neti tomasse parte, amanhã, na sua festinha de aniversário? Suzana batera o pé e dissera: “Não!”.

A mãe estivera muito ocupada, fazendo os bolos para a festinha, e arranjando os brinquedos e outras coisas, mas parara para dizer: - Temo que você magoe Neti, Suzana. Bem sei que lhe prometi que poderia escolher os companheiros que desejava que viessem no seu aniversário, mas não seria melhor que qualquer hora, hoje, você desse um pulo e convidasse Neti? Ela, certamente, não assiste a muitas festas de aniversário, e haveria de gostar bastante se a convidasse. Não espere que lhe traga um presente, querida, porque seus pais são muito pobres.

Tão ocupada estava a mãe de Suzana com os planos da festinha, que se esqueceu de Neti, justamente como Suzana esperava que acontecesse.

- Convidou Neti? Perguntou-lhe a mãe. (Suzana pendeu a cabeça e corou de vergonha, pois ela e Leti haviam rasgado o lindo cartão cor-de-rosa do convite reservado para Neti.) Confiei na minha pequena, senão eu mesma tê-la-ia convidado, disse gravemente a mãe de Suzana, demonstrando estar bem triste.

Suzana sentiu-se muito mal. Ali estava ela, com os presentes empilhados ao seu redor e o belo relógio de pulso no braço a fazer tique-taque, mas não tinha nem um pouco de alegria. Nem um pouco! Suzana sentiu como se fosse a menina mais infeliz do mundo, pois repentinamente vira quão egoísta tinha sido, quão falta de bondade para com Neti. Todos podiam ver Neti choramingar agachada atrás da cerca, procurando ver a mesa de aniversário!

Foi nesse momento que Suzana teve a boa idéia.

Girou velozmente, e correu o mais depressa possível até o passeio e ao redor da cerca, até encontrar Neti. – Venha para a festa! Suzana tomou na sua à mão de Neti, apertando-a com satisfação. Quão bem se sentia agora!

- Vou dar-te o meu aventalzinho branco. Neti quero dizer que será seu mesmo... Já fiz sete anos hoje; sete, realmente! E Suzana meditava, enquanto cortava um pedaço do bolo de aniversário para Neti. “Não posso continuar a ser mesquinha para ninguém, porque estou quase moça!”.



02 - A EXPOSIÇÃO DE FLORES DE GUILHERME

Guilherme, um dia, foi com sua escola visitar uma exposição de flores. Era muito divertido sair com os professores e com as outras crianças. Guilherme deu a mão para seu melhor amigo e para algumas outras mamães, e os professores também estavam ali junto com eles.

Quando voltou para casa, Guilherme contou para a mãe tudo o que tinha visto na exposição de flores. Ele contou que tinha visto flores azuis, flores cor-de-rosa, e flores amarelas. Havia muitas flores, tipos diferentes, eram tantas que Guilherme não pôde ver tudo.

Guilherme estava tão excitado que quase não podia parar de falar.

A mamãe ficou feliz em ver que Guilherme gostava de flores. E ela disse:

- Guilherme, estou contente porque você gosta das flores, porque algum dia nós vamos a um lugar onde existem flores muito mais bonitas do que as que você viu hoje.

- Onde, mãe? Onde? Eu quero ir – disse Guilherme feliz, pulando, pronto para ir ali.

- Não é agora, Guilherme – disse a mamãe. – Logo Jesus vai voltar para nos levar a um lugar maravilhoso, chamado Céu. Lembra que estudamos sobre o Céu na lição da Escola Sabatina. Lá vamos ver lindas flores como as que você viu hoje, e além disto, haverá outras coisas bonitas. Lá vai haver bonitos pássaros que cantam, e animais com os quais poderemos brincar. Além disso, todos vamos ter uma coroa brilhante para usar. Vai ser maravilhoso ir para o Céu. E Jesus vai estar conosco lá. Ele vai nos dizer o nome de todas as flores, também vai fazer com que elas cresçam. Eu quero ir para o Céu, você também quer?

- Sim, mamãe, eu quero ir para o Céu. Quero ver as flores, quero usar uma coroa, e principalmente, quero ver a Jesus – disse Guilherme para sua mãe.

Eu também quero ir, e vocês?


Que coisas Jesus criou que vocês gostam hoje? Vocês acham que elas serão ainda melhores quando estivermos lá no Céu? De que maneira?


03 - A HISTÓRIA DE DUQUE

- Vocês gostariam de ouvir o meu cavalo falar? – perguntou o Sr. Oliveira, por cima da cerca dos fundos, para os três meninos que tinham se mudado recentemente para aquela vizinhança e estavam brincando num terreno vazio ali perto.

- Oh, sim – respondeu Tony, e todos os três vieram correndo.

O Sr. Oliveira abriu o portão e deixou que eles entrassem na estrebaria. O Sr. Oliveira era um dos bons policiais da cidade. Ele gostava muito de meninos e também gostava muito de cavalos. Os meninos tinham visto seu bonito cavalo branco bem na frente de um desfile. Eles gostavam de ver o Sr. Oliveira escovar o Duque, e pentear o seu rabo e sua crina. Ele trazia uns dois ou três baldes de água morna e lavava Duque por inteiro. O cavalo ficava parado em pé, olhando ao redor de vez em quando. Se fosse um desfile muito especial, o Sr. Oliveira também dava polimento nos cascos de Duque. Depois pegava uma sela muito limpa e brilhante que com todo cuidado colocava em cima do cavalo, e gentilmente, mas com firmeza amarrava o cinturão.

O Sr. Oliveira sempre usava sua roupa de montaria – camisa amarela e calça marrom. Também usava um chapéu marrom. O chapéu era tão grande que parecia um sombreiro mexicano. Ele também tinha espora brilhante, mas muito raramente as usava.

Nas grandes paradas, a melhor banda normalmente estava bem atrás de Duque e do Sr. Oliveira. Duque havia sido treinado para saber o que fazer quando o Sr. Oliveira batesse no seu lado ou puxasse as rédeas. Ele podia marchar e marcar o tempo da música. Algumas vezes ele parava prestando atenção por uns minutos. Ele podia se sustentar em suas patas traseiras e levantar as patas dianteiras como se fosse um cachorrinho ensinado.

Muitas vezes ele balançava a cabeça impaciência, e andava de um lado para o outro, ansioso para mostrar o que realmente sabia fazer. Quando a banda começava a tocar uma marcha alegre, ele podia marchar e mover a cabeça no compasso da música, no tempo perfeito.

Neste dia especial, o Sr. Oliveira queria mostrar para os meninos que seu cavalo podia fazer alguma coisa mais do que marchar no tempo da música, como fazem os soldados.

- Vocês sabiam que o meu Duque pode falar? – começou a perguntar logo que fechou o portão. Os meninos arregalaram os olhos e prestaram atenção.

- Eu nunca ouvi um cavalo falar – disse Frederico

- Bem, o Duque fala – disse o Sr. Oliveira. – Você não será capaz de ouvir, mas poderá ver como me responde.

- Como é isto? – todos perguntaram de uma só vez.

- Ele pode escrever? – perguntou Daniel, porque uma vez tinha visto um cavalo pegar um lápis com seus dentes e fazer números.

- Vou fazer umas perguntas para ele – disse o Sr. Oliveira. – Duque, você já tinha visto estes meninos antes? – ele começou. O cavalo começou a mover sua cabeça para cima e para baixo, de maneira a dizer “Sim”.

- Algum deles jogou pedras em sua estrebaria?

Novamente Duque moveu a cabeça para cima e para baixo.

Os meninos se lembraram de que haviam jogado pedacinhos de madeira, cascas e também pedras, através da cerca para ver Duque correr, e ficaram felizes porque o Sr. Oliveira não olhou para suas caras de culpados.

- Você gosta disto, Duque? – perguntou o Sr. Oliveira. O cavalo balançou fortemente a cabeça de um lado para o outro.

- Eu sei que vocês gostam de Duque tanto quanto eu. Vocês não quiseram machucá-lo. Se ele tivesse ficado assustado por causa da pedra, poderia ter se jogado contra a cerca e quebrado a perna, ou ter furado um olho, poderia ter rompido a cerca e corrido para fora – disse o Sr. Oliveira.

- Nós não jogaremos mais nada contra ele novamente – disse Daniel. – Não pensamos que poderíamos machucar o Duque, somente pensamos que seria divertido ver como ele pulava e corria.

- Não haveria nenhum outro cavalo que liderasse a parada se ele tivesse fugido – acrescentou Frederico pensativamente.

Tony estava pensando em uma coisa muito dura.

- O senhor teria que dar um tiro nele se por acaso tivesse quebrado uma perna, teria que matá-lo, não teria, Sr. Oliveira?

O Sr. Oliveira baixou a cabeça, enquanto trazia uma forte caixa de madeira que colocou na frente de Duque. O cavalo colocou suas patas em cima da caixa. Então ele levantou a pata direita e dava a mão a cada menino quando lhe davam um pequeno torrão de açúcar.

Tony, Daniel e Frederico vão à estrebaria de Duque cada dia. Mas vocês podem estar certos de que não jogam mais pedra. Mas eles ainda estão admirados de como Duque sabia responder Sim ou Não às perguntas do Sr. Oliveira.
Por que vocês acham que os meninos jogavam pedras em Duque? Vocês acham que eles sabiam que era errado? Por quê? A que mandamento ou regra estavam desobedecendo quando eram maldosos para com o cavalo? Será que eles imaginavam o que poderia acontecer ao cavalo quando jogavam pedras nele? O que vocês imaginam que os meninos estavam pensando quando apertavam a mão (pata) de Duque?




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