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1.0 - INTRODUÇÃO

Como os mercados estão cada vez mais abrangentes e exigentes, e nossa região vem a cada dia mostrando um crescimento cada vez maior, decidimos arriscar a implantação de um negocio, que como qualquer outro, implica riscos, que podem se tornam um incentivo para o crescimento.

Apesar da grande modernização dos negócios já existentes, os mercados hoje em dia estão dando espaço a projetos inovadores, que ao longo de seu desenvolvimento, buscam a modernização e a eficiência de seus negócios.

Por mais que se estude a implantação de um negócio, o risco de ele não progredir sempre é grande, pois a viabilização deste depende na maioria das vezes de fatores que não se pode prever ou mesmo controlar. Dentre estes fatores estão os indivíduos que são os agentes adquirentes dos bens ou serviços produzidos, e sabemos que vários motivos farão com que os indivíduos deixem de comprar, comprem menos ou não resolvam comprar algo.

Estaremos apresentando o nosso estudo que esperamos ter a capacidade de sobreviver dentro de sua fatia de mercado, e após a sua implantação, estaremos buscando as melhorias necessárias para conseguir assegurar um nome dentro deste mercado.

2.0 -PLEITO

Implantação de um conglomerado de pequenas metalúrgicas, agrupadas em um distrito industrial, com exposição de produtos, venda e de produção de:



  • janelas, portas, portões e grades

  • móveis de escritório

  • carteiras escolares

O projeto caracteriza-se pela construção de uma estrutura física simples, porem moderna que será localizada cidade de Petrolina, no estado de Pernambuco, onde a construção do galpão industrial será feita por um convênio , onde a associação,cooperativa ou arranjo produtivo local se compromete a adquirir todos materiais necessários para a sua produção e a instalação dos equipamentos será feita através por uma empresa de manutenção, que também firmará um contrato para a continuidade da manutenção dos equipamentos.

No caso de associação de metalúrgicos, suas instalações serão transferidas para o galpão e financiamentos para compra de máquinas e equipamentos terão de ser dimensionados através de financiamento, isto no caso da cooperativa.

O início do negocio será em Petrolina/ e como sabemos que o mercado total já apresentado anteriormente, tem grandes possibilidades, esperamos crescer e até criar franquias deste tipo de negócio.

O Complexo Metalúrgico de Petrolina, terá a participação de 15 ou 20 empresas metalúrgicas, alocadas dentro de um grande galpão, com individualização de cada empresa, tanto na parte física, como contas de água, luz e telefone individualizadas. Na frente do galpão teremos o escritório administrativo com a loja, onde os produtos ficarão expostos para melhor demonstração do produto e vendidos.



3.0 - FORMALIZAÇÃO DO NEGÓCIO

A formalização deste tipo de negócio será um pouco complicada e demorada, pois primeiro deve-se reunir as pessoas, expor a idéia, a seguir conscientizar as pessoas da importância deste tipo de empreendimento. O passo seguinte será a formalização da associação ou de uma associação e cooperativa, pois para que este arranjo produtivo consiga se desenvolver, as pessoas devem estar preparadas para entrar neste negócio e continuar nele. Daí a necessidade de um tempo maior para formalização, pois somente se as pessoas estiverem engajadas com este ideal é que a idéia se tornará realidade.


3.1 – ARRANJO PRODUTIVO LOCAL
Arranjo Produtivo Local significa uma concentração territorial de empresas de uma mesma cadeia produtiva, localizadas no mesmo território e que apresentam especialização produtiva em um mesmo segmento. Esta cadeia produtiva mantém um vínculo de articulação, interação, cooperação e aprendizagem entre si e com os outros atores locais, tais como governo, associações empresariais, associações de produtores, sindicatos , etc.
3.1.1 – ATUAÇÃO DO SEBRAE
O objetivo do SEBRAE, ao atuar em APLs, é o de promover a competitividade e a sustentabilidade dos micro e pequenos negócios, estimulando processos locais de desenvolvimento. Ao estimular processos locais de desenvolvimento, é preciso ter em

mente que qualquer ação nesse sentido deve permitir:

· a conexão com os mercados;
· a sustentabilidade;
· a promoção de um ambiente de inclusão;
· a elevação do capital social;
· a democratização do acesso aos bens públicos;
· a preservação do meio ambiente;
· a valorização do patrimônio histórico cultural;
· protagonismo local;
· a integração com outros atores;
· a mobilização de recursos endógenos;
· a atração de recursos exógenos;

3.1.2 – ESTRUTURA


Nos Arranjos Produtivos Locais, as empresas estão geograficamente próximas e pertencem a cadeia de valor de um setor industrial. Um ponto-chave para o sucesso de um Arranjo Produtivo reside na possibilidade que oferece às empresas de compartilhamento, de divisão de custos e de riscos.

As atitudes cooperativas devem prevalecer, inclusive quando há competição entre alguns membros, o que é bastante comum nos Arranjos Produtivos. Por exemplo, um grupo de empresas que atua numa mesma atividade podem vir a compartilhar a execução encomendada de produção, caso nenhuma delas possa produzir o volume total desta encomenda, poderão compartilhar custos de treinamento ou de assistência técnica. Poderão inclusive, como é comum nos Arranjos Produtivos Locais bem sucedidos, compartilhar aquisição e uso de equipamentos e maquinários mais especializados, os quais certamente ficariam ociosos, caso fossem de propriedade exclusiva de uma única empresa.


3.1.3 - Quem poderia participar:
· Produtor ou prestador de serviço atendendo as exigências dentro de cada ação ou especialização produtiva;

. Associado a entidade de classe da região:

. Proprietário localizado nas áreas de abrangência;
3.1.4 – QUEM SERIAM OS PARCEITOS
· Governo do Estado
· Associações de Produtores
· Sindicatos de Trabalhadores
· Prefeituras Municipais
· Órgãos públicos
· Associações Empresariais
· Instituições de Crédito de Ensino e de Pesquisa.

3.2 – COMO CONSEGUIR CHAMAR A ATENÇÃO DAS PESSOAS


1 – Com a ajuda do SEBRAE/PREFEITURA, será montado um fórum para introduzir a

idéia aos empresários locais, com a finalidade de conseguir doações para a execução deste grande projeto de interesse geral;


2 – Palestras serão ministradas nas comunidades dos bairros onde existam metalúrgicas com a finalidade de demonstrar o objetivo da idéias, tirar dúvidas ou mesmo levantar hipóteses.
3.3 – INCENTIVOS FISCAIS
Seria interessante conseguir isenção de impostos ou taxas, porém após procurarmos a Prefeitura Municipal de Petrolina, na pessoa do Secretário de Obras, constatamos que nenhum incentivo fiscal é dado a este tipo de indústria. Daí termos que buscar outras alternativas para ter um custos de instalação menor.
3.4 – FORMALIZAÇÃO DO NEGÓCIO
Existem duas possibilidades para a realização deste evento, que são a criação de uma associação ou de uma cooperativa.
3.4.1 – CRIAÇÃO DA ASSOCIAÇÃO
A criação da associação se faz necessária para que interesses comuns sejam compartilhados e problemas resolvidos. A associação é que terá a capacidade de chamar indivíduos para
participarem deste evento.
3.4.1.1 – O QUE É UMA ASSOCIAÇÃO
É uma sociedade civil sem fins lucrativos, que por meio de uma organização de pessoas físicas e jurídicas busca alcançar objetivos comuns. É importante verificar se os associados têm impedimentos legais para participar do Conselho de Administração ou do Conselho Fiscal da associação.
3.4.1.2 - CONSULTAS PRÉVIAS


  • Localização: faça uma consulta prévia à prefeitura local antes de comprar ou alugar o imóvel para analisar a possibilidade de funcionamento.

  • Nome Comercial: faça uma busca prévia no Cartório de Títulos e Documentos para verificar a existência de nomes idênticos ou semelhantes ao escolhido.

3.4.1.3 - REGISTRO NO CARTÓRIO DE TÍTULOS E DOCUMENTOS


Documentação necessária:

  • Estatuto Social (em duas vias, com visto de um advogado);

  • Declaração de Desimpedimento dos sócios diretores (se não constar no Estatuto Social);

  • Cópia autenticada do CIC e dos documentos de identidade (RGs) dos sócios;

  • Ata da Assembléia Geral de constituição da associação (em duas vias).

3.4.1.4 - REGISTRO NA RECEITA FEDERAL - CADASTRO NACIONAL DA PESSOA JURÍDICA (CNPJ)


Inscrição via Internet:

  • instalar o programa gerador em disquete do CNPJ (PGD-CNPJ-versão 6.0) e o ReceitaNet (versão 5.0 ou posterior). Ambos podem ser baixados pela página da Receita Federal;

  • digitar as informações e enviar os dados via Internet;

  • consultar o andamento do pedido através do número do recibo, que é gerado após o envio da mensagem (se o pedido for aceito, enviar a documentação comprobatória via Sedex);

  • conferir o deferimento (ou não) do pedido na página da Receita Federal.

3.4.1.5 – PROBLEMAS QUE PODEM SURGIR


Reunir pessoas é algo complicado, principalmente quando o assunto é trabalho e troca de interesses. Este é um dos problemas que serão encontrados para a consolidação da associação, pois a maioria das pessoas é simples, e normalmente de pouca cultura. Para que associação e funcione, o entendimento deve ser geral, e não teremos garantias de que isto irá ocorrer, pois se você já tem o seu próprio negócio, e por menor que seja a sua renda é você que a controla, participar de um evento deste porte é algo difícil de ser entendido.

Quem poderá nos ajudar na reunião destas pessoas é o SEBRAE, pois é um órgão que auxilia a qualquer indivíduo que queira apenas informações ou que deseje melhorar o seu negócio, ou mesmo abrir um novo negócio. Como esta idéia do polo metalúrgico se assemelha ao APL, o SEBRAE poderá nos auxiliar na condução tanto da gestão como na organização da associção.

3.4.2 – FORMALIZAÇÃO DA COOPERATIVA
Se a opção for de formalização da cooperativa, de qualquer maneira é através da formalização da associação, é que conseguiremos reunir as pessoas e explanar sobre o funcionamento de uma cooperativa.

3.4.2.1 – SOCIEDADE COOPERATIVA


Sociedades Cooperativas são sociedades de propriedade coletiva,democraticamente gerida pelo grupo. Estão disciplinadas pela Lei 5764/71 e têm por finalidade a prestação de serviços aos associados, para o exercício de uma atividade comum, econômica, sem objetivo de lucro.

3.4.2.2 – CONSULTAS PRÉVIAS


· Faça uma consulta prévia à Prefeitura local, antes de comprar ou alugar o imóvel para analisar sobre a possibilidade de funcionamento. Em Recife consulte a URB Regional.

· Para as cooperativas com regulamentação específica, consultar também o órgão competente, para identificar as exigências que afetem sua constituição. Em caso positivo, certifique-se de que a documentação e a forma jurídica estão atendendo às exigências, evitando assim problemas futuros.

· Verifique se os cooperados tem impedimentos legais para participar do Conselho de Administração ou Conselho Fiscal da Cooperativa.

· Faça uma busca prévia na JUCEPE, para verificar a existência de nomes idênticos ou semelhantes ao escolhido.


3.4.2.3 - FORMULÁRIOS NECESSÁRIOS
Requerimento, 01 via. Podem-se indicar até 03 (três) opções de nome empresarial. Guia de recolhimento/JUCEPE, 04 vias.

Obs.: O nome empresarial deverá estar relacionado com a atividade econômica da empresa, integradas pela palavra ?limitada? ou sua abreviatura.

3.4.2.4 – REGISTRO NA JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DE PERNAMBUCO – JUCEPE


Documentação / Formulários Necessários:

• Capa de Processo

• Estatuto Social - 02 vias, com visto de um advogado e todas as folhas assinadas pelos cooperados.

• Ata da Assembléia Geral de Constituição da Cooperativa

• Declaração de desimpedimento dos sócios diretores, se não constar no Estatuto Social

• Ficha de Cadastro Nacional - FCN, Folhas 1 e 2 , 02 vias

• Comprovantes de pagamento das taxas:

Guia de recolhimento/ JUCEPE - 04 ( quatro ) vias

Guia de recolhimento Federal - DARF, 03 ( três ) vias

Cópia autenticada do CPF e dos Documentos de Identidade - RG dos sócios.

3.4.2.5 - Registro na Receita Federal - Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica – CNPI

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