1 identificaçÃO: Disciplina: cin7116 Conservação e Restauração de Documentos



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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO

CAMPUS UNIVERSITÁRIO – TRINDADE

CEP 88040-970 – FLORIANÓPOLIS – SANTA CATARINA

Fone: (048) 3721-9304 3721-4075


PLANO DE ENSINO 2016-1

1 IDENTIFICAÇÃO:

Disciplina: CIN7116 Conservação e Restauração de Documentos

Carga Horária: 54 H/A - 03 créditos (2 teóricos e 1 prático)

Oferta: 4ª fase do Curso de Graduação em Arquivologia

Professora: Aline Carmes Krüger e-mail: aline.kruger@ufsc.br

Horário de atendimento: quarta-feira 10h SALA: LABCON



EMENTA:

Distinguir os diferentes fatores de deterioração dos documentos e de preservação. Conhecer as etapas da restauração. Interromper o processo de degradação dos documentos.



2 OBJETIVOS:

2.1 Objetivo Geral: Ao término do semestre o aluno deve ser capaz de aplicar metodologia específica para realizar atividades práticas de conservação e/ou restauro em documentos.

2.2 Objetivos Específicos:

2.2.1 Identificar os agentes agressores do papel e de outros materiais;

2.2.2 Estudar os princípios de conservação do papel e de outros materiais;

2.2.3 Aplicar procedimentos básicos da conservação e de restauração de documentos;

2.2.4 Realizar reflexão sobre as normas de conduta que regem os profissionais de conservação e restauração de documentos.

3 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

3.1 Agentes agressores do papel e de outros materiais

3.2 Princípios de conservação de papel e de outros materiais

3.3 Técnicas de conservação e restauro de documentos

3.4 Métodos de pesquisa, registro e tratamento de informação relacionada diretamente com a matéria-prima do artefato, técnicas de produção, contexto de utilização e causas de alteração.

3.5 Discussões sobre instrumentos de Laboratório de Conservação e Restauração;

3.6 Reflexão sobre as normas de conduta dos profissionais de conservação e restauração de documentos

4. METODOLOGIA: As aulas expositivas (teóricas e práticas), com uso dos recursos do LABCON, leitura e discussão de textos de apoio didático, atividades práticas de conservação e restauração, visita técnica a uma instituição orientada pelo professor, visita a uma instituição de interesse do aluno para a realização de diagnóstico de conservação.

5. AVALIAÇÃO:

- participação nas aulas com leituras dos textos, atividade de diagnóstico de conservação e atividades práticas (20%).

- trabalho final (30%).

- uma prova, na qual deverão ser respondidas questões a respeito da leitura dos textos selecionados, e das práticas desenvolvidas em sala (50%).



6 BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

BRAGA, M. Conservação e restauro: Madeira, pintura sobre madeira, douramento,

estuque, ceramic, azulejo, mosaico. Rio de Janeiro: Rio, 2003.

BRANDI, C. Teoria da Restauração. Trad. Beatriz Kühl. São Paulo: Atelie editorial, 2004.

CASSARES, N. C. Como fazer conservação preventiva em arquivos e bibliotecas.

São Paulo, Arquivo do Estado – Imprensa Oficial, 2000, Disponível em: <

http://www.arqsp.org.br/arquivos/oficinas_colecao_comofazer/cf5.pdf>.

COBRA, Maria José Távora Queiroz. Pequeno dicionário de conservação e restauração de livros e documentos. 2.ed. Brasília: Cobra Pages, 2003.

____________ O trabalho de Conservação e Restauração de Documentos na Biblioteca do Superior Tribunal de Justiça. 2.ed. Brasília. Cobra Pages, 2003.

PALETTA, Fátina Aparecida Colombo. Manual de higienização de livros e documentos



encadernação. São Paulo: Hucitec, 2004. 71p. Número de Chamada:

PINSKY, Carla Bassanezi (Org.). Fontes históricas. 2. ed São Paulo(SP): Contexto,

2008.

THE BRITISH LIBRARY NATIONAL PRESERVATION OFFCE. Preservação de



documentos: métodos de salvaguarda. Trad. Zeny Duarte de Miranda Magalhães dos

Santos. Salvador: EDUFBA, 2000. 108p.



6.1 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

BECK, Ingrid. ARQUIVO NACIONAL (BRASIL). Manual de preservação de documentos. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 1991. 75p. (Publicações técnicas (Arquivo Nacional (Brasil); 42)

BOITO, Camillo. Os restauradores: conferência feita em Turim em 7 de junho de 1884. Cotia-SP: Atelie Editorial, 2008.

CASTRO, Aloisio Arnaldo Nunes de. A trajetória da conservação-restauração de acervos em papel no Brasil. Juiz de Fora: Editora UFJF, FUNALFA, 2012.

CONARQ (Brasil). Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital - Preservar para garantir o acesso. Disponível em: .

CONWAY, Paul. Preservação no universo digital. Rio de Janeiro: Conservação Preventiva em Bibliotecas e Arquivos: Arquivo Nacional, 2001.

CORRÊA, Alexandre Fernandes. Mudanças no paradigma preservacionista clássico: reflexões sobre patrimônio cultural e memória étnica. Associação Brasileira de Antropologia. Brasília: UnB, 2000.

CORRÊA, Alexandre Fernandes. Patrimônios bio-culturais: um debate sobre novas estratégias preservacionistas. Curitiba: ABA, 2001.

DURANTI, Luciana. Rumo a uma teoria arquivística de preservação digital: as descobertas conceituais do Projeto InterPARES. Arquivo & Administração. Rio de Janeiro: Associação dos Arquivistas Brasileiros, 2005. v. 4, n. 1, p. 5-18.

FONSECA, Maria Cecília Londres. O patrimônio em processo: trajetória da política federal de preservação no Brasil. Rio de Janeiro: UFRJ – IPHAN, 1997.

GONZÁLES-VARAS, Ignácio. Conservación de bienes culturales – teoria, historia, princípios y normas. Madrid: Cátedra, 1999.

GUIZONI, Vanilde Rohling; TEIXEIRA,Lia Canola. Conservação preventiva de acervos. Florianópolis: FCC, 2012.

HAZEN, Dan C. Desenvolvimento, gerenciamento e preservação de coleções. Rio de Janeiro: Conservação Preventiva em Bibliotecas e Arquivos: Arquivo Nacional, 2001.

LUCCAS, Lucy; SERIPIERRI, Dione. Conservar para não restaurar: uma proposta para preservação de documentos em Bibliotecas. Brasília (DF): Thesaurus,1995.

NEVES, José de S. Machado. Tecnologia Têxtil _ 1ª parte _ Matérias-primas têxtil.

Porto: Instituto dos Têxteis, 1982.

MENDES. Marilka (org). Conservação: Conceitos e práticas. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2001.

OGDEN, Sherelyn. Planejamento para preservação. Rio de Janeiro: Conservação Preventiva em Bibliotecas e Arquivos: Arquivo Nacional, 2001.

OGDEN, Sherelyn. Políticas de desenvolvimento de coleção e preservação. Rio de Janeiro: Conservação Preventiva em Bibliotecas e Arquivos: Arquivo Nacional, 2001.

PINTO, Maria Manuela G. de A. Do “efêmero” ao “sistema de informação”: a preservação na era digital. In: GABINETE DE ESTUDOS a&b. Páginas a&b - Preservação/Conservação, 2005. n. 15. p. 63-178.

ROCHA, Claudia e SILVA, Margareth da. Carta para a preservação do patrimônio arquivístico digital brasileiro. Acervo: Revista do Arquivo Nacional. Ciência e Tecnologia. v. 17, n. 2, (jul./dez. 2004). Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2004. p. 131-140.

RONDINELLI, Rosely Curi; ROCHA, Claudia Lacombe. Gestão arquivística e preservação de documentos digitais no Brasil: estado da arte. Arquivo & Administração. Rio de Janeiro: Associação dos Arquivistas Brasileiros, 2006. v. 5, n. 1, p. 33-40.

RUSKIN, John. A lâmpada da memória. Cotia-SP: Atelie Editorial, 2008.

SILVA, Maria Celina Soares de Mello e. Preservação de correspondência: o e-mail em laboratórios científicos e tecnológicos. Arquivo & Administração. Rio de Janeiro: Associação dos Arquivistas Brasileiros, 2007. v. 6, n. 1, p. 43-56.

SILVA, Sérgio Conde de Albite Silva. A preservação da informação na Arquivística contemporânea. Arquivo & Administração. Rio de Janeiro: Associação dos Arquivistas Brasileiros, 2006. v. 5, n. 1, p. 41-56.

SILVA, Sérgio Conde de Albite. A preservação da informação. Páginas a&b. Lisboa, Portugal: Gabinetes de Estudos a&b, 2005.n. 15 p. 29-39.

SILVA, Sérgio Conde de Albite. Ciência e Tecnologia na Preservação da Informação. Revista Acervo. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional (2005). v. 17, n. 2, jul/dez, 2004.

SILVA, Sérgio Conde de Albite. Algumas reflexões sobre preservação de acervos em arquivos e bibliotecas. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Letras, 1998.

STILLE, Alexander. A destruição do passado. São Paulo: Arx, 2005.

THOMAZ, Katia de Padua. A preservação de documentos eletrônicos de caráter arquivístico: novos desafios, velhos problemas. Belo Horizonte, 2004. 388 f. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Ciências da Informação. Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação. Número de Chamada:

TOMÉ, Miguel. Patrimônio e restauração em Portugal. Porto: FAUP,2002.

VIOLLET-LE-DUC, Eugene Emmanuel. Restauração. São Paulo: Ateliê Editorial, 2000.

7 CRONOGRAMA (Dependendo do desenvolvimento das aulas, o cronograma pode ser alterado, bem como podem ocorrer mudanças na bibliografia proposta para os seminários)


AULA 1

16/03


Apresentação da disciplina – Plano de Ensino

Introdução à conservação e preservação de documentos



AULA 2

23/03


Atividade extra classe – LEITURA DO CAPÍTULO 2 DO livro “A trajetória histórica da conservação e restauração de acervos em papel no Brasil”

CAPÍTULO 2 – A conservação-restauração de papel no Brasil.



AULA 3

30/03


Divisão dos grupos para apresentação dos SEMINÁRIOS.

Aula expositiva: Agentes Agressores do papel e outros materiais

Conservação e preservação de documentos.


AULA 4

06/04


ATIVIDADES PRÁTICAS: Higienização – armazenamento e manuseio –

AULA 5

13/04


VISITA TÉCNICA – 9h CENTRO DE MEMÓRIA DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DE SANTA CATARINA

Coordenadoria de Documentação – Centro de Memória

Rua Jorge Luz Fontes, 310 – Centro

http://www.alesc.sc.gov.br/portal//memoria/memoria.php



AULA 6

20/04


Reposição de aula: GERENCIAMENTO ARQUIVISTICO DE DOCUMENTOS ELETRÔNICOS 8h20

AULA 7

27/04


ATIVIDADES PRÁTICAS: Higienização – acondicionamento –

AULA 8

04/05


Em um grupo de no máximo 5 alunos, visitar uma Instituição (museu, arquivo e biblioteca) e elaborar um Plano de Preservação para esta instituição, onde estejam bem definidas as necessidades gerais e específicas, destinadas aos bons procedimentos no trato das coleções, embasados na identificação das prioridades e dos recursos para implementação do mesmo.

AULA 9

11/05


Apresentação do Plano de Preservação – Diagnóstico da Instituição.

AULA 10

18/05


Teoria da Restauração – Procedimentos de Restauração

Aula expositiva com atividades práticas



AULA 11

25/05


Apresentação discussão dos SEMINÁRIOS

AULA 12

01/06


Avaliação – Prova

AULA 13

08/06


Oficina de Encadernação (à confirmar)

AULA 14

15/06


Leitura, discussão e apresentação de textos referentes à conservação e restauração de documentos.

ATIVIDADE PRÁTICA - Procedimentos de Velatura.



AULA 15

22/06


Conservação de acervos fotográficos – aula expositiva com ATIVIDADE PRÁTICA

ENTREGA DO TRABALHO FINAL

AULA 16

29/06


Apresentação trabalho Final

AULA 17

06/07


Apresentação trabalho Final

AULA 18

13/07


PROVA DE RECUPERAÇÃO


MATERIAIS NECESSÁRIOS PARA ATIVIDADES PRÁTICAS

Guarda pó

Luvas e máscaras cirúrgicas (descartáveis)

Tesoura


Lápis, borracha, régua, estilete.

Trincha


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