1. Materiais Características dos materiais Aprovação dos materiais Depósito de materiais Rejeição de materiais Instalações do estaleiro



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- Guarda-fogos, cortinas de varandas e guardas de escadas exteriores e floreiras em betão armado.

4.7. TOLERÂNCIAS DIMENSIONAIS
Na execução das alvenarias deve ter-se em conta que os paramentos em geral, depois de acabados, terão de observar as tolerâncias máximas seguintes:
- Espessura da camada de revestimento: 15mm
- Implantação e cotas principais: 5mm
- Desvios de esquadria: 10mm
- Verticalidade: 4mm na altura de um andar
- Desempenamento: 1mm em relação a régua de 0.20m e 2mm em relação a régua de 2.00m.
5. CANTARIAS
5.1. Fornecimento e aplicação
- Pedra serrada polida em soleiras de acordo com o funcionamento das janelas e portas com 0.32x0.04m.
- Idem, idem, em peitoris com 0.32x0.04 m
- Idem, idem, em peitoril com 0.18x0.04 m
- Pedra mármore em tampos para embutir os toucadores e lavatórios com 0.55x0.03 m.
- Tampos em granito sobre bancadas das cozinhas, iguais aos do bloco “A”.

5.2. PROTECÇÃO DAS CANTARIAS
As cantarias deverão ser cuidadosamente resguardadas com madeira e linhadas de estopa embebida em gesso durante a execução da obra, para que não sofram quaisquer danos. Estes, a verificarem-se, e qualquer que tenha sido a origem, serão da exclusiva responsabilidade do Empreiteiro.
5.3. QUALIDADE DAS PEÇAS E DOS TRABALHOS
- As peças que se destinem ao mesmo local devem ser obtidas de blocos que permitam manter uniformidade de aspecto e cor.
- Não serão aceites peças com riscados de serra ou de discos no acabamento amaciado ou brunido de cantarias.
- Quando é especificado um determinado acabamento para uma peça tal significa que, salvo expressa indicação em contrário, esse acabamento se aplica a todas as faces visíveis da peça.
- O mármore será de primeira escolha, com nenhumas ou muito poucas manchas de cor. Essas manchas só poderão ter o aspecto de veios, cuja orientação preponderante deverá ser mantida de umas peças para as outras, segundo orientação da Fiscalização.
- A aplicação de tampos em pedra inclui selagem com silicone anti-fungos.
- Todas as soleiras e peitoris deverão ter batentes, canais e drenos de acordo com o funcionamento, comprimento das respectivas janelas e portas (ver Mapa de Vaõs) e lacrimal na sua face inferior.
5.4. ASSENTAMENTO
- Antes de se assentar a cantaria, começar-se-á por picar a argamassa da camada inferior para tornar desigual a superfície de assentamento. Limpar-se-á em seguida a parte a cobrir com a cantaria e depois de a humedecer convenientemente, estender-se-á sobre ela uma camada de argamassa com a espessura conveniente, após o que se colocará a pedra de cantaria, devidamente limpa e humedecida e de nível sobre o leito assim formado, batendo-se com um maço de madeira de modo a fazer ressumar a argamassa.
- Quando o assentamento for húmido a base de assentamento será rugosa e deverá, no momento de assentamento da cantaria, ter pelo menos 30 dias de feita e estar limpa de leitanças, poeiras, ou outras impurezas. As peças devem ficar assentes sem chochos. O Empreiteiro substituirá todas as peças em que se verifique, por simples toque, a existência de chochos, e as que se partirem no período de garantia da obra.
- O assentamento de cantarias em pavimentos será realizado com argamassa de cimento CPN ao traço 1:3

6. COBERTURAS
6.1. ASPECTOS GERAIS E DE PORMENORIZAÇÃO
- Ao Empreiteiro compete a execução de todos os trabalhos deste projecto relativo a coberturas e seus isolamentos e impermeabilizações, incluindo o fornecimento e aplicação de todos os materiais com todos trabalhos inerentes, conforme desenhos e caderno de encargos.
- Quando o Empreiteiro pretenda complementar os pormenores ou propôr alterações, deverá submete-las à aprovação da Fiscalização pelo menos um mês antes do início dos trabalhos.
- O Empreiteiro obriga-se a submeter à aprovação da Fiscalização uma pormenorização de execução em obra dos sistemas de impermeabilização, à escala 1:5, complementar dos DCs, referindo todas as situações singulares como sobreposições, remates, furações por tubos, etc.

6.2. FORNECIMENTO E EXECUÇÃO DOS TRABALHOS
- Telha regional assente em argamassa de cimento, cal e areia ao traço 1:2:8, na laje de cobertura em betão armado ou assente sobre placa de lusalite ou laje com vigotas pré- esforçadas.
- Betão "Leca" ou similar formando pendentes sobre laje de betão.
- Betonilha sarrafada nos terraços, incluindo formação de caleiras para receber a respectiva impermeabilização.
- Formação de caleira com grelha, em cada piso, no final do patamar das escadas exteriores.
- Tubos de queda em PVC de diâmetro constante no projecto.
- Ralos de pinha.
- Funis em chapa de zinco nos tubos de queda.
- Acabamento final do terraço não acessível com tela asfáltica de 4 kg no mínimo revestida a xisto de cor beje colocada sobre tela de 4kg com poliester.
- Terraços acessíveis revestidos a pedra regional bujardada de 0.20 de largura e comprimentos variáveis.

6.3. QUALIDADE DOS TRABALHOS
6.3.1. Sempre que não estejam especificadas inclinações, todas as superfícies horizontais a impermeabilizar terão inclinação mínima de 2%. Estas inclinações, bem como as disposições a adoptar na drenagem de águas pluviais, deverão ser submetidas à apreciação prévia da Fiscalização ( caso da área do piso 1 ).

6.3.2. O sistema impermeabilizante é constituído por camada de forma para criação de pendente em betonilha com inertes leves (argila expandida) desempenada à régua e talochada para receber impermeabilização.

6.3.3. A betonilha de regularização sob telas terá sempre um enchimento em 1/2 cana na transição da superfície horizontal para a vertical, de forma a evitar o rasgamento das telas.

6.3.4. Os remates das telas de impermeabilização com os elementos verticais, como platibandas, condutas, chaminés e outros, não referidos na pormenorização, devem ser submetidos à aprovação da Fiscalização.

6.3.5. Em todas as situações de remates de telas de impermeabilização com ralos, tubos ladrões, chaminés, o Empreiteiro deve prever o fornecimento e colocação de peças de remate em chapa de zinco nº14, com diâmetros adequados aos das tubagens definidas nos Projectos Técnicos.

Incluem-se as eventuais selagens com mastique.





      1. Envolvendo a caleira e a parte interior da platibanda, sobre a impermeabilização, existirá rede de capoeira para que ofereça melhor aderência ao reboco, posteriormente pintado como acabamento final e tratamento das superfícies verticais.


7. REVESTIMENTO DE PAREDES
7.1. ASPECTOS GERIAS
Ao Empreiteiro compete a execução de todos os trabalhos deste projecto relativos a revestimentos de paredes, incluindo o fornecimento e aplicação de todos os materiais com todos trabalhos inerentes, conforme desenhos e caderno de encargos.

Consideram-se incluídos neste capítulo os revestimentos das paredes interiores de condutas de extracção de fumos executadas em alvenaria de tijolo.



7.2. EMBOÇO E REBOCO
Antes de se proceder ao reboco, as paredes que se devem revestir serão limpas, tirando-se toda a argamassa que esteja desagregada ou pouco aderente e serão lavadas e bem desempenadas, para o que se farão os encasques necessários. Sobre os parâmetros assim preparados, assentar-se-á à colher a argamassa do reboco em uma ou mais camadas de maneira a ficar de espessura uniforme, homogénea, de superfície regular e sem fendas.

Os rebocos terão qualidade. dosagem e espessura fixadas no projecto.

Os rebocos exteriores serão executados com argamassa de composição tal que garanta a sua perfeita compacidade e impermeabilização.

Os rebocos hidrófugos, quando não se especifique em contrário, poderão ser executados mediante a adição de 5% em peso de "diatomite" em relação "dosagem" de cimento adoptado.

Qualquer que seja o produto ou processo empregue este será sempre submetido à aprovação da fiscalização.

7.3. REVESTIMENTOS CERÂMICOS
O assentamento dos azulejos deverá ser feito com guias de modo a poder garantir o alinhamento da sua colocação.

Os azulejos, depois de bem molhados, serão assentes de modo a ficarem bem ligados à parede por meio de argamassa e por forma a apresentarem uma superfície bastante lisa. As suas juntas deverão ficar bem desempenadas e a sua largura não poderá ultrapassar 1 mm.

Como se trata de lambris, o assentamento deverá ser feito por forma a que o parâmetro superior da parede ressalte 0,05 m em relação ao paramento do azulejo.

Concluído o assentamento, as juntas dos azulejos serão refechadas com cimento branco e os revestimentos serão cuidadosamente limpos.

Os ângulos reentrantes e salientes das paredes a revestir levarão, salvo especificações em contrário, azulejos de meia cana, côncavas ou convexos.

Os revestimentos de azulejo serão completados, se assim fôr determinado, com faixas e rodapés do mesmo material.


7.4. REVESTIMENTOS PÉTREOS
Os pétreos serão assentes de modo a ficarem bem ligados às paredes por meio de argamassa e por forma a apresentarem superfícies finais bastante lisas.

A definição das estereotemias finais respeitará o princípio definido nas peças desenhadas e será submetido à aprovação da Fiscalização.



7.5. FORNECIMENTO E EXECUÇÃO DOS TRABALHOS

7.5.1. Salpico, emboço e reboco com argamassa de cimento e areia ao traço 1:5 com acabamento à mão livre, à colher em paredes exteriores, prontos a receber pintura.


Admite-se o emprego de argamassa projectada desde que o sistema de aplicação seja submetida à aprovação da fiscalização.
7.5.2. Salpico, emboço e reboco fino com argamassa de cimento e areia ao traço 1:6, com acabamento a roscone em paredes interiores.

7.5.3. Mármore tipo "Estremoz" 0.30 x 0.30,polido, a meia esquadria a toda a altura formando alheta nas casas de banho dos apartamentos.

7.5.4. Azulejo vidrado 0.15 x 0.15, Refª CT, colocados a meia esquadria com faixa e alheta nos lambris das cozinhas dos apartamentos até 2.10m ( Ver pormenor).
7.5.5. Idem alínea anterior, sem faixa.
8. REVESTIMENTO DE TECTOS E TECTOS FALSOS
8.1. ASPECTOS GERAIS
Ao Empreiteiro compete a execução de todos os trabalhos deste projecto relativos a revestimentos de tectos, incluindo o fornecimento e aplicação de todos os materiais com todos trabalhos inerentes, conforme desenhos e caderno de encargos.

8.2. TOLERÂNCIAS DIMENSIONAIS
As superfícies de tectos e tectos falsos depois de acabados terão de observar as tolerâncias máximas seguintes:
Em tectos revestidos a reboco:
- Nivelamento: 7mm com a régua de 2.0m; 3mm com a régua de 20cm.

8.3. FORNECIMENTO E EXECUÇÃO DE TRABALHOS

8.3.1. Salpico, emboço e reboco com argamassa de cimento e areia ao traço 1:5, com acabamento à mão livre, à colher em tectos exteriores.


Admite-se o emprego de argamassa projectada desde que o sistema de aplicação seja submetida à aprovação da fiscalização.
8.3.2. Salpico, emboço e reboco com argamassa de cimento e areia ao traço 1:6, com acabamento areado em tectos interiores.
8.3.3. Idem, idem, com tratamento antifungos em tectos interiores das cozinhas e instalações sanitárias, prontos a receber pintura.
8.3.4. Inclui-se a realização de alheta de remate com as paredes.
8.3.6. Tectos falsos contínuos em "Pladur" com todos os materiais e trabalhos inerentes. As placas serão aparafusadas a uma estrutura formada por perfis metálicos que se fixarão às lajes através de peças de suspensão.

Inclui-se iluminação embutida no tecto falso.

A montagem, o modo de execução e o tratamento das juntas deverá satisfazer as indicações do fabricante. Inclui-se barramento e pintura.
9. REVESTIMENTO DE PAVIMENTOS, RODAPÉS E DEGRAUS
9.1. ASPECTOS GERAIS
Ao Empreiteiro compete a execução de todos os trabalhos deste projecto relativos a revestimentos de pavimentos, rodapés e degraus, incluindo o fornecimento e aplicação de todos os materiais com todos trabalhos inerentes, conforme desenhos e cadernos de encargos.
9.2. TOLERÂNCIAS DIMENSIONAIS
Os pavimentos depois de acabados terão de observar as tolerâncias máximas seguintes:
Em pavimentos a revestir a ladrilhos cerâmicos:
- Nivelamento: 5mm com a régua de 2.0m; afastamentos frequentes 2mm;

- Entre peças: 2mm

- Juntas: 2.5mm +/- 0.5mm
Outros pavimentos:

- Nivelamento: 5 mm com a régua de 2.0m; 3mm com régua de 20cm; afastamentos frequentes 3mm;


9.3. REVESTIMENTOS DE MASSAS ESPESSAS
9.3.1. Pavimentos em betonilha esquartelada, prontos a levar acabamento, com todos os materiais e trabalhos inerentes.
Trata-se de betonilha de regularização. Será efectuada com argamassa de cimento e areia, ao traço 1/3 em volume e terá a espessura conveniente para o material de revestimento a aplicar, com um mínimo de 2cm.

9.4. FORNECIMENTO E EXECUÇÃO DOS TRABALHOS
Os pavimentos de ladrilho, quer sejam de mármore, de mosaico hidráulico, grés cerâmico, serão sempre assentes sobre leito de argamassa hidráulica preparada com areia fina ou sobre uma camada de substâncias aglutinantes especial adequada ao produto empregue. Os pavimentos revestidos a pedra, em especial o mármore deverão ser assentes com cimento branco, a fim de evitar manchas securas após a secagem.

Os ladrilhos serão bem comprimidos, de modo a fazer ressumar a massa por todas as juntas.


9.4.1. Pedra regional de 0.20m de largura e comprimentos variáveis, em pavimentos de terraços, varandas, escadas, galerias de acesso, corredor e área exterior coberta do piso 1.
9.4.2. "CINCASOLO 33X33 REFª 7102” colocado à meia esquadria em vestíbulos, corredores, quartos, salas dos apartamentos em geral e “CINCA” 33x33 REFª 5354 nas cozinhas ( Ver pormenor ).

9.4.3. Rodapés nos compartimentos com pavimentos no mesmo material.

9.4.4. Revestimento a pedra mármore "Estremoz" 0.30 x 0.30 colocado a meia esquadria nas casa de banho dos apartamentos.
9.4.5. Pedra Lioz 0.30 x 0.30, colocada à meia esquadria, com rodapé idêntico, nos pavimentos de vestíbulos e salas comuns dos Penthausens.
9.4-6. Faixas em pedra Lioz de remate com os materiais de revestimento dos outros compartimentos.


  1. - IMPERMEABILIZAÇÕES E ISOLAMENTOS


10.1. ASPECTOS GERAIS
Ao Empreiteiro compete a execução de todos os trabalhos deste projecto relativos a impermeabilizações e isolamentos, incluindo o fornecimento e aplicação de todos os materiais com todos trabalhos inerentes, conforme desenhos e caderno de encargos (Consultar CAPÍTULO 6 - COBERTURAS).

10.2. FORNECIMENTO E EXECUÇÃO DOS TRABALHOS

10.2.1. Impermeabilização das lajes de cobertura:




  1. Em terraços não acessíveis

  2. Em Terraços acessíveis.

c) Em telhados revestidos a telha canudo.
10.2.2. Impermeabilização da laje de cobertura dos telhados com “Flinttkot” nos casos de laje ventiladas ( caso das varandas ) ou com placa ondulada aderente com tela de impermeabilização integrada nos demais casos.
10.2.3. Nas lajes dos pisos interiores e exteriores, enchimento com Betão “LECA” de forma a conseguir as pendentes necessárias ao bom escoamento das águas dos terraços, de acordo com os pormenores de desenho.
10.2.4. Idem para as lajes de cobertura.
10.2.5. Impermeabilização de fundações, varandas e piso térreo, galerias de acesso, com uma tela asfáltica de 4kg, que deverá rematar sob as soleiras com altura mínima de 0,20m acima do pavimento.
10.2.6. Impermeabilização das floreiras com tela asfáltica revestida com rede de arame devidamente rebocadas, ou aplicação de uma camada de fibra vinílica.

10.2.7. Impermeabilização e drenagem dos muros de suporte com utilização de tubos “GEODRENO” com 100 mm de diâmetro, incluindo brita envolvida com manta “GEOTEXTIL”, caixas de visita e colectores em PVC até a caixa pluvial mais próxima.



11. CARPINTARIAS

11.1. ASPECTOS GERAIS

a) Ao Empreiteiro compete a execução de todos os trabalhos deste projecto relativos a carpintarias, incluindo o fornecimento e aplicação de ferragens, fechaduras, puxadores e todos os materiais com todos trabalhos inerentes.


b) Todos os vidros e produtos de acabamento, como pinturas, envernizamentos e outros, devem incluir-se nos respectivos capítulos.
c) Todas as madeiras deverão ser impregnadas em autoclave sob vácuo e pressão

com um produto apropriado, com 4kg de sais secos por metro cúbico de madeira numa concentração de 25% ou seja, uma absorção de 160l/m3.


d) A madeira deverá apresentar-se a tratamento com um máximo de 25% de humidade. Todo o alburne deverá ficar impregnado depois do tratamento.

11.2. PORMENORIZAÇÃO
Quando não existam pormenores suficientes ou quando o Empreiteiro entenda dever propor alterações, deverá submeter à aprovação da Fiscalização pelo menos um mês antes do início dos trabalhos, um estudo de todas as carpintarias constituído pelas peças seguintes:
a) Desenhos de montagem e de assentamento de aros, eventualmente pré-aros, aduelas e guarnições de cada vão ou conjunto de vãos iguais ou similares.
b) Desenhos de sistemas de fixação de cada elemento de preenchimento de vão ou conjunto de elementos iguais, às alvenarias, às cantarias e elementos de betão, com indicação dos materiais a utilizar quer para assegurar a fixação, quer para garantir a sua vedação.
11.3. PROTÓTIPOS
Sempre que a Fiscalização o determinar, o Empreiteiro deverá fabricar um protótipo de cada carpintaria para apreciação das suas características e verificação do seu comportamento. Quando aprovado pela Fiscalização este protótipo servirá de padrão para a recepção das outras carpintarias e pode ser aplicado em obra.
11.4. QUALIDADE DOS TRABALHOS
Todas as peças de madeira serão cuidadosamente executadas segundo os preceitos técnicos e as indicações fornecidas ao empreiteiro, a quem compete, antes da execução, apresentar à Fiscalização os respectivos detalhes e as amostras que forem julgadas necessárias.


  1. As dimensões devem ser corrigidas no local por forma a atingir-se o bom funcionamento pretendido, ou acordadas com os Empreiteiros de toscos e revestimentos.

b) Todas as carpintarias serão dotadas das ferragens e dispositivos de manobra necessários para o seu perfeito funcionamento, incluindo fechaduras e três chaves, puxadores, molas de embeber, etc., e serão escolhidas entre as marcas de melhor qualidade disponíveis no mercado.

Quando não especificado no projecto geral serão escolhidas pela Fiscalização entre três amostras a fornecer pelo Empreiteiro.


c) As respigas, dentes, e machos, devem encher perfeitamente as montagens e fêmeas. Em geral, nas ensamblagens, as respigas, os machos, e os dentes, terão uma espessura igual à terça parte da largura da face a que pertençam, e um comprimento duplo da espessura.
d) Todas as superfícies em contacto com betão ou alvenarias e, de um modo geral, as superfícies não visíveis serão tratadas com "Cuprinol" ou outro produto preservador de madeira, e deverão ser isoladas com folha de polietileno de modo a impedir-se a absorção de água e o consequente aumento do teor de humidade.
e) As samblagens de ligação das diferentes peças de madeira serão sempre feitas com toda a perfeição e com dimensões e formas proporcionais aos esforços a que estão sujeitas.

f) Serão rejeitadas e mandadas substituir as obras que apresentarem defeitos de construção ou forem feitas com madeira de má qualidade.


g) Durante o prazo de garantia, o Empreiteiro é obrigado a executar todos os trabalhos necessários para que as portas, aros e folhas e demais partes amovíveis de madeira funcionem perfeitamente, bem como a reparar todas as juntas que abrirem, substituindo por outras as obras em que isso sucede, se tanto se julgar necessário, sendo também da conta do Empreiteiro o novo assentamento de ferragens e envernizamentos, em virtude de tais reparações.
h) As colagens e ligações serão sempre feitas com o emprego de samblagens, malhetas ou cavilhas e nunca pregadas.
11.5. TRATAMENTOS IMUNIZADORES


  1. Todas as madeiras que não apresentem uma elevada durabilidade natural deverão ser tratadas em autoclave, com produto e método de aplicação adequado ao material, a submeter à aprovação da Fiscalização.

b) As superfícies correspondentes a cortes realizados na Obra, deverão ser tratadas com duas demãos de produto imunizador do tipo "Cuprinol" ou equivalente.

11.6. ASSENTAMENTO E FIXAÇÕES


  1. As carpintarias só devem ser assentes com o teor de humidade compatível com os locais de aplicação, e com o tipo de pintura a aplicar, nunca podendo ultrapassar 15%.

  2. A fixação de aros e aduelas de madeira será realizada com tacos de madeira de elevada durabilidade natural ou ligadores metalizados.

  3. Os tacos de madeira terão em regra as seguintes dimensões:

  • Portas : comprimento igual à espessura da parede, profundidade de 7 cm altura de 4 cm.

Os tacos serão fixados a 10 cm dos limites inferiores e superiores de cada vão, e os outros apoios serão afastados no máximo de 60 cm.


  1. O assentamento dos tacos será realizado com argamassa de cimento e areia ao traço 1:3.

  2. De um modo geral não se aceitará a colocação de pré-aros, no entanto quando o Empreiteiro o julgar conveniente, deverá submeter à aprovação da Fiscalização o material e processo de aplicação. A aceitação de pré-aros nunca poderá representar quaisquer acréscimo de custos.

  3. Depois do assentamento as carpintarias deverão ser convenientemente protegidas contra choques ou outros danos que prejudiquem a sua qualidade ou acabamento.

  4. No assentamento das carpintarias deve sempre considerar-se a selagem de todas as juntas perimétricas com silicone homologado.


11.7. TOLERÂNCIAS DIMENSIONAIS
Para verificação dos elementos aplicados são admitidas as seguintes tolerâncias máximas:

- Verticalidade de ombreiras: 0.1 %

- Horizontalidade das vergas: 0.1 %
11.8. FORNECIMENTO E EXECUÇÃO DOS TRABALHOS (VER MAPA DE VÃOS)

11.8.1. Portas de entrada em madeira iguais ou similares as do Bloco “A” incluindo aros, ferragens e assentamento. (P1 – 0,90X2,00m)


11.8.2. Portas interiores normalizadas, folheadas a andiroba ou similar de 1 batente com orla saliente e com perfil sobreposto, incluindo guarnições, ferragens e assentamento de 0.80m (P2) e de 0.75m (P3).
A Firma proponente deverá apresentar, juntamente com a sua proposta, catálogos ou perfis das amostras do material a fornecer.
11.8.3. Portas em madeira de pinho de correr formando lâminas, para pintar, nos espaços ocupados pelos termoacumuladores com 0,80x2,00m(P4); 0,90x2,00m(P5); 0,80x2,00m (P7) e folhas de correr nas despensas.
11.8.4. Portas em madeira de pinho de abrir, formando lâminas, para pintar, com 0,80x2,00m(P2A) em despensas.

11.8.5. Os roupeiros deverão, sempre que possível, ter altura até o tecto e largura conforme o indicado nas plantas de Arquitectura. Deverão ainda incluir aros, prateleiras, bloco com 4 gavetas, portas de correr, ferragens e respectivo assentamento.

O modelo dos roupeiros deverá ser igual aos do pormenores do desenho nº15. Poderá, entretanto aceitar-se outro modelo a ser aprovado atempadamente pela Fiscalização.
11.8.6. Armários em madeira de andiroba ou similar, até ao chão, nas medidas constantes no projecto, com aro, portas, prateleiras, ferragens e assentamento.
11.8.7. Armário em madeira de pinho, formando lâminas, para pintar sob bancada de lavatório, incluindo aro, prateleiras, ferragens e assentamento. As ferragens são do tipo "SOFI", em latão oxidado. Os parafusos deverão ser igualmente em latão oxidado, a instalar nos apartamentos.
11.8.8. Estore de correr vertical em madeira de pinho, formando lâminas, para pintar sobre bancadas das cozinhas, ou estore de correr na vertical ( em PVC de cor branca ), incluindo aro, ferragens e assentamento.

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