1. Materiais Características dos materiais Aprovação dos materiais Depósito de materiais Rejeição de materiais Instalações do estaleiro



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15.5. PINTURA SOBRE METAIS
a) Quando no projecto não se encontrarem claramente indicados os seguintes requisitos nos elementos metálicos a pintar deve o Empreiteiro cuidar do seu cumprimento:
a1) Devem prever-se orifícios de diâmetro adequado onde seja necessário, para assegurar a drenagem total da água ou humidade, o que pode implicar, inclusivé, a colocação de tubagens e de desníveis em determinadas calhas e superfícies horizontais.

a2) Orifícios ou fendas inevitáveis e desnecessárias devem ser preenchidas com mastique.


a3) Devem evitar-se as esquinas vivas e substituí-las por arestas boleadas especialmente em exteriores e zonas de circulação.
a4) Deve ser evitado o contacto directo entre aço e outros materiais de construção corrosivos e gesso. O processo de isolamento deve respeitar a norma CP2008 do BSI.
a5) Para que a pintura se realize em boas condições, a temperatura ambiente deve situar-se entre 10 e 30ºC e o teor de humidade deve ser inferior a 90%.
a6) Após a primeira demão de acabamento o ensaio de poros deve apresentar uma densidade inferior a 100/m2.

b) Primários anti-corrosivos


b1) Salvo indicação expressa em contrário nas especificações dos trabalhos, as pinturas anti-corrosivas recomendadas são do tipo "inibidor" cujos pigmentos contrariam fortemente a oxidação do aço.
b2) Para os aços novos deve proceder-se à pintura do primário sobre coberto. Os melhores primários para pinturas em oficinas, em duas demãos, serão os primários epoxi ricos em zinco.
b3) Sempre que a área a pintar ultrapasse 1000m2, deve o Empreiteiro ou fornecedor ter ensaiado ou mandar ensaiar ao LNEC, os primários que pretende aplicar e submeter o respectivo parecer à Fiscalização que só aceitará a sua aplicação se tal parecer for favorável.
b4) A qualidade do zarcão e respectiva aplicação devem respeitar a BS-2523.
b5) São recomendáveis os primários contendo pigmentos metálicos, nomeadamente de alumínio não flutuantes ou pigmentos de óxido de ferro micáceo, grafite, alumínio, aço inox em lamelas.

c) Salvo indicação explícita em contrário nas especificações dos trabalhos, a execução da pintura deve obedecer aos seguintes esquemas:


Esquema de pintura sobre metal:
- Desengorduramento

- Aplicação de primário (30-50 microns)

- Aplicação de sub-capa (30-50 microns)

- Aplicação de 2 demãos de acabamento (mínimo 25 microns/demão) de tinta de

esmalte.

Esquema de envernizamento sobre metal:


- Desengorduramento

- Passagem de lixa fina e limpeza da superfície.

- 3 demãos de verniz de acabamento, em geral, 4 demãos em exteriores (mínimo

25-30 microns/demão).

- Passagem final com "lã de aço" para acabamento de muito brilho, ou com palha de

aço muito fina para acabamento de semi-brilho ou mate.



15.6. PINTURAS SOBRE PAREDES
15.6.1. Pintura sobre reboco
Nas pinturas sobre rebocos de cimento há que contar com a alta alcalinidade do cimento que não só produz, durante o endurecimento, quantidade apreciáveis de hidróxido de cálcio, mas contém óxidos alcalinos de sódio e potássio que misturados com a água dão soda e potassa cáustica de agressividade química poderosa. Há, portanto, que contar com os perigos apontados para o estuque e ainda com as ocorrências de saponificações.
Devido à tendência de fendilhações das argamassas de cimento, recorre-se, a fim de manter a integridade do reboco, à adição de cal ao cimento, em proporções variáveis.
No geral, devido à dificuldade de adesão das tintas às superfícies lisas de reboco de cimento, as superfícies a pintar devem ser de reboco areado ou roscone.
Na preparação de superfície, a primeira operação consiste em libertar a parede de areias mal ligadas à massa, por escovagem com escova rija ou um taco de madeira. Depois da escovagem, desengordura-se por meio de uma lavagem com água e detergente, seguida de nova lavagem com água simples. Deve-se deixar secar a superfície durante dois ou três dias, a fim de reduzir o perigo de saponificação.
Nas reparações necessárias de efectuar, os remendos serão de composição idêntica à massa originalmente empregue. As fendas serão alargadas antes de se proceder à sua preparação.
Segue-se o isolamento da superfície com o emprego de primários anti-alcalinos.
15.6.2. Pintura a tinta plástica Robbialac em paredes e tectos exteriores (três demãos).

- 1 demão de isolamento Ref.020-040 da Robbialac.

- 2 demãos de Robbiflex ou mais se necessário até ficar perfeitamente branco.

15.6.3. Pintura a tinta de água Robbialac Stucomat em paredes e tectos interiores com três demãos ou mais se necessário até ficar perfeitamente branco.

15.6.4. Pintura a tinta de água com tratamento anti-fungos tipo Robbialac Stucomat branco sobre paredes e tectos interiores das instalações sanitárias e cozinhas, com todos os materiais e trabalhos inerentes.



  1. INSTALAÇÃO DE REDES DE ÁGUAS.



16.1. ASPECTOS GERAIS
Rede de águas frias e quentes (tubagem de água quente isolada) de acordo com o projecto e os regulamentos em vigor, abastecendo todos os aparelhos sanitários, lava-loiças e aparelhos de aquecimento de águas incluindo assentamento de loiças, torneiras e demais acessórios.
Inclui a rede exterior com todos os trabalhos de construção civil inerentes.

16.2. REDES DE ÁGUAS FRIAS E QUENTES
16.2.1. Toda a tubagem interior será do sistema "WIRSBO-PEX", pn 10 com os diâmetros regulamentares. A instalação deverá ser executada segundo as prescrições do fabricante e utilizando os respectivos acessórios. Os tubos deverão ser facilmente substituíveis.
16.2.2. Todos os aparelhos sanitários e lava-loiças serão alimentados por tubagem de água quente e fria, excluindo sanitas.
Estão previstas alimentações para máquinas de lavar loiça e roupa.
16.2.3. Inclui-se a execução de nichos com portas metálicas para colocação dos contadores no exterior dos apartamentos. Abertura e tapamento de roços e restantes trabalhos de construção civil de apoio à instalação.
16.2.4. Fazem parte desta empreitada o fornecimento e aplicação de todos os acessórios incluindo torneiras, tanto de serviço como de segurança, devendo todos os componentes garantir a estanquecidade e a resistência à pressão da rede.

Nas cozinhas as torneiras serão misturadoras do tipo DAMIKA REF. 64120.15


As torneiras serão monocomando do tipo da Roca modelo "MONOJET" cromadas nas casas de banho dos apartamentos e instalações sanitárias em geral.
16.2.5 Nas cozinhas as torneiras serão misturadoras do tipo DAMIKA REFª 64120.15. Em casas de banho serão monocomando do tipo ROCA modelo “MONOJET” cromadas.

17. INSTALAÇÃO DE REDES DE ESGOTOS
17.1. REDE DE ESGOTOS DOMÉSTICOS
17.1.1. Rede de esgotos domésticos em condições de servir todos os aparelhos sanitários, de acordo com os regulamentos em vigor e o projecto da especialidade.

17.1.2. O dimensionamento dos tubos de queda e dos ramais de descarga será estabelecido através da regulamentação em vigor, com base no número de unidades de escoamento.

17.1.3. Os tubos de queda em tubo PVC serão ligados a partir da sua caixa de base às correspondentes caixas de ramal secundário, através de ramais com inclinação de 2%.

17.1.4. Caixas de visita em tijolo 0.30x0.20x0.07m com fundo e tampa de betão com as dimensões referidas no projecto da especialidade.

17.1.5. Tubos em PVC nos ramais exteriores domésticos entre a primeira e a última caixa, incluindo abertura e tapamento de valas.

17.2. REDE DE ESGOTOS PLUVIAIS
17.2.1. Rede de esgotos pluviais em tubo PVC para drenagem da água dos terraços, dos patamares das escadas, jardins, galerias de acesso e área aberta do do Piso 1.
A rede de condução das águas pluviais e de infiltração será estabelecida em função das áreas a drenar.

17.2.2. Junto aos muros de suporte da construção enterrada, devidamente impermeabilizados, serão executados drenos para captação das águas de infiltração.


17.2.4. Manilhas de cimento nos ramais pluviais entre a primeira e a última caixa, incluindo abertura e tapamento de valas.

17.2.5. A ligação final far-se-á através de dois ramais independentes para esgotos domésticos e pluviais, a partir das respectivas caixas de ligação a implantar no exterior do edifício.



18. EQUIPAMENTO SANITÁRIO
18.1. ASPECTOS GERAIS
Ao Empreiteiro compete a execução dos diversos trabalhos que constituem este capítulo, incluindo o fornecimento e aplicação de todos os materiais com todos os trabalhos inerentes, conforme caderno de encargos.

18.2. ESPECIFICAÇÕES GERAIS
a) Todo o equipamento deve ficar em boas condições de funcionamento.
b) Todos os aparelhos deverão ficar aptos a receber sifão individual, embebido ou à vista, conforme as respectivas especificações nos projectos das Redes de Fluidos.
c) Todos os aparelhos serão assentes e fixados de modo a ficarem horizontais, estáveis, apoiados em toda a base de assentamento e assegurado-se a sua vedação perfeita.
d) As louças sanitárias devem respeitar as seguintes qualidades:
d1) Devem apresentar-se sem rachas, fendas ou outros defeitos similares.
d2) As suas cores e texturas devem ser uniformes, homogéneas de peça para

peça e de grão fino.


d3) Serão constituídas à base de grão bem cozido.
d4) Devem ser desempenadas especialmente no que se relaciona com as bases

de assentamento nos pavimentos e paredes.


d5) A superfície deve ser recoberta de um esmalte vitrificado regularmente

distribuído, abrangendo todas as superfícies visíveis e impregnado na massa.



18.3. FORNECIMENTO E EXECUÇÃO DOS TRABALHOS
18.3.1. Lava-loiças em fibra de vidro cor branca de encastrar com uma bacia e um escorredor da “TEKA”, com sifão e tampa, nas cozinhas dos apartamentos.
18.3.2. Lavatórios de embutir por baixo, "Valadares" oval, da melhor qualidade, de cor branca em todas as instalações sanitárias. Inclui todos os acessórios de fixação, montagem e funcionamento. Os lavatórios devem ser aplicados com cola adequada à base de resinas epoxi. Inclui selagens com silicone antifungos.
18.3.3. Bidet e retretes da Roca modelo "Aries" ou similar, de cor branca, com todos os materiais e trabalhos inerentes, a colocar nas casas de banho em geral dos apartamentos.
18.3.4.Banheiras de hidromassagem (1,70m x 0,75m), com acabamento em cromado, em casas de banho privativa e banheira em chapa esmaltada 1,70x0,75m em casas de banho social.
18.3.5. Bidé e retrete cisterna compacto da "Roca" modelo "Meridian" de cor branca a instalar nas casas de banho principais de suites dos apartamentos.
18.3.6. Pratos de duche da “ROCA” ou similar, modelo a definir de acordo com as plantas de arquitectura, de cor branca.
18.4. ACESSÓRIOS
18.4.1. Faz parte da empreitada o fornecimento e montagem de suportes para rolos de papel higiénico, toalheiros e porta piassabas em todas as casas de banho, e de saboneteiras, toalheiros e cabides nos compartimentos de duche. O empreiteiro deverá apresentar oportunamente amostras ( em louças e metálicas ) para escolha destes acessórios pela Fiscalização.
a) Tampas de sanita

b) Porta rolos

c) Porta piassaba

d) Saboneteira de embeber para banheira

e) Toalheiros

f) Varões em alumínio para cortina em tecido branco

g) Suportes extensíveis para chuveiro - "rampa de chuveiro".
18.4.2. A ventilação das instalações sanitárias far-se-á conforme indicado nos pormenores do projecto de esgotos domésticos (des. nº 16 ) e desenho nº 19 da arquitectura, incluindo o fornecimento e colocação das grelhas de ventilação. Arquitectura e de esgotos sanitários.

19. INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS E MECÂNICAS
19.1. ASPECTOS GERAIS
19.1.1. A instalação eléctrica e mecânica deverá ser executada de acordo com o projecto da especialidade aprovado, conforme indicações prestadas pela memória descritiva e justificativa, bem como pelas peças desenhadas que constituem o referido projecto.


      1. O projecto da especialidade foi concebido de acordo com a arquitectura e a

construção civil de modo a assegurar a sua perfeita conjugação; qualquer

incompatibilidade ou deficiência na integração, notada pelo empreiteiro, deverá ser comunicada à Fiscalização para que sejam tomadas as medidas necessárias à resolução do problema.


19.1.3. Ao empreiteiro compete a execução dos diversos trabalhos que constituem este capítulo, incluindo o fornecimento e aplicação de todos os materiais com todos os trabalhos inerentes, conforme desenhos e caderno de encargos.
19.2. OBJECTIVOS
As instalações, de acordo com o projecto da especialidade, deverão considerar :
- Quadros eléctricos parciais

- Rede de distribuição de energia eléctrica em baixa tensão

- Circuitos de iluminação geral; de emergência, exterior e das áreas envolventes

- Circuitos de tomadas

- Rede de terras

- Sistema de protecção contra descargas atmosféricas

- Instalações telefónicas

- Sistema de intercomunicadores

- Ligação a antena colectiva existente do Clube Nautilus.

- Protecção passiva contra incêndios (colmatagem, barreiras e portas corta

fogo).

19.3. CANALIZAÇÕES ELÉCTRICAS
19.3.1. As canalizações eléctricas serão na generalidade efectuadas embebidas ou ocultas, dependendo fundamentalmente do tipo de construção e da utilização prevista. Nas zonas técnicas serão efectuadas à vista.
As canalizações ocultas quando estabelecidas nos tectos falsos porventura existentes, ou em espaços ocos verticais serão devidamente identificados, fixadas por braçadeiras de modo a ficarem independentes dos elementos dos elementos desmontáveis dos tectos. Os aparelhos de comando da iluminação, as botoneiras, as tomadas de corrente e as caixas terminais terão: caixas, espelhos e discos também em material não condutor. Todos eles serão previstos para a intensidade nominal da protecção do respectivo circuito.
Em todos os circuitos as caixas de derivação e de passagem deverão ter dimensões mínimas de 80x80 mm. As caixas de aparelhagem a utilizar nos circuitos de tomadas, quando embebidas, deverão ser de duplo fundo sempre que haja necessidade de servirem também de caixas de passagem e de derivação.
Em algumas zonas e sempre que se justifique, serão previstos caminhos de cabos embebidos no pavimento constituído por calhas plásticas, com três canais independentes, a fim de facilitar a implantação futura de equipamento.


    1. CIRCUITOS DE ILUMINAÇÃO

Esta instalação destina-se a obter uma iluminação artificial nas diversas zonas, de acordo com as exigências do serviço ou do fim a que se destinam.

No dimensionamento da iluminação geral e normal de trabalho serão considerados os seguintes factores:


  • níveis de iluminação e de encandeamento compatíveis com as exigências da ocupação, entrando em linha de conta com o factor de luz diurna do local, e com a localização geográfica deste;




  • temperatura de cor da fonte luminosa de maneira que o índice de restituição cromática da mesma, permita um bom nível de conforto visual, bem como realçar os diversos componentes arquitectónicos existentes;



  • afastamento dos aparelhos de iluminação entre si de maneira a se obter uniformidade na distribuição da luz artificial, tendo-se presente a altura a que ficarão colocadas e a modulação dos tectos.

Os níveis luminotécnicos serão estabelecidos em função da natureza do trabalho ou da ocupação de cada compartimento por forma a proporcionar uma perfeita utilização de iluminação projectada, dum modo geral serão considerados:




  • zonas de passagem, de estar, onde os trabalhos a realizar não exigem grande aplicação da vista, níveis de ordem dos 150 a 250 Lux;

Para fazer face aos níveis luminosos indicados e tendo em vista a exposição mais económica da instalação em função da sua utilização, preconiza-se o emprego de lâmpadas fluorescentes “ da nova geração” equivalente às da Philips TLD/84, de diâmetro reduzido, de 58 W, 36W, e 18W, com índice de restituição cromática adequados à utilização, para arranque normal.

Em caso de especial exigência decorativa, serão empregues lâmpadas tipo fluorescentes compactas, ou excepcionalmente do tipo incandescente, a tensão normal e a tensão reduzida.


    1. CIRCUITO DE TOMADAS PARA USOS GERAIS E ESPECIAIS.

Nos circuitos de tomadas para usos gerais ter-se-á em conta a sua utilização para ligação de pequenas potências. As tomadas destes circuitos serão em geral monofásicas com polo de terra, do tipo “SIPE” ( 250V/16A).

Os circuitos serão estabelecidos conforme descritos na memória do projecto da especialidade a partir dos quadros eléctricos de forma a permitir uma distribuição equilibrada das cargas.


    1. SISTEMA DE PROTECÇÃO

O complexo disporá de terra de protecção regulamentar, constituída por um anel de cobre em torno das fundações, além das terras de serviço, para-raios, bem como as prescritas no RITA.


Para protecção das pessoas contra contactos indirectos adoptou-se para o efeito os barramentos de terra dos quadros eléctricos que serão ligados ao electrodo de terra de protecção do edifício.
A protecção contra contactos directos será assegurada pelo cumprimento dos regulamentos em vigor nomeadamente o Art.º 597 do DL 740.



    1. FORNECIMENTO E EXECUÇÃO DOS TRABALHOS

19.7.1. A instalação eléctrica deverá ser executada de acordo com o projecto

aprovado., levando quadros de coluna e serviços comuns caso assim esteja especificado no projecto.
19.7.2. A instalação eléctrica de iluminação e de tomadas de corrente prevê a

alimentação a exaustores, máquinas de lavar roupa e louças, frigoríficos, arcas frigoríficas, termoacumuladores, banheiras de hidromassagem e eventuais máquinas de secar roupa e aquecimento.


19.7.3. Abertura e tapamento de roços e restantes trabalhos de construção civil de apoio à instalação.
19.7.4. Interruptores, tomadas de corrente e caixas de derivação iguais aos do Bloco “A” .
Todas as tomadas e pontos de Luz devem ser munidas de protecção à terra.
19.7.5. Tomadas de casa de banho munidas de um transformador próprio para a máquina de barbear.
19.7.6. Aparelhos de aquecimento de infravermelhos a colocar em todas as casas de banho.
19.7.7. Os quadros gerais deverão ser equipados com disjuntor diferencial.
19.7.8. Instalação de campainha DING_DONG em todos os apartamentos.
19.7.9. Sancas de luz sobre os lavatórios formando caixa com cobertura para receber chapa acrílica quadriculada.
19.7.10. Sancas de luz sobre os toucadores nos quartos formando cobertura para receber chapa acrílica.
19.7.11. Exaustores “VENTAX” nas casas de banho interiores com comutação ao interruptor da iluminação.

19.7.12. Tomadas com sinalizador de luz em cada placa de convecção nos apartamentos.


19.7.13. Iluminação fluorescente em caixa de luz com chapa acrílica, quadriculada.


  1. DIVERSOS




    1. A tomada de água, electricidade e esgoto para máquina de lavar roupa

serão nas despensas ou nas cozinhas de acordo com o parecer da fiscalização.
Junto à máquina de lavar roupa prevê-se a instalação de secador de roupa.


    1. As despensas terão entrada e saída de ar para ventilação.




    1. Fogão de sala em tijolo refractário, pano da chaminé em alvenaria, blocos de “YTONG” onde houver necessidade ou elementos pré-fabricados.

O respectivo fogão de sala deverá prever espaço para futura instalação de recuperador de calor




    1. As portas do roupeiro serão sempre em nº de par ( 2,4,6 etc. ) e o bloco de

gavetas ocupará um vão de 2 portas.


    1. Mantêm-se incluídos todos os trabalhos de canalizações de água, esgotos

Electricidade, ventilações de sanitários e despensas. Inclui-se igualmente a instalação telefónica com respectivos enfiamentos, conforme projectos rspectivos.


    1. Não faz parte da empreitada o fornecimento e montagem de móveis de

cozinha.
20.7. As cozinhas são abertas para a sala comum, podendo ser fechadas com estore vertical .


    1. As lajes de pavimento das cozinhas e casas de banho, quando num piso

superior, deverão ser isoladas com tela asfáltica sob todas as tubagens.
20.9. As pérgolas serão realizadas em barrotes de madeira bem secas e devidamente tratadas com “BONDEX”.
20.10. Fugas de fogão de sala executadas desde a base à saída em tubo flexível em aço com diâmetro não inferior a 22 cm no interior das coretes de alvenaria de tijolos.
20.11. Floreiras constituídas em betão serão devidamente impermeabilizadas e terão goteiras para escoamento das águas.
20.12. Bancos em terraços, construídos em alvenaria de tijolos rebocada e pintada a cor branco ( costas ligeiramente inclinadas )

.


  1. NOTA IMPORTANTE

Rejeição de materiais ou obras mal executadas poderão ser rejeitadas. Antes de se proceder ao assentamento de qualquer material o adjudicatário deverá apresentá-los para aprovação.


Mesmo que determinados materiais tenham sido aceites pela a fiscalização em obra isso não isenta o adjudicatário da obrigatoriedade de demolição dos trabalhos feitos, se for constatado que os referidos materiais não se comportam adequadamente uma vez assentes em obra.
Trabalhos não especificados neste Caderno de Encargos, que forem necessários para o cumprimento da presente empreitada, serão executados com perfeição e solidez, tendo em vista os regulamentos, normas e demais legislação em vigor, as indicações do projecto e as instruções da fiscalização.
21.1. DISPOSIÇÕES EXECUTIVAS FINAIS.
Depois de terminada a obra o empreiteiro é obrigado a remover do local, no prazo de 30 dias a contar do auto de recepção provisório, os restos dos materiais , entulhos, equipamentos , andaimes e tudo o mais que tenha servido para a execução dos trabalhos.

Dentro do prazo fixado atrás, o empreiteiro procederá, ainda, e de sua conta também, ao desmonte do estaleiro e obras auxiliares de construção e à limpeza e regularização das zonas dos trabalhos e dos estaleiros.


Se o empreiteiro não cumprir o estipulado nos parágrafos anteriores mandar-se-á proceder à custa daquele aos referidos trabalhos finais em falta, não assistindo ao empreiteiro o direito a qualquer indemnização pelo extravio ou outra aplicação que for dado aos materiais , equipamentos ou elementos removidos.
O Empreiteiro poderá solicitar por escrito ao serviço fiscalizador a prorrogação do prazo fixado atrás com a correspondente suspensão, por igual tempo, do disposto no parágrafo anterior, mas a prorrogação só será concedida por motivo plenamente justificado. justificado o prazo fixado se mostrar manifestamente insuficiente e desde que o empreiteiro não tenha interrompido as remoções , desmontes, limpezas e regularizações especificas.


OUTRAS SITUAÇÕES:


  • Fornecimento e montagem de infravermelho nas c. de banho.

  • Circuitos de ar condicionado e tomadas para aparelhos de aquecimento.

  • Infraestrutura exterior: Contemplar obras de ligação das caixas A1(existente), às caixas A2 e A3 (à construir).

  • Caixilhos de alumínio para receber vidros duplos 5+10+4

  • Barbecue de terraços dos penthausens.

  • Ligação de sinal de TV ao circuito existente.

  • Ptos. de água, esgotos e electricidade ( tomadas estanques ) nos terraços de aptos mesmo que não previsto nos projectos das especialidades.

  • Demolições de guardas e paredes de betão armado e paredes de alvenaria de tijolos ( no acesso do Blocos “A” e “D” do C. Nautilus.

  • Fornecimento e colocação de azulejo com a numeração do apartamento,

(colocado junto à entrada) conforme o existente no Bloco “A”.

  • Pontos de luz em zonas de lavatório não previsto no projecto eléctrico.

  • Adaptação da rede eléctrica em função da disposição dos compartimentos ( Projecto de Obra x Projecto licenciado ).

  • Fornecimento e instalação de ar condicionado ( tipo “SPLIT” ) nos quartos e sala de dois apartamentos situados um no 4º e 5º piso (“braço” direito do edifício), incluindo fornecimento e instalação de todo o circuito eléctrico mesmo que não previsto no projecto de electricidade.

  • Fornecimento e instalação circuito eléctrico ( tubos e cabos ) para futura instalação de aparelhos de ar condicionado tipo “SPLIT”, em quartos e sala dos demais apartamentos ( exclusive equipamento ) mesmo que não previsto no projecto eléctrico.

  • Fornecimento e instalação de 8 extintores de incêndio e respectiva sinalética.



TODO O MAIS OMISSO DEVERÁ SER ESCLARECIDO COM A FISCALIZAÇÃO EM TEMPO COMPACTÍVEL COM O PROGRAMA DE TRABALHO PROPOSTO PELO EMPREITEIRO.




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