1. missãO 8 visão de futuro “turismo e lazer odivelas 2010” 9



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PLANO ESTRATÉGICO


“TURISMO E LAZER ODIVELAS 2010”


ÍNDICE



SUMÁRIO EXECUTIVO 2
QUADRO RESUMO DOS PROJECTOS 4
METODOLOGIA 5
1. MISSÃO 8
2. VISÃO DE FUTURO “TURISMO E LAZER ODIVELAS 2010” 9
3. OBJECTIVOS DO PLANO 10
4. SÍNTESE DAS POTENCIALIDADES DO CONCELHO 11
4.1. História 11
4.2. Síntese da Caracterização do Concelho 13
4.3. Síntese da Avaliação dos Recursos Patrimoniais 19
5. SITUAÇÃO ACTUAL DO TURISMO NO CONCELHO 20
5.1. O Concelho de Odivelas como Destino Turístico ? 20
5.2. Produtos Apresentados Actualmente 22
5.3. Equipamentos Existentes 23
6. CONTEXTO TERRITORIAL 25
7. DIAGNÓSTICO 26
7.1. Identificação de Pontos Fortes e Vantagens Comparativas 26
7.2. Identificação de Problemas e Pontos Fracos 27
7.3. Diagnóstico de Oportunidades 28
7.4. Diagnóstico de Ameaças 29
8. ESTRATÉGIA 30
8.1. Articulação Estratégica 30
8.2. Projectos e Acções 31


ANEXO 1. INVENTÁRIO E AVALIAÇÃO DOS RECURSOS PATRIMONIAIS 41


ANEXO 2. FICHAS DE PROJECTOS 58

SUMÁRIO EXECUTIVO
O plano estratégico a que damos o título “Turismo e Lazer Odivelas 2010” assume como missão:

EXECUTAR UM PROJECTO TERRITORIAL COM APOSTA ESTRATÉGICA NO TURISMO E LAZER QUE TORNE O CONCELHO DE ODIVELAS MAIS ATRACTIVO PARA RESIDENTES E VISITANTES MELHORANDO A SUA IMAGEM GLOBAL.

Aponta-se o horizonte 2010, para marcar que se trata de um projecto territorial com visão e ambição que contem propostas viabilizáveis no médio e longo prazos, não se trata de um plano de actividades de curto prazo.


A estratégia proposta não constitui um cardápio de projectos e acções para posterior selecção, antes preconiza um sistema de actividades de turismo e lazer que ganham sentido no seu conjunto, explorando as suas complementaridades e construindo sinergias.
O turismo e lazer no concelho de Odivelas fará sentido se vier a ser integrado numa perspectiva de projecto de qualificação territorial, o que quer dizer que, para além da óptica sectorial do turismo, terá que haver uma visão de futuro mais abrangente que se pode designar propriamente como projecto territorial integrado.
O lançamento de acções no domínio do turismo e lazer deve inserir-se num contexto diversificado de planeamento e gestão do território com acções em domínios como urbanismo, ambiente, cultura, desporto, educação, que atravessam as actividades de turismo e lazer e com os quais há que estabelecer pontes para cooperação.
Os objectivos fundamentais assumidos para este plano estratégico são:


  • Qualificação do território

  • Melhoria da qualidade de vida dos residentes

  • Afirmação de identidade

  • Desenvolvimento do sentido de pertença nos residentes

  • Criação de atractivos para visitantes

  • Desenvolvimento económico-social

  • Imagem externa do concelho mais favorável

A ancoragem estratégica parte do que se consideram serem as competências distintivas do concelho e incide em:


  • Valorização da História e do Património Cultural

  • Valorização e Aproveitamento de Zonas Rurais

Esta ancoragem principal é identificável com o Rei D. Dinis – personagem histórica mais marcante deste território – por se materializar no elemento de património histórico mais expressivo – o Convento de Odivelas – e por ser “O Lavrador” o que associa alguma ruralidade que se manteve e tem expressão na Escola Agrícola e na zona da Paiã.


Tal não significa que se intervem apenas sobre esses elementos, mas sim que esse tema constitui o elo agregador e a base do posicionamento por diferenciação.

A articulação estratégica deste plano é a seguinte:


Eixos de Projectos Estratégicos
Eixo 1 – Valorização da História e do Património Cultural

Eixo 2 – Qualificação da Gastronomia e Restaurantes

Eixo 3 – Criação de Áreas de Lazer

Eixo 4 – Valorização e Aproveitamento de Zonas Rurais

Eixo 5 – Criação de Infraestruturas Turísticas


Domínios Estratégicos Transversais
Domínio 1 – Formação de Recursos Humanos;

Domínio 2 – Imagem e Comunicação;

Domínio 3 – Sinalização e Informação.


Domínios Estratégicos de Cooperação
Domínio 4 – Cultura;

Domínio 5 – Desporto;

Domínio 6 – Qualificação Urbana;

Domínio 7 – Ambiente;

Domínio 8 – Circulação Rodoviária.






QUADRO RESUMO DOS PROJECTOS


PROJECTOS

Investimento



2002

2005

2010

Roteiro Histórico


100.000









Parque Temático Histórico


1.500.000









Playcenter


1.000.000









Parque de Lazer

2.500.000








Playground


300.000









Parque de Diversões


50.000.000








Campo de Treino de Golfe


300.000








Campo Aventura


250.000









Quinta Pedagógica


200.000









Labirinto de Milho


200.000









Centro Equestre


1.000.000









Hotel em Odivelas


3.000.000









Investimento directo total previsto ........................ 60.350.000

METODOLOGIA






O objectivo assumido inicialmente por este trabalho foi o de formalizar estrategicamente um desafio de concepção, planeamento e desenvolvimento de produtos de turismo e lazer no Município de Odivelas.
Trata-se de conceber, numa visão abrangente de turismo e lazer, um corpo de intervenções que viabilize a criação de propostas para um sistema de actividades a desenvolver nas valências adequadas ao potencial detectado neste território num contexto futuro de motivações e procuras potenciais que podem encontrar aqui resposta.
Um sistema de actividades de turismo e lazer no concelho de Odivelas fará sentido se vier a ser integrado numa perspectiva de projecto de qualificação territorial, o que quer dizer que, para além da óptica estrita do turismo, terá que haver uma visão de futuro mais abrangente, aquilo que se pode designar projecto territorial.
Daí termos proposto o horizonte 2010, para marcar que se trata de um projecto territorial com visão e ambição, com propostas viáveis no médio e longo prazos, e com um sentido de agenda estratégica, formalizada num plano estratégico com propostas de medidas, acções e projectos numa dada sequência de priorização e faseamento, mas não com um sentido de programa de actividades.
O contexto urbanístico local, revelando-se à partida desfavorável para a atractividade turística, será decerto objecto de acções qualificadoras, desde os acessos até ao mobiliário urbano, nas quais se poderão inserir propostas de turismo e lazer, no sentido que damos ao conceito de projecto territorial.
Procede-se inicialmente a um diagnóstico estratégico do ambiente interno dirigido à detecção de recursos, potenciais e competências e à sua possível instrumentalização de acordo com os valores, intenções e objectivos pretendidos pela Comissão Instaladora do Município de Odivelas.
Segue-se o diagnóstico das envolventes, desde logo visando o contexto de inserção territorial na Área Metropolitana de Lisboa que contem potencialidades e também problemas a considerar.
O que parece crítico neste processo é a capacidade para ultrapassar o quadro estreito das ideias feitas sobre a atractividade turística e os equipamentos e actividades de turismo e lazer e encontrar, no contexto actual e emergente das novas motivações e alterações aos comportamentos de lazer, janelas de oportunidade para desenvolver propostas inovadoras.
A chamada “imagem turística do concelho” não é necessariamente evidente nem tem obrigatoriamente que ser construída à imagem e semelhança dos outros espaços turísticos de referência. Cometer esse erro pode comprometer definitivamente o efeito pretendido.
Num quadro de visão turística conservadora, Odivelas não tem factores chave de sucesso que lhe permitam aspirar a uma posição competitiva minimamente sustentável.
Na construção da visão de futuro, da missão e dos objectivos específicos para o processo de mudança a desencadear, é preciso pensar estrategicamente o posicionamento e a imagem do Concelho em contextos de inovação, de propostas de lazer que se diferenciem da visão ortodoxa dominante dos espaços turísticos tradicionais.

Neste percurso metodológico, a formulação da estratégia contem uma matriz para a acção expressa numa articulação estratégica em que a concepção dos produtos de turismo e lazer incorpora factores de mudança e inovação que têm capacidade de potenciar os trunfos que o Concelho de Odivelas revela e que parecem ser mais adequados às intenções políticas de melhoria da qualidade de vida da população e de aproveitamento dos benefícios do turismo e do lazer para a qualificação do território.




CICLO DE VIDA DO PRODUTO TURISMO E LAZER DO CONCELHO

INTRODUÇÃO



ENVOLVIMENTO

CRESCIMENTO








2001

2003

2010

2005

Fase de Introdução

Início da apresentação de propostas de produtos turísticos e de promoção do concelho como destino de visita.


Fase de Envolvimento

Estruturação de ofertas de turismo e lazer, atracção de investimentos, coordenação de acções de requalificação do território, valorização da imagem e penetração no mercado interno.


Fase de crescimento

Entrada em operação com novas propostas de actividades de turismo e lazer, consolidação do mercado interno e promoção do destino em novos mercados, construção de unidades de alojamento e de equipamentos com grande poder de atracção, reposicionamento de mercado e campanha de imagem institucional.


O processo de formulação estratégica passa pela definição de objectivos e formulação de estratégias genéricas de posicionamento e imagem incidindo sobre o sistema de actividades de turismo e lazer a desenvolver dentro do conceito da imagem pretendida para o concelho.


  1. MISSÃO


EXECUTAR UM PROJECTO TERRITORIAL COM APOSTA ESTRATÉGICA NO TURISMO E LAZER QUE TORNE O CONCELHO DE ODIVELAS MAIS ATRACTIVO PARA RESIDENTES E VISITANTES MELHORANDO A SUA IMAGEM GLOBAL.

  1. VISÃO DE FUTURO “TURISMO E LAZER ODIVELAS 2010”

Parte dos princípios, orientações, intenções e objectivos definidos para o início deste trabalho.

Os trunfos e competências distintivas para exploração das oportunidades de futuro são:


  • Convento de S. Dinis;







  • Centro de Formação do Sector Alimentar;




  • Escola Agrícola da Paiã;




  • Zonas rurais;




  • Localização geográfica e acessibilidades.

CENÁRIOS “ODIVELAS 2010”:

QUALIFICAÇÃO URBANA



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