1. missãO 8 visão de futuro “turismo e lazer odivelas 2010” 9



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Classificação


Zona especial de protecção.

Avaliação


Capacidade atractiva - Local
Singularidade – Boa na classe
Estado de Conservação - Bom
Notoriedade – Média
Visitabilidade – Aberta




Acessibilidade


Boa



Estratégia recomendada para o recurso


Situação actual – Presente em material promocional da CM
Situação pretendida – Possível motivo de visita se for integrado com os outros recursos patrimoniais.
Acções necessárias – Proporcionar visitas guiadas, integrado num roteiro patrimonial.

Denominação

Memorial de Odivelas





Descrição

“De arquitectura gótica primitiva este monumento de arquitectura civil que remonta ao século XIV e cuja origem tem duas explicações: ou tratava-se de um padrão de couto que marcava os limites territoriais da área jurisdicional da Abadessa do Mosteiro de Odivelas, ou uma obra destinada a receber o corpo de D. Dinis, nas cerimónias fúnebres, antes de ser sepultado no convento.


Este memorial ostenta um escudo posterior à sua construção que integra na sua bordadura 13 castelos.”
Fonte: Web site do município de Odivelas (http://www.mun-odivelas.pt)
Zona especial de protecção



Classificação

Monumento Nacional



Avaliação

Capacidade atractiva - Local


Singularidade - Bom na classe
Estado de Conservação - Razoável
Notoriedade - Média
Visitabilidade - Aberta
Envolvente – Zona urbana, muito cercada por edifícios.




Acessibilidade

Urbano. Situa-se no centro da povoação junto à estrada, destacando-se perpendicularmente dos edifícios e à Rua Bairro da Memória.





Estratégia recomendada para o recurso


Situação actual – inserida nos materiais promocionais da CM.
Situação pretendida – visitas guiadas que incluam também outros recursos patrimoniais.
Factores favoráveis – Localização perto do Mosteiro de Odivelas.
Factores desfavoráveis - Está um pouco encoberto por edifícios e não existe estacionamento.
Acções necessárias – Elaboração de um roteiro patrimonial e condicionar o estacionamento em cima do memorial.


Denominação

Palacete na Rua Dr. Alexandre Braga





Descrição

“É um edifício de arquitectura civil, do século XVIII, de dois pisos e águas furtadas.

Actualmente, funciona como “Lar das Antigas Alunas do Instituto de Odivelas”. Este palacete urbano, de “estilo chão”, sofreu várias alterações durante o século XIX como remodelação interior e pinturas decorativas, já neste século procedeu-se à remodelação à remodelação da cobertura. No pequeno logradouro contíguo ao edifício são de destacar 3 fontes de espaldar, uma de espaldar concheado e com azulejos representando um vaso de flores e as outras com motivos de embrechados. Na decoração destacam-se os motivos neoclássicos como grinaldas de flores, laçarias e medalhões com aves. A classificação inclui o logradouro.”
Fonte: Web site do município de Odivelas (http://www.mun-odivelas.pt)




Classificação

Valor Concelhio



Avaliação

Capacidade atractiva – Regional


Singularidade – Bom na classe
Estado de Conservação – Bom
Notoriedade – Fraca
Visitabilidade - Não
Envolvente – Situado numa zona urbana.




Acessibilidade

Medíocre, não está sinalizado.





Estratégia recomendada para o recurso


Situação actual – Presente em material promocional da CM
Situação pretendida – Possível motivo de visita se for integrado com os outros recursos patrimoniais.
Factores favoráveis – Fachada
Factores desfavoráveis – Envolvente urbana
Acções necessárias – Não parece justificarem-se, quando muito integrar num roteiro patrimonial.

FREGUESIA DE PÓVOA DE SANTO ADRIÃO

Denominação

Igreja da Póvoa de Santo Adrião





Descrição

“Inserida no núcleo histórico da Póvoa de Santo Adrião esta igreja, de nave única, terá sido construída em meados do século XVI. Desta primeira campanha de obras ainda subsistem dois retábulos maneiristas colocados em altares laterais. No exterior, ostenta uma torre sineira adossada, ao lado esquerdo, e um relógio de sol no remate da empena sobre o cunhal esquerdo. Na fachada principal destaca-se um pórtico manuelino de arco conopial com flores quadrifoliadas nas umbreiras. No seu interior, é digno de registo o revestimento da nave a azulejos enxaquetados de dois padrões diferentes, a cobertura da nave por um tecto de caixotões com símbolos eucarísticos e alusivos ao Santíssimo Sacramento e decorações com motivos vegetalistas. A capela-mor , reconstruída no final do século XVIII, representa um excelente exercício de pintura em “trompe l’oeil”, que representa em arquitectura virtual, um frontão interrompido que enquadra uma “Última Ceia” da autoria do pintor Pedro Alexandrino, datada de 1802, entre outras telas que representam os Doutores da Igreja, nas paredes laterais da capela-mor.”


Fonte: Web site do município de Odivelas (http://www.mun-odivelas.pt)



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