1. missãO 8 visão de futuro “turismo e lazer odivelas 2010” 9



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Classificação


Monumento Nacional

Avaliação


Capacidade atractiva – Regional
Singularidade - Bom na classe
Estado de Conservação – Bom
Notoriedade – Elevada
Visitabilidade - Condicionada.
Envolvente – Situado no centro histórico de Odivelas e bastante agradável, possuindo um espaço exterior razoável, onde se realizam várias actividades.




Acessibilidade


Boa, não estando, no entanto, bem sinalizado.



Estratégia recomendada para o recurso

Situação Actual – Edifício pertencente ao Exército, pode-se visitar com marcação prévia. Realizam-se alguns eventos que animam substancialmente o local (Ex: Feira Medieval).


Situação pretendida – .
Factores favoráveis – Localização e singularidade.
Factores desfavoráveis – Não é um edifício municipal, como pertence ao exército a sua utilização é restrita
Acções necessárias – Promover visitas guiadas inseridas num roteiro patrimonial. Se possível, utilizar as instalações para organizar jantares ou festas (para pequenos grupos, até como apoio a congressos que se realizem na região da Grande Lisboa) com animação enquadrada no espírito do Mosteiro.


Denominação

Padrão do Sr. Roubado





Descrição

“Este padrão de devoção religiosa popular integra-se na arquitectura religiosa barroca. O padrão do Senhor Roubado foi edificado, em 1744, como símbolo expiatório do “sacrílego furto” ocorrido na Igreja Matriz de Odivelas na noite de 10 para 11 de Maio de 1671. Este oratório de pedra assenta em 4 colunas toscanas de mármore, é coberto por abóboda e rematado por 4 fogaréus joaninos. No centro da cimalha arqueada está uma figura feminina segurando um cálice e uma flor podendo simbolizar o triunfo da Eucarística ou uma figura alegórica da fé. A narrativa do furto é-nos relatado pelos azulejos historiados, dispostos em 12 painéis colocados num paredão.”


Fonte: Web site do município de Odivelas (http://www.mun-odivelas.pt)



Classificação

Imóvel de Interesse Público



Avaliação

Capacidade atractiva - Local


Singularidade – Bom na classe
Estado de Conservação - Bom
Notoriedade – Média
Visitabilidade – Aberta
Envolvente – Encontra-se junto a um dos principais acessos de Odivelas, onde se junta muito tráfego.




Acessibilidade

Boa, está situado na zona urbana, não tem sinalização.





Estratégia recomendada para o recurso

Situação actual – Presente em material promocional da CM


Situação pretendida – Possível motivo de visita se for integrado com os outros recursos patrimoniais.
Factores favoráveis – Monumento com uma história única, ponto de referência de entrada na cidade.
Factores desfavoráveis – Passa despercebido a quem não conhece a zona. Dificuldade de estacionamento.
Acções necessárias – Proporcionar visitas guiadas, integrado num roteiro patrimonial e proceder à sinalização do recurso.

Denominação

Igreja Matriz de Odivelas





Descrição


“Orago: Santíssimo Nome de Jesus.

O actual edifício foi fruto de uma reconstrução de finais do século XVII cujo acesso faz-se através de uma escadaria dupla datada de 1680. Do antigo templo resta uma pia quinhentista integrada na capela baptismal formada a azulejos historiados com cenas de baptismo. No seu interior, a igreja, de uma só nave, é decorada com azulejos historiados, de excelente qualidade, alusivos à Eucaristia e de efeito cénico com volutas em “trompe l’oeil”, que segundo José Meco são da autoria de Nicolau de Freitas, que datam da primeira metade do século XVIII.


No interior encontram-se várias pinturas, emolduradas por estuques “rocaille”, com os seguintes temas: “Jesus ensinando no Templo”, “Fuga para o Egipto”, “Circuncisão”, “Anunciação”, “Visitação”, “Adoração dos Pastores”, “Adoração dos magos”, entre outras. Na nave estão localizados quatro altares laterais com retábulos de talha dourada com colunas salomónicas e cariátides com decoração de folhas de acanto estilizadas, dois altares ladeando o arco triunfal também de talha dourada que enunciam uma simetria que se desliga do barroco joanino aproximando-se de uma linguagem neo-clássica. A capela-mor ostentando a nas suas paredes motivos “rocaille” como conchas e grinaldas de flores dando enquadramento a um interessante retábulo de mármore. Foi neste templo que ocorreu o roubo dos vasos sagrados no Sacrário, em 1671, por António Ferreira.”
Fonte: Web site do município de Odivelas (http://www.mun-odivelas.pt)




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