1. programa de desenvolvimento de vargem das flores



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8. EQUIPE TÉCNICA


Coordenação Geral do Plano de Desenvolvimento de Vargem das Flores:


Rogério Palhares Zschaber de Araújo

Arquiteto-urbanista


Supervisão dos Temas dos Meios Físico e Biótico




Luiz Carlos Cardoso Vale

Engenheiro Florestal


Pesquisa e Elaboração




Edézio Teixeira de Carvalho

Geólogo


Apoio Administrativo:
Maurício Alves

Selda Maria Rios


9 - BIBLIOGRAFIA:


CARVALHO, E. T - 1992 .“O Mecanismo das Voçorocas”. In: Anais do II Simpósio Situação e Qualidade de Vida na Região Metropolitana de Belo Horizonte - Minas Gerais. 1992. ABGE - Núcleo MG

CARVALHO, E. T - 1992. Ante-Cartilha para a Reabilitação das Áreas Voçorocadas. Exemplo de Aplicação no Campus da UFMG. In: Anais do II Simpósio Situação Ambiental e Qualidade de Vida na Região Metropolitana de Belo Horizonte e Minas Gerais 1992 .ABGE- Núcleo MG. Belo Horizonte

CHAVES, A. O. 1996 - Enxames de Diques Máficos Proterozóico da Porção Meridional do Cráton do São Francisco (M.G. Brasil). Dissertação de Mestrado. IGC/UFMG (Inédito). Instituto de Geociências Aplicadas IGA - 1982 - Mapa Geológico da Região Metropolitana de Belo Horizonte - Minas Gerais.

SUPERITENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DA REGIÃO METROPOLITANA. (PLAMBEL) 1984. Carta Geomorfológica da RMBH. Folhas (Ribeirão das Neves, Betim, Contagem e Caracois). Escala 1:25.000 . Belo Horizonte.

ANEXOS

ANEXO 1
1) ELEMENTOS MORFOLÓGICOS TÍPICOS DAS UNIDADES DE TERRENOS


Superfície de Topo (ST)

Planta Perfil AA’


Curvas de nível convexas e em geral fechadas; linhas de máxima declividade em geral convexas.

Superfície de Transição (SRT)

Planta Perfil BB’


Curvas de nível côncavas e abertas; linhas de máxima declividade em geral côncavas

Calha Aluvial (C A)

Planta (a) Planta (b)


a) Baixos vales: Curvas de nível em “v” aberto, podendo degenerar em retas perpendiculares à linha de talvegue.
b)Altos vales, com contribuição coluvial. Curvas de nível em “v”, podendo degenerar em retas paralelas à linha de talvegue.

ELEMENTOS CONSTITUTIVOS TÍPICOS DAS UNIDADES DE TERRENOS


Superfície de Topo (ST)
Em geral perfis de intemperismo bem desenvolvidos com horizontes pedológicos bem definidos; eventualmente, em posição cimeira, cabeços rochosos formando maciços isolados.

Superfície de Transição (STr)

Anfiteatros de Evolução Natural (Str1)
O perfil oscula ou ajusta-se ao substrato rochoso são ou intemperizado, exposto em níveis variáveis das vertentes; suavização para o fundo em área de ocorrência de complexas associações colúvio - aluviais em presença de elevada umidade; freqüente ocorrência de bolsões de argila orgânica.

Anfiteatros de Evolução Antrópica - Voçorocas ( STr 2)


O perfil entalhado no manto de intemperismo da Superfície de Topo ou de anfiteatros de evolução natural (Str 1), neste caso podendo a parede a montante oscular o substrato rochoso intemperizado; o fundo é plano, compartimentado por septos residuais, com sedimento predominantemente arenoso, úmido e às vezes com água corrente de nascente tecnogênica (feição em vias de estabilização); fundo abaulado por coluvionamento associado à suavização das paredes e desmonte dos septos, em geral sem água, mas com lençol freático a pequena profundidade (feição extinta).

ANEXO 2
CRITÉRIOS RECOMENDADOS DE ANÁLISE DE PROJETOS DE PARCELAMENTO DA OCUPAÇÃO E USO DO SOLO NA BACIA DE VARGEM DAS FLORES


Dadas as características gerais das distintas unidades de terrenos, ainda que na generalidade dos seus traços maiores, impõe-se um critério diferenciado na elaboração dos projetos com o sentido posto na adequação do projeto a essas características, consideradas globalmente, e não, salvo casos especiais, em uma só. Claro está que ao Poder Público em regra não compete elaborar tais projetos, mas ao Empreendedor. Todavia compete a órgão público zelar por essa adequação, tendo em vista não só a boa qualidade e segurança dos empreendimentos mas também evitar que seus impactos locais e no entorno gerem situações ambientais e de risco que comprometam o ambiente físico e social.
Em relação a projetos de parcelamento para residências unifamiliares em lotes de 360 m2 ou maiores, as três unidades de terrenos descritas apresentam as seguintes expectativas gerais de interesse geotécnico e ambiental:
Superfície de Topo: Condições de fundação direta em geral boas e homogêneas; lençol freático em regra profundo; drenagem natural dispersa; taludes naturais estáveis e, nas áreas de declividade moderada, taludes de escavação baixos e sem problemas especiais de estabilidade. O fator restritivo, embora contornável, é, nas áreas de ocorrência de solos claros, esbranquiçados ou róseos, a alta erodibilidade, que deve ser tratada nos taludes com adequada proteção vegetal e em geral com cuidados muito especiais no projeto, execução e manutenção de sistemas de drenagem superficial e de escoamento pluvial. Do ponto de vista ambiental, documentos do tipo EIA e RIMA devem concentrar atenção nos impactos da área para o entorno, principalmente os relacionados ao escoamento pluvial, que deve ser minimizado através de medidas compensatórias.
Superfície de Transição: Condições de fundação direta em geral duvidosas e heterogêneas; lençol freático a profundidade variável, podendo estar raso em muitos pontos, gerando problemas de estabilidade e de insalubridade por ascensão capilar; drenagem natural convergente a mal definida; taludes naturais com situações de estabilidade variáveis, localmente podendo ser muito instáveis, principalmente nas margens em barrancas; taludes de escavação em terrenos de baixa coesão do substrato ou envolvendo capas coluviais naturalmente móveis; intensa atividade erosiva; dificuldade de implantação de vias de tráfego permanente. Do ponto de vista ambiental as atenções em documentos dos tipos EIA e RIMA devem atentar igualmente para os impactos do entorno (Superfície de Topo) sobre a área do empreendimento e deste sobre o entorno (em geral a Calha Aluvial).
Calha Aluvial: Condições de fundação duvidosas e heterogêneas; lençol freático raso a sub-aflorante, gerando problemas de escoamento de esgotos e pluvial e de insalubridade; estabilidade de taludes naturais comprometida nas margens em barrancas; taludes de escavação, mesmo baixos, em geral não se mantêm sem obras de contenção. Assentamentos densos e contínuos dessas áreas obrigatoriamente tomarão os leitos de expansão dos cursos dágua no período chuvoso agravando as enchentes. Do ponto de vista ambiental documentos dos tipos EIA e RIMA devem concentrar atenção no impacto do entorno sobre o empreendimento, principalmente em relação a enchentes e a assoreamento.
Do acima exposto conclui-se que as áreas mais favoráveis para assentamentos residenciais adensados e contínuos são aquelas planas a moderadamente inclinadas incluídas na Superfície de Topo. Nas demais, e muito especialmente na Superfície de Transição, os critérios de ocupação devem ser altamente seletivos e privilegiarem assentamentos descontínuos em lotes com pelo menos 5.000 m2.
Conclui-se ainda que a concentração de exigências no fator declividade pode conduzir à aprovação de empreendimentos não recomendáveis por outros fatores presentes. No caso de Vargem das Flores, uma declividade baixa na Superfície de Topo é sempre um fator favorável. Entretanto essa mesma declividade baixa na Superfície de Transição, principalmente, ou na Calha Aluvial, pode não significar um fator favorável. Com efeito costumam acompanhar essas baixas declividades fatores altamente desfavoráveis, como a ocorrência de solos de baixa resistência, inclusive orgânicos, e a presença de lençol freático raso, ou pelo menos de condições de alta umidade proporcionadas por ascensão capilar. Assim as áreas que tenham tais características podem estar sujeitas a exigências geotécnicas de fundações profundas, incompatíveis com construções de pequeno porte; a escorregamentos de baixo ângulo provocados por sobrecargas; ao surgimento de condições de insalubridade provocadas por ascensão capilar e mau funcionamento de sistemas de esgotos e de escoamento pluvial.
Do exposto, a essência da tecnologia da gestão no caso implica, entre outras, as seguintes providências gerais: a)limitação de áreas a serem incluídas no perímetro urbano, privilegiando-se manchas do terreno em que predomine a Superfície de Topo; b) nessas áreas privilegiar a ocupação contínua e densa na Superfície de Topo; c) destinar a Superfície de Transição à ocupação rarefeita altamente seletiva; à disposição de efluentes sólidos inertes; à instalação de parques nas áreas de vegetação preservada ou nas de vegetação reimplantada; à implantação de sistemas de assoreamento induzido; d) destinar à Calha Aluvial a sua função natural, admitindo apenas usos localizados compatíveis com o desempenho dessa função; e) destinar às áreas não incluídas no perímetro urbano funções rurais compatíveis com a vizinhança em relação às àreas incluídas, exemplificadamente a de desenvolvimento de florestas comerciais, dada a alta demanda de madeira, sua pequena agressividade ambiental, sua baixa vulnerabilidade a aspectos negativos do fator social e o insuperável papel das manchas florestais no controle do ciclo hidrológico e da qualidade do ar.
Além dos instrumentos referidos no Item Tecnologia sugere-se a adoção de instrumentos de política urbana de caráter indutor preferencialmente aos coercitivos, e de política rural especialmente adaptados a situações como as previsíveis para reversão do processo de desruralização em curso e atualmente sem a contrapartida da efetiva perspectiva da urbanização.

ANEXO 3


Produção de Sedimentos
Nos séculos precedentes produziu-se na bacia grande quantidade de sedimentos por erosão laminar e linear. Dado o gradiente relativamente baixo dos cursos dágua principais, parte significativa está retida na Calha Aluvial. Em condições naturais parte substancial desse material poderia ser considerada em trânsito. Com a criação do nível de base artificial, pelo barramento, e sem outra intervenção expressiva, notar-se-ia a tendência para a formação de deltas tecnogênicos nas entradas do reservatório e uma gradual retenção remontante.
O impacto de ocupação mal conduzida ou improvisada é a aceleração do processo de formação dos deltas tecnogênicos pelo incremento da produção de sedimento e da eficiência do transporte (sistema de drenagem superficial principalmente na Superfície de Topo, e de escoamento pluvial na Superfície de Transição e na própria Calha Aluvial).
Diante do quadro descrito inúmeras variáveis entram em jogo, sendo claro o predomínio das que representam a perspectiva de aceleração do processo de assoreamento do lago.
As ações voltadas para a contenção do processo devem partir do compromisso de que o reservatório, mais do que um equipamento voltado para a produção de água, um recurso público de valor insubstituível, deve ter garantida a sua perenidade.
Fixado este compromisso, as ações devem orientar-se em torno de duas linhas complementares: a) inibir o processo de geração de sedimentos (combate estrutural às causas); b) criar condições para a acomodação do material produzido em todos os pontos favoráveis (pelo assoreamento induzido).
Na primeira linha, implantar práticas de manejo rural orientadas para a especialização das atividadedes de acordo com os potenciais dos terrenos, evitando desmatamentos adicionais e induzindo a atividade florestal e similares deste ponto de vista, visando a conter a erosão laminar em geral e linear localizadamente. Ainda nesta linha, condicionar os planos urbanísticos e a sua implementação aos critérios recomendados, além disto enfatizando a coleta de águas pluviais e, onde possivel, a prática da infiltração forçada; submeter os projetos de drenagem superficial e de escoamento pluvial ao severo crivo da antevisão de suas conseqüência nas áreas a jusante.
Na segunda linha, adoção sistemática de diques retentores em todas as cabeceiras produtoras de sedimentos, quer como infra-estruturas essenciais à reabilitação de áreas degradadas, atendendo à demanda por botafora, quer como infra-estruturas essenciais à retomada natural das áreas a montante por vegetação; nas calhas principais, promover o assoreamento induzido aproveitando situações favoráveis como existência de aterros viários, cujos bueiros poderão ser adaptados com elementos verticais, proporcionando o assoreamento a montante; certos golfos estreitos, como o da entrada do córrego Bela Vista e outros, poderão receber diques onde se estabeleça o limite de trânsito do material mais pesado.
Para concluir, chama-se atenção para três fatos: a) os diques retentores de voçorocas ou cabeceiras secas permitirão imobilizar não só o material produzido por erosão linear, mas também por toda a erosão laminar da bacia da montante. Bem escolhida a sua posição, serão muito eficientes. Nos casos de insuficiência, deverão ser alteados na medida possível, ou acrescentados outros; b) a circunstância de a bacia ainda oferecer grande flexibilidade para a implementação das medidas propostas; c) o fato de que o ambiente inicial nunca é uma infraestrutura pronta para receber improvisadamente as obras ditas de “infraestrutura”, como no caso o próprio reservatório e o sistema viário. Há tempo para introduzir modificações estruturais nessa infraestrutura para que ela funcione efetivamente como tal.

Anexo 4: Mapas


Mapa 1: Materiais Geológicos, Formas e Processos


Mapa 2: Unidades de Terreno


Mapa 3- Localização dos Pontos de Observação



Anexo 5: Relatório Fotográfico
DESCRIÇÃO DE PONTOS(P) E LEGENDA DE FOTOS(F)

P/f

Localização

Descrição

001 (F)

11/230

Foto 10/3: Enseada. Dique lateral e bairro ao fundo, fora da bacia. Superfície de Transição.

002 (F)

11/230

Foto 09/3: Crista da barragem de Vargem das Flores.

OO3 (F)

11/230

Foto 08/3: Margem com boa cobertura vegetal. Pedreira a meia encosta à esquerda.


004 (F)


11/230

Foto 04/3: Área de ocupação adequadamente implantada na Superfície de Topo com estreita faixa marginal de Superfície de Transição(continua nas fotos 05 e 06).

Foto 05/3: Idem foto 04.

Foto 06/3: Idem foto 04.

005 (F)

11/230

Foto 07/3: Superfície de Transição(área de ocupação rural). Afloramentos rochosos ao pé ao topo da encosta.

OO6 (F)

12/266

Foto 07/1: Superfície de Transição - feição reliquiar de voçoroca com uso adequado.

007 (F)

12/266

Foto 08/1: No horizonte faixa de Superfície de Topo em processo acelerado de urbanização.

OO8 (F)

12/268

Foto 04/1: Nas fotos 04 a 06 - Superfície de Transição. Voçoroca anteriormente estabilizada utilizada para depósito de rejeito (foto 04) e submetida a operações de terraplenagem.

Foto 05/1: Idem foto 04.

Foto 06/1: Idem foto 04.

009 (F)

12/268

Foto 09/1: Contato entre a Superfície de Topo (horizonte) e Superfície de Transição. Terraplenagem recente no interior de voçoroca estabilizada.

010 (F)

12/268

Foto 10/1: Superfície de Transição vista de cima sobre a voçoroca da foto 09.

Foto 11/1: Idem foto 10.

O11 (P)

12/268

Terraplenagem (bota-fora)

012 (P)

12/268

Plataforma criada com entulhos

013 (P)

12/268

Ocupação iniciada

014 (P)

12/266

Enchimento de entulho

015 (P)

12/262

Ocorrência de diques máficos cortando o gnaisse.Ocupação dinâmica e mal instruída.Recomendável dique retentor no talveque.

016 (P)

12/254

Dique lateral

017 (F)

10/204

Foto 03/3: ?

018 (F)

10/200;204

Foto 02/3: Aterro em fundo de vale. No fundo de golfo a leste do reservatório(Superfície de Transição).

019 (P)

11/232

Afl. Rochoso

020 (P)

11/238

DB (continuidade)

021 (P)

11/238

Igreja

022 (P)

11/238

Bf. Irregular

023 (P)

11/238

Em fase de urbanização

024 (P)

11/240

Ärea de risco

025 (F)

10/216

Foto 18/1: Idem foto 15

Foto 19/1: Idem foto 15

026 (F)

10/216

Foto 15/1: Superfície de Topo. Erosão ativada por terraplenagem, contida por gabião e lonas plásticas.

Foto 16/1: Idem foto 15.

027 (F)

10/216

Foto 14/1: Voçoroca estabilizada e recentemente submetida a operação de terraplenagem. Superfície de transição.

028 (F)

10/216

Foto 17/1: Idem foto 15.

029 (F)

11/244

Foto 12/1: Superfície de Transição. Campo de futebol no interior e voçoroca estabilizada. Ao fundo Superfície de Topo.

Foto 13/1: Idem foto anterior.

030 (F)

10/200

Foto 13/3: Superfície de Transição (área sujeita a urbanização.

Foto 14/3: Início de urbanização. Contato entre Superfície de Transição ( primeiro plano). Superfície de Topo ao fundo.

031 (F)

09/172

Foto 15/3: Superfície de Topo, Superfície de Transição, lago e Superfície de Topo ao fundo.

032 (F)

10/202

Foto 12/3: Superfície de Transição. Loteamento. Ao fundo elevações da Superfície de Topo.

033 (F)

10/202

Foto 11/3: Golfo na Superfície de Transição. Ao fundo maciços elevados da Superfície de Topo na margem leste do reservatório.

034 (F)

10/204

Foto 25/1: Gnaisse migmatítico da pedreira desativada do Mirante.

035 (F)

10/204

Foto 26/1: Panorâmica do Mirante na direção oeste.

Foto 27/1: Panorâmica a partir do Mirante. Azimute aproximado 300º (NW)

Foto 28/1: Panorâmica a partir do Mirante. Azimute aproximada 330º (NE)

Foto 29/1: Panorâmica a partir do Mirante. Azimute aproximado 0º (N)

036 (F)

10/204

Foto 01/3: Superfície de Transição (estrada). Ao fundo Superfície de Topo (movimento de terra).

037 (F)

09/170

Foto 16/3: Superfície de Transição escondida entre faixas de superfície de Topo no primeiro plano e ao fundo.

038 (F)

09/176

Foto 24/1: Superfície de Topo: maciço de gnaisse migmatítico (com pedreira inativa na vertente oposta) a leste do reservatório.

039 (F)

09/174

Foto 17/3: Lago, estreita faixa de Superfície de Transição, e Superfície de Topo ao fundo.

Foto 18/3: Idem foto 17.

040 (F)

09/174

Foto 26/3: Superfície de Transição e lago.(faixas desse tipo só comportam ocupação esparsa com sseleção criteriosa da áreas para edificação).

041 (F)

09/184

Foto 21/1: Pormenor do foto 20 mostrando rejeito estratificado.

042 (F)

09/184

Foto 20/1: Superfície de Transição (voçoroca parcialmente estabilizada com campo de futebol ao fundo. Superfície inclinada com rejeito.

043 (P)

09/178

Área de risco potencial

044 (F)

12/268

Foto 02/1: Contato entre a Superfície de Topo(no horizonte) e Superfície de Transição. Erosão ativa e terraplenagem.

Foto 03/1: Idem foto 02.

045 (P)

09/180

Área de risco potencial

046 (P)

09/182

Barragem rompida

047 (P)

08/148

Voçoroca antiga

048 (F)

08/150

Foto 24/3: Casa em extensão terminal da Superfície de Topo acesso ao lago na Superfície de Transição.

Foto 25/3: Casa na Superfície de Transição ao fundo afloramento gnaissico. (Superfície de Topo).

049 (F)

08/150

Foto 20/3: No primeiro plano Superfície de Transição, ao fundo Superfícies de Transição e de Topo. Localmente com costão íngreme.

050 (F)

08/150

Foto 21/3: Ocupação iniciada na Superfície de Transição, ao fundo Superfície de Topo (afloramento rochoso).

051 (F)

08/150

Foto 19/3: No primeiro plano Superfície de Transição, ao fundo Superfícies de Transição e de Topo, na margem sudeste (empreendimentos cuja implantação começa a reativar erosão e a provocar assoreamento.

052 (F)

08/150

Foto 22/3: Voçoroca ativa expandindo a Superfície de Transição à custa da Superfície de Topo.

Foto 23/3: Idem foto 22.

053 (F)

08/156

FOTO 22/1: Superfície de Transição (voçoroca parcialmente estabilizada com campo de futebol ao fundo (notar água).

054 (P)

08/156

Área degradada

055 (P)

08/158

Erosão profunda

056 (F)

07/134

Foto 27/3: Retalho de Superfície de Topo (colina à esquerda) embutido em Superfície de Transição. No horizonte Superfície de Topo.

057 (P)

07/134

Voçoroca antiga - Vale Seco

058 (F)

07/124

Foto 23/1: Primeiro plano Superfície De Topo, atrás do veículo Superfície De Transição, ao fundo Superfície de Topo. Vertente oposta à frente de lavra da Pedreira Martins Lanna.

059 (F)

06/102

Foto 02/2: Aspecto da Zona de Cisalhamento na foto 03.

060 (F)

06/102

Foto 03/2: Zona de cisalhamento. Lavra improvisada de materiais granulares.

061 (P)

06/108

Talude em manto de intemperismo químico

062 (F)

05/076

Foto 04/2: Primeiro plano Calha Aluvial, ao centro erosão ativada recentemente por terraplenagem na estreita Zona de Transição, ao fundo Superfície de Topo.

063 (F)

05/080

Foto 09/2: Voçoroca em fase de estabilização (Superfície de Transição implantada na Superfície de Topo.

Foto 10/2: Idem foto 09

Foto 11/2: Idem foto 09

Foto 12/2: Idem foto 09

064 (F)

05/080

Foto 08/2: Superfície de Transição (estrada de serviço da linha de alta tensão). (Carater heterogêneo do solo).

065 (P)

05/078

Estrada de cascalheira

066 (F)

04/044

Foto 16/2: Saída da voçoroca das fotos 14, 15 mostrando sedimento de fundo e água.

Foto 17/2: Idem foto 16

067 (F)

04/044

Foto 14/2: Cabeceira de voçoroca ativa a norte da feição da foto 13. No horizonte Superfície de Topo.

Foto 15/2: Idem foto 14

068 (F)

04/044

Foto 13/2: Superfície de Transição avançando por erosão ( voçoroca) sobre a Superfície de Topo. No limite leste de Nova Contagem.

069 (F)

04/044

Foto 21/2: Superfície de Transição em fase de adensamento da ocupação em suas bordas e no interior. Notar ao centro o lançamento de materiais terrosos.

070 (F)

04/044

Foto 22/2: Superfície de Transição a sudeste de Nova Contagem. Submetida a todaas as modalidades possíveis de uso não conforme (construção residencial, lançamento de inertes, lixão, carvoejamento).

Foto 23/2: Idem foto 22.

071 (F)

04/044

Foto 19/2: Flanco de voçoroca antiga (Superfície de Transição) com ocupação inadequada em franco processo de adensamento.

072 (F)

04/044

Foto 20/2: Áreas da Superfície de Transição separadas por estreito septo residual da Superfície de Topo (trilha ao centro).

073 (F)

04/046

Foto 05/2: Primeiro plano Superfície de Topo, faixa central Superfície de Transição ( Calha Aluvial não aparece). Ao fundo Superfície de Topo recuando pelo avanço do voçoroca (localmente ativa).

074 (F)

04/046

Foto 06/2: Terraplenagem em faixa marginal da Superfície de Topo provocando erosão.

Foto 07/2: Idem foto 06 (observar diferença entre material do testemunho à frente do boi e o das porções eroditas à sua direita e esquerda.

075 (F)

04/052

Foto 01/2: Superfície de Transição, para montante voçoroca provavelmente pré-colonial implantada na Superfície de Topo (alto à direita).

076 (F)

03/030

Foto 34/3: Superfície de Transição parte central. Ao fundo voçoroca no flanco da Superfície de Topo, em área do Exército. ( Foto tomada na direção leste em relação à penitenciária de Nova Contagem).

077 (F)

03/030

Foto 31/3: Idem foto 32.

Foto 32/3: Superfície de Transição avançando sobre a Superfície de Topo ao fundo. (Área do Exército a leste de Nova Contagem.

078 (F)

03/030

Foto 29/3: Voçoroca estabilizada(Superfície de Transição) em área do Exército. Notar dique frontal no primeiro plano, e respectivo reservatório.

079 (F)

03/030

Foto 30/3: Calha Aluvial. Erosão em barranca. Ao fundo (bosque) Superfície de TransiçÃo.

080 (F)

03/032

Foto 28/3

081 (F)

02/018

Foto 33/3: Condomínio Nosso Rancho, intervenção inadequada na margem oposta em área de contato da Superfície de Transição com a Superfície de Topo.

082 (F)

04/044

Foto 18/2: Superfície de Transição. Voçoroca anteriormente estabilizada e características da ocupação (Nova Contagem).

083 (P)

11/230

Erosão

084 (P)




Vila Belém. Urbanização precária ao longo de eixos implantados em cristas locais. A oeste expressiva mancha de cobertura vegetal. Situaações de risco ja começam a pontificar. Por sob controle essa urbanização e construir dique retentor a jusante são medidas imprecindíveis.

085 (P)




Lavra artesanal de areia na baixa aluvial.

086 (P)




Condomínio Solar do Madeira. Superfície de Topo; antiga voçoroca estabilizada (Superfície de Transição) também ocupada. Situação de risco potencial evoluindo para efetivo.

087 (P)




Estreita faixa de Superfície de Topo (estrada rural) limitada a norte e sul por feições da Superfície de Transição anteriormente estabilizadas, mas em fase incipiente de reativação. Solos de alta erodibilidade.

088(P)




Fundo de vale úmido com solos orgânicos compressíveis.

089(P)




Saibreira em maciço aparentemente de gnaisse gramítico essencialmente quartzo - feldspáticos.

090(P)




Voçoroca por descarga pluvial e de esgotos.

Anexo 6: Descrição de Pontos e Legenda de Fotos

Foto 02/1- Fx 12/268 e Foto 03/1 – Fx 12/268 - Contato entre a Superfície de Topo (no horizonte) e Superfície de Transição. Erosão ativa e terraplenagem.





Fotos 04/1-Fx 12/268, Foto 05/1- Fx 12/268 - Superfície de Transição. Voçoroca anteriormente estabilizada, utilizada para depósito de rejeito (ver seta) e submetida a operações de terraplenagem.












Foto 06/1- Fx 12/268 - Superfície de Transição. Voçoroca anteriormente estabilizada, utilizada para depósito de rejeito e submetida a operações de terraplenagem.










Foto 07/1-Fx 12/226 – Clube da Fonte: Superfície de Transição – feição reliquiar de voçoroca com uso adequado.








Foto 08/1 - Fx 12/226 – Urbanização em fase dinâmica: no horizonte faixa de Superfície de Topo em processo acelerado de ocupação.








Foto 09/1 Fx 12/268 – Contato entre a Superfície de Topo (horizonte) e Superfície de Transição. Terraplenagem recente no interior de voçoroca estabilizada.

Foto 10/1 - Fx 12/268 e Foto 11/1- Fx 12/268 – Terraplenagem ( Área do Batalhão da PMMG): Superfície de Transição vista de cima sobre a voçoroca da foto 09.








Foto 12/1 - Fx 11/244 e Foto 13/1 - Fx 11/244 – Superfície de Transição. Campo de futebol no interior de voçoroca estabilizada. Ao fundo Superfície de Topo.













Foto 14/1 - Fx 11/244 – Voçoroca estabilizada e recentemente submetida à operação de terraplenagem: Superfície de Transição.





Foto 15/1 - Fx 10/216 – Gabião Cemig: Superfície de Topo. Erosão ativada por terraplenagem, contida por gabião e lonas plásticas .




Foto 16/1 - Fx 10/216 – Gabião Cemig: Superfície de Topo. Erosão ativada por terraplenagem, contida por gabião e lonas plásticas .






Foto 17/1 - Fx 10/216 – Gabião Cemig: Superfície de Topo. Erosão ativada por terraplenagem, contida por gabião e lonas plásticas .



Foto 18/1-Fx 10/216 e Foto 19/1-Fx 10/216 – Gabião Cemig: Superfície de Topo. Erosão ativada por terraplenagem, contida por gabião e lonas plásticas .








Foto 20/1-Fx 09/184 – Campinho e rejeito: Superfície de Transição (voçoroca parcialmente estabilizada com campo de futebol ao fundo). Superfície inclinada com rejeito ( ver seta).





Foto 21/1 - Fx 09/184 – Pormenor da foto 20 mostrando rejeito estratificado (ver martelo).










Foto 22/1-Fx 08/156 – Campinho de Futebol em Voçoroca: Superfície de Transição (voçoroca parcialmente estabilizada com campo de futebol (notar água).







Foto 23/1- Fx 07/124 – Pedreira: Primeiro plano superficial de topo, atrás do veículo superficial de transição, ao fundo Superficie de Topo. Vertente oposta à frente de lavra da Pedreira Martins e Lanna.




Foto 24/1- Fx 09/176 – Maciço exposto próximo à Vargem das Flores: Superfície de Topo: maciço de gnaisse migmatítico (com pedreira inativa na vertente oposta) a leste do reservatório.





Foto 25/1- Fx 10/204 – Gnaisse migmatítico da pedreira desativada do mirante, a leste do reservatório.









Foto 26/1- Fx 10/204 – Panorâmica do mirante na direção oeste.







Foto 27/1- Fx 10/204 – Panorâmica a partir do mirante - Azimute aproximado 300º (NW).




Foto 28/1- Fx 10/204 – Panorâmica a partir do mirante Azimute aproximado 330º (NE).






Foto 29/1- Fx 10/204 – Panorâmica a partir do mirante Azimute aproximado 0º (N).



Foto 01/2 - Fx 04/052 - Superfície de Transição. Para montante voçoroca provavelmente pré-colonial implantada na Superfície de Topo (alto à direita).



Foto 02/2 - Fx 06/102 - Aspecto da zona de cisalhamento vista na foto 03.








Foto 03/2 - Fx 06/102 - Zona de cisalhamento. Lavra improvisada de materiais granulares.




Foto 04/2 - Fx 05/076 - Primeiro plano: Calha Aluvial, ao centro erosão ativada recentemente por terraplenagem na estreita Superfície de Transição. Ao fundo Superfície de Topo.






Foto 05/2 – Fx 04/046 – Primeiro plano: Superfície de Topo; Faixa central: Superfície de Transição (Calha Aluvial não aparece). Ao fundo, Superfície de Topo recuando pelo avanço da voçoroca (localmente ativa).






Foto 06/2 Fx 04/044 – Terraplenagem em faixa marginal da Superfície de Topo provocando erosão.





Foto 07/2 - Fx 04/046 - Terraplanagem em faixa marginal da Superfície de Topo provocando erosão. (Observar diferença entre material do testemunho à frente do boi e o das porções erodidas à sua direita e esquerda).





Foto 08/2 – Fx 05/080 –

Superfície de Transição (estrada de serviço da linha de alta tensão). Caráter heterogêneo do solo.

Foto 10/2 - Fx 05/080 e Foto 12/2 -Fx 05/080 - Voçoroca em fase de estabilização (Superfície de Transição implantada na Superfície de Topo). Notar em exame estereoscópico os septos residuais.

Foto 09/2 – Fx – 05/080 e Foto 11/2 – Fx 05/080 – Voçoroca em fase de estabilização (Superfície de Transição implantada na Superfície de Topo). Notar em exame estereoscópico os septos residuais.



Foto 13/2 - Fx 04/044 - Superfície de Transição avançando por erosão (voçoroca) sobre a Superfície de Topo. No limite leste de Nova Contagem.

Foto 14/2 - Fx 04/044 e Foto 15/2 - Fx 04/044 – Cabeceira de voçoroca ativa a norte da feição da foto 13. No horizonte, Superfície de Topo. Notar em estereoscópia com a foto 15 aspecto ao fundo e das paredes.



Foto 16/2 - Fx 04/44 - Saída da voçoroca das fotos 14 e 15 mostrando sedimento de fundo e água.







Foto 17/2 - Fx 04/044 - Saída da voçoroca das fotos 14 e 15 mostrando sedimento de fundo e água.







Foto 18/2 - Fx 04/44 – Superfície de Transição. Voçoroca anteriormente estabilizada e características da ocupação (Nova Contagem).






Foto 19/2 – Fx 04/044 – Flanco de voçoroca antiga (Superfície de Transição), com ocupação inadequada em franco processo de adensamento.






Foto 20/2 Fx 04/44 – Áreas de Superfície de Transição separadas por estreito septo residual da Superfície de Topo (trilha ao centro).





Foto 21/2 – Fx 04/44 – Superfície de Transição em fase de adensamento da ocupação em suas bordas e no interior. Notar ao centro o lançamento de materiais terrosos.

Foto 22/2 - Fx 04/44 e Foto 23/2 - Fx 04/044 - Superfície de Transição a sudeste de Nova Contagem submetida a todas as modalidades possíveis de uso não conforme (construção residencial, lançamento de inertes, lixão, carvoejamento).



Foto 01/3 - Fx 10/204 – Superfície de Transição (Estrada). Ao fundo Superfície de Topo (movimento de terra).









Foto 02/3 - Fx 10/204 – Aterro em fundo de vale, no fundo de golfo a leste do reservatório (Superfície de Transição).

Foto 04/3 - Fx 11/230, Foto 05/3 Fx 11/230 e Foto 06/3 Fx 11/230 – Área de ocupação adequadamente implantada na Superfície de Topo com estreita faixa marginal de Superfície de Transição.









Foto 07/3 - Fx 11/230 – Superfície de Transição (área de ocupação rural). Afloramentos rochosos do pé ao topo da encosta.




Foto 08/3 - Fx 11/230 – Margem com boa cobertura vegetal. Pedreira a meia encosta à esquerda, desativada.





Foto 09/3 - Fx 11/230 – Crista da barragem de Vargem das Flores.





Foto 10/3 – Fx 11/230 – Enseada: dique lateral e bairro ao fundo, fora da bacia.







Foto 11/3 – Fx 10/202 – Golfo na Superfície de Transição. Ao fundo maciços elevados da Superfície de Topo na margem leste do reservatório.





Foto 12/3 – Fx 10/200 – Superfície de Transição. Loteamento. Ao fundo elevações da Superfície de Topo.









Foto 13/3 - Fx 10/200 – Superfície de Transição. Área em início de urbanização. Previsível ocorrência de argilas moles, minerais e orgânicas.




Foto 14/3 – Fx 10/200 – Início de urbanização. Contato entre Superfície de Transição (primeiro plano) e Superfície de Topo (ao fundo).






Foto 15/3 – Fx 09/172 – Superfície de Topo, Superfície de Transição, lago e Superfície de Topo ao fundo.









Foto 16/3 - Fx 09/170 – Superfície de Transição escondida entre faixas de Superfície de Topo no primeiro plano e ao fundo.

Foto 17/3 - Fx 09/174 e Foto 18/3 - Fx 09/174 – Lago: estreita faixa de Superfície de Transição e Superfície de Topo ao fundo.








Foto 19/03 - Fx 08/150 – No primeiro plano Superfície de Transição. Ao fundo Superfícies de Transição e de Topo na margem sudeste (empreendimentos cuja implantação começam a reativar erosão e a provocar assoreamento).








Foto 20/3 - Fx 08 (ponto de tomada) – No primeiro plano Superfície de Transição. Ao fundo Superfícies de Transição e de Topo. Localmente com costão íngreme.








Foto 21/3 - Fx 08/150 – Ocupação iniciada na Superfície de Transição. Ao fundo Superfície de Topo (afloramento rochoso).

Foto 22/3 - Fx 08/150 e Foto 23/3 - Fx 08/150 – Voçoroca ativa expandindo a Superfície de Transição à crista da Superfície de Topo.







Foto 24/3 - Fx 08/150 – Casa em extensão terminal da Superfície de Topo. Acesso ao lago na Superfície de Transição.








Foto 25/3 - Fx 08/150 – Casas na Superfície de Transição. Ao fundo afloramento gnáissico (Superfície de Topo).









Foto 26/3 - Fx 09/174 – Superfície de Transição e lago (faixas desse tipo só comportam ocupação esparsa com seleção criteriosa de áreas para edificação).









Foto 27/3 - Fx 07/134 – Retalho de Superfície de Topo (colina à esquerda) embutido em Superfície de Transição. No horizonte Superfície de Topo.







Foto 29/3 - Fx 03/030 – Voçoroca estabilizada (Superfície de Transição) em área do Exército. Notar dique frontal no primeiro plano, e respectivo reservatório.





Foto 30/3 - Fx 03/030 – Calha aluvial. Erosão em barranca. Ao fundo (bosque). Superfície de Transição.









Foto 31/3 - Fx 03/030 e Foto 32/3 - Fx 03/030 – Superfície de Transição avançando sobre a Superfície de Topo ao fundo (área do Exército a leste de Nova Contagem).















Foto 33/3 - Fx 02/018 – Condomínio Nosso Rancho: Intervenção inadequada na margem oposta em área de contato da Superfície de Transição com a Superfície de Topo.






Foto 34/3 - Fx 03/30 – Superfície de Transição (parte central). Ao fundo voçoroca no flanco da Superfície de Topo, em área do Exército (foto tomada na direção leste em relação à penitenciária de Nova Contagem.




LEGENDA

1 - GEOLÓGICA

Mapa geológico da Região Metropolitana de Belo Horizonte IGA - 1982
Pεmb - Complexo Basal Indiferenciado
“Biotita - gnaisses, gramatóides e migmatitos, estes com estruturas diversas. Quando alterados, como frequentemente ocorrem, formam espesso manto regolítico rosado, quartzoso e de susceptibilidade erosiva acentuada”
Pεin - Grupo Macaúbas
“Composto por conglomerados, quartizitos, metarcósios, em contato com metassedimentos do grupo Bambuí ou nas fissuras do Complexo Basal”
ß - “Rochas intrusivas do clã gabro - norito: metabasaltos e metodiabásicos, às vezes com textura anfibolítica solo “vermelho - sangue” argiloso, com blocos arredondados da rocha matriz caracterizam os principais afloramento desta unidade”
1.2 - Estes trabalhos

A, C, A/C - Depósitos aluviais, coluviais e aluvio-coluviais areno-argiloso (no Mapa da RMBH, Q a l); parte substancial dos materiais incluídos são de origem autrópica


R - Exposição rochosa: cabeças em posição cimeira formando maciços, isolados; superfícies inclinadas, planas ou irregulares em vertentes e linhas de talvegue.
q - veio de quartzo
2 - CONVENÇÕES
vvvvv- Feição de erosão linear em geral ativa.

Ruptura de declive contornando feição em anfiteatros de evolução natural; contorno de feição de erosão autrópica (voçoroca) , rebordo de cortes em barranca, de jeições aluvio coluviais ruptura de declive em baixas vertentes descontinuo onde o posicionamento e impreciso.


 - Escavação localizadas para fins diversos (correção topográfica, empréstimo para aterros, lavras intermitentes de materiais de construção).
Diques retentores propostos (localizações indicativas, sem caracterizarem projeto de obras de assoreamento induzido).

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