1. relatando – e já discutindo a história



Baixar 145.93 Kb.
Página1/3
Encontro31.07.2016
Tamanho145.93 Kb.
  1   2   3

ESTADO DO PIAUÍ

CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO

Parecer CEE/PI nº 064/2008






Opina favoravelmente à expedição de diplomas do Curso de Licenciatura Plena em História, Regime Especial, ofertado pela Universidade Estadual do Piauí, nas cidades abaixo indicadas e nas circunstâncias de excepcionalidade que especifica.
PROTOCOLO / PROCESSO CEE Nº. 218/06 (07/03/06)

ASSUNTO: Solicitação de Reconhecimento de Cursos de História, Regime Especial.

INTERESSADA: Universidade Estadual do Piauí – Uespi.
1. RELATANDO – E JÁ DISCUTINDO A HISTÓRIA

EM PRELIMINAR

A Uespi é uma instituição de ensino superior criada sobre embasamentos intencionados na formação do magistério piauiense. Mas é, já, diversificado seu alcance formacional. Suas origens estão localizadas na década de 80 do século passado, desde então cumprindo papel de bastante relevância no processo educacional desenvolvido no Estado.

UESPI – UMA EXPERIÊNCIA NO TEMPO

Do ponto de vista de sua institucionalização, e sobretudo da estrutura e do funcionamento que forjou ao longo desse tempo, é prudente afirmar que ela é uma experiência em franco processo de incremento, já bem assentada enquanto possibilidade de se tornar uma universidade no mais pleno sentido da lei, e, no plano da sociedade, uma referência legitimada, num crescendo.

Para além de seu projeto-matriz, formar, e formar continuadamente quadros para o magistério, ainda cedo adotou e desenvolveu o ensino de tipo bacharelesco em variados campos, enveredando pelas ciências sociais aplicadas, ciências médicas, da natureza, tecnologia etc.

Em pouco mais de vinte anos, a Uespi protagonizou uma expansão que atingiu todo o território piauiense, ultrapassando, aliás, os limites do Piauí, chegando a algumas regiões dos estados do Maranhão e da Bahia.

Referida expansão foi propiciada nos marcos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação, 1996, na medida em que inscreveu em sua letra a obrigatoriedade da formação graduada-universitária para os docentes do ensino básico, fixando o ano de 2007 como tempo para o/s sistema/s educacional/is fazer/em sua adequação.

Com senso de oportunidade, a Uespi chama a si a tarefa de ser ponta-de-lança nesse processo de formação/titulação de quadros, propiciando a celebração de centenas de convênios com prefeituras com vistas à consecução desse fim, o que tudo resta facilitado pelos recursos dos fundos federais repassados com esse objetivo.

Contudo, se tem um quê de ousadia na experiência, há mais ainda um caminho cheio de temeridades nas decisões da Uespi sobre essa expansão: instituição muito limitada do ponto de vista de sua estrutura, ainda quase informal, sem arrimo em experiências mais sedimentadas. Instituição de Ensino Superior com um quadro efetivo numericamente incipiente, para a expansão lançou mão de processos precários de seleção e contratação de docentes, em geral com pouca experiência e titulação, lançando-os rumo ao Interior para cursos modulados de férias.


O REGIME ESPECIAL
Grande a expansão da Uespi, desde 1997/98, especialmente. Mas os cursos de licenciatura de vários tipos foram criados sem discussão mais rigorosa, no mais das vezes por entendimentos mediados por interesses imediatistas, refratários, dos municípios, no seu enleio com as autoridades universitárias do tempo. Disto resulta não haver, por exemplo, notícia de decisões colegiadas, propostas político-pedagógicas, resoluções, etc., que corroborem e qualifiquem a tomada de decisão sobre a criação, desde essa época, de centenas de cursos de licenciatura no chamado Regime Especial. E é sabido que a maioria dos municípios não tem projeto sistemático algum no campo da Educação, exemplo e indicador eloqüentes de nossas misérias e fracassos, assim tão sabidos, assim tão reiterados.
Diz, entretanto, a Uespi (fls. 128), buscando justificar sua expansão rápida,
que desde a sua criação em 1993 funciona em sistema multi-campi e que [...] buscou viabilizar meios e estrutura pedagógica-administrativa para atender as exigências da nossa sociedade, bem como as legais, para tanto em 1997 implantaram (sic) os Cursos de Licenciatura Plena – Regime Especial [...] organizados de forma a terem os períodos letivos coincidindo com os períodos de férias escolares nos demais níveis de ensino, oportunizando assim que aqueles que já atuam na área educacional sem qualificação superior possam obter o grau de licenciado, além de expandir e interiorizar o ensino universitário em nosso Estado, democratizando as oportunidades de acesso a este, uma vez que os Cursos do Período Especial foram implantados em todos os campi da UESP.

Não haveria erro algum da Uespi em se expandir e se lançar à tarefa de ofertar oportunidade de qualificação graduada em grandes proporções. O problema é que, em termos de processo educativo, pela condição mesma de ser processo, a questão é mais complexa, requerendo níveis de sedimentação de experiências, o que não se coaduna com o que às vezes aparenta ser, data vênia, uma espécie de queimação de etapas, ou mais apropriadamente, a realização de um “saltos”. Ora, os próprios cursos de licenciatura do campus-sede da Uespi, por volta de 1997, encontravam-se funcionando de forma precária. Assim, tem fundamento perguntar: como seriam eles a âncora a assegurar a expressão qualitativa das licenciaturas expandidas a dezenas, ou centenas de localidades interioranas?


Digna de nota seria a disposição da Uespi em fazer chegar o “grau de licenciado” aos docentes já situados nas respectivas redes de ensino. Sim, mas a experiência de conferir titulação não é a necessidade-limite. Não basta ensejar ao docente o título de licenciado por si; é necessário que esse título esteja lastreado num padrão de qualidade satisfatório. Esse o espírito da nova LDB, marcada pelo imperativo de orientar bases sólidas para o desatamento de nós antigos que prendem e estacionam a escola básica brasileira em condição de aparente incapacidade de elevar seu padrão de qualidade.

O CURSO DE HISTÓRIA DA UESPI – SEDE


Especificamente quanto ao curso de Licenciatura Plena em História, período regular, foi ele criado na Uespi em 1994, equacionando,
...em curto prazo os problemas de carência de profissionais qualificados nessa área do saber, uma vez os profissionais licenciados neste ramo do conhecimento eram poucos e isto gerava a utilização de pessoal não-qualificado para atuar como professores de História provocando a degradação do conhecimento histórico e, por vezes, a deturpação destes nas instituições de ensino fundamental e médio (fls. 128).

Em que pese carecer de mais apurada aquilatação a afirmação acima, é sabido que a implantação desse segundo Curso de Licenciatura Plena em História em nosso Estado (o primeiro é da Ufpi, desde 1958), cumpre, desde então, um papel muito importante no sentido do que vem afirmado, com níveis de organização, sedimentação e qualidade crescentes. A constituição de seu quadro de professores efetivos apenas começa.

Contudo, repita-se, a derivação dessa experiência, flagrada em seu estado de afirmação, para o fomento expandido de formação de quadros para o magistério interiorano, carecia de maior cancha. Tanto é que, um cotejo pelo rol dos professores que atuaram no Regime Especial, permite verificar a incipiência dos níveis de qualificação titulada deles, em geral aproveitando-se diplomados recém-egressos dos cursos em Teresina para a ministração de aulas nas localidades do Interior. Mas a expansão se fez por esse Regime Especial, modulado, e suas resultantes terão certamente nas futuras gerações as mais sensatas respostas para seu significado.

A LICENCIATURA PLENA EM HISTÓRIA DO REGIME ESPECIAL

Na documentação que nos foi possível examinar e que aqui vem autuada, à guisa de justificativa e em breves linhas, a Uespi anota que a criação do curso de História, regime especial, veio atender a “exigências sociais e as legais foram os fatores motivadores” de sua implantação, aduzindo “que com tal objetiva oferecer a comunidade piauiense, bem como as circunvizinhas, profissionais qualificados em nível superior e com competência para atuarem no ensino fundamental e ensino médio...” (fls. 129).

O “perfil ideal” desse licenciado especial em História, a Uespi idealizou buscá-lo, já se disse, e demandada a tanto, nos docentes não-titulados das redes locais de ensino “que não possuem disponibilidade para cursá-lo no Período Regular” (fls. 130). Lembra mais que

as expectativas quanto à formação científica e docente permanecem as mesmas e às vezes, são ampliadas uma vez que a Universidade alarga o seu contingente discente e espaço físico-geográfico de atuação inserindo, assim no contexto de produção e aquisição do saber histórico agentes antes impossibilitados, por motivos vários, de participarem deste processo, além de continuar primando pela qualidade do ensino que oferece.

Nessa perspectiva, labora a Uespi em sua formulação para o/s curso/s de História do sistema modulado, em buscar a realização em seus licenciados das habilidades (fls. 130) de “criticar e produzir o conhecimento histórico...”; “dominar conteúdos básicos da área de história...”; “aliar o domínio do conhecimento histórico com o domínio dos métodos e técnicas pedagógicos que possibilitam...”; “desenvolver a interpretação do conhecimento histórico com outras áreas do conhecimento...”; “conhecer e desenvolver a pesquisa histórica...”; “compreender a amplitude profissional, ética e social de sua formação enquanto educador e licenciado em História”.

Em toda a documentação disponível inexiste qualquer objeto textual ou mera informação sobre Projeto Político-Pedagógico embasante dessa experiência de oferta de tantos cursos de História. Em breve enunciação sobre a estrutura curricular do/s curso/s de L. P. História modulado/s, explica a Uespi que refletir ela (fls. 131) “a preocupação e a necessidade de organizar nossos cursos dentro de nossa realidade regional e de modo a satisfazer as expectativas, seja no aspecto metodológico, conteudista, pedagógico, etc, dos nossos graduandos [considerando] os seguintes aspectos: necessidade de formação pedagógica-técnica de qualidade...; realidade social/cultural dos graduandos; diretrizes curriculares nacionais...”.

A Uespi vem aplicando idêntica grade curricular em todo/s o/s curso/s de L. P. História do Regime Especial, aliás, se não a mesma, algo muito próximo da estrutura do curso-mãe, regular, com funcionamento no campus Torquato Neto. Em certo sentido, seus formuladores o têm tal uma espécies de turmas ofertadas em lugares outros, e não um outro curso oferecido, com vestibular próprio, conveniação própria, realidades locais distintas, até em estados federados diversos.

A propósito, é pertinente transcrever o que, à guisa de ‘apresentação’, a Uespi entregou a esta relatoria (enquanto investida na atribuição de verificadora) sobre as condições de oferta do “Curso de Licenciatura Plena em História” de maneira expandida por dezenas lugares.

Fazendo jus ao conceito de universalidade que a Universidade traz consigo, a Universidade Estadual do Piauí, no intuito de atender às necessidades sociais de acesso ao conhecimento e ao ensino superior, expandiu seu alcance e atendimento para vários municípios do Estado.

É neste contexto de universalização do ensino e de capacitação profissional que o Curso de Licenciatura Plana em História é implantado em 22 pólos do interior do Estado, no ano de 1998.

...


(...). O curso de História em regime especial da Universidade Estadual do Piauí tem corroborado com as mais sólidas bases do processo ensino-aprendizagem, destacando os valores da interdisciplinaridade, da ética, da democracia e do respeito à diversidade.

No inicio do processo de universalização do acesso ao ensino superior, por meio da interiorização, os campi, núcleos das cidades do interior do Estado passaram por dois processos de seleção de professores. Para as primeiras turmas que tiveram ingresso nos anos de 1998, 1999 o ‘processo seletivo’ se dava por meio da indicação de professores pela própria coordenação local, pela coordenação de área ou, em certas ocasiões, o próprio professor interessado disponibilizava-se. Vale a pena destacar que mesmo não havendo um concurso específico, todos os professores convidados, ou que se disponibilizavam, apresentavam seus curricula que passavam pelo crivo analítico da coordenação de área em Teresina. Após a seleção, os professore eram lotados nos respectivos campi núcleos. Logo em seguida, eram contactados por telefone para que participassem de uma reunião pedagógica, que era realizada previamente antes do início de cada período letivo. Em tais reuniões a coordenação e os professores discutiam sobre os textos que serviram como base de referência para a coletânea produzida para cada disciplina.

...

Na reunião pedagógica eram repassadas todas as informações necessárias para o bom desenvolvimento de cada disciplina. Os professores responsabilizavam-se pela elaboração dos programas de cada disciplina, seguindo a mesma ementa em vigor e os textos da coletânea produzida pela coordenação de sua área em parceria com os professores das respectivas disciplinas do período regular.



...

Outro ponto importante a ser destacado é o que se refere à disciplina Prática de Ensino. Tal disciplina era dividida em dois momentos, tendo seu início no sétimo bloco e o término no oitavo. Esse procedimento se fazia necessário devido o curso acontecer basicamente no período de férias e as escolas estarem em recesso, o que impossibilita (sic) os alunos em realizarem visitações e observações às escolas. O primeiro momento constituía-se da discussão teórica com carga-horária de 60 horas (sessenta) horas/aulas. Na segunda etapa da disciplina aconteciam mais dois encontros de 15h cada, já previstos no calendário acadêmico. Nesses dois encontros, o professor da disciplina comparecia ao núcleo para verificar e orientar o andamento das atividades propostas na coletânea, esclarecendo as possíveis dúvidas. Durante todo o período, os alunos faziam observações, visitações e leituras”.

Como se nota dos trechos recortados acima, intencionados em explicar, ainda que de maneira bastante sucinta, a dinâmica do funcionamento das atividades do “regime especial”, a própria Uespi parece enredada em dificuldade enorme para fazer com que se entenda a realização de somente um curso, sediado em Teresina, ao mesmo tempo com todas as suas atividades desenvolvidas nos chamados pólos/núcleos/campi. Não é custoso inferir-se que quanto mais explica a dinâmica das atividades letivas noutros lugares, mais afirma as distinções das experiências locais e as que desenvolvidas no campus-sede da Capital.

O fato de a chamada “coletânea” (também conhecidas como “kit” de textos) que cada ministrante de disciplinas levava para as localidades-destino, ser elaborada na sede, assim também a reunião “pedagógica” orientativa das ações por realizar alhures, não garante que tenha existido um só curso de Licenciatura Plena em História, “regime especial”, em realização simultânea em lugares tão díspares entre si, como sejam Avelino Lopes e Pedro II, ou Alegrete do Piauí e Luzilândia. Cidades diferentes, realidades, idem.

Entendemos que não há porque falar em curso único: a Uespi protagonizou o experimento de criar centenas de cursos de licenciatura, distintos não somente pelas distâncias geográficas, mas por outras peculiaridades, como se está vendo dos próprios documentos lavrados por essa IES a propósito de explicar os moveis de suas decisões, sabidamente tão discutíveis.

Há um discurso, em nossa visão equivocado e de bases relativamente insustentáveis, de que a Uespi fizera nesse tempo “a maior expansão universitária do mundo” ou a maior oferta de vagas num só vestibular de uma instituição brasileira. Ora, quem tem boca diz o quer. Contudo, quando se lida com processos tão complexos, quais sejam aqueles referidos ao protagonismo da preparação de profissionais para o magistério e a Educação, no caso, para a docência em História, logo se verá que não é fácil “queimar” etapas, dar “saltos”, inventar “atalhos”. Expansão tão rápida assim, para não ser apenas “viagem de boca” ou “realidade virtual”, e para ter a qualidade tão esperada, careceria, por exemplo, da disponibilidade de centenas de professores militando na docência superior e disponíveis no chamado “mercado de trabalho”, portanto assumindo tarefa tão aparentemente desafiadora. E nada demonstra que isto tem acontecido dessa forma. Ora, a Uespi, e o curso-mãe de Licenciatura em História, regular, do Torquato Neto, ainda agora não dispõe, por exemplo, de um quadro numericamente satisfatório de docentes. Com efeito, como acreditar ser razoável que esse fator, a outros somado, pudesse alavancar as experiências desde 1997/98?

Fosse assim tão fácil expandir redes de ensino, “universalizar” a educação superior, será que não teria nascido “nunca na história” deste Estado ninguém com disposição para fazê-lo? Não parece ser assim. A expansão da educação superior é tarefa complexa: não seriam, assim, seres idiotas e sem coragem os que ao longo do tempo não o fizeram. Claro, merecem aplausos os que ousam. Mas ousadia é diferente de temeridade.

Há leis e grandes confluências normativas no campo da educação e do ensino? Sim; e terão servido elas noutras plagas.

Por insistência desta relatoria, contemplada em diretriz acolhida pelo CEE-PI, foi solicitada à Uespi um aporte, ainda que muito mínimo, sobre as experiências de cada lugar que serviu (ou serve) de palco para o desenvolvimento do “regime especial”. A Uespi atendeu. Disse pelo menos alguma coisa que indica a individuação das experiências concretas de realização dos cursos –agora se podendo utilizar, com maior fundamento, o necessário plural, ao referir-nos ao estado da experiência.

O CURSO DE HISTÓRIA EM VÁRIAS CIDADES...

EM ÁGUA BRANCA

No que diz respeito ao curso de Água Branca, diz textualmente a Uespi, ipsis litteris:

O núcleo universitário de Água Branca, situado na Av. José Miguel, n° 2505, implantou o curso de História em janeiro de 1998.

O núcleo universitário de Água Branca, que funciona na Escola Municipal "Maria do Carmo Inês Fonseca", possui uma estrutura física bastante favorável com doze salas de aula, todas com quadro de acrílico, ventiladores de teto, sala para professor, coordenação pedagógica, sala de diretoria, na avenida José Miguel, n° 2505, Centro. Enfim podemos dizer que esta possui toda uma estrutura que viabiliza o melhor desempenho e desenvolvimento das atividades docentes e discentes.

Quanto às atividades de pesquisa bibliográfica os discentes recorrem a biblioteca municipal e de outros municípios próximos e até mesmo a da própria UESPI. E sempre que possível os professores realizam trabalhos de campo, aula de campo dentre outras atividades voltadas para o desenvolvimento intelectual dos discentes. 

EM ALEGRETE DO PIAUÍ

A Universidade Estadual do Piauí - UESPI, Núcleo de Alegrete do Piauí foi implantada em janeiro de 2001, funcionando no prédio da Unidade Escolar Antonia de Sousa Alencar. O prédio conta seis salas de aula; uma biblioteca, dois banheiros; uma cantina e pátio. Em 2003 o curso de História é implantado, já vigorando o processo seletivo de professores por meio de análise de currículo. Os alunos dessa turma já concluíram o curso no ano de 2006.2, após apresentação de relatório de estágio e apresentação de monografia.

O estágio supervisionado era efetuado nas cidades circunvizinhas, nas escolas estaduais e municipais da região. Além do estágio muitas atividades foram desenvolvidas como viagens à Serra da Capivara; visitas a museus ( Patativa do Assaré, Luis Gonzaga e o Museu de Picos-PI); palestras; seminários; apresentações artístico-culturais. 



ALTOS 

O núcleo da UESPI de Altos foi fundado em maio de 2001 e funciona à rua Tiradentes s/n centro da cidade, com duas modalidades de ensino superior: regime regular e regime especial. O regime regular conta com apenas o curso de Licenciatura Plena em Pedagogia nos turnos vespertino e noturno, funcionando com 05 (cinco) turmas distribuídas nos dois turnos. O curso de História foi implantado neste núcleo somente no ano de 2005.2 e encontra-se no 5° bloco do curso.

O prédio do núcleo de Altos dispõe de 08 (oito) salas de aula; uma sala de professores; uma sala de secretaria; uma sala para as coordenações (Geral, Regula e Especial); uma sala de informática; uma sala de coordenação de pré-vestibular; uma sala de almoxarifado; duas salas de xerox; sete banheiros. O prédio dispõe de uma biblioteca com um acervo variado para atender as necessidades dos cursos. Os alunos deste núcleo ainda podem contar com três bibliotecas que existem na cidade. Os alunos ainda podem ter acesso à Internet no núcleo e nas proximidades.

Várias atividades como aulas passeio, pesquisa de campo, minicursos, palestras e . visitas a cidades históricas e museus também são realizadas sempre que possível. Os estágios supervisionados acontecem em escolas públicas estaduais (em um total de cinco escolas), municipais( em um total de oito escolas) e privadas ( em um total de quatro escolas).

 
 AMARANTE

O núcleo da UESPI (Amarante) funciona no prédio da Unidade Escolar "Polivalente", de propriedade da SEDUC, localizado a Av. Dirceu Arcoverde SIN Centro. O prédio possui 21 dependências distribuídas em 4 blocos, sendo 13 salas de aula, sala de supervisão, sala de professor, sala de diretoria, sala de secretária, sala de coordenação da UESPI, biblioteca, laboratório de informática, banheiro e amplo espaçamento entre os blocos.

O curso de História foi implantado no núcleo de Amarante no ano de 2002. No desenvolvimento das atividades pedagógicos do curso, além do kit pedagógico e dos livros pertencentes aos docentes é usada a biblioteca da Unidade Escolar Poli valente que tem vasto acervo bibliográfico das diferentes áreas de conhecimento e a biblioteca do centro cultural "Odilon Nunes", bem como o acervo da própria UESPI.

Os estágios supervisionados são realizados nas escolas das redes pública estadual e municipal de Amarante e dos municípios vizinhos.

Além das aulas teóricas são desenvolvidas atividades de campo e visitas a espaços culturais. 
 

ANÍSIO DE ABREU 

O núcleo de Anísio de Abreu encontra-se instalado na Escola Pública Estadual Letícia Macedo, localizada no centro da cidade apresentando bom estado de conservação e com a seguinte estrutura física; 09(nove) salas de aula equipadas com carteiras, ventiladores e quadro de acrílico, sala de secretária com computador ligado a Internet; sala de diretoria, sala de professores e uma biblioteca com um acervo de 484 livros diversos, cantina! 02(dois) banheiros coletivos, O 1 banheiro individual, área de pátio e espaço livre onde são desenvolvidas as atividades culturais. O curso de História foi ofertado nos anos de 1998 e 1999, cujas turmas já concluíram.

Como apoio didático pedagógico o núcleo conta com um aparelho de TV, um vídeo cassete e um DVD, 04 retroprojetores, gravador com CD e deek.

Os espaços destinados a pesquisa, temos a biblioteca da escola e a biblioteca pública municipal, que possui um bom acervo bibliográfico e dispõe de laboratório de informática ligado a Internet, e utilizado pela comunidade acadêmica em suas pesquisas.

São espaços visitados em aulas de campo pelos discentes, na medida das exigências das disciplinas, os Parques Nacional da Serra das Confusões e da Serra da Capivara. Os Estágios Supervisionados são realizados em escolas da rede pública (Estadual e Municipal) dos municípios onde residem os estudantes atendidos pelo núcleo. Os Estagiários são supervisionados pela direção e coordenação da escola onde estão estagiando. 
AVELINO LOPES 

A Universidade Estadual do Piauí - UESPI Núcleo de Avelino Lopes está instalado na Unidade Escolar Deputado Fernando Monteiro, Praça Nossa Senhora das Mercês, na cidade de A velino Lopes, prédio Estadual no qual funciona o Ensino Fundamental e Médio, cedido para os cursos de regime especial da Universidade Estadual do Piauí, nos períodos de férias, para funcionar como núcleo da UESPI desde 2002. a curso de História teve alunos ingressos somente no ano de 2003, que já se formaram em 2006.2.

As instalações físicas dispõem de 6 (seis) salas de aula que atendem bem as necessidades dos cursos em regime especial; uma sala para Diretoria; uma sala para secretaria; uma área de recreação; três banheiros; uma cantina; um depósito de materiais diversos; uma quadra de esportes.

Referente à esfera administrativa da Instituição, é utilizada uma sala de uso permanente para a Coordenação, com equipamentos e arquivos. Alguns livros doados fazem parte do acervo bibliográfico, havendo ainda um aparelho de fax; vídeo e televisor e demais materiais de apoio técnico-pedagógico. a quadro de pessoal conta com secretário, um digitador, duas zeladoras e um Coordenador Geral e um vigia. Todos os cursos já ofertados eram somente em Regime Especial em convênio entre a Universidade Estadual do Piauí e as Prefeituras Municipais de Morro Cabeça no Tempo e Avelino Lopes, não havendo cursos em Regime Regular.

O estágio supervisionado acontecia em escolas municipais e estaduais, seguindo todas as determinações legais propostas por essa Instituição de Ensino Superior.  

  1   2   3


©principo.org 2016
enviar mensagem

    Página principal