1Título do Evento Participação do Setor Privado na Conservação e Uso Sustentável da Biodiversidade 2Local e Data



Baixar 79.93 Kb.
Encontro22.07.2016
Tamanho79.93 Kb.



1Título do Evento


Participação do Setor Privado na Conservação e Uso Sustentável da Biodiversidade

2Local e Data


SENAI-CIETEP – Centro Integrado dos Empresários e Trabalhadores das Indústrias do Paraná

Av. Comendador Franco, 1341

Jardim Botânico

80215-090 Curitiba, Paraná

Tel: (41) 3218-7777

23 e 24 de março de 2006

Nos dias 25 e 26 a Klabin S.A. convida para uma visita de campo ao Projeto Monte Alegre de Fitoterápicos e aos primeiros Corredores de Biodiversidade montados no Brasil.

3Objetivo


D

The Executive Secretary requested to:


A-Invite organizations involved in sustainable use initiatives to gather, compile, and disseminate case studies on best practices and lessons learned from the use of biological diversity under the thematic areas of the Convention
B - Assemble practical principles, operational guidelines and associated instruments, and guidance specific to sectors and biomes, which could assist Parties and Governments to develop ways to achieve the sustainable use of biological diversity, within the framework of the ecosystem approach
The Conference of the Parties reiterated this invitation to Parties, Governments, international organizations and other relevant organizations to submit case-studies on the sustainable use of biological diversity.
the Conference of the Parties requested the Executive Secretary to collect information and experiences on successful efforts made to implement Article 10 of the Convention and, as they are developed, success stories, best practices and lessons learned including information and experiences on how sustainable use of biodiversity can contribute to the achievement of the target and significantly reducing the rate of biodiversity loss by 2010.
emonstrar, através de experiências de sucesso, como o setor privado implementa ações, desenvolve produtos e cria mecanismos financeiros voltados para a conservação e uso sustentável da Biodiversidade, dentro da moldura da Convenção da Diversidade Biológica. O fórum de debates será a oitava Conferência das Partes (COP 8) da Convenção da Diversidade Biológica.

4justificativa


A Convenção da Diversidade Biológica possui três pilares: a conservação, o uso sustentável e a repartição justa e eqüitativa dos benefícios, com o objetivo de promover o desenvolvimento sustentável. O conceito de uso sustentável condiciona a introdução e aplicação de métodos ou processos para a utilização do recurso biológico, prevenindo seu declínio no longo prazo e mantendo seu potencial de uso para as gerações atuais e futuras.
O Artigo 10 da CDB aponta uma agenda para o uso sustentável onde, entre outros itens, temos: “encorajar a cooperação entre as autoridades governamentais e o setor privado no desenvolvimento de métodos para o uso sustentável dos recursos biológicos”.
A partir do “World Summit on Sustainable Development” (Johnnesburg, 2002), o compromisso com a sustentabilidade ficou ainda mais evidente e o desafio de envolver o setor privado se mostrou fundamental para alcançar as metas e os objetivos da CDB.

O setor privado tem respostas de sucesso a este desafio, com diversas iniciativas internacionais reconhecidas na conservação e uso sustentável da BD, seguindo as melhores práticas. Essas iniciativas reforçam o artigo 10 da CBD e demonstram o papel das empresas na sustentabilidade do recurso biológico. As empresas podem ser, portanto, atores primordiais na implementação da CDB e os caminhos utilizados, em diferentes experiências de sucesso, servem para balizar o êxito do envolvimento do setor privado e demonstrar os obstáculos e as dificuldades existentes (regulatórios, institucionais, financeiros, por exemplo), que necessitam reflexão e aprimoramento pelas instâncias oficiais que regulamentam a CDB em seus países.



4.1Como é a dinâmica da 8ª Conferência das Partes (COP) da CDB no rasil


A Conferência das Partes (COP) é o órgão supremo decisório no âmbito da Convenção sobre Diversidade Biológica ou Tratado da Biodiversidade. As reuniões da COP são realizadas a cada dois anos em sistema de rodízio entre os continentes. Trata-se de reunião de grande porte que conta com a participação de delegações oficiais dos 188 membros da Convenção sobre Diversidade Biológica (187 países e um bloco regional), observadores de países não associados, representantes dos principais organismos internacionais (incluindo os órgãos das Nações Unidas), organizações acadêmicas, organizações não-governamentais, organizações empresariais, lideranças indígenas, imprensa e demais observadores.
Cada reunião da COP dura duas semanas, com duas sessões de trabalho paralelas com tradução simultânea para as seis línguas oficiais da ONU (inglês, francês, espanhol, árabe, russo e chinês). Diariamente, são realizadas reuniões preparatórias dos grupos políticos regionais da ONU (América Latina e Caribe, África; Ásia e Pacífico; Leste Europeu e Ásia Central; e Europa Ocidental, Canadá, Japão, Austrália e Nova Zelândia; bem como do Grupo dos 77 e China; e do Grupo dos Países Megadiversos Afins).
Com a chancela oficial, são também realizados cerca de 100 eventos paralelos sobre temas e iniciativas especiais nos intervalos do almoço e do jantar. Durante as noites são organizadas reuniões de grupos de redação para os temas que exigem mais negociação. Ao longo dessas duas semanas, há todo o empenho do Secretariado da CBD em promover exposições de países e organizações internacionais e nacionais, bem como reuniões de consulta de lideranças indígenas e organizações ambientalistas e representantes de organizações sociais. Ocorrerá, portanto, um amplo Fórum Global de organizações ambientalistas e acadêmicas. Durante a segunda semana de reunião, ocorrerá o Segmento Ministerial da COP com a presença de mais de uma centena de ministros de meio ambiente de todos os continentes.

As reuniões da COP 8 e MOP 3 resultarão na aprovação de importantes decisões de grande interesse para o país e de grande repercussão internacional. Como parte da agenda da COP 8, a atração do setor privado é uma das iniciativas.



4.2Importância da realização da 8ª conferência das partes da CDB no Brasil


Esta será a primeira vez que o Brasil acolherá uma das reuniões da CDB. Foram realizadas em diferentes países 7 reuniões da Conferência das Partes (COP), 10 reuniões do Órgão Subsidiário de Aconselhamento Científico, Técnico e Tecnológico (SBSTTA), reuniões do Grupo de Trabalho Aberto sobre Acesso e Repartição de Benefícios (ABS), reuniões do Grupo de Trabalho Aberto sobre Conhecimentos Tradicionais (Artigo 8j), reuniões negociadoras do Protocolo de Biossegurança, workshops regionais do Mecanismo de Intermediação de Informações (CHM), assembléias do Mecanismo Financeiro (Fundo Mundial para o Meio Ambiente - GEF) e reuniões de Grupos de Trabalhos de Especialistas (AHTEGs) para diversos assuntos.
A realização de uma reunião da Conferência das Partes da CDB (COP 8), juntamente com uma Reunião das Partes do Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança (MOP 3), dará ao país uma excelente oportunidade para:


  • Promover maior envolvimento de representantes dos diferentes setores do governo e da sociedade civil para participar, informar-se e influenciar na tomada de decisões sobre biodiversidade no âmbito internacional;

  • Promover uma maior divulgação internacional das inúmeras e exitosas experiências brasileiras de gestão da biodiversidade, muitas delas únicas no mundo;

  • Promover maior divulgação do potencial de uso sustentável da biodiversidade brasileira, incluindo recursos florestais, recursos pesqueiros, recursos genéticos, eco turismo, dentre outros;

  • Promover o estabelecimento de parcerias internacionais adicionais em prol da biodiversidade brasileira;

  • Destacar a importância política da biodiversidade no país e na América do Sul em geral; e

  • Dar maior peso aos interesses nacionais brasileiros nas negociações internacionais sobre biodiversidade.

As reuniões da COP 8 e MOP 3 resultarão na aprovação de importantes decisões, resultantes de intensos processos preparatórios e de negociação, incluindo:




  • Reuniões negociadoras do Grupo de Trabalho Aberto sobre Acesso e Repartição de Benefícios (ABS), uma na Tailândia e outra na Espanha;

  • Reuniões do Grupo de Trabalho Aberto sobre Conhecimentos Tradicionais (Artigo 8j), no Canadá;

  • Reuniões do Órgão Subsidiário de Aconselhamento Científico, Técnico e Tecnológico (SBSTTA, uma na Tailândia e outra no Canadá);

  • Reuniões do Grupo de Trabalho Aberto sobre Áreas Protegidas, na Itália e no Canadá;

  • Reunião do Grupo de Trabalho Aberto sobre Implementação da Convenção, no Canadá;

  • Diversas reuniões de Grupos de Trabalhos de Especialistas (AHTEGs) para diversos assuntos.





5parcerias institucionais

5.1Proponente e coordenação


Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável - FBDS

Rua Engenheiro Álvaro Niemeyer, 76.

São Conrado

22610-180 – Rio de Janeiro - RJ

Confederação Nacional das Indústrias - CNI

SBN Quadra 01 Bl. C. Edifício Roberto Simonsen

70040-903- Brasília - DF
Federação das Industrias do Estado do Paraná - FIEP

Av. Cândido d e Abreu, 200 – 6 andar

80530-902 Curitiba – PR


5.2patrocinadores


Klabin S.A.

Rua do Rocio 109 - 6º andar

Vila Olímpica

04552-000 São Paulo, SP


Banco Itaú BBA

Financiamento de Projetos

Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400 - 3º andar

Jardim Paulistano

04538132 São Paulo – SP
UNCTAD Biotrade Initiative

Palais des Nations

Genève 10

CH-1211


5.3

5.4

5.5apoio


ANBID

Associação Nacional de Bancos de Investimento

Av. Brigadeiro Faria Lima, 2179 – 2º andar

Jardim Paulistano

01451-001 São Paulo - SP
BNDES

Av. República do Chile, 100 – Centro

20031-917 - Rio de Janeiro – RJ
Biodiversity Environmental Finance Group IFC

2121 Pennsylvania Avenue. NW

Washington D.C. 20433

USA


Fundo Brasileiro para a Biodiversidade - FUNBIO

Largo do Ibam, 01/ 6º andar.


Humaitá
22271 070- Rio de Janeiro - RJ
Ministério do Meio Ambiente - MMA

Secretaria de Biodiversidade e Florestas – SBF

Esplanada dos Ministérios

UICN - Union Mondiale pour la Nature

Rue Mauverney 28

CH - 1196 Gland

Suisse

UNEP/FI/LATF

15, Chemin des Anémones

1219 Câtelaine – Genève

Switzerland

World Resources Institute - Market and Sustainable Enterprises

10 G Street, NE, Suite 800

Washington, DC 20002



6Descrição do evento


O Programa constituirá de dois dias de seminário (23 e 24 de março de 2006) e uma visita de campo (25 e 26 de março de 2006) às florestas certificadas da Klabin S.A. para conhecer os primeiros corredores de biodiversidade do país e o Projeto Monte Alegre de Fitoterápicos. Este é o primeiro projeto do mundo a receber o certificado internacional sobre manejo de plantas medicinais, tendo
completado seu ciclo em 2001, com a certificação da cadeia de custódia dos PFNM para fitoterápicos e fitocosméticos pelo FSC.

O Seminário focará:
As Melhores Práticas – Estudos de caso de alguns negócios inovadores baseados no uso sustentável da biodiversidade, apresentando exemplos de produtos com valor agregado que conquistaram posição importante nos mercados nacional e internacional.
Mecanismos Financeiros - Quais tipos de financiamento estão disponíveis para setores relacionados à biodiversidade? Quais são seus mecanismos de investimento? Quais desafios enfrentam tais fundos e programas para alavancar potenciais investimentos para negócios relacionados à biodiversidade? Além de capital de risco para a promoção de empresas ambientais, quais mecanismos financeiros estão ao alcance de empresas de uso sustentável da diversidade biológica? Quem promove tais fontes de financiamento?
Os estudos de caso apresentados são de diferentes regiões da América Latina, desenvolvidos preferencialmente por empresas familiares de pequeno e médio porte, atendendo tanto ao mercado nacional quanto ao internacional, com nítido enfoque na agregação de valor de produtos da biodiversidade regional. Essas melhores práticas já passaram pelo escrutínio de renomadas organizações internacionais (Biotrade e New Venture Capital - WRI). São produtos certificados de empresas comprometidas com o desenvolvimento sustentável.
Os mecanismos financeiros apresentados são aqueles disponíveis por bancos que operam no Brasil e em outros países, agências multilaterais e bancos de desenvolvimento, ou de fundos de investimentos, quer sejam do governo ou privados. Estes mecanismos são tradicionais, estando os mesmos disponíveis para outros negócios mais convencionais, uma vez que as finanças, os negócios privados e a biodiversidade ainda conversam de maneira truncada. Diferentemente do mercado de carbono em relação ao controle de emissão dos gases de efeito estufa, previsto na Convenção Quadro das Nações Unidas para Mudança do Clima, que ganhou popularidade e negociações complexas, a CBD carece, para o atendimento de suas metas, de mecanismos de mercado originais ou específicos e de engajamento efetivo do setor privado, através dos negócios sustentáveis, como alvo para a redução significativa da atual taxa de perda de biodiversidade.


7agenda:


PRIMEIRO DIA 23 de março de 2006




9:00-9:30

Credenciamento

Secretaria do Evento

9:30–10:00

Abertura

Guido Mantega

Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES Presidente

Rodrigo C. R. Loures

Federação das Indústrias do Estado do Paraná – FIEP Presidente

Armando Monteiro Neto

Confederação Nacional da Indústria - CNI Presidente

Catherine Cassagne

Environmental Finance Group IFC Project Officer Biodiversity

Israel Klabin

Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável – FBDS Presidente do Conselho Curador


Luiz Rós

WRI – World Resources Institute

Global Manager for Market and Enterprise



10:00–10:30

Key Notes on Biodiversity and Sustainability

Thomas E. Lovejoy

10:30–11:00

COFFEE BREAK




Módulo 1 – As melhores práticas. Esta sessão mostrará alguns negócios exitosos baseados no uso sustentável da biodiversidade, apresentando exemplos inovadores de produtos com valor agregado que conquistaram posição importante nos mercados nacional e internacional

1ª Rodada - Presidente da Mesa: Israel Klabin

11:00 – 11:30

LINAX – Brasil.

Empresa do ramo de óleos essenciais, dominando a produção do linalol de manjericão para a substituição do óleo essencial da espécie em risco de extinção, o pau-rosa – uma espécie amazônica.



Nilson B. Maia

11:30 – 12:00

Agropalma - Brasil

No Pará iniciou a instalação de uma usina de biodiesel de palma de dendê (Palmdiesel); o novo combustível vai substituir 100% do diesel convencional utilizado pela companhia. Primeiro a ser certificado com selo do Instituto Biodinâmico (IBD) para refinar óleos orgânicos



Marcello Brito


12:00 – 12:30

Comentários do Presidente da Mesa

12:30 – 14:00

ALMOÇO



2ª Rodada - Presidente da Mesa: Lucas Assunção

14:00 – 15:30

A mesa redonda, que será mediada por um jornalista, discutirá as oportunidades e os desafios da comercialização de serviços e produtos derivados de negócios correlatos ao uso sustentável da biodiversidade, através de exemplos das melhores práticas implementadas pelas pequenas e médias empresas. Algumas das questões a serem discutidas:
- Biodiversidade: o que isso significa para os pequenos negócios?

- Existe um papel para os pequenos negócios na conservação e uso sustentável ? - - Como isto pode contribuir para os objetivos da CDB?

- Usando a biodiversidade como imagem de marketing. Isso interessa ao consumidor?

- Uso sustentável lucros: mito ou realidade?

- O uso sustentável e o diferencial no gerenciamento da empresa, qual a ligação?

- Qual é o impacto positivo das empresas de bio negócios e de suas cadeias de custódia na biodiversidade?

- Quais os tipos de incentivos atrairão as companhias para a causa da conservação da biodiversidade?


Lucas Assunção
Frank Vorhies
Nicholas Cock Duke
Roberto Culloti
Alfredo Menacho
Susan Bingi
Gus Le Breton
Gustavo Urrea


















3ª Rodada - Presidente da Mesa: Rodrigo C. R. Loures

15:30 - 16:00

Projeto Monte Alegre de Fitoterápicos Uso Sustentável dos Corredores de biodiversidade

Reinoldo Poernbacher


16:00 – 16:30

Phytomédica Achè - Brasil

Aliou seu conhecimento de fármacos ao estudo de espécies vegetais e, após cinco anos de pesquisas em parceria com universidades e centros de estudos nacionais e do exterior, inaugurou as atividades da Phytomédica, uma área de negócios com foco na pesquisa, no desenvolvimento e na produção de fitomedicamentos.



Victor Siaulys


16:30 -17:00

Grupo Centroflora - Brasil

Líder sul-americano em produção e desenvolvimento de extratos vegetais padronizados, destinados às indústrias farmacêutica, cosmética e alimentícia. Hoje, o principal objetivo do Grupo é atingir a total sustentabilidade ambiental de suas matérias-primas, o que vem sendo conquistado através do estabelecimento de parcerias com pequenos produtores rurais, para o cultivo de espécies de interesse, ou através de parcerias com comunidades locais, visando o manejo sustentado de espécies nativas.



Peter M. Andersen


17:00 - 17:30

Comentários do Presidente da Mesa

ENCERRAMENTO

SEGUNDO DIA 24 de março de 2006





Horário

Atividade




8:45–9:10

Abertura


Israel Klabin

Presidente do Conselho Curador - FBDS

Maurício Mendonça

Coordenador da Unidade de Competitividade Industrial – Compi / CNI




Módulo 2 - A Convenção da Diversidade Biológica e o Marco Regulatório. Esta sessão apresentará princípios, metas e instrumentos da CDB voltados para o conhecimento dos ativos ambientais de uma área de interesse. Apesar da complexidade que envolve esse conhecimento, já existem métodos consagrados nacional e internacionalmente de avaliação e monitoramento, com indicadores. Esse módulo mostrará, a partir de exemplos concretos, a função dos instrumentos no cumprimento dos princípios e metas da CDB.

1ª Rodada - Presidente da Mesa: Gonzalo Castro

9:10 – 9:30

A Convenção da Diversidade Biológica – Princípios, metas e instrumentos.

Joshua Bishop


9:30 – 9:50

Obstáculos à implementação: científicos, tecnológicos, financeiros, legais, metodológicos, programáticos.

Thereza Wolff

9:50 - 10:10

A CDB – Novos Passos no Brasil

Bráulio Dias

10:10 – 10:30

Comentários do Presidente da Mesa

10:30 – 10:50

COFFE BREAK



Módulo 3 - Mecanismos Financeiros. Quais tipos de financiamento estão disponíveis para setores relacionados à biodiversidade? Quais são seus mecanismos de investimento? Quais desafios enfrentam tais fundos em financiar potenciais investimentos dentre os negócios relacionados à biodiversidade? Além de capital de risco para a promoção de empresas ambientais, quais mecanismos financeiros estão ao alcance de empresas da biodiversidade? Quem promove tais fontes de financiamento?

1 ª Rodada - Presidente da Mesa: Maria Silvia Bastos Marques

10:50 – 11:10

A experiência da UNEP FI no financiamento da Biodiversidade - LATF

Julien Haarman

11:10 – 11:30

Crédito e financiamento - O BNDES e o apoio a negócios verdes (operações diretas, indiretas, fundo de tecnologia e Fundo Social).

Eduardo Bandeira de Mello

11:30 – 11:50

Política e Programas de Venture Capital do Stractus Banco de Negócios

Álvaro Gonçalves ou

Philippe Lisbona



11:50 -12:10

Comentários do Presidente da Mesa

12:10 – 13:30

Almoço




Módulo 4 - A experiência dos Bancos Múltiplos em investimentos sócio-ambientais

1ª Rodada - Presidente da Mesa: Henri Philippe Reichstul

13:30 – 13:50

Política e Programas do ITAUBBA

Maria Estela F. de Campos

13:50 – 14:10

Política e Programas do HSBC

Yossef José Nasser

14:10 – 14:30

Políticas e Programas Rabobank Internacional

Hessel Abbink Spaink


14:30 – 14:50

Atração do Setor Privado na implementação da CDB – estruturação de funding - IFC

Catherine Cassagne


14:50 – 15:10

Comentários do Presidente da Mesa


15:10 – 15:30

Coffee Break










Módulo 5 - Ampliando as Oportunidades em Negócios de Biodiversidade – Ganhando Escala (Fundos, Cooperativas, Incubadoras).

1ª Rodada - Presidente da Mesa: Luiz Maia

15:30 – 15:50

Iniciativa do New Ventures- WRI

Luiz Ros

15:50–16:10

Fundação BIOMINAS - Brasil

A Fundação BIOMINAS é uma instituição privada, sem fins lucrativos. Com objetivo de auxiliar na construção de bionegócios de sucesso, está Organizada em três áreas: Unidade de Geração de Novos Negócios (GNN). Unidade de Desenvolvimento de Negócios. Unidade de Desenvolvimento Setorial



Eduardo E. Soares

16:10 – 16:30


Capital de Risco em Biotecnologia no Brasil – Ass. Brasileira de Biotecnologia e FIR Capital

Guilherme Emrich









16:30 – 16:50


Transversalidade – Biodiversidade e o Setor Privado

Pedro Leitão

16:50 – 17:10

Uma Nova Plataforma de Venture Capital em Projetos de Biodiversidade

Ralph Wehrle ou Paulo Belloti










17:10 -17:30

Comentários do Presidente da Mesa

17:30 -17:50

Final Key Notes Gustavo Fonseca (CI)






Dias 25 e 26 – visita de campo às instalações da Klabin S.A. para conhecer o Projeto Monte Alegre de fitoterápicos certificado pelo FSC e o primeiro corredor de biodiversidade em empresas de papel e celulose. Participantes em potencial, favor enviar um e-mail para confirmar presença, no seguinte e-mail: hebe@fbds.org.br




Participação do Setor Privado na Conservação e Uso Sustentável da Biodiversidade de



©principo.org 2016
enviar mensagem

    Página principal