20. Síntese dos Princípios Racionalistas Cristãos



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20. Síntese dos Princípios Racionalistas Cristãos

Todo o Universo é regido por leis comuns e naturais. Tais leis, das quais deriva o conhecido axioma “conforme o ser pensar, assim será”, são imutáveis, e dentre elas faz-se especial menção à que regula a ação do pensamento.

Uma vez reconhecida essa verdade, isto é, a importância do pensamento como poderosa força de atração tanto do bem quanto do mal, deve a criatura, em seu benefício e no daqueles com quem convive, nortear a sua vida de modo a pôr em prática os conhecimentos adquiridos.

Para isso precisa adotar, como regras normativas de conduta, os princípios racionalistas cristãos que melhor se ajustem às ocasiões, para obter êxito em seus empreendimentos e ter boa assistência espiritual.

Alguns, dos mais importantes, podem ser assim resumidos:
1) fortalecer a vontade para a prática do bem;

2) cultivar pensamentos elevados em favor do semelhante;

3) estender o seu auxílio a quem dele necessitar, quando os meios e a oportunidade o permitirem, mas não contribuir para sustentar a ociosidade e os vícios de quem quer que seja;

4) manter o equilíbrio das emoções na análise dos fatos, para não afetar a serenidade necessária;

5) conduzir-se respeitosamente na linguagem e nas atitudes;

6) ter consideração pelo ponto de vista alheio, principalmente quando manifestado com sinceridade;

7) eliminar do hábito comum a discussão acalorada;

8) não desejar para os outros o que não quer para si;

9) combater a maledicência;

10) não se ligar pelo pensamento a pessoas maldosas, perturbadas e inconvenientes;

11) exercer o poder da vontade contra a irritação;

12) adotar, como norma disciplinar, o hábito sadio de somente tomar decisões que se inspirem no firme propósito de fazer justiça, agindo, para isso, com ponderação, serenidade e valor;

13) repelir os maus pensamentos;

14) usar de comedimento no falar, vestir, trabalhar, dormir, alimentar e recrear;

15) não se descuidar com a polidez e a pontualidade, por serem estas reflexos da boa educação;

16) impor às exigências da vida disciplina mental e física;

17) esquecer-se de quem tenha praticado ofensas, traições e ingratidões;

18) desviar do seu convívio social aqueles que não possuam envergadura moral;

19) reduzir ao tempo mínimo possível o contato que interesses materiais o obriguem a manter com pessoas inidôneas, esquecendo-as em seguida;

20) cultivar permanentemente o bom humor, por meio do qual as células orgânicas recebem influências salutares;

21) promover, por todos os meios, inclusive os espirituais, a longevidade, atenta a criatura ao princípio de que a saúde do corpo depende do bom estado da alma;

22) dedicar-se integralmente à segurança e à estabilidade do lar;

23) conservar em plena forma a higiene mental e física; e

24) apurar ao máximo o sentimento fraternal da amizade para com as pessoas de bem, com a finalidade de intensificar a corrente harmônica afim do Planeta, em benefício comum.


Como duas são as correntes que envolvem o Planeta – uma do bem e outra do mal – o ser humano terá que vibrar em harmonia com uma ou outra, não podendo ficar neutro. É lógico e sensato que se muna dos preciosos requisitos que o mantenham ligado à corrente do bem.


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