7110 a voz da profecia deus sabe o que é melhor neumoel Stina



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Encontro05.08.2016
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DEUS SABE O QUE É MELHOR

Neumoel Stina

Você alguma vez na vida, sentiu que Deus não escutou a sua oração, ou ainda, achou que Deus não deu importância à dor que você sentia?

 

Cedo ou tarde na vida, todos passamos por alguma provação, todos passamos por momentos dolorosos: talvez um revés nos negócios, ou uma injustiça no emprego, ou o fracasso de todo um grande plano da vida, talvez uma doença na família ou em nós mesmos, ou ainda a perda de um ente querido.



 

Nessas horas de dificuldade, tudo fica escuro. Clamamos a Deus e Ele aparentemente não ouve. Pedimos, suplicamos e nada recebemos. O nosso espírito fica angustiado. Que fazer então? Duvidar de Deus e rebelar-se contra Ele?

 

Na palestra de hoje que tem como título: DEUS SABE O QUE É MELHOR, você vai descobrir o que Deus realmente quer para os Seus filhos.



 

Devemos lembrar, na provação, que Deus sabe melhor do que nós o que nos traz o bem. Devemos lembrar que Ele é o nosso Pai celeste, que “não aflige nem entristece de bom grado os filhos dos homens. . .” “. . .ainda que entristeça a alguém, usará de compaixão segundo a grandeza das suas misericórdias.” Lamentações 3: 33 e 32.

 

Devemos nos lembrar, que “todas as coisas (as dolorosas também) contribuem para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o Seu propósito”. Romanos 8:28.



 

A Palavra de Deus nos diz: “Confiai no Senhor perpetuamente, porque o Senhor Deus é uma rocha eterna.” Isaías 26: 4. No momento certo e do modo como Lhe parece melhor, Deus tornará claro que mesmo na dor Ele trabalha pelo nosso bem.

 

Deus conhece o futuro e nos conduz no presente de modo a nos preparar para o futuro. Assim agiu Ele com o jovem José, um dos doze filhos de Jacó. José era temente a Deus, mas por ser alvo do favoritismo paterno, seus irmãos o aborreciam.



 

Um dia em que se encontravam no campo e José os visitou, eles o venderam a mercadores que o levaram para o Egito. Que brutal realidade não deve ter sido para José, um rapaz com menos de vinte anos, ser arrancado da casa paterna e levado para um país estrangeiro!

 

Que angústia ele deve ter sentido quando já como escravo e a caminho do Egito avistou à distância as colinas entre as quais se achavam as tendas de seu pai! Ele foi vendido no Egito para o capitão da guarda real. José continuou a ser fiel a Deus e conquistou a confiança do seu senhor. Mas, um novo golpe da adversidade lhe estava reservado.



 

Porque ele resolveu permanecer puro, aos princípios celestes, ele foi lançado na prisão por mais de dois anos. Então, por uma série de estranhas circunstâncias, foi elevado da prisão para a posição de governador do Egito.

 

Mais que isto, como vice-rei da mais poderosa nação do seu tempo, José foi instrumento, nas mãos de Deus, para preservar em vida, nos anos de fome que se seguiram, não só os egípcios e povos vizinhos, mas também a família destinada a ser o escolhido povo de Senhor.



 

Quando mais tarde seus irmãos desceram ao Egito para comprar mantimento e ao tratarem com ele subitamente ficaram sabendo que o poderoso governante do país era o seu irmão, José, que os acalmou com as seguinte palavras: “Agora, pois, não vos entristeçais, nem vos irriteis contra vós mesmos por me haverdes vendido para aqui;. . . Foi para conservar vossa sucessão na terra, e para nos preservar a vida por um grande livramento. Assim não fostes vos que me enviastes para cá, e, sim, Deus, que me pôs. . .como governador em toda a terra do Egito.” Gênesis 45: 5, 7, 8.

 

Desde o seu primeiro infortúnio - o de ter sido tirado da casa de seu pai - passaram-se quase quinze anos até que os desígnios de Deus lhe ficasse claros. Então ele pode ver, que por ásperos caminhos, Deus o conduzira para um grandioso fim.



 

Mas, mesmo enquanto não pode ver aonde Deus o levava, José não desanimou, não murmurou. Ele não se tornou negligente no cumprimento do dever. Acima de tudo, não perdeu a confiança no Deus de seus pais.

 

A vida de José constitui uma demonstração de que “Deus nunca dirige Seus filhos de maneira diversa daquela por que eles próprios haveriam de preferir ser guiados, se pudessem ver o fim desde o princípio.” O Desejado de Todas as Nações, 163.



 

Pelo fato de que Deus sabe melhor o que é bom para nós, não devemos impor-Lhe a nossa própria vontade.

 

Quando um ente querido está mortalmente enfermo, que atitude devemos tomar? Impor a Deus a sua cura? Lógico que não. A Bíblia nos diz: “Não sabemos orar como convém.” Romanos 8:26.



 

Devemos orar fervorosamente, pedindo a cura, mas, deixar a decisão com Deus, cujo amor para com a pessoa enferma é maior do que o nosso próprio. O Salvador Jesus Cristo deu a vida por ela.

 

Deus conhece o fim desde o princípio. Está familiarizado com o coração de todos os homens. Lê todos os segredos da alma. Sabe se aqueles por quem oramos resistiriam ou não às provações que lhes sobreviriam, se vivessem. Sabe se sua vida seria uma bênção ou uma maldição para eles próprios e para o mundo.



 

Eis uma razão porquê, enquanto fazemos com fervor nossas petições, devemos dizer: “Todavia não se faça a minha vontade, mas a Tua.” Lucas 22:42.

 

Por que Deus permite as aflições, perseguição por causa da fé, doença, perda dos entes queridos, e outros sofrimentos mais? Ele as permite para nos levar a ver e deixar o pecado, para que abramos mão da vaidade, para que sintamos nossa dependência dEle, para que o vejamos em nossa vida, como nosso grandíssimo Tesouro. “A fornalha da aflição é o instrumento de Deus para aperfeiçoar Seus filhos.”



 

Jesus era perfeito em Seus caminhos. Mesmo sendo perfeito Ele também suportou aflições. Ele passou por provações a fim de tornar-Se o perfeito ajudador do homem.

 

A submissão de Jesus à vontade do pai - do Deus que sabe o que é melhor - a Sua fortaleza em face da adversidade, são apontadas como exemplo nosso.



 

A Bíblia nos diz: “Considerai atentamente, aquele que suportou tamanha oposição dos pecadores contra si mesmo, para que não fatigueis, desmaiando em vossas almas. Ora, na vossa luta contra o pecado, ainda não tendes resistido até o sangue, e estais esquecidos da exortação que, como a filhos, argumentava convosco: Filho meu, não desprezes a correção que vem do Senhor, nem desmaies quando por ele és reprovado; porque o Senhor corrige a quem ama, e açoita a todo filho a quem recebe.” Hebreus 12: 3 a 6.



 

Que possamos abrir nosso coração e aceitar a vontade de Deus para nossa vida, porque Deus sabe o que é melhor para nós.






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Pr. Marcelo Augusto de Carvalho


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