7505 c onferências públicas o horóscopo e as profecias daniel Belvedere



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7505
C ONFERÊNCIAS PÚBLICAS


O HORÓSCOPO E AS PROFECIAS

Daniel Belvedere

INTRODUÇÃO


1. Há milhões de pessoas que por nada deste mundo tomariam uma decisão importante sem consultar antes as estrelas.

  1. Buscam direção nos horóscopos sobre o rumo que devem seguir em assuntos tão delicados e importantes como a profissão, o matrimônio e os negócios.

  2. Dizem que no exato momento em que nasce uma pessoa, forma-se no céu um mapa concernente à mesma, e que o segreda do êxito consistiria em descobrir esse plano e segui-lo. Crê em que o caráter e a destino de uma pessoa ficam determinados pela posição das astros no momento de seu nascimento.

2. Os homens de negócios deram-se conta desse interesse.

  1. O comércio oferece todo tipo de artigos com os signos do Zodíaco: guardanapos de papel, cortinas, lenços, talco, prendedores, etc., etc., e outras mil coisas que ostentam touros, escorpiões, peixes, leões, capricórnios e demais signos.

3. Por outro lado, para muitos, a astrologia é um bom negócio ao escrever sobre os signos.

  1. O mais conhecido dos astrólogos norte-americanos é Carrol Righter, que ganha um dinheirão. Este decano da astrologia escreve uma coluna diária para 306 jornais. É lido por 30 milhões de pessoas e considera-se que sua renda ou entradas anuais não baixam dos 300 mil dólares (Visión, 17-06-72).

  2. Talvez por isso (ou talvez não) 1.200 dos 1.750 jornais dos EE.UU. publicam horóscopos.

  3. Dizem que nesse pais há 10.000 astrólogos, tempo completo, e 175.000 mais que o fazem em momentos livres.

4. A cada momento fica-se sabendo de coisas bem curiosas, tal como ocorreu em Glendale, Califórnia, onde se publicou um livrinho preparado por um cabeleireiro, intitulado "o horóscopo astrológico de seu cachorro".

5. É curioso falar sobre o que pensam em outras latitudes, mas não esqueçamos que também em nossa terra se crê muito em astrologia.

6. Sem dúvida será bom que, antes de seguir desenvolvendo a conferência, explique-lhes qual será o delineamento da mesma:


  1. Em primeiro lugar, falarei um pouco acerca da astrologia: sua história, os fundamentos que se invocam.

  2. Depois veremos até que ponto um crente em Deus, pode aceitar ou não a vigência dos horóscopos.

  3. Assinalarei também uma fonte, muito digna de confiança, de profecias que nos permite entrar no futuro.

I. FAÇAMOS UM ESTUDO IMPARCIAL DA ASTROLOGIA


1. Comecemos com a sua história:

  1. Teria surgido na Babilônia.

  2. Chegou ao ocidente pelo Egito, Grécia e Roma.

  3. Em Roma dos Césares, o mundo mediterrâneo foi conquistado pela astrologia.

  4. Durante a Idade Média, devido à proibição da igreja, ficou, poderíamos dizer, estacionada.

  5. No século XVI, aquele amigo e conselheiro de Catarina de Médicis chamado Michel de Notre Dame (Nostra Damus) (1503-1566) voltou a sacudir a imaginação com suas predições.

  6. Durante a era da razão ou do Iluminismo, sua falta de base científica demonstrável voltou a escurecê-la.

  7. Estranho é o seu ressurgimento nesta época de tanto adiantamento científico e tecnológico.

2. Quando uma pessoa analisa o tema, não se pode desfazer de algumas inquietudes:

  1. Além do cortante manifesto assinado por 186 cientistas norte-americanos, entre os quais figuram 18 galardoados com o Prêmio Nobel, negando a astrologia toda base ou fundamento científico (Sete Dias Ilustrados, 31/l0/ 1975), alguém pode pensar no que publicou a revista Eternity.

  2. (1) Por que diferentes astrólogos dão interpretações diversas a um mesmo quadro astrológico?

  1. Por que os gêmeos idênticos, nascidos na mesma hora e sob o mesmo signo do Zodíaco, freqüentemente se tornam tão diferentes em sua personalidade e têm marcas opostas de caráter?

  2. Por que as predições astrológicas não encontram apoia nos estudos estatísticos?

  • Segundo a astrologia, as pessoas que nascem sob determinados signos estão mais inclinadas para escolher certas profissões. Por exemplo, as crianças nascidas em Libra deveriam ter mais inclinação artística que as outras.

  • Contudo, um estudo realizado com 2.000 pintores famosos e músicos destacados demonstrou que tal não era o caso. (Eternity, outubro, 1970).

3. Creio que há um obstáculo maior mesmo para os que crêem na astrologia: o Zodíaco se divide em doze "casas" ou seções. A cada uma destas "casas" corresponde um signo diferente:

  1. Áries

  2. Touro

  3. Gêmeos

  4. Câncer

  5. Leão

  6. Virgem

  7. Libra

  8. Escorpião

  9. Sagitário

  10. Capricórnio

  11. Aquário

  12. Peixes

"O que se torna ridículo em todo este assunto é que a astrologia não se desenvolveu ao mesmo passo que a astronomia. Desde 150 A.C, quando se criou o atual sistema astrológico, o Zodíaco se moveu em uma "casa" completa, e este fato por si só inutiliza e destrói esta pseudo-ciência. Isto significa que todos os que crêem que nasceram sob o signo de Escorpião, realmente nasceram sob Sagitário. Portanto, a astrologia moderna não tem nada que ver com os planetas ou as estrelas reais, mas tão-somente com os astros fictícios." (Eternity, out. 70, citado por S. I. Collins, que apresenta o articulista como autoridade na matéria, em La Personalidad Triunfadora del Joven Moderno, p. 12.

4. Talvez a esta altura você esteja fazendo a mesma pergunta que estou fazendo a mim mesmo: Por que, então, as pessoas crêem nos signos astrológicos? Achei muito interessante a opinião publicada pelo Dr. Humberto Raúl Treiyer, a qual podemos resumir assim:



  1. As pessoas preferem pensar que a culpa não está nelas, mas nas estrelas.

  • A astrologia proporciona uma fácil escapatória pessoal.

  • A pessoa não seria culpada do que faz.

  • Tudo estaria determinado pelos astros.

  • A responsabilidade das ações individuais seria, então, extrapessoal, extra-humana e até extraterrestre.

  • Encontra sulco a velha tendência para as desculpas que como humanos temos e que tão patéticas se mostram em Adão e Eva.

  1. O fracasso das religiões tradicionais que tem trazido grandes incertezas sobre a humanidade.

  1. O desejo de penetrar no futuro incerto.

  • A astrologia promete revelá-lo.

  • Promete a companhia das estrelas.

  1. "Certas pessoas crêem que por haver consultado acerca de seu futuro, já fizeram o quanto era necessário em favor de seu porvir. Custa muito menos trabalho dirigir-se a um astrólogo do que construir a sua própria sorte."

II. PODE UM CRENTE EM DEUS CRER NOS SIGNOS ASTROLÓGICOS?


Para responder esta pergunta devemos saber em que se baseia a astrologia; por que os antigos criam nela.

1. Os antigos, ao dar seus nomes aos planetas, criam que cada planeta tinha um deus diferente que influía sobre o planeta para que, por sua vez, este tivesse influência sobre as pessoas.



  1. Por isso criam na influência dos astros sobre as pessoas.

  2. Sem a mitologia, a astrologia carecia de sentido.

  3. Eles eram politeístas. Criam em muitos deuses.

2. Pode um cristão crer nisto e continuar sendo cristão? Em quantos deuses cremos?

  1. Nós os cristãos, pelo menos, não somos politeístas (não cremos em muitos deuses).

  2. Os hebreus, muçulmanos e outros, igualmente aos cristãos, crêem que há um só Deus verdadeiro.

3. Sendo que cremos em um só Deus verdadeiro, Criador do Universo, não aceitamos a idéia de que haja um deus diferente em cada planeta.

  1. Cremos que os planetas não pensam nem têm um deus em particular.

  2. Portanto não há nenhuma influência fora da relação da força da gravidade, que tenha a ver com o destino de uma pessoa.

  3. A ausência desses deuses em cada planeta reduz a teoria da relação de influências astrais a uma simples fábula.

4. O profeta bíblico Daniel viveu no próprio berço da astrologia: na Babilônia. Que nos diz a respeito?

  1. Ele sabia muito de astrologia, pois seus companheiros de palácio eram os maiores astrólogos do afundo.

  2. Também conheceu o futuro, mas ele nos disse como obteve sua informação acerca do amanhã:

Daniel 2:19-23, 27, 28

  1. E a seguir revelou 2.500 anos de história que vão desde seus dias até os nossos. E não são predições ambíguas, como as que geralmente aparecem nos horóscopos, que não importa o que acontece, como se se cumprissem. As da Santa Bíblia são bem claras e exatas.

5. Qual é a opinião de Deus?

a) Segundo Deus, há consultas que estão demais.



Deuteronômio 18:9, 10-14; Isaías 47:13-14.

b) Mas ele tem interesse de introduzir-nos no futuro Amós 3:7.


III. AS PROFECIAS LEGÍTMAS
1. Desde a antigüidade é aconselhado ao crente em Deus a buscar seu futuro no Senhor. Isaías 8:19

2. S. Pedro nos diz onde encontrar essa orientação por parte de Deus. 2 S. Pedro 1:19-21.



  1. Essa palavra profética é a Sagrada Bíblia.

  2. Diz S. Pedro que faremos bem em estar atentos a ela.

  3. A razão é muito simples: Deus a inspirou; é Sua revelação para nós.

3. Creio que é digna de confiança.

  1. Tem umas 2.300 profecias.

  2. Até onde pude investigar, nenhuma delas falhou.

  3. Muitas delas estão em pleno cumprimento em nossos dias.

  4. Outras ainda se projetam para o futuro.

4. Não lhes parece que em vez de colocar nossa confiança nos astros mortos e inconscientes, deveríamos colocar nossa fé no Criador dos astros?

5. Por isso é que me animo a sugerir crer na Santa Bíblia de Deus que penetra no futuro.



  1. Com o mesmo entusiasmo e interesse, que lê em cada dia a página dos horóscopos, leiam a santa Bíblia.

6. Gostariam que em alguma destas noites analisássemos algumas destas interessantes profecias da Bíblia? Não percam o tema do sábado sobre As oito palavras que mudaram a história do mundo.


CONCLUSÃO:
Como conclusão, poderíamos dizer:

  1. Evidentemente a astrologia está muito generalizada em nossos dias.

  2. Respeitem as opiniões alheias. Porém, sendo que

  1. se baseiam em postulados politeístas pagãos;

  2. não têm base científica que se passa demonstrar;

  3. não têm aceitação no pensamento monoteísta cristão;

  4. e Deus não as aprova,

parece-me que faríamos bem em definir nossa posição diante dos horóscopos.

  1. Animo-me a dizer algo mais: Seria bom considerar o que S. Pedro diz em: 2 S. Pedro 1:19-21.

  2. Deus promete uma bênção para aquele que presta atenção às profecias de Apocalipse 1:3.






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Pr. Marcelo Augusto de Carvalho


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