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C ONFERÊNCIAS PÚBLICAS



Por Que Tantas Religiões?



Um dia por um bosque primitivo,

Uma novilha seguia para casa como devem fazer as boas novilhas

Mas abriu um caminho todo tortuoso,

Uma trilha irregular como fazem todas as novilhas.
No outro dia o trilho foi seguido

Por um cão vadio que por ali passava.

E então uma sábia ovelha-guia

Seguiu o trilho pelo vale e despenhadeiro,

E também levou o rebanho atrás de si,

Como sempre fazem as boas ovelhas-guias.
E desde aquele dia pelo monte e pela clareira,

Através dos velhos bosques um caminho foi feito.

E muitos homens entravam e saíam,

E seguiam furtivamente e retornavam,

E proferiam palavras de justa indignação,

Pois era um caminho um tanto sinuoso.
Mas ainda eles seguiam, não sorria,

As primeiras migrações da novilha.

E através desse tortuoso caminho palmilhado

Porque ele tremia quando caminhava

O trilho da floresta tornou-se uma azinhaga

Que dobrava e tornava e retornava,

Essa tortuosa azinhaga veio a ser uma estrada

Onde muitos pobres cavalos com sua carga,

Avançavam lentamente sob o sol causticante

E viajavam três milhas em uma.
E assim por um século e meio,

Eles seguiram as pegadas da novilha.

Cada dia cem mil audazes

Seguiam a ziguezagueante novilha,

E por essa jornada tortuosa

Circulou o tráfico de um continente.

E assim mil homens foram conduzidos

Por uma novilha morta há quase três séculos

Eles ainda seguiam seu caminho sinuoso

E perdiam cem anos num dia,

Pois tal reverência é emprestada

Para bem estabelecido precedente.
Por Sam Walter Foss

O poema de Sam Walter Foss está repleto de verdade para os nossos dias. Em nenhuma outra época da História tantos têm sido levados a seguir as “pegadas da novilha” como no final do século XX. As pessoas acompanham cegamente as multidões, mesmo em opiniões religiosas, e o Cristianismo não está isento desta enfermidade.
As novas idéias sempre têm sido uma ameaça às multidões. A idéia de ser diferente está carregada de terror!
O astrônomo Galileu passou doze anos na prisão simplesmente porque afirmou que poderia haver outros planetas no Universo além do nosso mundo. Pelo mesmo motivo Giordano Bruno foi queimado na fogueira no ano de 1660. No século XVI o Concílio de Danzig mandou enforcar um homem. Qual o motivo? Porque ele inventou uma máquina de tecelagem – e eles alegaram que isto resultaria em muito desemprego.
Quando Morse resolveu construir sua primeira linha telegráfica, o governo americano afirmou que seria melhor construir uma ferrovia para a lua. Arkwright construiu uma tecelagem, mas a idéia era tão nova que o povo a queimou até os fundamentos. Quando Edison começou a aperfeiçoar a lâmpada incandescente, o povo afirmou que isto interferiria no plano de Deus – que a noite deveria ser escura.
Nenhum de nós está completamente livre de preconceito. Todos nós seguimos as pegadas da novilha. Nós as seguimos em nossa maneira de vestir. Por que uso uma gravata? A maioria concorda que as gravatas não são confortáveis. É como ter uma corda em volta do pescoço. Jamais encontrei qualquer utilidade prática para uma gravata. Contudo, as uso, porque outros pastores as usam, e não quero ser diferente.
Não são apenas os homens que têm idéias nada práticas com relação ao vestuário. Por que as mulheres usam sapatos de salto alto? São eles confortáveis? São tão confortáveis que a maioria das mulheres que os usam não vêem a hora de chegar em casa para trocar esses sapatos “tão confortáveis” por uns chinelos “menos confortáveis”. O desconforto do sapato de salto alto é suportado voluntariamente para estar “na moda”.
Outra maneira de seguirmos as pegadas da novilha é em nosso modo de conversar. Voltando para a América do Norte, depois de onze anos no Brasil, parecia que a língua inglesa havia passado por tão drástica transformação, que, às vezes, não compreendíamos o que as pessoas estavam falando.
Você pode seguir as pegadas da novilha até em seus hábitos alimentares. Na América do Sul aprendemos a comer alimentos exóticos dos quais nunca tínhamos ouvido falar. A princípio tive medo de experimentá-los. Tinha certeza de que não iria apreciá-los. Meus amigos gostavam de palmito. Para mim, eles estavam comendo caule de árvores, e lhes afirmei que na América do Norte não comíamos madeira. Todos os demais pareciam apreciar o palmito, tanto que, quando ninguém estava olhando, resolvi prová-lo. Era delicioso. Quando meu preconceito foi vencido, meus hábitos alimentares mudaram e logo adquiri muitos novos gostos.
Se seguimos as pegadas da novilha em nossa maneira de vestir, conversar e comer, não poderia ser que as estivéssemos seguindo em nossa maneira de adorar a Deus?
Alguém me informou acerca de um homem que se recusava a entrar em minha reunião, mas passava o tempo todo na entrada da frente do auditório. Tendo alguém lhe perguntado: “Sobre o que aquele homem lá dentro está falando?” sua resposta foi: “Não sei, mas eu sou contra isto.” Tantas pessoas têm implicância com coisas sobre as quais não estão informadas! É muito fácil não gostar de uma religião da qual você nada sabe. É muito comum formar opiniões sem conhecer os fatos.
Jesus falou sobre as pegadas da novilha. É claro que Ele não as chamou por este nome, mas era realmente sobre isto que Ele estava falando. Leiamos sobre elas:
E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens. ... E disse-lhes ainda: Jeitosamente rejeitais o preceito de Deus para guardardes a vossa tradição.” (Marcos 7:7, 9)
O que é tradição? Tradição é seguir, de longa data, os costumes da multidão. A tradição é uma pegada da novilha. A Bíblia nos fala muito sobre tradição. Eis o que S. Pedro nos diz sobre ela:
Sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram.” (I Pedro 1:18)
A tradição é mencionada várias vezes na Bíblia, mas nunca aparece em boa companhia. Jamais é louvada, nem deve ser procurada, mas sempre condenada. Diz Paulo:
Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo.” (Colossenses 2:8)
Note como se inicia este verso! Tenha cuidado! Perigo! É assim que a Bíblia considera a tradição. Diz Paulo em sua autobiografia:
E, na minha nação, quanto ao judaísmo, avantajava-me a muitos da minha idade, sendo extremamente zeloso das tradições de meus pais.” (Gálatas 1:14)
Paulo seguia a religião de seus pais. Com muita freqüência as pessoas me dizem: “Meu pai e meu avô pertenceram a uma certa igreja, e de maneira nenhum eu vou ser diferente.” Não há nada de errado em seguir a religião de seus pais, a menos que este seja o único motivo por que você está seguindo tal religião. Um dia Paulo descobriu que estava no caminho errado, e deu meia volta. Ele não era semelhante ao rato que é apanhado na ratoeira mas continua comendo o queijo.
Sabemos que nenhuma igreja, não importa quão boa seja, pode salvar alguém. “Todas as igrejas são caminhos que conduzem para o mesmo Céu” é uma idéia comumente expressa. O conceito é apelante. Se este princípio pudesse ser aplicado a um caminho literal, removeria a tensão do viajante. Não seria seguro, depois de pedir orientação a um policial, receber dele a resposta: “Não importa que caminho você siga. Tome qualquer estrada, em qualquer direção que lhe apraz, e você estará na rota mais curta para o seu destino.” Não importa quão atraente seja o pensamento, a maioria de nós procuraria outra pessoa para nos orientar, sabendo muito bem que as estradas que seguem direções opostas não levam ao mesmo destino.
“O que importa é ser sincero”, afirma outra pessoa. Também este é um belo pensamento. Gostamos muito de pessoas sinceras. Em um mundo onde há tanta ausência de sinceridade, um pouco de lhaneza é refrescante. Mas a sinceridade é suficiente?
Lembro-me de ter ouvido a história de um homem chamado Ferguson. Ele chegou em casa, vindo de uma viagem, antes do tempo em que sua esposa o esperava, e não havia pão em casa. Rapidamente ela preparou alguns biscoitos para ele. Algumas horas depois de havê-los comido, estava morto. Mas tarde descobriram que ela, em sua pressa, e por engano, havia usado um pouco de veneno nos ingredientes. Acreditava sinceramente que estava preparando bons biscoitos para seu esposo. Não queria matá-lo. Era sincera, mas estava sinceramente enganada.
Um outro incidente se refere a uma enfermeira de um hospital que aplicou três injeções. Depois das injeções três pessoas ficaram muito enfermas e morreram. Ela havia lido mal ou interpretado erroneamente a receita. Tinha sido muito sincera quando aplicou as injeções. Pensou que estava ajudando os pacientes, mas estava sinceramente errada.
Um homem mergulhou à noite em uma piscina. A água da piscina havia sido drenada e ele bateu a cabeça contra o fundo e morreu. Ele era sincero em sua crença de que havia água na piscina, mas estava sinceramente errado.
Quando morava no Brasil, um dia, viajei para uma cidade chamada Blumenau, no Estado de Santa Catarina. Presumi que estava na estrada certa, mas surgiram dúvidas em minha mente quando a viagem tomou muito mais tempo do que eu havia esperado. Então vi um ônibus vindo em minha direção, e na frente dele estava o destino: Blumenau. O ônibus se dirigia para Blumenau, e eu estava viajando na direção oposta. Obviamente um de nós estava errado. Eu poderia ter continuado o meu caminho. Não tinha havido nenhuma falta de sinceridade em minhas intenções de chegar a Blumenau. Mas eu estava sinceramente errado. Tinha dado uma volta errada, e estava indo na direção errada. Toda a minha sinceridade foi inútil.
Muitas pessoas sinceras estão seguindo a tradição, e a despeito de toda a sua sinceridade, estão na estrada errada. Diz Jesus:
Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então lhes direi explicitamente: Nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade.” (Mateus 7:21-23)
Estes versos não estão falando de ateus; estão falando acerca de cristãos. Eles professam o Seu nome. Dizem: “Senhor, Senhor” mas estão nas pegadas da novilha. Estão seguindo o caminho errado em uma rua de mão única.
A opinião religiosa comum diz: “Você interpreta a Bíblia à sua maneira, e eu interpretarei à minha maneira.” Tem realmente qualquer ser humano autoridade para interpretar o que Deus escreveu? De quem é a opinião mais válida? Poderia ser que pelo fato de estarem tantas pessoas ocupadas interpretando as Escrituras, tenhamos tantas religiões?
Depende a Bíblia da interpretação humana? Não há nada mais confiável que possamos seguir em determinar a verdade bíblica?
Durante a Reforma, foi enfatizado um princípio que tornou-se conhecido como “Sola Scriptura” (A Bíblia somente). Foi declarado que a Bíblia é o seu próprio e melhor intérprete. Esta idéia não se originou no tempo da Reforma. Remonta ao tempo dos profetas do Antigo Testamento.
O profeta Isaías fala a respeito do experiente estudo da Bíblia que resulta em verdadeiro conhecimento:
A quem pois se ensinaria o conhecimento? E a quem se daria a entender o que se ouviu? Acaso aos desmamados, e aos que foram afastados dos seios maternos? Porque é preceito sobre preceito, preceito e mais preceito; regra sobre regra, regra e mais regra: um pouco aqui, um pouco ali.” (Isaías 28: 9 e 10)
Superestruturas de conclusões são freqüentes construídas sobre uma única referência bíblica, muitas vezes completamente fora do seu contexto. Alguém afirmou adequadamente: “Um texto fora de contexto é um pretexto.”
No estudo de uma passagem escriturística é vital o cuidadoso exame do contexto. O ambiente em que a passagem foi escrita, e o verdadeiro significado que o escritor desejava transmitir devem ser determinados.
Tendo seguido estes passos, a passagem deve sempre ser iluminada por outras passagens bíblicas que tratam do mesmo assunto. Unicamente reunindo essas passagens podemos evitar a armadilha de dar interpretações humanas às mensagens escriturísticas.
Há muitos versos na Bíblia que não necessitam de interpretação, porque são perfeitamente claros. Dizem o que querem dizer e significam o que dizem. Conta-se que perguntaram uma vez a Mark Twain: “Você está preocupado com as coisas da Bíblia que você não compreende?”
Segundo a história, o humorista americano retrucou: “Estou mais preocupado acerca das coisas que eu compreendo, mas não sigo.” Muito do que é chamado de interpretação não é interpretação absolutamente, mas uma rejeição, uma contradição direta do que a Bíblia diz.
Quando eu era menino, trabalhando em uma fazenda, fui solicitado a ajudar um fazendeiro a construir uma cerca. Saímos a um campo e ele fincou uma estaca. Por aquela única estaca ou não tinha nenhuma idéia da direção que a cerca seguiria. Mas o fazendeiro pediu-me que ficasse ao lado da estaca enquanto ele se dirigia à outra extremidade do campo e fincava outra estaca. Depois disto, meu trabalho era alinhar as outras estacas que formariam a cerca. Ele punha as estacas no chão e eu dizia: “Um pouco mais à direita – um pouco mais à esquerda”, até que as estacas se alinhavam perfeitamente. Uma após outra eu observava as estacas até que tínhamos uma fileira completa delas perfeitamente alinhadas. Agora não poderia haver dúvida quanto à direção que a cerca tomaria. Com um só texto pode haver muitas opiniões e interpretações divergentes. O texto pode ser visto de uma multiplicidade de direções. Mas quando você lança mão de outro texto, e então outro, e mais textos são adicionados para iluminar um outro, é estabelecido um caminho. Logo veremos que há apenas uma direção em que o estudo pode conduzir.
Na busca da verdade a que nos temos empenhado, seguiremos o método bíblico de permitir que muitas passagens iluminem umas às outras.
Nestes dias confusos, quando há tantas vozes chamando, cada uma dizendo: “Este é o caminho, andai por ele”, como podemos saber o que é certo? Como podemos saber o que é a verdade?
Durante muitos anos os críticos da Bíblia afirmaram que nunca houve um indivíduo por nome Pôncio Pilatos. Então os arqueólogos, cavando nas ruínas da antiga cidade de Cesaréia marítima, encontraram um pedra com o nome desse homem nela gravado. Era a ombreira da porta de Pôncio Pilatos. Cada vez que visito aquele local e vejo a pedra, sinto-me impressionado com a fidedignidade das Escrituras.
Por ocasião do julgamento de Jesus, ao entrevistá-Lo, Pôncio Pilatos fez-Lhe uma pergunta muito importante. Tal indagação está registrada em João 18:38: “Perguntou-lhe Pilatos: Que é a verdade?”
Que pergunta importante! Quão auspicioso para nós que Pilatos fizesse esta pergunta! Agora podemos investigar e ouvir a resposta que Jesus lhe deu. Leiamos o restante do verso.
Perguntou-lhe Pilatos: Que é a verdade? Tendo dito isto, voltou aos judeus e lhes disse: Eu não acho nele crime algum.” (João 18:38)
Por que Pilatos não esperou por uma resposta? Perguntou ele: “Que é a verdade?” e então voltou-se para os judeus sem esperar por uma resposta de Jesus.
Isto é o que muitos hoje estão fazendo. Gostariam de conhecer a verdade, mas não estão dispostos a esperar por uma resposta. Não estão dispostos a tomar o tempo necessário para procurar a resposta à pergunta de Pilatos, “Que é a verdade?” Seguindo a tradição, estão seguindo as pegadas da novilha.
Pouco antes da crucifixão de Cristo, Pôncio Pilatos O apresentou à multidão. Parecia haver uma opinião unânime da parte da multidão quanto ao que deveria ser feito a Jesus, a despeito de qualquer coisa que pudesse ocorrer em Seu julgamento.
Saiu, pois Jesus trazendo a coroa de espinhos e o manto de púrpura. Disse-lhes Pilatos: Eis o homem! Ao verem-no os principais sacerdotes e os seus guardas gritaram: Crucifica-o! crucifica-o! Disse-lhes Pilatos: Tomai-o vós outros e crucificai-o; porque eu não acho nele crime algum.” (João 19:5 e 6)
E era a paresceve pascal, cerca da hora sexta; e disse aos judeus: Eis aqui o vosso Rei. Eles, porém, clamavam: Fora! Fora! Crucifica-o! Disse-lhes Pilatos: Hei de crucificar o vosso Rei? Responderam os principais sacerdotes: Não temos rei, senão César.” (Vs. 14 e 15)
Pode você imaginar a vibrante multidão? Em meio da algazarra do estridente grito “Fora! Fora! Crucifica-o!”, não ouvimos naquela multidão nenhuma voz dissidente. Com freqüência eu tenho indagado onde estavam os amigos de Jesus. Ele alimentara multidões junto às praias da Galiléia. Não estava ali nenhum deles para falar uma palavra em Seu favor? O que dizer dos enfermos que tinham sido curados? Daqueles com doenças terminais, cujo desespero tinha sido transformado em nova vida pelo poder curador de Jesus? O que dizer dos cegos que tinha recebido o precioso dom da vista? O que dizer dos surdos que agora podiam ouvir, dos coxos que podiam correr?
Parece que toda a multidão tinha se voltado contra Jesus. A maioria nem sempre está certa. Não é seguro seguir as multidões.
No capítulo sete de Mateus, nosso Senhor descreve duas estradas que seguem direções diferentes. Seus destinos são completamente diferentes!
Entrai pela porta estreita (larga é a porta e espaçoso o caminho que conduz para a perdição e são muitos os que entram por ela), porque estreita é a porta e apertado o caminho que conduz para a vida e são poucos os que acertam com ela.” (Mateus 7:13 e 14)
A estrada que conduz à destruição é retratada como um caminho largo e apinhado. Contém os seguidores das pegadas da novilha, dos cegos que guiam os cegos. É sempre perigoso seguir as multidões. É sempre seguro utilizar o método de Deus na busca da verdade: “Preceito sobre preceito, regra sobre regra, um pouco aqui, um pouco ali.” Não seja como Pilatos. Tome tempo para estudar a Palavra de Deus, e o Seu Santo Espírito o guiará em toda a verdade. Sua promessa é: “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.”

ESBOÇO 



PORQUE TANTAS RELIGIÕES

 

Havia um certo bezerro


que ao voltar ao seu curral

cometeu um grande erro,

Para ele natural.

  

Em vez de diretamente,



seguir do pasto à porteira,

decidiu indiferente

fazer à sua maneira.

  

Inventou um trilho novo



ao passar pela floresta.

deu mil voltas, o andarilho,

Para ele isto era festa

  

Veio atrás um cão perdido



Que foi seguindo o bezerro,

Repetindo sem sentido

Cada curva e cada erro.

  

À frente do seu rebanho



Uma ovelhinha faceira,

Sem pensar no seu tamanho

Repetiu a mesma asneira.

  

Um a um a carneirada,



Seguiu nesse mesmo passo

Que passou a ser estrada,

Para qualquer andarilho.

  

Nessa estrada em zigue-zague



Veio um dia um fazendeiro,

Queria voltar para a roça

E perdeu o dia inteiro.

  

Surgiu daí um caminho,



Com voltas e curvas mais

Que passou a ser seguido

Por homens e animais.

  

E muitos anos já faz,



Que este erro continua

Muita gente ainda faz

As voltas mil dessa rua.

 

 



 Hoje se alguém se aproxima,

Pode ver bem lá do alto,

Essa estrada que forma

Um zigue-zague de asfalto.

  

Mas ninguém corrige o erro,



E ninguém faz novos planos,

Seguem atraz de um bezerro

Já morto há duzentos anos.

  

Sam Walter Foss



Tradução: A. Anniehs

 

 



 

Galileu

Trilho de bezerro

  

Bruno



Trilho de bezerro

  

Danzig



Trilho de bezerro

  

Morse



Trilho de bezerro

  

Arkwright



Trilho de bezerro

  

Edison



Trilho de bezerro

  

Trilhos de bezerro



Vestir

Comer

Falar

 

E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens.



Negligenciando o mandamento de Deus, guardais a tradição dos homens.

Marcos 7:7 e 8

  

 



TRADIÇÃO

 

  Sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram.



I Pedro 1:18

  

Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo e não segundo Cristo;



Colossenses 2:8

  

E, na minha nação, quanto ao judaísmo, avantajava-me a muitos da minha idade, sendo extremamente zeloso das tradições de meus pais.



Gálatas 1 : 14

  

Não importa o que você crê conquanto que seja sincero!

  

Sinceramente errada

  

Sinceramente errada

  

Sinceramente errado

 

 Todas as igrejas são caminhos que levam para o mesmo destino.



  

Este é o caminho, andai nele.

  

. . . Será preceito sobre preceito, preceito e mais preceito; regra sobre regra, regra e mais regra; um pouco aqui, um pouco ali.



Isaías 28:13

 

 Cesaréia Marítima



  

Perguntou-lhe Pilatos: Que é a verdade?

João 18:38

 

  Perguntou-lhe Pilatos: Que é a verdade? Tendo dito isto, voltou aos judeus e lhes disse: Eu não acho nele crime algum.



João 18:38

 

  Saiu, pois, Jesus trazendo a coroa de espinhos e o manto de púrpura. Disse-lhes Pilatos: Eis o homem!



  

Ao verem-no, os principais sacerdotes e os seus guardas gritaram: Crucifica-o! Crucifica-o!

  Disse-lhes Pilatos: Tomai-o vós outros e crucificai-o; porque eu não acho nele crime algum.



João 19:5 e 6



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Pr. Marcelo Augusto de Carvalho


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