7cchsadgtapx02-o caracterizaçÃo da qualidade de tangerinas produzidas no município de matinhas-pb



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7CCHSADGTAPX02-O

CARACTERIZAÇÃO DA QUALIDADE DE TANGERINAS PRODUZIDAS NO MUNICÍPIO DE MATINHAS-PB

Jaqueline Medeiros da COSTA1; Solange de SOUSA3

DGTA/ CCHSA/ UFPB.

RESUMO

O Brasil se destaca como maior produtor mundial de citros, sendo a tangerina, o segundo grupo de maior importância dentre eles. Partindo deste princípio objetivou-se neste trabalho identificar o perfil social e agronômico dos citricultores de Matinhas-PB, bem como determinar a qualidade da tangerina produzida nesta cidade, por meio de análises físico-químicas e microbiológicas. Para a identificação do perfil dos citricultores foram utilizados dados de 2009 da Prefeitura Municipal de Matinhas. Para a determinação da qualidade foram utilizadas tangerinas da variedade poncã, adquiridas no comércio de Bananeiras-PB, oriundos da cidade de Matinhas. As análises físico-químicas realizadas foram pH, acidez, vitamina C, sólidos solúveis totais (°Brix), umidade e cinzas, de acordo com metodologia proposta pelo Instituto Adolfo Lutz (2005). As análises microbiológicas realizadas foram presença de Salmonella sp., coliformes a 35°C e coliformes termotolerantes, de acordo com Silva et al. (2007), como proposto pela resolução da ANVISA RDC nº 12 (BRASIL, 2001). Foram entrevistados 443 produtores, onde pode-se verificar que 74% deles são homens; a maioria (32%) possui mais de 65 anos; 57% dos produtores possuem entre 1 e 5 ha, enquanto apenas 5,0% possuem mais de 10ha. Analisando o solo verificou-se que 59,7% são argilosos; 67,6% caracterizam-se por topografia ondulada na maior parte das propriedades (32,1%) que está ocupado principalmente por plantações de laranja. Constatou-se que 35,4% utilizam esterco como adubo e apenas 0,9% utilizam irrigação na propriedade. Com relação à produção de mudas, 33,0% afirmam produzi-la na própria propriedade, enquanto 55,2% compram de viveiristas; 4,3% dos produtores produziram entre 50 e 100 milheiros de mudas em 2005; 72,9% venderam o milheiro por até R$ 30,00; 72,9% vendem a tangerina em caixa; 78,2% não possuem transporte próprio; 75,2% vendem os citros para atravessador; 14,7% comercializam no CEASA e; 96,0% da comercialização é realizada por meio de pagamento à vista. Com relação aos parâmetros físico-químicos verificou-se que o valor do pH foi de 3,7; quanto aos sólidos solúveis encontrou-se um valor de 9,8 °Brix. O valor da acidez titulável encontrado foi de 0,44%; observou-se que a tangerina poncã apresentou teor de vitamina de 54,4 mg/100 g. Com relação à umidade encontrou-se um valor de 91,0%. O percentual de cinzas encontrado foi de 0,35%. Com relação aos parâmetros microbiológicos foi detectada ausência de Salmonella em 25 g em todas as amostras e o NMP/g de coliformes a 35 °C foi < 3. Com base nos dados obtidos verificou-se a necessidade de se realizar um censo agropecuário citrícola para atualização dos dados, além disso, verificou-se que a tangerina produzida em Matinhas apresenta qualidades físico-química e microbiológica satisfatórias.



Palavras-chave: citricultura, tangerina, qualidade.
INTRODUÇÃO

Quando se fala em fruticultura mundial, o ramo da Citricultura é o que mais se destaca, o que faz dos citros as frutas mais produzidas no mundo. O cultivo de citros foi introduzido no Brasil ainda no período colonial pelos portugueses, por volta de 1940, e desde então passou a ter grande importância nos hábitos de consumo de nossa população (MOREIRA; MOREIRA, 1991; USP, 2004).

O Brasil se destaca como maior produtor mundial de citros, sendo a tangerina, o segundo grupo de maior importância dentre eles (AGRIANUAL, 2003). O cultivo de tangerinas e seus híbridos vêm crescendo significativamente.

Os maiores produtores mundiais de tangerina são China, Espanha e Japão; o Brasil ocupa o quarto lugar (CASER; AMARO, 2006).

Dados de 2009 mostram que os maiores produtores nacionais são São Paulo (415 mil toneladas), Paraná (271,84 mil toneladas) e Rio Grande do Sul (146,35 mil toneladas) (IBGE, 2011).

A Paraíba assume a posição de maior produtor de tangerina do Nordeste e o 6º no ranking nacional (IBGE, 2011 apud SILVA, 2011), destacando-se o Município de Matinhas-PB como principal pólo produtor (LOPES et al., 2006), responsável por 90% da produção do Estado.

A produção de tangerina se destina quase que exclusivamente ao consumo in natura. Sendo uma pequena parte destinada às indústrias de produtos alimentícios e de suco, sendo esta última a maior consumidora, principalmente no início da safra de laranja, com o objetivo de melhorar a coloração do suco (AMARO; CASER 2003).

Quando se consideram as variedades comerciais, que produzem frutos de maturação precoce à meia-estação tem-se a tangerina ‘Ponkan’, originária da Ásia (HODGSON, 1967), sendo uma das variedades mais cultivadas no mundo, sendo comum na China, Japão, Filipinas e Índia. É também a mais conhecida no Brasil (SAUNT, 1990), representando, em 2001, 60% dos plantios dentro do grupo das tangerinas (POMPEU JÚNIOR, 2001).

Assim a ‘Poncã’ é uma das tangerinas mais populares e apreciadas pelos brasileiros para consumo in natura, bem como pelos asiáticos. Assim sendo, as exportações para esses países vêm apresentando um leve acréscimo (PIO, 2001).

Essa aceitação por parte dos consumidores se deve a vários aspectos, tais como a coloração acentuada, o sabor doce, o fácil descascamento e o tamanho do fruto que é mais expressivo que o das demais encontradas no mercado (FIGUEIREDO, 1991).

As características de qualidade dos frutos cítricos são de extrema importância para uma boa comercialização, seja para o consumo in natura ou para o processamento industrial (SANTANA, 2009).

O ácido ascórbico é um dos mais importantes ácidos orgânicos presentes nas frutas e vegetais, agindo diretamente no valor nutricional destes alimentos (ELEZ-MARTÍNEZ;MARTÍN-BELLOSO, 2007).

Partindo deste princípio, objetivou-se neste trabalho identificar o perfil social e agronômico dos citricultores de Matinhas-PB, bem como determinar a qualidade da tangerina produzida nesta cidade, por meio de análises físico-químicas e microbiológicas.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

Para a identificação do perfil dos citricultores foram utilizados dados de 2009 da Prefeitura Municipal de Matinhas. Para a determinação da qualidade foram utilizadas tangerinas da variedade poncã, adquiridas no comércio de Bananeiras-PB, oriundos da cidade de Matinhas-PB. Após descascar os frutos foi realizada a maceração para análise da polpa. As análises físico-químicas realizadas foram pH, acidez, vitamina C, açúcares, sólidos solúveis totais (°Brix), umidade e cinzas, de acordo com metodologia proposta pelo Instituto Adolfo Lutz (2005).

As análises microbiológicas realizadas foram presença de Salmonella sp., coliformes a 35 °C e coliformes termotolerantes, de acordo com Silva et al. (2007), como proposto pela resolução da ANVISA RDC nº 12 (Brasil, 2001), para os padrões microbiológicos para frutas in natura.
ANÁLISES DOS RESULTADOS
Perfil social e agronômico dos citricultores de Matinhas-PB
Foram entrevistados 443 produtores, com relação às características da propriedade e do proprietário, onde se verificou que 74,0% deles são homens, enquanto apenas 26,0% são mulheres.

Da população investigada 1,8% possuem menos de 25 anos; a maioria (32%) possui mais de 65; justificando o fato de 47,5% serem aposentados e 45,7% serem analfabetos.

Com relação aos dados do tamanho das propriedades, 57,0% dos produtores possuem entre 1 e 5 ha, enquanto apenas 5,0% possuem mais de 10 ha.

Para caracterização dos recursos hídricos verificou-se que 30,2% possuem rio ou riacho na propriedade; apenas 9,1% e 2,7% possuem poço revestido e artesiano, respectivamente; enquanto 42,2% utilizam água de cacimba.

Verificando a aquisição de energia elétrica, constatou-se que 3,0% utilizam energia trifásica; 68,4% monofásica; 17,4% monofilar e; 23,0% proveniente de transformador.

Analisando o solo verificou-se que 53,6% são arenosos, enquanto 59,7% são argilosos; 29,2% caracterizam-se por topografia plana e 67,6% ondulada.

Na maior parte das propriedades (32,1%) o solo está ocupado principalmente por plantação de laranja, seguido por capoeira e mata (29,3%).

Para as tecnologias utilizadas na propriedade constatou-se que apenas 2,8% utilizam tração animal e 0,6% usam trator. Do total de produtores, 35,4% utilizam esterco como adubo e; apenas 0,9% utilizam irrigação na propriedade.

Com relação às tecnologias agronômicas verificou-se que relacionado à produção de mudas, 33,0% afirmaram produzi-la na própria propriedade, enquanto 55,2% compram de viveiristas.

Dos produtores, 24,3% produziram entre 50 e 100 milheiros em 2005; 19,5% produziram acima de 100 milheiros. Destes, 72,9% venderam o milheiro por até R$ 30,00; 1,0% dos produtores vendem a tangerina em saco e; 72,9% vendem em caixas.

Com relação à estrutura familiar do proprietário, 36,0% possuem integrantes abaixo de 18 anos; 58,1% acima de 18 anos. Os recursos financeiros para a produção são oriundos de empréstimos bancários (13,8%), dos quais 97,2% são do Banco do Nordeste.

Dos entrevistados, 78,2% não possuem transporte próprio; 75,2% vendem os citros para atravessador; 14,7% comercializam no CEASA e; 96% da comercialização é realizada com pagamento à vista.


Determinação da qualidade da tangerina

Além de serem importantes fontes de vitaminas e fibras, as frutas e sucos cítricos recentemente vêm sendo reconhecidos por conterem antioxidantes como ácido ascórbico, compostos fenólicos, flavonóides, limonóides que são importantes para a nutrição humana (JAYAPRAKASHA; PATIL, 2007).

Com relação ao pH observou-se um valor superior àquele encontrado por Couto (2010), que quantificando o teor de vitamina C e capacidade antioxidante de variedades cítricas, encontrou um valor de 4,05 para este parâmetro.

Ainda no trabalho realizado por Couto (2010) verificou-se um valor superior (12,87) ao encontrado no presente trabalho (9,8 °Bx), referente aos Sólidos Solúveis Totais, conforme Tabela 1.

PIO et al. (1993) encontraram valor de acidez para diversas cultivares de tangerinas oscilando entre 0,76% a 2,36%, valores superiores ao encontrado para este parâmetro conforme pode ser observado na Tabela 1.

As tangerinas apresentam menor teor de ácido ascórbico que as laranjas, como mostrado por Couto (2010). De acordo com a Tabela 1 observou-se que a tangerina poncã apresentou maior teor de vitamina C que o descrito para a mesma na Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (UNICAMP, 2006), que foi de 41,8 mg de ácido ascórbico 100 mL–1 de suco.



Tabela 1. Parâmetros1 físico-químicos de polpa de tangerina poncã.

Parâmetros pH SST Acidez Vitamina C

(°Brix) titulável (%) (mg/100g)


3,7±0,1 9,8±0,0 0,44±0,0 54,5±1,3

1. Valores médios ± desvio padrão.
A alta porcentagem de suco é uma característica muito interessante para as variedades cítricas, tanto para aquelas que serão utilizadas para consumo in natura como para a industrialização. Na tangerina Poncã, o suco corresponde a 43% do peso do fruto (FIGUEIREDO, 1991). Com relação à umidade encontrou-se um valor de 91,0% como pode ser observado na Tabela 2. O percentual de cinzas (Tabela 2) encontrado foi de 0,35%, valor semelhante ao encontrado por Santana (2009), que estudando a Caracterização físico-química de variedades de tangerina do Banco Ativo de Germoplasma da Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical encontrou o valor de 0,32% para este parâmetro.
Tabela 2. Parâmetros1 físico-químicos de polpa de tangerina poncã.

Parâmetros Umidade Cinzas

(%) (%)


91,0±0,0 0,35±0,1

1. Valores médios ± desvio padrão.
Salmonella é um micro-organismo patogênico veiculado por alimentos, e pode levar a mais mortes que as demais toxinfecções causadas por outros micro-organismos. (Germano et al., 1993), sendo portanto, um risco potencial a saúde do consumidor. Foi detectado ausência de Salmonella em 25 g em todas as amostras (Tabela 3), portanto, apresentaram-se dentro dos parâmetros exigidos pela Resolução RDC nº 12, de 02 de janeiro de 2001, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), que estabelece ausência de Salmonella sp. em 100% das amostras. Houve ausência de coliformes a 35° NMP/g (Tabela 3) como estabelece Resolução RDC n° 12 da ANVISA, que determina um máximo de 103 NMP/g em amostra indicativa.
Tabela 3. Parâmetros microbiológicos de polpa de tangerina ponkã.

Amostra Salmonella Coliformes a 35°

Única sp. em 25 g NMP/g

Ausência < 3



CONCLUSÃO

Com base nos dados obtidos verificou-se a necessidade de se realizar um censo agropecuário citrícola para atualização dos dados, além disso, verificou-se que a tangerina produzida em Matinhas-PB apresenta qualidades físico-química e microbiológica satisfatórias.


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