A 26 de Maio. E em cena até dia 29 no Pequeno Auditório a estreia de “Simplesmente Complicado”, uma peça sobre a memória



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Nota à Imprensa | segunda-feira, 24 de Maio de 2010


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A 26 de Maio. E em cena até dia 29 no Pequeno Auditório

A estreia de “Simplesmente Complicado”, uma peça sobre

a memória
Um velho actor está zangado com o seu passado. Ele sobreviveu a toda a família, mas em conversas solitárias continua as discussões com a mulher, há muito falecida. Até Shakespeare e Schopenhauer se tornaram seus adversários. O seu dia-a-dia decorre agora num quarto degradado, onde recebe a visita de ratos. A sua única ligação ao mundo exterior é uma menina de nove anos. Esta é a história de “Simplesmente Complicado”, do dramaturgo austríaco Thomas Bernhard, conhecido pelos seus monólogos irónicos e seguidor do chamado “Theater der neuen Subjektivität” (Teatro da nova subjectividade), do qual Peter Handke é um dos expoentes máximos.

Esta é também a 1º co-produção do Projéc~ com o Centro Dramático de Évora (CENDREV). A peça tem estreia marcada para o próximo dia 26 e ficará em cena até ao dia 29 de Maio, no Pequeno Auditório do TMG. Protagonizada por Rui Nuno e encenada por Américo Rodrigues, “Simplesmente Complicado” é uma peça sobre a memória.

«Um velho actor e a sua memória. O gravador de bobines e a memória do velho actor, na sua velha casa. As fitas magnéticas, a memória guardada. O cinismo do actor, da personagem que é “o actor”. Os ratos, a ameaça exterior. O niilismo. O passado lembrado, esquecido. Fragmentos. Estilhaços. Partitura para desânimo seguido de fúria. Arquivo. Arquivar a memória. Obsessivamente. Lembrar para fugir. Fugir da memória. Não acreditar em nada, nem na memória, nem na lembrança dos outros. O actor que foi rei (…)», descreve o encenador no programa da peça.

Esta co-produção do Projéc~ / CENDREV conta com música de César Prata, desenho de luz António Rebocho e cenografia de Zigud.

Trata-se da 9ª peça do Projéc~ . Recorde-se que a estrutura de produção teatral do TMG apresentou anteriormente: “E outros diálogos” de João Camilo; “A Cozinha Canibal”, de Roland Topor, “Na Colónia Penal”, ópera de Philip Glass segundo um conto de Franz Kafka; “O Barão”, de Luís de Sttau Monteiro; “Eu queria encontrar aqui ainda a terra”, de António Godinho e Manuel A. Domingos; “Os Sobreviventes”, de Manuel Poppe, “Querido Monstro”, de Javier Tomeo e “São Francisco de Assis” e “Mundus Imaginalis num quadro de Van Gogh”, de Vicente Sanches.

Depois da semana da estreia, a co-produção “Simplesmente Complicado” vai estar em cena entre 3 e 13 de Junho no Teatro Garcia de Resende, em Évora.


Inauguração no sábado, dia 29 de Maio, na Galeria de Arte

Quatro”: exposição de Sofia Areal, Manuel Casimiro, Jorge Martins e Nikias Skapinakis


Sofia Areal, Manuel Casimiro, Jorge Martins e Nikias Skapinakis são os quatro artistas plásticos convidados a expor na Galeria do TMG nos próximos meses, numa organização do TMG e dos Artistas Unidos. A exposição “Quatro” é inaugurada no dia 29 de Maio, pelas 18h00.

Quatro artistas com percursos, abordagens e escolhas totalmente diferentes. Um deles, Nikias Skapinakis, diz que apenas os une «o gosto pela pintura».

A mesma opinião tem Jorge Silva Melo, dos Artistas Unidos, que escreve no catálogo de “Quatro”: «Nada, sim, nada mesmo liga, nada une estes trabalhos de artistas tão diferentes, nada. Nem nada de comum eles nos prometem, não.

Pois que poderíamos lançar entre a distância tão medida de Skapinakis, a sua lucidez apolínea, o seu rigor mental e o fulgor abrasivo de Sofia Areal? Ou entre a acrobacia dos círculos de Sofia e as provocações geométricas de Manuel Casimiro, no seu sempre enigmático gesto desviante? E a turva melancolia que se desprende destas telas translúcidas de Jorge Martins?

Nem a idade, nem os pressupostos, nem as técnicas, nem os tempos, nem o momento da vida, nada ocupa neles o mesmo lugar, nada os une.

Nem nada querem impor, lei ou programa.

Diz Skapinakis: apenas os une o gosto de pintar.

Apenas a pintura: e tão diferentes, tão.

E será devido à claridade desse gosto simultâneo, desse diário trabalho, dessa persistente inquietação com as transformações da tela que esta inesperada junção de quatro artistas singulares (e tão distantes) me toca e surpreende.».

“Quatro” ficará patente na Galeria de Arte do TMG até 25 de Julho. A exposição tem entrada livre e pode ser visitada de terça a domingo.



No sábado (dia 29), o OVNI sai à rua com as marionetas “humanas” de Surreal Mccoy

Big Rory and Ochie the dog!
Big Rory é um gigante escocês que toca gaita-de-foles e Ochie é o seu fiel cão, muito amado, mas também muito traquinas. Esta é a dupla que a companhia do Reino Unido Surreal McCoy vai apresentar pelas ruas da Guarda no próximo Sábado, dia 29 de Maio. O OVNI – Festival Internacional de Objectos Vivos sai assim, por um dia, do edifício do Teatro para as ruas da cidade mais alta. Trata-se de um espectáculo deambulatório muito divertido e que acontecerá às 14h00, às 16h00 e às 18h00, com Ochie, o cão, e Rory, o seu dono gigante a interagir com os transeuntes a arrancar gargalhadas. Estas “marionetas” humanas são manipuladas pelos actores Mike Rowan e Kristen Rowan.

Recorde-se que o OVNI decorre no TMG até ao próximo dia 12 de Junho.


Até 13 de Junho no Café Concerto

Exposição "Rio Diz" n' A Parede

Os alunos da turma 12º C da Escola Secundária da Sé vão mostrar, a partir de amanhã (25 de Maio) e até ao próximo dia 13 de Junho, uma série de fotografias n' A Parede do Café Concerto sobre o tema "Biodiversidade" e intitulada "Rio Diz".

Este grupo de alunos realizou um trabalho centrado na zona envolvente do Rio Diz, para explicar por imagens o que é a Biodiversidade (2010 é o Ano Internacional da Biodiversidade). Trata-se de uma actividade desenvolvida no âmbito da disciplina Área de Projecto.

A exposição tem entrada livre e pode ser visitada no horário de funcionamento do Café Concerto do Teatro Municipal da Guarda.


Cinema, dia 1 de Junho, no Pequeno Auditório

Três Irmãos” de Teresa Villaverde


Na próxima terça-feira, dia 1 de Junho, o Cineclube da Guarda prossegue com as sugestões de cinema português que têm caracterizado este quadrimestre. No Pequeno Auditório, às 21h30, passa o filme “Três Irmãos”, da realizadora Teresa Villaverde. Um filme protagonizado por Maria de Medeiros que conta a história de «três irmãos, dois rapazes e uma rapariga, Maria. Maria é o centro da nossa história. Tem vinte anos, mas não consegue comportar-se como a maioria das pessoas da sua idade. Quase nunca diz o que pensa, nem pede o que quer. Quase nunca diz a verdade embora nunca minta».

O filme está classificado para maiores de 12 anos. A actividade tem o apoio do TMG.

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Para mais informações, contactar:

Gabinete de Comunicação e Imagem

Teatro Municipal da Guarda

Rua Batalha Reis, 12, 6300-668, GUARDA, PORTUGAL



Tel. 271 205 240 • Fax. 271 205 248

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