A acácia Vermelha”, de Manuel Poppe no Pequeno Auditório até dia 26 a nova co-produção do Projéc~/Art’Imagem estreia a 23 de Fevereiro



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Nota à Imprensa | segunda-feira, 21 de Fevereiro de 2011

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A Acácia Vermelha”, de Manuel Poppe no Pequeno Auditório até dia 26

A nova co-produção do Projéc~/Art’Imagem estreia a 23 de Fevereiro

"A Acácia Vermelha", de Manuel Poppe, estreia no próximo dia 23 no Pequeno Auditório do Teatro Municipal da Guarda. Trata-se de uma co-produção Projéc~ e do Teatro Art'Imagem que ficará em cena no Pequeno Auditório até 26 de Fevereiro. A encenação é de Valdemar Santos, a interpretação é de Flávio Hamilton, Inah Santos, Miguel Rosas, Odete Môsso, Pedro Carvalho e Pedro Damião, a direcção plástica é de Sandra Neves, a direcção musical é de César Prata, a Imagem/vídeo é de Mecca (RM21) e a cenografia de José Lopes e o desenho de luz é de Leunam Ordep.

Na história, um engenheiro é contratado por seis meses para ultimar um serviço em terras de África. Vive numa vivenda rodeada de todas as mordomias e convive com as gentes da terra que o mimam dia-a-dia. Uma jovem rapariga, Ednilza, relaciona-se com ele de uma forma mais efusiva e sonhadora. E o seu sonho vai aumentando, até chegar a realidade...

«Nesta história de Manuel Poppe, vamos viajar até um passado bem recente, ou um presente eterno, com outros nomes e outros lugares, porque o Homem sempre sentiu aquela vontade indomável de ser estrangeiro, apropriando-se, vangloriando-se, extorquindo o bem alheio para gáudio do seu melhor bem estar, por vezes não olhando a meios para atingir os fins. Todas as personagens desta história marcam veementemente uma visão particular sobre o acontecimento. E se a tragédia de Ednilza é o acontecimento, os comportamentos de todos os outros são pautados por esta pobre jovem sonhadora.», refere no texto de apresentação o encenador, Valdemar Santos.

Trata-se da primeira co-produção do Projéc~ com o Teatro Art’Imagem do Porto e da 12ª produção do Projéc~. Recorde-se que a estrutura de produção teatral do TMG apresentou anteriormente: “E outros diálogos” de João Camilo; “A Cozinha Canibal”, de Roland Topor, Na Colónia Penal, ópera de Philip Glass segundo conto de Kafka; “O Barão”, de Luís de Sttau Monteiro; “Eu queria encontrar aqui ainda a terra”, de António Godinho e Manuel A. Domingos; “Os Sobreviventes”, de Manuel Poppe, “Querido Monstro”, de Javier Tomeo, “São Francisco de Assis” e “Mundus Imaginalis num quadro de Van Gogh”, de Vicente Sanches, “Simplesmente Complicado”, de Thomas Bernhard; a peça radiofónica “Senhor Henri”, de Gonçalo M. Tavares e “The Dumb Waiter” de Harold Pinter.

“A Acácia Vermelha” é uma peça do dramaturgo Manuel Poppe e trata-se de uma adaptação do conto com o mesmo nome, publicado no livro “Um Inverno em Marraquexe”, e que vai ser agora editado no âmbito da Colecção “Cadernos TMG” (lançamento dia 22 no Café Concerto).

Refira-se também que “A Acácia Vermelha” integra o Ciclo Manuel Poppe que o TMG e a Câmara Municipal da Guarda promovem em Fevereiro na Guarda.
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No Café Concerto a 25 de Fevereiro

Rocco Recycle: música com todos

Rocco Recycle é alemão, toca guitarra, bateria e canta, tudo isto ao mesmo tempo. Os seus instrumentos são feitos à mão a partir de lixo reciclado como latas de gasolina, caixotes do lixo e tubos de canalização. O seu reportório vai do Blues ao Jazz, do Pop ao Rock, e do Punk ao Clássico. Rocco apresenta-se no Café Concerto do TMG na sexta-feira, dia 25 de Fevereiro, numa iniciativa do Grupo Informal de Jovens da Guarda – Amigos dos Jovens.

O concerto está marcado para as 21h30.

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Música no Café Concerto, dia 26 de Fevereiro

Recital “A Guarda na obra de Manuel Poppe”

No sábado, logo após a peça “A acácia vermelha” de Manuel Poppe decorre no Café Concerto, às 23h, a iniciativa que fecha o ciclo dedicado a este escritor português: o recital “A Guarda na obra de Manuel Poppe”.

Manuel Poppe é um escritor com forte ligação à cidade mais alta. Em vários dos seus livros, Poppe disserta, com especial ternura e devoção, sobre as memórias dos anos da sua juventude passados na Guarda. Memórias feitas de momentos felizes, de episódios divertidos e surpreendentes nos cafés e outros locais de convívio da cidade, histórias dos primeiros namoricos, de desilusões de amor e de grandes amizades. É o caso de “Memórias, José Régio e outros escritores”, de Manuel Poppe, da Quasi Edições e Circulo Católico D’ Operários de Vila do Conde. Todos os textos apresentados neste recital têm como denominador comum a Guarda. Os textos serão lidos por Albino Bárbara, Américo Rodrigues, Fátima Freitas, Filipa Teixeira, José Neves e Vasco Queiroz.

A selecção de textos, encenação e coordenação geral são de Élia Fernandes, a paisagem sonora original interpretada ao vivo é da autoria de Victor Afonso e as fotografias são de Tiago Rodrigues.


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Cinema no Pequeno Auditório, dia 1 de Março

Os sorrisos do destino” de Fernando Lopes

Na terça-feira, dia 1 de Março, o Cineclube da Guarda apresenta com o apoio do TMG, o filme “Os sorrisos do destino”, de Fernando Lopes.

O filme conta a história de «Carlos, um jornalista de sucesso, é reservado e introspectivo; Ada, é extrovertida e adora conviver. Mas, apesar das diferenças, os dois têm um casamento aparentemente sólido. Até ao dia que Carlos descobre uma mensagem que o deixa em choque».

“Os sorrisos do destino” é um filme de Fernando Lopes, um dos mais importantes realizadores portugueses, autor de “Belarmino”, obra chave da carreira do cineasta e também do movimento Novo Cinema Português.

O filme passa no Pequeno Auditório às 21h30.


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Na Galeria de Arte até 13 de Março

Exposição de Albuquerque Mendes

O Teatro Municipal da Guarda tem patente na Galeria de Arte a exposição “Trancoso, 17 de Março de 1953” da autoria do artista plástico Albuquerque Mendes. Natural de Trancoso, este artista tem protagonizado uma das mais activas e intensas presenças na cena artística portuguesa. A fotógrafa Andreia Poças define a obra de Albuquerque Mendes como difícil de rotular, uma vez que o artista «cruza sistematicamente no seu trabalho a performance, a pintura e a instalação, para além da mail art ou das artes gráficas».

Segundo a fotógrafa, «esta justaposição peculiar de géneros, elementos, imagens e objectos serve-lhe para interrogar ironicamente ora os contextos da história da arte, do seu significado e do seu destino, ora alguns mitos iconográficos da religião, da cultura e da sociedade portuguesas. É um artista português e, enquanto tal, obcecado pela religião e, mais gravemente, pelo Cristianismo; as suas performances são muitas vezes constituídas por rituais reminiscentes de referências das procissões e das manifestações religiosas e profanas da cultura popular portuguesa.

Notáveis são o seu humor e utilização táctica do grotesco; é o caso das suas colagens sobre os travestis, das suas pinturas sobre as prostitutas ou de uma série de colagens que incluí fragmentos de fotografias extraídas de revistas pornográficas. As obras de Albuquerque Mendes deslocam o que é marginal para a arena pública, com efeitos críticos imediatos mas imprevisíveis, numa sapiente e mesurada aplicação dos códigos kitsch do grotesco contemporâneo».

“Trancoso, 17 de Março de 1953” de Albuquerque Mendes ficará patente até 13 de Março. A exposição tem entrada livre e pode ser visitada de terça a domingo na Galeria de Arte do TMG.

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Para mais informações, contactar:

Gabinete de Comunicação e Imagem

Teatro Municipal da Guarda

Rua Batalha Reis, 12, 6300-668, GUARDA, PORTUGAL



Tel. 271 205 240 • Fax. 271 205 248

gci@tmg.com.pt

www.tmg.com.pt


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