A arte Europeia na segunda metade do século XIX até à primeira grande guerra


Escolas e os autores mais significativos



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Escolas e os autores mais significativos:

Do modernismo catalão, os arquitetos:




  • Domenech i Montaner, pela simplicidade funcional das formas e pelo uso de materiais locais, como o ladrilho cozido de cor avermelhada.

  • Antoní Gaudí, pelo seu estilo muito pessoal, onde predominam as influências locais de raiz gótica e mudéjar, ressalta a organicidade das plantas e das construções, o naturalismo e o pitoresco das formas ornamentais, a mistura original de materiais onde o betão, o ferro, o vidro e as madeiras se combinam com o tijolo, as cerâmicas e os azulejos multicolores. Imaginativos, excêntricos, sugestivos e evocadores, os seus edifícios assemelham – se a gigantescas esculturas de enorme poder expressivo. De tal modo que foi apelidado de arquiteto expressionista, arquiteto – escultor e arquiteto – poeta.


Escola de Glasgow
Destacou – se pelo Grupo Quatro, ou Grupo de Glasgow, uma associação de artistas (arquitetos, pintores – decoradores) onde sobressai o génio de Charles – Rennie Mackintosh. Este desenvolveu uma arquitetura assente em estruturas ortogonais de ferro, com paredes lisas de pedra e grandes superfícies envidraçadas, volumes geométricos, interiores deslocáveis e decoração contida.
Escola de Chicago
Incentivados pela necessidade de renovação urbanística do centro da cidade de Chicago, destruído por um brutal incêndio em 1871, os jovens arquitetos americanos desenvolveram uma arquitetura nova. Partindo de experiências anteriores estudaram e aplicaram novos sistemas de alicerçamento, cimentação, resistência e isolamento, aperfeiçoaram os esqueletos construtivos em ferro e aço, de linhas ortogonais, libertaram totalmente os muros do seu papel de suporte, rasgaram as fachadas em fachadas – cortina e deram maior liberdade às plantas dos pisos, com divisórias amovíveis.

A modernização dos sistemas e das técnicas permitiu a crescente construção em altura até ao nascimento dos característicos arranha – céus. Exteriormente marcava – os a regularidade horizontal e vertical das longas filas simétricas de janelas.

Na “Escola de Chicago” iniciou a sua carreira um dos arquitetos mais influentes do século XX, Frank Lyod Wright.


2.3.2. As Artes Aplicadas
Uma das maiores contribuições do Modernismo, e particularmente da Arte Nova foi a importância das artes aplicadas, sendo – lhes atribuída a monumentalidade das artes maiores – arquitetura, pintura e escultura.

Continuadores de Morris, os artistas da Arte Nova foram defensores da unidade das artes e esbateram as barreiras entre as diferentes modalidades. Muitos foram arquitetos, designers e decoradores; ou pintores, escultores, ourives e gráficos, ou todas essas coisas em tempos simultâneos, numa visão integrada (a tal união das artes) e sem distinções.

Nascidos numa época de produção industrializada e de consumo capitalista, os artistas da Arte Nova quiseram revalorizar os objetos concedendo – lhes qualidade formal e estética, mas trabalhando – os e produzindo – os para a industria e em união com a industria (os objetos são produzidos industrialmente mas com qualidade estética).

Foi assim que em muitos países apareceram tentativas de empenhar artistas, artesãos e industriais na criação de objetos úteis, funcionais e estéticos que pudessem ser produzidos industrialmente, contribuindo para a qualidade estética do quotidiano. Atribuíram – se – lhes as conceções estéticas e formais da Arte Nova, é possível distinguir, entre esses artistas e escolas tendências e particularidades diferentes, tendendo a mascarar a forma e o rigor conceptual da “forma que segue a função” e respeita as características materiais.


Na França, destaca – se a Escola da Nancy.

Na Alemanha, a Escola das Artes Aplicadas, de Veimar, e a Deutshe Werkbund.

Em Viena, a Wiener Werkstätte.

Em Nova Iorque a Tiffany.
Paradoxalmente, foi essa excessiva divulgação que marcou o seu declínio. Tornada moda, vulgarizou - se e por isso perdeu qualidade estilística. Copiados em formas cada vez menos depuradas.


  1. A Arte portuguesa: da permanência do Naturalismo ao Modernismo (c.1880 – 1930)

Na segunda metade do século XIX, Portugal conheceu novas perturbações – marcadas pela ditadura de João Franco, pela contestação republicana, pelo Regicídio, pela implantação da República, pela intervenção na Primeira Guerra Mundial e pela instauração do Estado Novo (ditadura Salazarista)


As artes foram as mais prejudicadas:


  • Pelo desfasamento cronológico entre os diferentes movimentos europeus e o conhecimento que deles tiveram os nossos artistas;

  • Pelo tipo de obras produzidas, ligadas “aos esquemas naturalistas nas artes figurativas, a uma mentalidade historicista e eclética na arquitetura e a um gosto e cultura arcaizantes nos seus métodos de produção e nas suas possibilidades de consumo”, e até porque o público comprador era pouco conhecedor;

  • Pela pouca projeção dos seus autores (como era possível projetar os nossos autores num país em que o povo não tem sensibilidade estética?);

  • E pelo ensino anquilosados, submetido à tradição e ao respeito pela experiência e pela longevidade de alguns professores.

Tudo isto provocou a permanência do Naturalismo mas houve alguma contestação, alguns “inconformistas”, sobretudo na literatura (Eça de Queirós, António Nobre, Florbela Espanca, Mário de Sá – Carneiro e Fernando Pessoa) e no musical (Viana da Mota, Alfredo Keil, Luís de Freitas Branco e Fernando Lopes Graça), mas também nas artes (artes plásticas sobressaem Malhoa, Pousão, António Carneiro, Amadeo de Souza – Cardoso, Almada Negreiros e Eduardo Viana; na arquitetura, mais tardiamente, Ventura Terra, Adães Bermudes e Marques da Silva).

É a ação destes inconformistas que, a partir de 1915, na pintura, e cerca de 1925 – 30, na arquitetura, possibilitou começar a falar – se de Modernismo, assim como uma série de eventos artísticos importantes, ocorridos a partir de 1900. Salientamos:


  • A Exposição Livre, organizada por um grupo de pintores que estiveram em Paris, mas que continuaram próximos do Naturalismo;

  • O 1.º Salão de Humoristas em 1912 e depois a Exposição dos Humoristas e dos Modernistas;

  • A criação do Museu Nacional da Arte Contemporânea em 1911;

  • A presença dos Delaunay em Portugal;

  • A publicação de importantes revistas, como A Construção Moderna;

  • O concurso do Pavilhão de Portugal para a Exposição Internacional de Paris;

  • A criação da Sociedade dos Arquitetos Portugueses em 1912;

  • A fundação dos Prémios Valmor de arquitetura, em 1902;

  • A introdução das novidades tecnológicas como o ferro, o vidro e o betão armado, aplicados em projetos de vanguarda.

Se estas novas tecnologias permitiam o aparecimento da arquitetura do ferro e do vidro e, de seguida, da Arte Nova em Portugal, a continuidade da mentalidade historicista e eclética proporcionou a criação de algo original, da tipologia da “casa à portuguesa”, reforçada com a instauração do Estado Novo e a “nacionalização” da arte proposta por este.


3.1. A Evolução das Artes Plásticas
3.1.1. A Pintura
Os pintores do século XIX e das primeiras décadas do século XX conheceram as correntes artísticas europeias, mas permaneceram mais ligados ao Naturalismo – a um naturalismo sentimental e romântico (naturalismo sentimental à portuguesa).

Mas alguns artistas procuraram outros caminhos. Uns realizaram obras com laivos impressionistas, como Malhoa e Pousão, que cedo se aproximou de Manet, de Pissarro e mesmo de Cézanne. Alguns seguiram o modelo e o sentir simbolista e expressionista, como António Carneiro, naturalista que desenvolveu uma temática religiosa e mística, sob a influência de Puvis de Chavannes, dos Nabis e de Munch, enveredando pelo Simbolismo e, mais tarde, também pelo Expressionismo. Outros ainda perseguiram várias correntes, como os pintores da chamada Primeira Geração Modernista. Destacamos: Eduardo Viana, Amadeo de Souza – Cardoso, Santa – Rita Pintor e Almada Negreiros. Ma literatura foram Mário de Sá Carneiro e Fernando Pessoa que introduziram o Modernismo e o Futurismo com a publicação da revista Orpheu, o que contribuiu para que o Futurismo literário tivesse uma existência mais plena do que a da pintura.



A polémica levantada por estes “modernistas” agitou os meios artísticos portugueses, contribuindo para uma primeira renovação da nossa pintura. Acentuou – se a tendência para simplificar a linha, libertar a composição da narrativa, valorizar as cores claras e contrastantes em desfavor da perspetiva, aproximando o dundo da figura.
Alguns dos pintores:


  • Eduardo Viana – inicialmente era um pintor naturalista, mas cedo enveredou pelo protocubismo cezanniano em termos de forma. Em 1915, conheceu o Orfismo e os Delaunay e passou a produzir quadros inspirados na plástica órfica;




  • Amadeo de Souza – Cardoso – experimentou várias correntes, do Naturalismo ao Expressionismo e ao Cubo – Futurismo. Tudo isto provocou – lhe uma reflexão plástica entre o Cubismo e o Abstracionismo. Do primeiro apropriou – se da geometrização das formas, transformadas em planos facetados, quase sempre intensamente coloridos, restringindo e distorcendo a perspetiva e interligando as figuras através de superfícies delineadas ou de riscos oblíquos e da introdução de letras e de outras matérias, mas orientando – se por leis próprias de composição e invenção; do abstracionismo adaptou os ensinamentos de Robert Delaunay sobre discos coloridos e aplicou – os à paisagem, transformando folhas e árvores em manchas esféricas de cor tímbrica. Ficou célebre pelas suas máscaras, pelas naturezas – mortas (pintadas em planos de cores claras, sugerindo o cubismo sintético, com números, letras soltas, frases publicitárias e círculos), pelas paisagens, aldeias e do folclore, e pelas violas, como em o Parto da Viola. A mistura harmoniosa do cubismo, do futurismo, do Expressionismo e de laivos de abstracionismo dificulta a classificação das suas obras. Foi também um inovador pelo uso dos materiais (pasta de óleo, areias), pelo recurso à colagem (fósforos, ganchos de cabelo, estilhaços de espelhos…), pela simulação cubista da introdução de letras. Ele mesmo se considerava de tudo um pouco – impressionista, cubista, futurista e abstracionista. Era essencialmente autêntico e apaixonado pelo movimento, pela velocidade, pela febre da vida moderna, como se constata pelo seu percurso artístico;




  • Guilherme Santa – Rita - vagueou entre o desafio conceptual. De certo modo, diluiu o contributo futurista de Amadeo porque se proclamava “futurista declarado há só um, que sou eu Santa – Rita”;




  • Almada Negreiros – possui uma personalidade excêntrica, original e poliapta. Passou, nos anos 20, por uma pintura entre Arte Nova e o abstracionismo, entre a modernidade futurista e as raízes portuguesas. Após 1919, descontente com o ambiente cultural português, parte para Paris onde pinta auto – Retrato, que representa um cero regresso à ordem, dentro do movimento cubista. Os seus temas passam a refletir as vivências elegantes do seu tempo, cheias de afetividade. Foi um dos incentivadores do Modernismo.

O agravamento da situação político – económica e social e a ascensão das forças reacionárias e nacionalistas, fez com que o pensamento conservador se impusesse, como uma nova fase da vida artística onde as regras politicas comandavam a criatividade e aprisionavam a liberdade. Depois de 1930, o Modernimo ganhou definitivamente estatuto, mas era uma arte tutelada pelo estado, um “modernismo tranquilo”: “em vez de ajudar a arte a florescer, a arte oficial tornou – a estéril”, escreveu Jean Dubuffet.



3.1.2. A Caricatura
Nos finais do século XIX, a caricatura impôs – se com Rafael Bordalo Pinheiro. Outros nomes: José Pacheko, Amadeo de Souza – Cardoso, Stuart Carvalhais, Almada Negreiros, Jorge Barradas, Carlos Botelho, Mário eloy.

A caricatura continuou o seu papel de oposição institucionalizada, com grande autonomia de linguagem plástica e uma ironia mais sarcástica, satirizando as atitudes politicas, sociais, económicas, nacionais e estrangeiras.

Na década de 20, a linguagem formal era mais sofisticada e os temas estavam mais ligados à vida urbana, criticando realisticamente os padrões instituídos.

Salienta – se Stuart Carvalhais, que foi inovador ao utilizar as texturas das películas fotográficas para os seus desenhos, mas foi ainda mais original ao fazer uma autêntica crónica da vida quotidiana portuguesa (especialmente dos costumes populares das varinas, dos garotos, dos bêbados, das prostitutas), em desenhos rápidos, sem pormenores, mas expressivos, com um humor popular e brejeiro, tipicamente português.



3.1.3. A Escultura
Como aconteceu com a arquitetura, também na escultura permaneceu a sensibilidade oitocentista. Soares dos Reis e Teixeira Lopes.

Alguns dos nossos escultores sobretudo aqueles que estiveram em Paris, trouxeram modestas influências de Rodin, Bourdelle e outros, mas, na sua essência, continuaram naturalistas idealizados, com belas composições e execução exímia.

De entre esses salientam – se:


  • Diogo Macedo, aluno de Teixeira Lopes, autor de esculturas de feição clássica – a própria geometrização das obras é exemplo disso;

  • Francisco Franco, que, a par de uma certa tónica expressionista desenvolveu um forte sentido de monumentalidade e de volumetria.



3.2. A Arquitetura
A arquitetura portuguesa viveu três tendências artísticas paralelas, sequenciais e complementares:

  • Uma seguiu os esquemas académicos, ecléticos e formais da arquitetura e da decoração oitocentista;

  • Outra procurou a formulação da “casa portuguesa” através da recuperação dos valores tradicionais nacionais, na romântica, primitiva e rural “alma e cultura portuguesas”, tão defendida por Álvaro Machado e Raul Lino, numa tentativa de reportuguesamento da arte de construir. De facto, Raul Lino foi o mentor de uma maneira de “construir à portuguesa”, contra as influências das importações estrangeiras. Os grandes princípios eram agora mais consentâneos com o ambiente e com o terreno, atendendo às exigências da vida portuguesa, às condições higiénicas e aos seguintes princípios que deviam ser usados livremente:

linha de cobertura sanqueada e arrematada pelo beiral, dito “à portuguesa”;

emprego do alpendre;

vãos guarnecidos de cantaria;

caiação a branco e cor e emprego de azulejos;

um certo ar amoroso de doçura, com sabor português.


  • Outra ainda que anuncia a introdução de tendências internacionais, que podemos designar Arquitetura Modernista Portuguesa, após 1925-30.

 A construção de prédios de arrendamento e de novos bairros, para a média burguesia, sem

grandes preocupações estéticas, mas com bons materiais, incluindo o ferro. Eram prédios de cerca

de seis andares com fachadas monótonas, muitas vezes revestidas a azulejos, a alvenaria ou com

alguns elementos decorativos de tipo Arte Nova e com traseiras de fero e vidro;

 A construção de bairros sociais para classes populares, segundo processos técnicos muito débeis,

devido ao atraso da industrialização;

 A edificação de bairros operários, como o Bairro do Comércio do Porto, e as chamadas “lhas

operárias” do Porto, ou as vilas e pátios de Lisboa. Estes últimos constituídos por pequenos fogos

que cresceram na vertical, devido às estruturas de ferro e apresentavam varandas e galerias do

mesmo metal.


E as construções oficiais ou continuavam com a arquitetura tradicional, eclética e revivalista, como o Hospital de D. Estefânia e a Estação de Santa Apolónia, ou seguiam uma arquitetura mais moderna, nas fachadas e na funcionalidade, ligada à tecnologia do ferro, como a Companhia dos Elétricos e dos Telefones.

Mas foi nas escolas, liceus, bancos, hospitais, termas, teatros, hotéis, fábricas e espaços verdes que a arquitetura melhor respondeu às necessidades especificas, embora com preocupações mais técnicas do que estéticas. Construídos por Adães Bermudes, Marques da Silva, autor dos projetos dos liceus Alexandre Herculano e Rodrigues de Freitas, no Porto, e Ventura Terra. Classificaram – se pelas construções classicizantes, sólidas, mas simultaneamente com uma arquitetura utilitária de grande clareza pragmática, num tempo de transição entre o ecletismo e uma arquitetura nova.

Surgiram também algumas fábricas, com esporádicos cuidados funcionais: espaço, luminosidade, acessibilidade de materiais e poucas preocupações estéticas.

Dentro do espírito da funcionalidade e da prevenção surgiram algumas preocupações quanto aos perigos dos tremores de terra e, por isso, os materiais foram questionados, aparecendo o ferro, o vidro e o cimento armado.

Se os ecletismos combateram as ideias novas da arquitetura, prepararam – na, também, para o movimento moderno.

3.2.1. A Arquitetura do Ferro e do Vidro
A utilização do ferro e do vidro na arquitetura portuguesa foi relativamente tardia e rara. As primeiras grandes obras foram o edifício da Companhia de Fiação e Tecidos Lisbonense, o Palácio de Cristal, e a gare da Estação de Santa Apolónia.
Tipologias:


  • Estações de caminhos – de – ferro;

  • Pontes;

  • Mercados;

  • Salas de espetáculo;

  • Salões;

  • Coberturas;

  • Grandes Armazéns;

  • Elevadores;

  • Lojas, estufas, garagens, quiosques, mirantes, lavadouros, fábricas e até as novas tipologias urbanas.

Esta vasta aplicação deveu – se à facilidade do seu manejamento, à rapidez da sua montagem e à economia de meios.

Aos poucos os arquitetos foram utilizando o ferro e o vidro com sentido estético, quer quanto ao desenho, quer à função. Nos anos 20, o betão armado vulgarizou – se e foi substituindo a arquitetura do ferro e do vidro.

3.2.2. A Arte Nova
A arte Nova em Portugal sentiu de perto os princípios estéticos. Foi tardia, de pouca duração, admirada e aplicada com prudência, pela burguesia urbana, especialmente no Porto e em Aveiro.

Na arquitetura cresceu subsidiária da arquitetura tradicional, apesar de ter sido inovadora nos materiais e nas técnicas e de ser considerada uma arte bela.

Interveio, por isso, mais a nível da decoração, em trabalhos de serralharia, de cantaria ou de massa de cimento, ocupando portões, gradeamentos, varandas, escadarias, partes de fachadas, ou mesmo, esporadicamente, fachadas inteiras, como as dos “palacetes dos brasileiros” ou integradas em construções mais antigas coo padarias, leitarias, quiosques, cafés, restaurantes, lojas de modas, retrosarias, joalharias.
Os princípios estéticos da Arte Nova materializaram – se também:


  • Na pintura em Malhoa e Amadeo de Souza-Cardoso;

  • Na cerâmica, como nalgumas peças de Rafael Bordalo Pinheiro e trabalhos gráficos;

  • No azulejo.

A Arte Nova foi uma arte pontual que só a moda justificou.






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