A (con)fusão do poder Francisco Murari Pires



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Biblioteca, III.5.7, que aduz ter Peribéia, após curar os tornozelos da criança, dado-lhe consoante nome, Édipo, em razão de seus pés inchados.

59 FGrH, 324 F 62. Confira-se a tradução de Harding, Androtion, p. 76.

60 Diodoro Sículo, Biblioteca Histórica, IV.64.2.

61 Mitógrafo Vaticano, 2.230.

62 Higino, Fábulas, 66.

63 Sófocles, Édipo Tirano, 774-788. Para a interpretação dos versos sofocleanos, confiram-se os primorosos comentários de Bollack (Oedipe Roi, p. 479s).

64 Eurípides, Fenícias, 32-35.

65 Confira-se também a versão anotada por Diodoro Sículo, Biblioteca Histórica, IV.64.2.

66 Apolodoro, Biblioteca, III.5.7.

67 Higino, Fábulas, 67.

68 Sófocles, Édipo Tirano, 788-793.

69 O teor do oráculo de Lóxias, anunciando as máculas da união com a mãe e do derramamento do sangue do pai, mais a razão edipiana de seu exílio de Corinto por temor de seu cumprimento, são ditos em formulação sintética também pelo informe dado por Édipo ao mensageiro coríntio (v. 990-1001). Ainda mais sintético, o registro dado por Apolodoro (Biblioteca, III.5.7).

70 Sófocles, Édipo Tirano, 798-813. Para o entendimento da cena sofocleana, confiram-se os exaustivos comentários críticos com que Bollack tece sua interpretação (Oedipe Roi, p. 493-496).

71 Fenícias, 35-45.

72 FGrH 16 F 10. Confira-se a tradução de Edmunds, Oedipus, 53-54.

73 Apolodoro, Biblioteca, III.5.7.

74 Diodoro Sículo, Biblioteca Histórica, IV.64.2.

75 Higino, Fábulas, 67.

76 Édipo desejando saber se o insulto que o acusara de não ser filho de Pólibo fosse verdade, e Laio intrigado por prodígios que lhe previam a morte às mãos de seu filho.

77 FGrH 90 F 8. Confira-se a tradução de Edmunds, Oedipus, p. 55.

78 Pausânias, Descrição da Grécia, X.5.3-4.

79 Confiram-se as indicações dadas por Aélion, Grands Mythes, p. 38.

80


81 Hesíodo, Teogonia, 233-336. Dada a elíptica formulação narrativa hesiódica - Ela pariu a funesta Fix (v. 326) -, pode-se admitir que ou Quimera ou Equidna esteja assim suposta por mãe de Fix, respectivamente remetendo para a nomeação referenciada imediatamente antes (v. 319-325: Quimera) ou englobadamente entendida pela exposição da união com Tífon (v. 306s: Equidna). West, em seus comentários à Teogonia hesiódica (p. 256) propugna pela filiação a Quimera. A tradição, entretanto, melhor consagrada pelos antigos - Eurípides (Fenícias, 1019: filha alada da Terra e da Equidna infernal), Apolodoro (Biblioteca, II.5.1 e III.5.8) e Higino (Fábulas, 151) - a dá por filha de Equidna e Tífon.

82 Moret, Oedipe, p. 52.

83 Sófocles, Édipo Rei, 507 e 1199-1200; Eurípides, Fenícias, 806-808, 1020 e 1041.

84 Bremmer, Interpretations, p. 46.

85 Apolodoro, Biblioteca, III.5.8. Confira-se também: Píndaro, fr. 177d.

86 Eurípides, Fenícias, 1019-1025.

87 Apolodoro, Biblioteca, III.5.8; Pisandro, FGrH, 16 F 10.

88 Palefato acresce também o corpo de cachorro, Peri Apiston, (confira-se a tradução de Edmonds, p. 51). Também Sófocles (OT ) diz a Esfinge por cadela rapsodo. Mas aqui, entende-se antes por cadela não uma indicação de forma corpórea, mas antes a desqualificação porque Édipo a vitupera.

89 Moret, Oedipe, 52.

90 Pisandro, FGrH, 16 F 10 (escólia Eurípides Fenícias 1760). Assim também o registrou Apolodoro, Biblioteca, III.5.8 e Dio Crisóstomo, Discursos, XI.

91 Eurípides, Fenícias, 810-811.

92 Eurípides, Fenícias, 1031-1032.

93 Escólia Eurípides, Fenícias, 1064.

94 Confiram-se as indicações dadas por Kérenyi (Heróis, 86-87) e por Chapouthier em suas notas à tradução da tragédia euripidiana.

95 Ver adiante, p.

96 Eurípides, Fenícias, 806.

97 Apolodoro, Biblioteca, III.5.8; Pausânias, Descrição da Grécia, IX.26.2. Confiram-se ainda: Escólia Eurípides Fenícias 26, Escólia Hesíodo Teogonia 326, Plutarco, Brut.rat.uti 4, 988 A e Palefato, Peri Apiston.

98 Escólia Eurípides, Fenícias 806; Mitógrafo Vaticano, II.230.

99 Escólia Eurípides Fenícias

100 Moret (Oedipe, p. 73-4) que, remetendo-se aos estudos de Edmunds, pondera: entre a coluna e o rochedo, a relação não é de oposição, mas de equivalência, o que explica o emprego alternativo dos dois motivos até o século IV.

101 Bremmer, Interpretations, p. 46.

102 Eurípides, Fenícias, 808; Higino, Fábulas, 67; Palefato, Peri Apiston.

103 Vejam-se as acuradas considerações críticas argumentadas por Moret, Oedipe,

104 Sófocles, Édipo Rei, 1199-1200.

105 Apolodoro, Biblioteca, III.5.8.

106 Eurípides, Fenícias, 1026-1029.

107 Sófocles, Édipo Rei, 391. Bollack (Oedipe Roi, p. 245) prefere entender que o qualificativo rapsodo, por suas conotações de mobilidade profissional, antes diz da ubiqüidade potencial da Esfinge.

108 Sófocles, Édipo Rei, 36.

109 Sophe parthenos, chresmodos parthenos: na Grécia, a virgindade fazia parte da sacralidade das sacerdotizas devotadas à arte mântica (Moret, Oedipe, p. 51-52).

110 Sófocles, Édipo Rei, 130.

111 Eurípides, Fenícias, 1506.

112 Confiram-se os comentários de Moret, Oedipe, p. 51-52.

113 Eurípides, Fenícias, 48.

114 Moret, Oedipe, p. 51-52.

115 Assim consta no Argmento das Fenícias de Eurípides. O enigma comparece também no texto de, Ateneu, Dipnosofistas, X.456b, apenas ligeiramente modificado, com se movem em vez de existem no terceiro verso, e velocidade em vez de vigor no último.

116 Moret, Oedipe, p. 52.

117 Apolodoro, Biblioteca, III.5.8. Confira-se igualmente a escólia ao verso 45 das Fenícias.

118 As considerações que agora se seguem transpõem os resultados de seus competentes estudos, consignados em Oedipe, La Sphinx et les Thébains (Essaide Mythologie Iconographique).

119 Moret, Oedipe, p. 34.

120 Eurípides, Heráclidas, 466-70, mencionado por Moret (Oedipe, p. 11).

121 Moret, Oedipe, p. 40.

122 Moret, Oedipe, p. 42.

123 Moret, Oedipe, p. 38.

124 FGrH, 16 F 10.

125 Moret, Oedipe, p. 27.

126 Eurípides, Fenícias, 806-812.

127 Nas Fenícias, o canto coral que serve de pósludio ao sacrifício de Meneceu possui todas as tonalidades de um canto fúnebre (Moret, Oedipe, p. 27)

128 Eurípides, Fenícias, 1019-1042.

129 Eurípides, Fenícias, 45-46.

130 Moret, Oedipe, p. 85.

131 Moret, Oedipe, p. 38 e seguintes.

132 Moret, Oedipe, 58.

133 Moret, Oedipe, p. 50 e 55-56. Moret interroga-se ainda a significação eventual do gesto de seus membros: unidos no ato de concentração, ou quer ele frustrar, pela magia do nó, os sortilégios da Esfinge?

134 DS, 4.64.4.

135 Apolodoro, 3.5.8.

136 Nas representacões por imagens, diz Moret (Oedipe, p. 1), o enigma é atestado seguramente desde 540/30, ao passo que a representação do combate não remonta a antes de 450. Devemos ainda à fundamental obra deste autor a argumentação crítica das teses de Carl Robert e de E. Bethe, que datam das primeiras décadas do século. Confira-se sua competente análise dessa questão, examinando tanto os dados da documentação literária quanto iconográfica, às páginas 79-81.

137 Sófocles, Édipo Rei, 398; Eurípides, Fenícias, 1730-1731.

138 Sófocles, Édipo Rei, 508.

139 Sófocles, Édipo Rei, 35-36.

140 Sófocles, Édipo Rei, 1200.

141 FGrH, 16 F 10.

142 Homero, Odisséia, XI.271-280. Quanto às eventuais relações dos relatos de Pisandro para com as histórias dos cantos épicos, confiram-se as observações de Moret, Oedipe, p. 81.

143 Eurípides, Fenícias, 45-52. A contextualização do episódio da Esfinge no tempo da regência de Creonte é similarmente formulada também pela versão presente em Higino, Fábulas, 67.

144 Apolodoro, Biblioteca, III.5.8.

145 Diodoro Sículo, Biblioteca Histórica, IV.64.4.

146 Pausânias, Descrição da Grécia, IX.26.2-4.

147 Sófocles, Édipo Rei, 22-24.

148 Sófocles, Édipo Rei, 25-27.

149 Bollack, Oedipe Roi, p. 22.

150 Sófocles, Édipo Rei, 22-30.

151 Confiram-se, para esta interpretação, os comentários de Bollack, Oedipe Roi, p. 23-24.

152 Sófocles, Édipo Rei, 19-21.

153 Sófocles, Édipo Rei, 4-5..

154 Sófocles, Édipo Rei, 15-16.

155 Sófocles, Édipo Rei, 2-3.

156 Sófocles, Édipo Rei, 1-13.

157 Édipo Rei, v. 14-21.

158 Remetemo-nos às nossas considerações argumentadas em Mithistória (1997: 129-146)..

159 Confira-se a descrição da peste logo acima, no início deste capítulo.

160 Sófocles, Édipo Rei, 31-34.

161 Sófocles, Édipo Rei, 35-39.

162 Eu mesmo aqui vim, o a todos famoso Édipo nomeado (Sófocles, Édipo Rei, 7-8.

163 Sófocles, Édipo Rei, 46.

164 Sófocles, Édipo Rei, 38-39.

165 Sófocles, Édipo Rei, 40.

166 Sófocles, Édipo Rei, 46 e 51.

167 Sófocles, Édipo Rei, 52-53.

168 Sófocles, Édipo Rei, 54-57.

169 Ó governante É dipo de minha terra (Sófocles, Édipo Rei, 14) e Se governarás esta terra, como dominas (Sófocles, Édipo Rei, 54).

170 Sófocles, Édipo Rei, 46-51.

171 Sófocles, Édipo Rei, 40-45.

172 Sófocles, Édipo Rei, 58-59.

173 Sófocles, Édipo Rei, 59-64,

174 Sófocles, Édipo Rei, 67-68.

175 Sófocles, Édipo Rei, 65.

176 Sófocles, Édipo Rei, 73-75.

177 Sófocles, Édipo Rei, 82-83.

178 Sófocles, Édipo Rei, 91-94.

179 Sófocles, Édipo Rei, 95-98.

180 Confiram-se os comentários de Bollack, Oedipe Roi, p. 56

181 É a mais outro dos inúmeros méritos da análise discriminadora de Bollack, que corrige os rumos da interpretação do texto sofocleano dos mais variados desvios equivocados com que a perdiam os críticos antecedentes, que devemos a formulação da idéia da atuação exegética de Creonte na aplicação da palavra oracular apolínea. Vejam-se sua observações às p. 55 e seguintes.

182 Sófocles, Édipo Rei, 99-107.

183 Sófocles, Édipo Rei, 108-111. O que se procura é pego, mas escapa o que se negligencia, sentencia o adágio lembrado por Creonte a Édipo (v. 110-111).

184 Sófocles, Édipo Rei, 112-123.

185 Sófocles, Édipo Rei, 127.

186 A atenção para este fato é destacada por Bollack, Oedipe Roi, p. 44.

187 Sófocles, Édipo Rei, 128-131.

188 Sófocles, Édipo Rei, 124-125.

189 Responsabilização auto-incriminadora do modo edipiano de condução de seu poder régio já pouco antes (v. 76-77), antecipando-se à enunciação da ordem apolínea, também firmada, declarando-se culpado se a ela não obedecesse.

190 Não, conclui Bollack, este pensamento edipiano não é testemunho de um rei paranóico, que estivesse aqui temeroso porque imaginasse subitamente, para além daquela inferência da trama regicida passada, a eventual permanência atualizada do desígnio regicida que, se no passado vitimara Laio, agora também o visava, o novo rei. Modalidade esta, todavia, contraditória de interpretação do pensamento exposto por Édipo, argumenta Bollack: ela supõe inconsequentemente uma representação que a fundamenta, pois, por que Édipo se poria a temer justo agora, depois de passados tantos anos, que o assassino intentasse também matá-lo, e não já bem antes? Essa representação implica em sua interpretação como atual, a imaginação de uma suspeita de um complô que justamente perdeu sua atualidade! O alcance efetivo do golpe homicida daquela mão, pensa Édipo e esclarece Bollack, persiste sim a também atingí-lo, mas pelo alcance da mácula, e não por duplicado golpe daquelas mesmas mãos assasinas.

191 Àquele assistindo, então, a mim mesmo sirvo (Sófocles, Édipo Rei, 141).

192 Sófocles, Édipo Rei, 149-150.

193 Sófocles, Édipo Rei, 132 (isso: o obscuro assassinato de Laio).

194 Édipo Rei 284-286 e 297-299.

195 Édipo Rei 300-301.

196 Édipo Rei 302-303.

197 Édipo Rei 310-311.

198 Édipo Rei 332-333.

199 Édipo Rei 312-315.

200 Édipo Rei 322-323.

201 Édipo Rei 316-317; 320-321; 324-325; 328-329; 332.

202 Édipo Rei 330-331.

203 Édipo Rei 334-336; 339-340.

204 Édipo Rei 356

205 Édipo Rei 353.

206 Édipo Rei 362.

207 Édipo Rei 366-367.

208 Édipo Rei 380-403: tradução em português por Trajano Vieira (2007: 380-381).

209 Édipo Rei 395-396.

210 Édipo Rei 433.

211 Édipo Rei 371.

212 Édipo Rei 374.

213 Édipo Rei 408-428.

214 Édipo Rei 437.

215 Édipo Rei 449-460.

216 Especialmente: v. 365; v. 370-1; vv. 374-5. v. 363. v. 365; v. 370-1; v. 374-5; v. 379; v. 433

217 v. 402-3

218 v. 139-141

219 v. 325s; v. 322-3; 330-1; v. 345s; v. 380s.
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