A consumação por



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III.7. “Tudo em Todos”

No “final” a história bíblica fecha o seu ciclo completo – não como o resultado confuso de um círculo vicioso de acontecimentos sempre recorrentes, mas como a consumação teleológica da história da redenção. Então serão restauradas as relações do pacto que estavam quebradas. O reino alcançará o seu incomparável cumprimento. Em seu cenário de abertura o Gênesis nos deixa com um jardim, um jardim onde Deus está operando para criar os céus e a terra. No Apocalipse de João volta a visão original – Deus ainda está operando, criando de novo todas as coisas, mas há um avanço decisivamente escatológico, o jardim se torna numa cidade! Entre estas duas grandes épocas, e unindo-as, está o evangelho do reino que vem, que arrasta os aspectos redimidos da cultura humana, e os introduz na “nova Jerusalém”.



Nosso conceito de “fim” fixa de uma vez para sempre nosso conceito de “começo”. Ou seja, consideramos a criação como restaurada ou a consideramos como suplantada. Bavink rejeita acertadamente a idéia de “restituição” – de um simples retorno ao Éden, como se o plano de futuro de Deus demandasse apagar a narrativa de tudo o que ocorreu entre o princípio e o fim. Também rejeita a idéia de “destruição”. Porque Cristo não veio para destruir as obras do Pai, ou os feitos de obediência de seus seguidores, senão unicamente as obras do diabo e aos que servem à causa demoníaca. Deus é o grande Restaurador da criação.147 Calvino sustentava este conceito afirmando que “Cristo não veio para a destruição do mundo, mas para a sua salvação”.148 Outros continuam nesta direção. A expectativa de “renovação da criação atual é favorecida pelos teólogos reformados” diz Louis Berkhof.149 Hendrikus Berkhof também afirma este conceito escatológico, sustentando que a “ortodoxia reformada geralmente pensava em termos de re-criação”.150 Porque a visão de João de “um novo céu e uma nova terra” em que a raiz para “novo” é kairos (Ap 21:1), em vez de indicar “a aparição de um cosmos totalmente distinto do atual”, nota que “a criação de um universo que, ainda que gloriosamente renovado, mantém continuidade com o atual”.151 Nem sequer “o fogo eliminará o universo.” Porque “depois do fogo, ainda serão os mesmos ‘céus e terra’, mas gloriosamente renovados...”.152

Por isso, a parousia não introduz uma ruptura radical com o passado. A totalidade da imagem que cobre este estudo, os seus muitos temas em sua unidade básica e sua rica diversidade, converge na realidade da era porvir. Os contornos familiares da ordem criada com as suas estruturas e funções divinamente atribuídas, modelam e dão forma a vida de uma humanidade ressuscitada no mundo renovado de Deus, onde todas as coisas serão totalmente redimidas, completamente redirecionadas para a sua meta indicada. A profecia de Isaias (capítulo 60 e 65), de um tempo de “transformar as espadas em arados” terá o seu cumprimento final na nova terra.



É possível avistar, desde já, um mundo onde “reside a justiça” (2 Pe 3:13)? O Apocalipse de João nos ajuda a vê-lo com as suas ruas de ouro, o rio da vida, árvores que frutificam durante todo o ano, as portas da cidade abertas dia e noite. É um quadro do paraíso recuperado, cuja ordem do dia é shalom! Estes conceitos terrenos eram muito familiares para os jovens cristãos: a “nova Jerusalém” recordava a Jerusalém geográfica, tão familiar para eles, o centro histórico de redenção de suas esperanças cristológicas. Sendo que o escatón pertence ao Escatón, ao Senhor que tão bem conheciam, “o futuro nunca pode ser chamada de terra incógnita, ‘o reino do desconhecido’”. Ainda que a vida na terra renovada exceda nossas expectativas mais atrevidas (1 Co 2:9), não é “o desconhecido do futuro, senão o conhecido no futuro o que é decisivo para a reflexão escatológica.”153 Da humanidade glorificada lemos que “as suas obras com eles continuam” (Ap 14:13). Ainda “os reis da terra trarão a sua glória e honra” a cidade; “não entrará nela nenhuma coisa imunda”, mas unicamente “a glória e a honra das nações” (Ap 21:24-27). Por isso

a cidade santa não está totalmente desligada das condições atuais. Os ligeiros quadros bíblicos desta cidade nos dão razão para pensar que os seus conteúdos não serão totalmente estranhos para pessoas como nós. Com efeito, os conteúdos da cidade serão mais semelhantes a nossos atuais padrões culturais do que normalmente se reconhece.154
Mas o que será de nós, cristãos dos últimos anos do século vinte?155 Às vezes voltamos a pintar o quadro de João em termos tão alheios ao mundo (além do horizonte azul), como um lugar distante (“uma formosa ilha em algum lugar”), com nomes de estranho som (“terra Beulah”), de modo que resulta difícil imagina-la como real, e tanto mais deseja-la. Projeções tão etéreas levam a Hoekema a afirmar corretamente

... acaso faz justiça semelhante conceito a escatologia bíblica? Vamos passar a eternidade em alguma parte distante do espaço, vestidos de roupas brancas, tocando harpas, cantando canções, e passeando de nuvem para nuvem? Pelo contrário, a Bíblia nos assegura que Deus criará uma nova terra na qual viveremos para o louvor de Deus em corpos glorificados, ressuscitados. Por isso, esperamos passar a eternidade nessa nova terra, desfrutando as suas belezas, explorando os seus recursos, e usando os seus tesouros para a glória de Deus.156
Bavink acentua este mesmo ponto de continuidade em meio da descontinuidade

não devemos pensar em termos de uma criação completamente nova. Porque o céu e a terra, como existem atualmente certamente terão o seu fim em sua forma presente (1 Co 7:31), e serão queimados e purificados pelo fogo (2 Pe 3:6-7,10), assim como a terra foi inundada pelo dilúvio. Mas, assim como os seres humanos são renovados por Cristo, mas não são destruídos para ser criados de novo (2 Co 5:17), essencialmente também o mundo será preservado ainda quando experimente uma mudança tão grande em sua forma que se chama novo céu e nova terra.157
Por isso, temos que tratar de reabilitar para os nossos tempos a experiência dos primeiros cristãos. Para sitiadas comunidades cristãs do presente, angustiadas pela pobreza, opressão e perseguição, a consumação oferece uma esperança de um “repouso” (Hb 4:9-10). Mas, a “nova ordem” também oferece abundantes oportunidades para uma renovada realização do mandato cultural. Haverá momentos de exuberante adoração, face a face com o nosso Senhor, já não restrita a um templo (Ap 21:22), resolvendo dessa maneira e para sempre os reclames contrapostos de ser membros da igreja. Mas, também haverá tempo para cultivar o jardim neste paraíso, para atividades construtivas nesta cidade, tempo de ler esses bons livros aos que de alguma maneira nunca consentimos, para terminar essas cartas, para eliminar as incompletas exigências de nossas qualificações acadêmicas. Como expressou uma vez, o meu professor de química: uma eternidade para realizar experimentos de laboratório, verificando as insondáveis maravilhas da criação. Talvez possamos unir-nos a Barth para escutar um pouco mais da música de Mozart. Em Cristo “todas as coisas são [nossas]” (1 Co 3:21-23). Porque “os mansos herdarão a terra” (Mt 5:5). Agora tudo isto, e mais, nos pertence na esperança – algum dia de perfeição.

Extraído do livro de Gordon J. Spykman, Teologia Reformacional un Nuevo Paradigma Para Hacer la Dogmática (Jenison, TELL, 1994), pp. 570-620.

Tradução livre:

Rev. Ewerton B. Tokashiki



revtokashiki@hotmail.com

Pastor da Igreja Presbiteriana de Cerejeiras – RO.



Prof. de Teologia Sistemática no SPBC – extensão Ji-Paraná

1 Nota do tradutor: as obras citadas têm o seu título em espanhol, mas não se encontram editadas em espanhol. O texto adotado para a tradução verteu os títulos das obras para o espanhol, mas manteve a paginação da edição original da obra citada.

2 Karl Barth, Epístola a los Romanos, p. 500.

3 Weber, Fundamentos de Dogmática, vol. II, p. 667.

4 Herman Bavink, Magnalia Dei, p. 630.

5 Herman Ridderbos, Pablo, p. 562.

6 Nota do tradutor: “pequeno instrumento cilíndrico, em cujo fundo há fragmentos móveis de vidro colorido, os quais, ao refletirem-se sobre um jogo de espelhos angulares dispostos longitudinalmente, produzem um número infinito de combinações de imagens de cores variegadas.” Novo Dicionário Aurélio (Rio de Janeiro, Editora Nova Fronteira, 1986, 2a.ed. revisada e aumentada) , p. 321.

7 Herman Ridderbos, Pablo, p. 554-555.

8 G.C. Berkouwer, El Regresso de Cristo, p. 12.

9 Herman Ridderbos, La Venida del Reino, p. 524-525.

10 Herman Ridderbos, La Venida del Reino, p. 521.

11 Adrio König, El Eclipse de Cristo en la Escatologia, p. 198

12 Hendrikus Berkhof, La Fe Cristiana, p. 533

13 Herman Ridderbos, La Venida del Reino, p. 465, 468.

14 Herman Hoeksema, Dogmática Reformada, p. 730.

15 Otto Weber, Fundamentos de Dogmática, vol. II, p. 672.

16 Hendrikus Berkhof, La Fe Cristiana, p. 522.

17 Adrio König, El Eclipse de Cristo en la Escatologia, p. 62-63.

18 Adrio König, El Eclipse de Cristo en la Escatologia, p. 37-38.

19 Anthony Hoekma, La Bíblia y el Futuro, p. 3.

20 Anthony Hoekema, La Bíblia y el Futuro, p. 11.

21 Herman Bavink, Dogmática Reformada, vol. IV, p. 667.

22 Anthony Hoekema, La Bíblia y el Futuro, p. 13.

23 G.C. Berkouwer, El Retorno de Cristo, p. 135.

24 G.C. Berkouwer, El Retorno de Cristo, p. 138.

25 G.C. Berkouwer, El Retorno de Cristo, p. 113.

26 Herman Ridderbos, La Venida del Reino, p. 466.

27 Herman Hoeksema, Dogmática Reformada, p. 722.

28 Geerhardus Vos, Escatologia Paulina, p. 51.

29 Herman Hoeksema, Dogmática Reformada, p.775.

30 Catecismo de Heidelberg, perg./resp. 47.

31 Geehardus Vos, Escatologia Paulina, p. 38,47.

32 Anthony Hoekema, La Bíblia y el Futuro, p. 35.

33 Oscar Cullmann, Cristo y Tiempo, p. 87.

34 Otto Weber, Fundamentos de Dogmática, vol. II, p. 682.

35 G.C. Berkouwer, El Retorno de Cristo, p. 92. Veja também Ridderbos, Pablo, p. 487-488; Hoekema, La Bíblia y el Futuro, p. 123.

36 G.C. Berkouwer, El Retorno de Cristo, p. 74.

37 G.C. Berkouwer, El Retorno de Cristo, p. 84.

38 G.C. Berkouwer, El Retorno de Cristo, p. 94.

39 Adrio König, El Eclipse de Cristo en la Escatologia, p. 200.

40 Wilhelm Niesel, Teologia de Calvino, p. 130.

41 Herman Ridderbos, Pablo, p. 496.

42 Anthony Hoekema, La Bíblia y el Futuro, p. 52.

43 G.C. Berkouwer, El Retorno de Cristo, p. 84-85.

44 Herman Ridderbos, La Venida del Reino, p. 519-520.

45 Herman Ridderbos, La Venida del Reino, p. 495.

46 G.C. Berkouwer, El Retorno de Cristo, p. 132.

47 Otto Weber, Fundamentos de Dogmática, vol. II, p. 684.

48 Herman Ridderbos, La Venida del Reino, p. 471.

49 A.J. McCain, em Charles L. Feinberg, Milenialismo, p. 13.

50 G.C. Berkouwer, El Retorno de Cristo, p. 307-308.

51 G.C. Berkouwer, El Retorno de Cristo, p. 293.

52 D.H. Kromminga, El Milenio en la Iglesia, p. 113-114.

53 Henry Bettenson, Los Primeros Padres Cristianos, p. 164.

54 Henry Bettenson, Los Primeros Padres Cristianos, p. 164.

55 D.H. Kromminga, El Milenio en la Iglesia, p. 29, 112, 113.

56 Juan Calvino, Instituciones, III.25.5.

57 Nota do tradutor: o autor escreveu estas palavras em 1991.

58 Hendrikus Berkhof, Cristo el Significado de la Historia, p. 166.

59 Louis Berkhof, Teologia Sistemática, p. 717.

60 D.H. Kromminga, El Milenio en la Iglesia, p. 298.

61 Lorraine Boettner in: Robert G. Clouse, ed., El Significado del Milenio, p. 120-121, 129, 133.

62 Lorraine Boettner in: Robert G. Clouse, ed., El Significado del Milenio, p. 14.

63 Anthony Hoekema, La Bíblia y el Futuro, p. 180.

64 Charles L. Feinberg, Milenarismo, p. 14.

65 G.C. Berkouwer, El Retorno de Cristo, p. 292.

66 Herman Ridderbos, Pablo, p. 559.

67 G.C. Berkouwer, El Retorno de Cristo, p. 297.

68 Anthony Hoekema, La Bíblia y el Futuro, p. 180.

69 Anthony Hoekema, La Bíblia y el Futuro, p. 180-181.

70 Anthony Hoekema, La Bíblia y el Futuro, p. 180-181.

71 G.C. Berkouwer, El Retorno de Cristo, p. 306.

72 Herman Ridderbos, Pablo, p. 536.

73 Herman Ridderbos, Pablo, p. 558.

74 G.C. Berkouwer, El Retorno de Cristo, p. 302.

75 O autor publicou este livro em 1991.

76 John Walvoord, El Reino Milenar, p. 15.

77 John Walvoord, El Reino Milenar, p. 134.

78 Louis Berkhof, Teologia Sistemática, p. 710.

79 Charles Feinberg, Milenarismo, p. 184.

80 Adrio König, El Eclipse de Cristo en la Escatologia, p. 135.

81 G.C. Berkouwer, El Retorno de Cristo, p. 308, 286.

82 G.C. Berkouwer, El Retorno de Cristo, p. 321.

83 Louis, Berkhof, Teologia Sistemática, p. 715.

84 George E. Ladd, Las Ultimas Cosas, p. 56.

85 Anthony Hoekema, La Bíblia y el Futuro, p. 173.

86 Louis Berkhof, Teologia Sistemática, p. 708.

87 Herman Hoeksema, Dogmática Reformada, p. 816.

88 Anthony Hoekema, La Bíblia y el Futuro, p. 173-174.

89 Jay Adams, El Tiempo Está Cerca, p. 107.

90 Jay Adams, El Tiempo Está Cerca, p. 8.

91 Jay Adams, El Tiempo Está Cerca, p. 7.

92 Louis Berkhof, Teologia Sistemática, p. 708.

93 Richard Gaffin, “Vida en el Espiritu” em El Espiritu Santo: Presencia Renovadora y Capacitora, p. 46-48.

94 Jay Adams, El Tiempo Está Cerca, p. 86.

95 G.C. Berkouwer, El Retorno de Cristo, p. 322.

96 William Hendriksen, Más que Vencedores, p. 28,30.

97 G.C. Berkouwer, El Retorno de Cristo, p. 37.

98 Richard Gaffin, “Vida en el Espiritu” em El Espiritu Santo: Presencia Renovadora y Capacitora, p. 54.

99 G.C. Berkouwer, El Retorno de Cristo, p. 313.

100 G.C. Berkouwer, El Retorno de Cristo, p. 314.

101 G.C. Berkouwer, El Retorno de Cristo, p. 315.

102 Herman Ridderbos, La Venida del Reino, p. 469.

103 Herman Ridderbos, Pablo, p. 528.

104 G.C. Berkouwer, El Retorno de Cristo, p. 243.

105 Otto Weber, Fundamentos de Dogmática, vol. II, p. 680.

106 Adrio König, El Eclipse de Cristo en la Escatologia, p. 191, 193.

107 A.A. Hoekema, A Bíblia e o Futuro, p. 130-135.

108 Herman Ridderbos, Pablo, p. 522.

109 Herman Ridderbos, Venida del Reino, p. 480.

110 Herman Ridderbos, Pablo, p. 514, 515.

111 Herman Ridderbos, Pablo, p. 516.

112 A.A. Hoekema, A Bíblia e o Futuro, p. 162.

113 G.C. Berkouwer, El Retorno de Cristo, p. 125.

114 G.C. Berkouwer, El Retorno de Cristo, p. 127.

115 Herman Ridderbos, Pablo, p. 525.

116 A.A. Hoekema, A Bíblia e o Futuro, p. 84.

117 Institutas, III,25,6,11.

118 A.A. Hoekema, A Bíblia e o Futuro, p. 104.

119 G.C. Berkouwer, El Retorno de Cristo, p. 52.

120 Istitutas, III, 26,6.

121 G.C. Berkouwer, El Retorno de Cristo, p. 51.

122 Institutas, III, 25,6.

123 G.C. Berkouwer, El Retorno de Cristo, p. 49, 34.

124 Otto Weber, Fundamentos de Dogmática, vol. II, p. 665.

125 Herman Ridderbos, Pablo, p. 506.

126 Herman Ridderbos, Pablo, p. 506.

127 Herman Ridderbos, Pablo, p. 507.

128 Herman Bavink, Magnalia Dei, p. 634.

129 Herman Bavink, Dogmática Reformada, vol. IV, p. 567.

130 A.A. Hoekema, A Bíblia e o Futuro, p. 91.

131 G.C. Berkouwer, El Retorno de Cristo, p. 36.

132 A.A. Hoekema, Criados à Imagem de Deus, p. 218.

133 A.A. Hoekema, A Bíblia e o Futuro, p. 248.

134 Institutas, III.25,3.

135 A.A. Hoekema, A Bíblia e o Futuro, p. 9.

136 Herman Ridderbos, Pablo, p. 543.

137 Herman Ridderbos, Pablo, p. 548-549.

138 Hendrikus Berkhof, La Fé Cristiana, p. 527.

139 Richard Mouw, Cuando los Reyes Vienem Marchando, p. 31.

140 Herman Ridderbos, Pablo, p. 552.

141 G.C. Berkouwer, El Retorno de Cristo, p. 160.

142 Herman Bavink, Magnalia Dei, p. 641.

143 Catecismo de Heidelberg, Q&A., 44.

144 G.C. Berkouwer, El Retorno de Cristo, p. 160.

145 Catecismo de Heidelberg, Q&A., 52.

146 A.A. Hoekema, A Bíblia e o Futuro, p. 259.

147 Jan Veenhof, Natureza y Gracia en Bavink, p. 19-20.

148 Institutas, III, 25,9.

149 Louis Berkhof, Teologia Sistemática, p. 737.

150 Hendrikus Berkhof, La Fe Cristiana, p. 520, 529.

151 A.A. Hoekema, A Bíblia e o Futuro, p. 280.

152 William Hendriksen, La Bíblia Sobre la Vida del Más Allá, p. 205.

153 G.C. Berkouwer, El Retorno de Cristo, p. 13.

154 Richard Mouw, Cuando los Reyes Vienem Marchando, p. 6-7.

155 Nota do tradutor: a primeira edição deste livro foi em 1991.

156 A.A. Hoekema, A Bíblia e o Futuro, p. 274.

157 Herman Bavink, Magnalia Dei, p. 644.


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