A formação Docente Frente às Necessidades Educacionais Especiais e seu Reflexo na Prática Educativa



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A Formação Docente Frente às Necessidades Educacionais Especiais e seu Reflexo na Prática Educativa

Adenise Silveira Machado1

Beatriz Maria M. de C. B. da Silva2

Gladys Mary Monteiro3

Margareth Brasil Soares4

Orientadora: Vera Lúcia Lins Sant’Anna5



Resumo


Este artigo é resultado de pesquisa apresentada, no primeiro semestre de 2004, como trabalho de conclusão, ao curso de Pedagogia da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. O objetivo era estudar a formação docente no que se refere às necessidades educacionais especiais e o reflexo dessa formação na prática educativa. Para tanto, recorreu-se a pesquisa bibliográfica e a pesquisa de campo. Investigou-se o histórico e a legislação da educação inclusiva, bem como a formação docente inicial e continuada e a identidade profissional do professor. Examinaram-se, por um lado, grades curriculares de cursos de formação de docentes para as séries/ciclos iniciais do Ensino Fundamental. Por outro lado, contemplaram-se escolas do Ensino Fundamental, analisando-se o projeto político-pedagógico proposto, assim como o suporte, o apoio e as estratégias utilizados no atendimento de necessidades especiais. A intenção, nesse caso, era avaliar a organização escolar relativamente aos seus reflexos no processo de ensino e aprendizagem que inclui, em classes comuns, estudantes com necessidades educacionais especiais.
Palavras-chave: Formação docente; grade curricular; necessidades educacionais especiais; prática educativa.

A Questão de Método em Marx:

Crítica de uma Polêmica

Antônio José Lopes Alves6



Resumo

O presente artigo se propõe, inicialmente, a explicitar criticamente o modo como a questão relativa ao método marxiano, exercitado na sua crítica da economia política, foi entendido e abordado pelas diversas correntes filosóficas que se dedicaram a este problema, tanto pelas que pretenderam se filiar à reflexão de Marx, quanto outras que tencionaram refuta-la. Dos tratamentos naturalistas e lógicos aos dos filósofos da ciência, todos, o objetivamos demonstrar que, cada um com suas especificidades, apresentam como procedimento comum a interpretação da tematização marxiana pressupondo um parâmetro externo à própria obra, seja nela buscando a afirmação de uma filosofia de base naturalista, seja por meio da redução da produção teórica a um capítulo da dialética, seja ainda a avaliando a partir de critérios gnosiológicos e epistemológicos engendrados abstratamente e impostos pela “moda” do momento. Além, e em conseqüência, desse diagnóstico crítico da situação, propomo-nos a explicitar, tomando por objeto os próprios escritos de Marx, partindo dos resultados produzidos na aproximação teórica da obra marxiana feita por José Chasin em seu “retorno a Marx”, o fato de a crítica da economia política em sua forma mais madura ser, em verdade, uma teoria das formas de ser, a ciência que tem por escopo dilucidar e expor as categorias que conformam a sociabilidade do capital e os nexos que as articulam como “síntese de determinações” concretamente existentes e apropriadas pelo pensamento na forma da abstração.


Palavras-chave: Crítica da Economia Política, Método, Ontologia, Formas de Ser, Marxologia.

As Representações Sociais Da Informática Na Educação: Uma Análise Da Formação Continuada
Geisa do Socorro Cavalcanti Vaz Mendes7

Resumo


Este artigo apresenta os resultados de uma pesquisa realizada entre 2000 e 2002, no mestrado em educação na Universidade Federal de Pernambuco, que teve como objetivo analisar o processo de implementação da Informática na Educação, no Estado de Pernambuco, a partir de um estudo das repercussões das formações realizadas nesse contexto à luz da Teoria das Representações Sociais. Os dados foram coletados através de entrevistas semi-estruturadas com 20 professores, distribuídos em três grupos, que participaram de cursos de formação específicos para a introdução da informática na escola da rede pública. Utilizou-se a Análise de Conteúdo, de Bardin, para o tratamento dos dados. As categorias que resultaram da análise mostram-nos que o campo semântico das representações se organizam em torno das dimensões pedagógica, didática, pessoal, sócio-política e organizacional. Os resultados revelam que a formação interfere, direta ou indiretamente, no processo de implementação da Informática na Educação. Os professores especialistas nessa área representam a informática como um suporte ao processo de ensino-aprendizagem associado a sua área de atuação e se aproximam mais do conhecimento de referência. Já os professores, não especialistas, tendem a representar a informática na educação para atender as demandas cotidianas. Ressaltamos, que as políticas públicas voltadas à implantação da IE não estão atendendo, de forma adequada, as reais necessidades dos professores e da escola.
Palavras-chave: Informática na Educação, formação de professor, representações sociais.


Papel do Doutor Sanchez em que propoem o modo de se poder extinguir o judaismo em Portugal e por consequencia o nome de XXNN8

Larissa Barbeiro da Cruz

Jansley Aparecida Silva da Costa 9

Orientadora: Profª Drª Virgínia Maria Trindade Valadares10


Resumo


O presente artigo faz uma análise do documento intitulado “Origem da denominação de christão velho, e christão novo em Portugal, e as causas da continuação destes nomes, como tãobem da cegueyra judaica” , o qual se constitui em um ensaio escrito pelo Dr. Antônio Nunes Ribeiro Sanches.

Palavras-chave



Perfil de Entrada dos(as) Alunos(as) Novatos(as) - Calouros(as) E Transferidos(as) - da Faculdade de Educação, Campus de Belo Horizonte, Universidade do Estado de Minas Gerais: elemento de reflexão sobre as práticas pedagógicas de formação do(a) pedagogo(a) - (resultados de 2004)
Coordenadora: Profª Ms. Teresinha Rodrigues de Oliveira

Profª Ms. Maria de Freitas Chagas

Profª Marlene Dária de Lima Santos

Profª Vanda Arantes de Araújo - Especialista11

Charlyane Oliveira Bretas Procópio12
Resumo

O presente artigo trata da pesquisa, em desenvolvimento, de levantamento do perfil de entrada dos(as) alunos(as) novatos(as) - calouros(as) e transferidos(as) - do Curso de Pedagogia/FaE/CBH/UEMG, investigação descritiva e longitudinal, incluindo estudo-piloto, em 2003. Seu desenvolvimento técnico é constituído por procedimentos quantitativos, com cobertura total do universo dos(as) alunos(as) novatos(as) matriculados(as) no Curso, semestralmente, de 2004 até 2007, e utilização de questionário misto para coleta dos dados. Este artigo se refere, apenas, à primeira etapa do processo de investigação, realizada em 2004. A partir da tabulação manual dos questionários e do uso da estatística descritiva, agruparam-se os dados em seis categorias de análise (identidade - trajetória escolar - condições de estudo - condições sócio-econômicas e experiências profissionais - lazer - expectativas pessoais) e geraram-se tabelas, gráficos e quadros. Os resultados parciais, de 2004, enunciam as tendências sobre o perfil dos(as) alunos(as) do CP/FaE/CBH/UEMG. Com os resultados gerais de toda a pesquisa espera-se contribuir para o cumprimento das metas Institucionais específicas na formação do(a) pedagogo(a). A intenção da equipe de pesquisadoras é de produzir indicadores que subsidiem discussões acadêmicas, favorecedoras de (re)visões de práticas pedagógicas, bem como, da institucionalização de uma cultura avaliativa na Instituição.


Palavras-chave: perfil de entrada; alunos(as) novatos(as); discussão acadêmica; formação do pedagogo; cultura avaliativa.


PONTUAÇÃO: CONVENÇÃO OU CONSTRUÇÃO?
Solange Bonomo Assumpção13

RESUMO
O objetivo central deste texto é apresentar alguns dos resultados obtidos num estudo sobre o processo evolutivo de emprego do ponto (.) nos textos escritos por alunos das quatro primeiras séries do Ensino Fundamental. Para desenvolvê-lo, serviram como suporte teórico, fundamentalmente, os trabalhos de Ingedore Villaça Koch, sobre a inter-ação através da linguagem, de Jean-Paul Bronckart, e o seu correspondente interacionismo sócio-discursivo, e de Robert Beaugrande, acerca de uma efetiva Ciência do Texto e do Discurso.

Um conjunto de textos produzidos por alunos das redes de ensino pública e privada, de primeira a quarta séries do Ensino Fundamental, contemplando três diferentes propostas (a saber: produção de histórias ficcionais, correção de textos já escritos e perguntas sobre a função da pontuação), foi tomado como objeto de análise e permitiu identificar como se dá o processo evolutivo de emprego do ponto (.) em contextos ditados pela norma culta da língua, bem como levantar princípios motivadores para a transgressão desses mesmos.

A análise dos textos revelou que o emprego do ponto (.) mantém estreita ligação com a organização tópica do texto, sendo mais sinalizados os de maior extensão; os tipos discursivos, em que se verifica o descritivo, o expositivo e o injuntivo – por apresentarem as porções de informações bem delimitadas – como os mais próximos da pontuação indicada pela norma culta; a intenção discursiva do autor, pois ele usa essa marca gráfica para ressaltar porções de informações que revelam o foco de atenção que o leitor deve dar na leitura do texto.


PALAVRAS-CHAVE: língua portuguesa; aquisição da escrita; pontuação.

As práticas educativas no cotidiano pedagógico: uma análise pertinente

Profª. Vera Lucia Lins Sant’ Anna14
QUANTO MAIS PENSO SOBRE A PRÁTICA EDUCATIVA, RECONHECENDO A RESPONSABILIDADE QUE ELA EXIGE DE NÓS, TANTO MAIS ME CONVENÇO DO DEVER NOSSO DE LUTAR NO SENTIDO DE QUE ELA SEJA REALMENTE RESPEITADA”.

(...) DAÍ, ENTÃO QUE UMA DE MINHAS PREOCUPAÇÕES CENTRAIS DEVE SER A DE PROCURAR A APROXIMAÇÃO CADA VEZ MAIOR ENTRE O QUE DIGO E O QUE FAÇO, ENTRE O QUE PAREÇO SER E O QUE REALMENTE ESTOU SENDO”.

(Paulo Freire. Pedagogia de Autonomia. P. 107 – 108)

Resumo

Há tempos, buscam-se práticas educativas adequadas e significativas à realidade do fazer pedagógico. No presente artigo procura-se refletir sobre essas práticas vivenciadas no processo ensino-aprendizagem, analisando-as e verificando sua adequabilidade ao contexto escolar. Sabemos que elas desenvolvem as habilidades e competências no processo ensino-aprendizagem, enriquecendo os conhecimentos em uma sociedade educativa e multicultural.


A contribuição dar-se-á a partir do momento em que o educador repensar a sua ação-reflexão-ação na sua práxis pedagógica, para que os resultados apareçam na formação de sujeitos críticos e cônscios de seu verdadeiro papel na sociedade.
Palavras-chave: práticas educativas, competências, inovação e situações de aprendizagem.

DETERMINAÇÃO DAS ÁREAS DE POTENCIAL DE RISCOS DE PRECIPITAÇÕES INTENSAS EM BELO HORIZONTE
Ruibran Januário dos Reis1, Daniel Pereira Guimarães2 ,Carlos Wagner G. A. 3 Coelho, Geraldo Moreira da Paixão3, Jaqueline Serafin do Nascimento4 e Thatiana Karina de S. L. Simões4

RESUMO

A áreas urbanas têm sido objeto de estudos climatológicos por causa da formação de “ilhas de calor”, entretanto, as chuvas intensas são as responsáveis por causar os principais desastres. Eventos extremos de precipitações têm aumentado significativamente nas últimas duas décadas no município de Belo Horizonte, ocasionando enchentes urbanas, desabamentos de casas e desmoronamentos. A instalação de uma rede de pluviômetros para a coleta de dados durante a estação chuvosa 2003/04 na região metropolitana, permitiu a análise espacial das precipitações, regionalização dos dados, elaboração de um mapa de regiões com alto potencial de chuvas intensas e a elaboração de alertas diários de tempestades severas.

Palavras-chave: Precipitação, climatologia, chuvas intensas, mapeamento das áreas de risco.

Gonçalves (2003) cita que uma das mais antigas referências sobre as preocupações com a modificação da atmosfera nas cidades data de 1661: a proposição de Sir John Evelyn de que fosse criado um cinturão verde com espécies aromáticas para purificar o ar fumarento e já nocivo de Londres. Entretanto, os estudos no Brasil sobre chuvas intensas nas regiões metropolitanas são mais recentes, pois o aumento da rede de estações meteorológicas e a instalação de estações telemétricas possibilitaram a análise espacial e temporal.
1 – Meteorologista da Cemig e Prof. da PUC Minas, Av. Barbacena 1200 – Belo Horizonte – MG, ruibran@cemig.com.br

2 – Pesquisador da Embrapa Milho e Sorgo. Rodovia MG 424 km 65 Cx. P. 151 daniel@cnpms.embrapa.br

3 – Técnicos em Hidrometeorologa da Cemig, Av. Barbacena 1200 – Belo Horizonte – MG, meteorologia@cemig.com.br

4 – Aluna do Curso de Geografia da PUC Minas, mgtempo@pucminas.br


1 Estudante do 7º período de Pedagogia da PUC/MG, 1º sem/2004.

2 Estudante do 7º período de Pedagogia da PUC/MG, 1º sem/2004.

3 Estudante do 7º período de Pedagogia da PUC/MG, 1º sem/2004.

4 Estudante do 7º período de Pedagogia da PUC/MG, 1º sem/2004.

5 Professora Orientadora da disciplina Pesquisa e Prática Pedagógica III, Mestre em Educação e Doutora em Ciência da Religião.

6 Doutorando em Filosofia pela UNICAMP

Mestre em Filosofia pela UFMG

Professor Colégio Técnico da UFMG

Membro do Grupo de Pesquisa Marxologia: Filosofia e Estudos Confluentes




7 Mestre em Educação, professora da PUC-Minas Gerais dos cursos de Pedagogia, Pedagogia com Ênfase em Ensino Religioso, Letras e Normal Superior.

8 Documento transcrito oriundo do Instituto dos Arquivos Nacionais da Torre do Tombo (IANTT) a partir da versão microfilmada pertencente ao Centro de Pesquisa Histórica da PUC Minas. Pontual 2307. Mç.41. Conselho Geral do Santo Ofício, 36 fólios.

9 Alunas do 8° período do curso de História – PUC Minas, 2° semestre de 2004.

10 Doutora em História dos Descobrimentos e Expansão portugueses pela Universidade de Lisboa. Professora de História Moderna na PUC Minas e Coordenadora do Setor de Pesquisa do ICH – PUC Minas.

11 Docentes da Faculdade de Educação do Campus de Belo Horizonte,UEMG.

12 Aluna do Curso de Pedagogia/FaE/CBH/UEMG e Bolsista de Iniciação Científica (BIC).

13 Doutoranda em Língua Portuguesa e Lingüística (PUC Minas), Mestre em Lingüística (UFMG), Especialista em Alfabetização (PUC Minas) , Graduada em Pedagogia (Universidade Estadual de Maringá/PR).

Professora e pesquisadora da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.




14Doutora em Ciências da Religião (Ciências Sociais e Religião); Mestre em Educação; Coordenadora do Setor de Práticas Educativas do ICH (PUC Minas).


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