A história de israel no antigo testamento



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NOTA DA TRADUTORA:

Muitas das referências bibliográficas, sobretudo em outras línguas, não foram corretamente escaneadas (é um problema normal quando se trabalha com conversores em vários idiomas), porém em muitos casos não consegui descobrir o que poderia estar escrito no original. Por isso, muitas das referências simplesmente foram copiadas e coladas assim como vinham. Como exemplos, bastam os seguintes:


E. F. Weidner, "Jojachin, Konig von Judá in babylonischen Keilschríften", Me-"uig&s Syriens, II (1938), 935.

(pag 148)
Whitley, op. cit., p. 70. Ver James A. Montgomery, Aramaic Incantation Texts fr""1 \iwur (Filadelfia), (1913).

(pag 155)
Todos os mapas foram redesenhados por mim, porém no seguinte não consegui descobrir o nome de muitas das localidades, afim de colocá-las no mapa, já que o original era completamente ilegível:


Fragmento do mapa na página 136 do livro em PDF (re-desenhado em página 107, porém com faltantes)

Se alguém tiver o livro original, e puder aproximar estes detalhes, os mesmos poderão ser convenientemente corrigidos.


A tradutora


1 Dado que a divisão em versículos aparece no texto hebraico no século décimo d.C., a dúvidas do Antigo Testamento em versículos foi feita, segundo parece, pelos massoretas. Nossa dúvida em capítulos começou com o bispo Stephen Langton no século XIII (faleceu em 1228).

2 Para o relato de como as Escritura chegaram a nós, veja "Nossa Bíblia e os Antigos Manuscritos", de Sir Frederic Kenyon, revisada por A. W. Adams (Nova Iorque, Harper &Brothers, 1958).

3 A maior parte dos acontecimentos no Gênesis 1-11 precedem a civilização suméria, na que apareceu a escritura por volta do final do quarto milênio a.C.

4 Comparar Isaias 40-50; Romanos 5.14; 1 Coríntios 15.45; 1 Timóteo 2.13-14, e outros.

5 As estimações para a idade do universo variam tanto que é impossível sugerir uma data aceitável. Einstein sugeriu dez mil milhões de anos como idade da terra. Cálculos da idade das galáxias variam desde dois a dez mil milhões de anos.

6 A construção hebraica em Gênesis 1.1 é um nome relacionado com um verbo pessoal. Note-se a tradução literal: "No princípio de Deus criando os céus e a terra quando o espírito de Deus cobria a face das águas, Deus disse: Haja luz".

7 Não se estabelece a duração destes dias criativos. Alguns sugerem dias de 24 horas baseando-se em Gênesis 1.14, Êxodo 20.11 e outras referências. Estes dias podem ter sido prolongados em eras, já que "dia" se usa neste sentido em Gênesis 2.4. neste caso, tarde e amanhã seriam usados em sentido figurado. Este relato nos proporciona dados para a asseveração conclusiva deste período de dias criativos.

8 Usando as genealogias de Gênesis 5 e 11 para calcular o tempo, o bispo Ussher (1654) datou a criação do homem em 4004 a.C. esta data é insustentável, já que as genealogias não representam uma cronologia completa.

9 Note-se que a única outra ocasião na Escritura de um animal que fala, está na asna de Balaão (Números 22.28).

10 Comparar a interpretação do Novo Testamento em João 8.44; Romanos 16.20; 2 Coríntios 11.3; Apocalipse 12.9; 20.2, etc.

11 Note-se a esperança baseada nesta promessa em Gênesis 4.1, 25; 5.29 e as promessas messiânicas no Antigo Testamento.

12 "Filhos de Deus" pode referir-se aos angélicos seres ou a linha de Sete. Para a última interpretação, as "filhas dos homens" se refere à linha de Caim. Para esta discussão, ver Albertus Pieters, "Notes on Gênesis" (Grand Rapids, Ferdmans, 1943), pp. 113-116. estes matrimônios cruzados, seja o que for o que representassem, desgostaram a Deus.

13 Fazendo um calculo de 45 cm por côvado, as medidas da arca eram de aproximadamente 132 x 22 x 13 metros. As cobertas permitiam um deslocamento de aproximadamente 40.000 a 50.000 toneladas.

14 Para uma cronologia deste ano, ver E. F. Kevan, "Gênesis", The New Bible Commentary, pp. 84-85.

15 A data dada por Ussher para o Dilúvio foi a do ano 2348 a.C. Driver, em seu comentário sobre o Gênesis (1904), alega o ano de 2501ac como a data bíblica para o Dilúvio. À luz de uma contínua civilização no Egito desde 3000 anos a.C., estas datas resultam insustentáveis. Também não podem manter-se pela própria exegese da Escritura. o Dilúvio pôde ter acontecido 10.000 anos a.C. para cronologias relativas, ver R. W. Enrich, "Chronologies in Old World Archaology" (U. of Chicago Press), 1965. Para a cultura continuada na América, ver R. M. Undcrhill, "Red Man's América" (Chicago, 1953), pp. 8-9.

16 H. C. Leupold, "Exposition of Genesis" (Grand Rapids, Baker, 1950), Vol I, pp. 349-352.

17 Em nenhuma parte indicam as Escrituras quanto tempo se passou em Gênesis 1-11. Em conseqüência, isto fica como um problema para sua investigação. Byron Nelson coloca de relevo que sem tomar em consideração qual data pode dar-se, aproximadamente, para o começo da raça humana, isso ainda continua estando dentro do alcance do relato bíblico. Para esta "visão sem limites", ver seu livro "Icone Abraham: Prehistoric Man in Biblical Light (Mineapolis, Augsburg Publishing House, 1948). A respeito de uma recente discussão do antigo Próximo Oriente, ver R. K. Harrison, "Introduction to the Old Testament" (Grand Rapids, W. Bem. Ferdmans Publishing Co., 1969), pp. 145-198.

18 Samuel N. Krammr "From tablets of Sumer" (Indian Hills, Colo.: The Falcon's Wing Press, 1856).

19 Leonard Woolley "Ur of the Chaldees" (Nova Iorque, Charles Scribner's Son, 1930), pp. 45-68. "Ur excavation of the Royal Cemetery", p. 42.

20 Jack Finegan, "Light from the ancient past" (Princeton University Press, 1956).

21 Para os relatos da vida de Nuzu, ver Edward Chiera, "They wrote on clay" (University of Chicago Press, 1956).

22 Para a datação de Hamurabi, ver Finegan, op. p. 47. Para uma mais recente discussão consultar M. R. Rowton, "The date ofício Hamurabi", Journal of Near Eastern Studies, XVII, número 2 (abril, 1958), pp. 97-111.

23 O nome hebraico de Egito é Mizraim, que indica dois reinos por seu conceito dual.

24 Manetho, um sacerdote do Egito, sob Ptolomeu Filadélfio (285-246), realizou um estudo e uma analise da história do Egito. Sua divisão da história do Egito em trinta dinastias se preserva nos escritos de Josefo (95 a.C.), Sextus Julius Africanus (221 a.C.) e Eusebius. Para uma lista completa de dinastias, ver Steindorf & Steele, "When Egypt ruled the east" (rev. Ed. University of Chicago Press, 1957), pp. 274-275.

25 Para a história do Egito anterior a 1600 a.C., ver W. C. Hayes, "The Scepíer of Egypt, parte I (Nova Iorque, Harper and Brothers, 1953).

26 Para sua tradução ver James B. Pritchard, "Ancient Near Eastern texts relating to the Old Testament" (Princeton University Press, 1955), p. 467.

27 Ver Merrill F. Unger, "Israel and the Arameans of Damascus" (Londres, James Clarke & Co., 1957), p. 19.

28 Comparar Gn 12.6; 14.13; 15.16,19-21; 21.34; 23.3, e outros. Aqui estão anotados os cananeus, amorreus, queneus, quenezeus, jebuseus, filisteus, e outros.

29 Para su traducción ver James B. Pritchard. "Ancient Near Eastern Texts Relating to the Old Testament" (Prmceton University Press, 1955), p. 467.

30 Sinuhé, um oficial egípcio durante o Reino Médio, reflete o contato com os comerciantes egípcios e residentes na Palestina. Para uma tradução deste clássico egípcio, feita por John A. Wilson, ver James Bem. Pritchard, "Ancient Near Eastern Texts", op. cit. pp. 18-22.

31 Cyrus H. Gordon, "The world of the Old Testament" (Garden City, Doubleday & Co., 1958), pp. 121-122. Este povo não semita incluía também os filisteus.

32 Ibidem, pp. 97-98.

33 Para um excelente estudo sobre geografia histórica, ver Dennis Baly, "The Geografy of the Bible" (Nova Iorque, Harper & Brothers, 1957). Comparar também George Adam Smith, "The historical geography ofício the Holy Land" (Londres, Hodder & Stoughton, 1931), e G. E. Wright & F. V. Nelson, "Atlas Historico Westminster de la Bíblia" (El Paso, Texas, Casa Bautista de Publicaciones), pp. 17-20.

34 O lago Hule foi recentemente drenado e utilizado com fins agrícolas.

35 Ver Nelson Glueck, "The Other Side of the Jordan" (New Haven: American Society of Oriental Research, 1940), p. 114.

36 J. Wellhausen, "Prolegomeno to the History of Israel" (3ª edição, Edimburgo), p. 331. De acordo com a teoria de Graf-Wellhausen, Abraão, Isaque e Jacó não existiram realmente como indivíduos históricos, senão que foram personagens mitológicas criadas por gênios literários entre o 950 e 400 a.C. Moisés pôde ter sido um indivíduo histórico com o qual começa a história de Israel. (Ver H. Pfeiffer, "Introduction to the Old Testament", Nova Iorque, Harper & Brothers, 1941), Elmer W. K. Mould, "Essentials of Bible History" (Nova Iorque, Ronald Press Co., 1951), p. 32; representa o registro patriarcal como histórias tribais: que não contêm senão uma "pequena história em moderna terminologia". De acordo com Mould, somente as tribos de Raquel emigraram ao Egito e mais tarde entraram na Palestina para unir-se com as tribos que nunca emigraram ao Egito.

37 H. H. Rowley "Recent discoveries ansiedade the Patriarcal Age", em "The Servant of the Lord and other Essays on the Old Testament" (Londres, Luterworth Press, 1952) pp. 269-305. Ver também W. F. Albright "The biblical period" (Pittsburgh, 1950), p. 6: "Porém, como num todo, a descrição do Gênesis é histórica e não há razão para duvidar da geral precisão dos detalhes bibliográficos e bosquejos de personalidade que fazem que a idade dos patriarcas surja de vidas".

38 Para um cálculo representativo das referências bíblicas e interpretações, ver Merrill F. Unger, "Archeology and the Oíd Testamen" (Giand Rapids: Zondervan 1954) pp. 105-107).

39 A nova baixa cronologia data a Hamurabi em 1700 a.C., em vez de 2100 a.C. (Ver nota ao pé, número 5).

40 Gordon, op. cit., pp. 113-133, data de nascimento de Abraão na última parte do século XV a.C. Embora Gordon reconhece que o enorme material do Gênesis pode ser reconhecido como confiável, assume que muitos dês números e anos nos relatos hebraicos são esquemáticos e não poder ser tomados literalmente. Para uma extensiva bibliografia sobre a data da Idade Patriarcal, ver K. Kitchen, "Anclent Orient and Oíd Testament". (Chicago-Inter-Varsity Press), 1966, p. 41.

41 G. Ernest Wright, "Biblical Arqueaology" (Filadélfia: Westminster Press, 1957), p. 50. Cf. Albright, op. cit.. pp. 3-6.

42 Esta terra era também conhecida como Padã-Harã, de tal forma que o nome "aramaico" foi aplicado a Abraão e a seus familiares. Ver Gn 25.20, 28.5, 31.20,24 e Dt 26.5. Também Labão falava aramaico. Gn 31-47.

43 Gordon, op. cit., p. 1?2. Ver também as citas de Nuzu numa tese não publicada por Loren Fisher na Universidade de Brandeis, "Nuzu Geographical Names".

44 G. E. Wrght, op. cit , p. 41, observa: "De qualquer modo, estamos seguros ao dizer que o lar com o qual os patriarcas estiveram mais intimamente relacionados foi Harã, existindo muito poucas evidências de qualquer influencia do sul da Mesopotâmia sobre suas tradições".

45 Gordon, op. cit., p. 124.


46 A compra de Abraão de tal propriedade (Gn 23) reflete a lei hitita. Efrom insistiu em vendê-lhe o campo inteiro, e assim Abraão se fez responsável pela tributação e outros impostos que desejava evitar, ao interesar-se somente pela cova. Ver J. F. Lehman, "Bulletin of ¡he American Schools of Oriental Research", nº 129 (1953), pp. 15-18. Ver Gordon, op. cit., p. 124 e Wright, op. cit., p. 51.

47 Gordon, op. cit., pp. 121-123.

48 Labão distinguia entre os deuses de Nahor e o Deus de Abraão (Gn 31.29-30). Enquanto que Jacó era monoteísta, Labão era politeísta.

49 "Manto de muitas cores", de acordo com a Septuaginta e Targum Jonathan, ou uma túnica que lhe chegava aos tornozelos. Das pinturas do túmulo de Bcne Ilassam, mostrando os líderes das tribos semitas que aparecem no Egito em 1500 a.C., com mantos de diversas cores, ver J. B. Pritchard, "Ancient New Eastern Texts in Pictures" (Princeton University Press, 1954), fig. 3.

50 Embora a duplicidade de sonhos era típica da literatura do Próximo Oriente, estes tiveram e agregaram uma importância divina na vida de José.

51 Inclusive hoje, os pastores levam seus rebanhos desde o sul da Palestina ao poço de Jotão, de acordo com J. P. Free, que esteve escavando Dotã desde 1953. sobre a ladeira superior do outeiro, os níveis 3 e 4 representam cidades da época do Bronze Médio (1000-1600 a.C.). Ver "Bulletin of the American Schools of Oriental Research", nº 135 e 139. Durante a temporada de 1959, o nível superior, somente 15 cm por debaixo da superfície, mostrava indícios de uma reconstrução, após a destruição executada pelos assírios em 722 (ver 2 Rs 17.5-6). Um segundo nivel pode ser a restauração feita após a invasão assíria do 733, enquanto que um terceiro nível sugere uma devastação anterior, provavelmente pelos assírios. Ver BASOR, dezembro, 1959.

52 Levirato (lat. levir, cunhado): preceito da lei mosaica, que obriga o irmão do que morreu sem filhos a casar com a viúva (N. da T.).

53 Para mais detalhes, ver Cirus H. Gordon, op. di., 136-137. Também seu artigo "Épica indoeuropea y hebraica". Erelz-lsrael, V. (1958), 10-15.

54 Nas versões portuguesas, esta palavra é traduzida como "Ajoelhai-vos". Isto concordaria com o que J. Vergote sugere: éø.brk, ‘¡rendei homenagem!’, ‘¡ajoelhai-vos!’, imperativo egípcio de um termo emprestado semítico, ("Joseph in Egypte", 1959, pp. 135–141, 151). (N. da T. – Fonte: Nuevo Diccionario Bíblico Certeza – e-Sword).

55 Para tradução feita por John A. Wilson, ver. J. B. Pritchard, "Ancíent Near Eastern Texts", pp. 31-32.

56 A maior parte destas cartas foram escritas em acádio pelos escribas cananeus na Palestina, Fenícia e a Síria Meridional a Amenofe III e a Akh-en-Aton. Para uma tradução de alguns desses textos cuneiformes por W. F. Albright, ver Pritchard, "Ancient Near Eastern, pp. 483-490.

57 Ver W. C. Hayes, "The Scepler of Egvpt"; Vol. I (Nova Iorque: Harper & Brothers, 1953), capítulo VI, "A religião e crenças funerárias do Antigo Egito", pp. 75-83.



58 Novenário: espaço de nove dias que se dedica à memória de um defunto, e as exéquias celebradas geralmente no nono dia após um óbito (N. da D.).

59 John Gastang Joshua "Judges" (Londres: Constable, 1931), p. 146. Ver., também "The Story of Jericho" (Nova ed. Rev. Londres; Marshall, Morgan y Scott), 1948, pp. XIV, 126-127.



60 Ver Ernest Wright, "Biblical Archaeology" (Filadelfia: Westminster Press, 1957), pp. 78-80, Wright e Albright independentemente concluíram que a última cerâmica procedente da "era Josué" de Garstang está melhor datada na segunda metade do século XIV. Ambos, contudo, datam a queda de Jericó no século XIII.

61 Kathleen Kenyon, "Digging Up Jericho" (Londres: Emest Benn. 1957), pp. 262-263.

62 Vincent e Vaux sugerem 1250-1200 a.C. para um estudo exploratório deste dilema, com uma conclusão que favorece esta última data, ver H. H. Rowley, "From Joseph to Joshua" (Londres: Oxford University Press, 1950).

63 Nelson Glueck, "The Other Side of the Jordán". (New Haven, 1940), pp. 125-147.

64 Tal foi o caso com a cerâmica e sua cronologia na Palestina. Ver Free, op. cit. p.99.

65 Dwight Wayne Young, da Universidade de Brandeis, ressalta que tal foi o caso concernente aos midianitas nos dias de Gideão (Jz 6-7).

66 Este nome, Pi-Ramsés, entra em uso na XIX dinastia para o lugar previamente conhecido como Avaris. Desde a XXII dinastia em diante, esta cidade foi conhecida pelo nome de Tânis. O uso em Gn 47.11 e Êx 1.11 pode representar a modernização do nome geográfico no texto hebraico.

67 Datas aceitáveis para o final do reino de Salomão estão agora confinadas a um período variável de dez anos. as datas representativas são: Albright: 922; Thiele: 931.

68 De acordo com Thiele, Salomão começou a construir o Templo em 967 a.C. a data para o Êxodo sobre este cálculo é a de 967 + 480, ou 1447 a.C. para uma discussão de diversas teorias, ver Rowley, op. cit., pp. 74-98. utilizando números redondos e permitindo 25 anos em lugar de 40 para uma geração, Wright, op. cit., pp. 83-84, reduz 480 a aproximadamente 300 anos, datando o Êxodo depois do 1300 a.C.

69 comparar Jz 11.26 e At 13.19; certamente a última se obtém pela adição de números redondos. Fazendo-o para Moisés, Josué, Juízes, Saul e Davi, aponta a um período mais longo que a última data sugere para o Êxodo.

70 Comparar Êx 12.40-41 (o texto hebraico diz 430, LXX, 215), Gn 15.13 e Gl 3.17, mencionam 400 anos. estes parecem números redondos e deixam aberto o alcance deste período em questão. Começou este período com Abraão, o nascimento de Isaque, ou com a migração de Jacó e seus filhos para o Egito? A tradição rabínica data os 400 anos desde o nascimento de Isaque. Ver "The Soncino Chumash", ed. A. Cohen. (Hinhead, Surrey: The Soncino Press, 1947), p. 397.

71 Ver Rowley, op. cit., pp. 71 y ss. Ver sua discussão em Nm 26.59 e outras passagens.

72 Por exemplo, em Mt 1, onde se omitem alguns reis muito conhecidos. Ver o estudo de W. H. Green, em "Biblioteca Sacra", abril, 1890.

73 Steinhoff y Secle, "When Egypt Ruled the East", p. 105.

74 A pronunciação em hebraico é Reuel (Êx 2.18), e em grego é Reguel (Nm 10.29). em outras partes do Êxodo, é chamado Jetro. Ver "The New Bible Comentary" para uma discussão sobre Nm 10.29.

75 Ver Free, op. cit., pp. 93-94, para ulteriores considerações

76 Albright ressalta que o egiptólogo Alan Gardiner, que rejeitou a historicidade da rota do Êxodo, retirou suas objeções em 1953. ver "From Stone Age to Christianity", p. 1.

77 Sucote significa "tabernáculos", e é usada mais de uma vez como nome de um lugar. Etã se refere a "muros", Pi-Hairote significa "casa das marismas" (terreno baixo e alagadiço nas beiras do mar ou dos rios); Migdol quer diser "fortaleza". Ver L. H. Grollenberg "Atlas of the Bible" (Nova Iorque: Nelson & ES, 1956), p. 48.

78 M. F. Unger, "Archaeology and Old Testament", pp. 137-138.

79 Como referência a subseqüentes observações de sucessos similares, ver Free, cit., pp. 100-101.

80 Ver Êx 17-18.

81 Para detalhes a respeito do Decálogo, a lei, o Tabernáculo, o sacerdócio e as ofertas, festas e estações, ver o comentário sobre o Êxodo e Levítico de Keil e Delitzsch.

82 No final do livro, o leitor pode aceder ao Apêndice 1, onde encontrará uma série de desenhos realizados acerca do Tabernáculo e suas partes, a fim de ter uma idéia mais clara desses objetos (Adição da Tradutora).

83 A oferta de grão está identificada como a "oferta da carne", na versão inglesa, a "oferta da comida" na versão americana, "a oferta dos grãos" na revista inglesa, e a "oferta do alimento" na versão de Berkley. Nas versões portuguesas aparece como "a oferta doa alimentos das primícias" (ACF), a "oferta de cereais de primícias" (PJFA), e a "oferta dos primeiros frutos" (NVI).

84 Também era conhecida como Festa das Primícias (Nm 28.26), ou Festa da Sega (Êx 23.16). baseada na palavra grega para designar o número "cinqüenta", esta festa foi chamada "Pentecoste" em tempos do Novo Testamento.

85 Também conhecida como Festa da Colheita ou da Sega (Êx 23.16; 34.22, Lv 23.39; Dt 16.13-15). Era observada no dia décimo quinto de Tishri com as olivas, as uvas e o grão, cujas colheitas já se haviam completado.

86 A pessoa encarregada de conduzir a cabra para o deserto somente podia voltar ao acampamento após ter-se lavado e limpado as próprias roupas.

87 Para um excelente comentário sobre o Livro de Números, ver A. A. MacRae, "Numbers", em The New Bible Comentary (Londres, 1953), pp. 162-194.

88 Num recente estudo dos costumes contemporâneos e o exame das listas do censo em Números, G. E. Mendenhall, sugere que "elef", a palavra hebraica usualmente traduzida como "mil", é uma designação de uma subseção tribal. De acordo com esta teoria, Israel tinha aproximadamente 600 unidades, proporcionando um exército de uns 5500 homens. Ver George E. Mendenhall "Las listas el Censo de Números 1 y 26". Journal of Biblical Literature, LXXVII (março de 1958), 52-56.
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