A história de israel no antigo testamento



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89 Um estrangeiro, em contraste com um residente temporal conhecido como forasteiro, era um homem que deixava seu próprio povo e buscava residência permanente entre outro grupo de pessoas (Êx 12.19; 20.10; Dt 5.14; 10.18; 14.29; 23.8). Ver Ludwig Kbolet, "A Dictionary of The Hebrew Old Testament in English and German" (Grand Rapids: Eerdmans, 1951). Vol. 1, p. 192.

90 A palavra hebraica echothenn, que se traduz usualmente por sogro, pode ser aplicada também como cunhado, e isso pode ser feito somente depois de Jetro (Reuel) ter morrido, e Hobabe ter-se convertido no chefe da família. Ver MacRae, op. cit., p. 175.

91 Estas codornizes, uma espécie de perdiz pequena, emigram duas vezes no ano e algumas vezes são capturadas em grande abundância nas costas e ilhas do Mediterrâneo.

92 Esta oposição foi velada em sua desaprovação pelo matrimônio. É improvável que esta queixa fosse contra Zípora, a quem Moisés tinha desposado mais de 40 anos antes. Provavelmente Zípora morreu —sua morte não está registrada na Bíblia— e Moisés se casou com uma mulher da Etiópia.

93 Ao notar a lista de espias, se faz menção de "Josué", o nome antigo de Oséias. Ver Nm 13.8, 16; Dt 32.44. Josué foi distinguido como um líder militar (Êx 17) e servo de Moisés (Nm 11.28).

94 Para um analise detalhado, ver MacRae, op. cit., pp. 182-183.

95 As diferenças entre as atitudes dos dois grupos podem destacar-se pelo fato de que a família de Coré não pereceu com ele. Seus descendentes ocupam um honroso lugar em tempos posteriores. Samuel alcança uma categoria talvez próxima a Moisés como um grande profeta. Hemã, um neto de Samuel, foi um notável cantor durante o reinado de Davi. Um certo número de salmos é atribuído aos "filhos de Coré".

96 Ver Is 34.1-16; Jr 49.7:22; Ez 25.12-14; 35.1-15.

97 Para referências modernas de pragas similares, ver T. F. Lawrence. "The Seven Pillars of Wisdom", pp. 269-270.

98 Macltae op. cit., p. 188, sugere que Balaque preparou uma festa para celebrar a chegada de Balaão, Nm 22.40. a palavra hebraica "zabah", traduzida por "oferecido" em AV e "sacrificado" em ASV, RSV, tem melhor aceitação que "matar", "matou" ou "degolou", como em Dt 12.15-21; 1 Sm 28.24; 1 Rs 1.9,19,25; 2 Cr 18.2 e Ez 34.4, ou ainda "muerto", como em 2 Rs 23.20.

99 Em Nm 24.7, Agague talvez fosse um nome geral para um rei amalequita, similar a Faraó para um governante egípcio.

100 Nm 35.9-34 é a descrição mais completa para as cidades de refúgio; a suplementaria informação se dá em Dt 19.1-13. Josué designou três cidades ao oeste do Jordão para o mesmo propósito (Js 20.1-9).

101 Para uma discussão dos estudos do Antigo Testamento sobre o Pentateuco e uma razoável delineação da autoridade mosaica do mesmo, ver R. K. Harrison, "Introduction to the Old Testament" (Grand Rapids: Wm. B. Eerdmans Publishing C., 1969), pp. 1-662.

102 Para mais informação, ver G. E. Wright, Biólical Archaeology, pp. 98-119.

103 Até 1930, a única fonte secular concernente a esta condição religiosa dos cananeus era Filo, de Biblos, um erudito fenício que escreveu uma história dos fenícios e dos cananeus. Ver Merrill F. Unger, "Archaeology and the Old Testament", pp. 167 e ss.

104 Josué empregou 40 anos no deserto (Js 5.6). Morreu à idade de 110 anos (24.29). Calebe tinha 40 anos quando Moisés enviou a Josué e a Calebe como espias (14.7-10).

105 Ver J. Garstang, "Joshua judges" (Londres: Constable, 1931), pp. 136-137.

106 Para a discussão da saída de Jericó, ver o capítulo III deste livro.

107 Ver Wright, op. cit., pp. 80-81.

108 Ver Unger, op. cit., p. 162.

109 Para um resumo de várias opiniões, ver o livro de Bemard Ramm, "The Christian View of Science and Scripture", (Grand Rapids: Eerdmans), 1955, pp. 156-161.

110 Para um discussão representativa, ver o artigo intitulado:"Sun in Davis", Dictionary of the Bible. 4.1 rev. ed. (Grand Rapids: Baker Book House, 1954), pp. 748-749.

111 Ver R. A. Torrey. "Difficulties in the Bible" (1971, p. 53); Josefo, "Antiquities of the Jews", v. 1:17 e Eccius 46:4.

112 Ver A. Rendle Short "Modern Discovery and the Bible" (Londres: Intervarsity Fellowship of Evangelical Unions, 1943), p. 117, y Lowell Butler "Mirages are Light Benders", Jourmal of the American Scientific Affiliation, dezembro 1951.

113 Ver D. Maunder, "The Battle of Beth-Horon" The International Standard Bíble Encyclopedia, I, 446-449. Ver também Roben Dick Wilson "What does the sur stood still mean?" Moody Monthly, 21:67 (octubre, 1920), que interpreta as palavras traduzidas como "o sol se deteve" como significando "escureceu", sobre a base da astronomia babilônica. Hugh J. Blair "Joshua" en The New Bible Commentary, p. 231, sugere que Josué fez tal petição na manhã para que a tormenta de saraiva prolongasse a escuridão.

114 Ver Yigael Yadin "Excavations at Hazon", 1955-58, em The Biblical Archaeologist Reader, 11 (Garlen City, N. .1., 1964), pp. 191-224.

115 J. Garstang, op. cit., pp. 516.

116 Ibid., p. 62. ¿Ou pôde ter sido um grupo aramaico?

117 Steindorff e Seele, "When Egypt Ruled the East", p. 252.

118 Garstang, op cit., pp. 298-299, ressalta que durante a Primeira Guerra Mundial os movimentos da cavalaria foram bloqueados com o mesmo perigo nessa mesma zona por uma tremenda chuvarada de 15 minutos.

119 Gideão fez um éfode de ouro que conduziu os israelitas à idolatria. A vida de Sansão não foi, de maneira nenhuma, um exemplo de religião pura.

120 Esta opinião tem sido sustentada por intérpretes judeus e cristãos até o século XII. Para um completa discussão, ver o "Intemational Critical Commentary of Judges" por George Foote Moore (New York: Scribner's, 1895), pp. 301-305. Ver também F. F. Bruce, "Judges" en The New Bible Commentary, p. 250. Ver tambén "Modern Science and the Christian Faith" (Wheaton: Van Kampen. 1948), pp. 134-135.

121 Para a discussão dos ritos da fertilidade, ver J. D. Frazer, "The Golden Gods" (Londres: MacMillan & Co. 1890).

122 O Dr. Dwight W. Young sugere, em apoio desta opinião, que a problemática palavra "shana" é provavelmente um aramaismo que significa "repetir", "refazer", e está relacionada com a palavra hebraica aShana.

Segundo o dicionário Strong, "שָׁנָה shaná" significa "ano", como uma revolução de tempo: anualmente, consecutivo (N. da T.)



123 Para esta questão, ver C. F. Keil, em seu comentário de "Judges", pp. 388-395. David Kimchi (siglo XII) e outros rabinos aceitaram este ponto de vista, comparando a Jefté e sua ação com a experiência de Abraão, onde o sacrifício humano não foi realmente executado.

124 A familiaridade de Jefté com a história de Israel, como registrada no livro de Números, fica evidente em Nm 11.12-28. O sacrifício humano estava proibido (Lv 20.2). viver sem filhos ou carecer de herdeiros era considerado uma calamidade em Israel: Ana (1 Sm 1) dedicou seu filho ao serviço do Tabernáculo. Para referências incidentais para as mulheres de tais serviços, ver Êx 38.8 e 1 Sm 2.22.

125 Josefo, "Antiquities", v. 9.1, datava a história de Rute nos dias de Eli. A referência a Salmom, pai de Boaz, como o marido de Raabe aponta a uma data mais anterior. Como Boaz era bisavô de Davi, esta genealogia em Mateus permite considerar a existência de lacunas.

126 De acordo com o papiro Harris, aproximadamente o 18% da terra agricolamente cultivável estava sob o controle dos sacerdotes, enquanto que o 25 da população serviam como escravos.

127 Para o relativo à viagem de Wen- Amon à Fenícia, ver Pritchard, "Ancient Near Eastern Texts", pp. 25-29.

128 Merrill F. Unger, "Israel and the Aramaeans of Damascus", pp. 38-46.

129 James H. Breastcd. "A History of Egypt" (Nova York, 1912), p 512.

130 O nome comum de "Aram" no Antigo Testamento é "Síria". Para mais detalhes, ver Unger, op. cit., pp. 38-55.

131 O rio Khabur é um afluente do Eufrates (N. da T.).

132 Ver Dt 3.14; Js 12.5 y 13.11.

133 Ver 2 Sm 3.3, 13.37.

134 Ver 2 Sm 10.8-10.

135 C. H. Gordon, "Urgaritic Manual" (Roma: Pontificium Institutum Biblicum, 1951. p. 236.

136 Ver 1 Sm 7.5-9; 7.17; 13.8; 16.2.

137 Mendelsohn, "Samuel's Denunciation of Kingship in the Light of the Akkadian Documents from Ugarit", Basor, 143 (outubro, 1956), p. 22.

138 A brutal humilhação de ter um olho perdido como castigo tinha sido testemunhada em Ugarite como uma maldição. Ver GomSou, "The World of the Old Testament" (Garden City, N. J.; Doubleday, 1958), p.158.

139 Normalmente a Palestina carecia de chuva desde abril até outubro. Receber uma copiosa chuvarada durante a colheita do trigo, entre o 1º de maio e o 15 de junho, foi considerado como um milagre.

140 Saul pôde ter sofrido uma grave derrota ao princípio, quando reconstruiu Gabaá como uma praça forte. Ver Wright "Biblical Archaeology", pp. 121-123.

141 1 Sm 16-18 não está necessariamente em ordem cronológica. Para ulterior estudo da questão, ver E. J. Young "lntroduction to the Old Testament" (Grand Rapids: Eerdmans, 1949), p, I79 e "New Bible Commentary", pp. 271-272.

142 Para a discussão de Saul entre os profetas, ver "New Bible Coinmentary", p. 298.

143 Ver Cyrus Gordon, "The World of the Ancient Testament", p. 163.

144 O ocultismo praticado pelas nações circundantes era contrário à Lei de Moisés. Ver Lv 19.31; 20.6,27; Dt 18.10-11. para mais detalhes, ver Cerril F. Unger "Biblical Demonology", pp. 148- 152.

145 Indubitavelmente, muitas das cidades entregadas aos levitas ou designadas como cidades de refúgio sob o mandato de Moisés e Josué não foram utilizadas até a época de Davi, quando os ocupantes pagãos foram desalojados delas. Ver Merrill F. Unger, "Archaeology and the Old Testament", pp. 210.211, y W. F. Albright, "Archaeology and the Religion of Israel", p. 123.

146 G. L. Wright, "Biblical Archaeology", pp. 122-123.

147 E. Mould, "Essential of Bible History" (ed. rev., Nova York, 1951), p.188, atribui esta eleição da capital à ocupação filistéia.

148 B. W. Anderson, "Understanding the Old Testament". (Englewood Cliffs, N J., 1957).

149 G. E. Wright, op. cit , p. 126.

150 Jerusalém não foi o centro exclusivo do culto. O Tabernáculo mosaico e o altar dos sacrifícios permaneceram em Gabaá (2 Cr 1.3).

151 G. E. Wright, op. cit., p. 124.

152 Casamata: abóbada muito resistente para instalar uma ou mais peças de artilharia. (N. da T.).

153 W. F. Albright, "The Biblical Period". (Pittsburgh. 1950). pp. 24-25.

154 M. F. Unger, "Israel and the Arameans", pp. 38-55.

155 G. E. Wright, op. cit. Cronologicamente este acontecimento segue-se ao ataque que Davi fez sobre a aliança sírio-amonita em 2 Sm 10.1-14.

156 As variações nestes dos capítulos são similares ao problema sinótico existente nos Evangelhos. C. F. Keil, "The Books of Samuel", sugere que esses dois capítulos procedem de uma mesma fonte.

157 A Vulgata Síria e outras adotam "quatro" em vez de "quarenta". Absalão nasceu em Hebrom, o reinado total de Davi foi de quarenta anos,

158 W. F. Albnghl, "Archaeology and the Religion of Israel", p. 120. Para um analise mais detalhado, ver Wright, op. cít., pp. 124-125.

159 Esta cifra representa a gente qualificada para o serviço militar, já que o exército realmente estava cifrado em 288.000 homens em 1 Cr 27.1-15. Note-se a variação: 2 Sm 24.9 cifra 800.000 homens para Israel e 500.000 para Judá. 1 Cr 21.5 cifra 300.000 mais para Israel e 30.000 menos para Judá. Sendo que estes dados não estão cifrados nos registros oficiais do rei, 1 Cr 27.24, ambas fontes dão aproximadamente números redondos, sem exata razão para a variação da soma. Ver Keil, op. cit., no comentário sobre 2 Sm 24.

160 Albright sugere que a população total de Israel sob Salomão era somente de umas 750.000 pessoas. Considera a conta do censo em Nm 1 e 26 como recessões do censo de Davi. Ver "Biblical Períod", pp. 59-60 (fn. 75). A. Edersheim considera uma população para Israel de cinco ou seis milhões como não excessiva. Ver "History of the Old Testament" (Grand Rapids: re-editada en 1949), Vol. II, p. 40.

161 Ver Keil, op. cit., em comentários sobre 2 Sm 24.

162 Edersheim, op. cit., vol. II, p. 55.

163 Para a interpretação da lei de Moisés, de que foi escrita depois do reinado de Salomão, ver Anderson, op. cit., pp. 288-324.

164 A enfermeira que proporcionou terapia física a Davi, pouco antes de sua morte. Aquilo não tinha implicação sexual. Ver Gordon, "The World of the Old Testament", p. 180.

165 Ver um mapa da distribuição dos distritos no Apêndice 2 (adição da Tradutora).

166 Wright, op. cit., pp. 136-37.

167 Esta mesma medida, 8 m ou 18 côvados, é a da altura desta coluna em 1 Rs 25.17 e Jr 52.21. em 2 Cr 3.15 a altura é de 35 côvados. Keil, op. cit., sugere que isto é devido à confusão de duas letras na transmissão do texto hebraico.

168 Ver ibid., p. 72.

169 Ver Wright, op. cít., pp. 136-145 e Unger, "Archaeology and ¡he Old Testament", pp. 228-234

170 Edersheim, op. cit., p. 88.

171 Keil, op. cít., comentário sobre esta passagem.

172 Milo (1 Rs 9.15,24) foi ou bem uma fortaleza ou uma fenda na muralha de Sião. Ver Davis, "Dictionary of the Bible".

173 Wright, op. al., p. 130.

174 Ver Nelson Glueck, "Ezión-geber" em Biblical Archaelogist XXVIII (1965), pp. 69-87.

175 A palavra "Târsis" parece que significa "refinaria". Ver Albright "Archaelogy and the Religión of Israel", p. 136. Desde que os fenícios controlavam o Mediterrâneo, e assim seu comércio, as empresas navais de Salomão ficaram limitadas ao Mar Vermelho. Ver também, Unger, op. cit., p. 225.

176 Se refere a uma província perto da Cilícia, que pode ter recebido seu nome como posto militar por Tutmose III.

177 Mould, op. cit., p. 199.

178 Ver Keil, op. cit. como referência.

179 Este matrimônio pôde ter estado relacionado com posteriores acontecimentos. Jeroboão achou refúgio no Egito. Quase imediatamente depois da morte de Salomão, o rei do Egito levou embora vários tesouros de Jerusalém.

180 O comércio exterior também pôde ter tido algo a ver com isto. Ao prover lugares para estrangeiros e facilidades para seus cultos, isso promovia seu interesse em ir até Jerusalém.

181 Unger, "Israel and the Arameans", pp. 51-55.

182 "Israel" se usa também na Bíblia como um termo para identificar com ele o povo fiel a Deus. Conseqüentemente, seu uso na Escritura deve ser interpretado de acordo com o contexto, dessa forma.

183 Epônimo: que dá nome a um povo, a uma cidade, uma época, etc. Por exemplo: Alexandre Magno e Alexandria.

184 Para uma lista completa, ver E. R. Thiele, "The Mysterious Numbers of the Hebrew Kings" (University of Chicago Press, 1951), pp 287-292. Também ver D. D. Luckenbill. "Ancient Records of Assyria and Babylonia II" (University of Chicago Press, 1927), pp. 430, ss.

185 Ver Thiele, op. cít., p. 293.

186 Ibíd., p. 47.

187 Ibíd., pp. 53-54. Admitindo para os reinos de Acazias e Jorão durante este período, parece necessário considerar 853 como o último ano de acabe e 841 como o do acesso de Jeú.

188 Ver W. F. Albright, "The Chronology of the Divided Monarchy of Israel", Bulletin °T the American Schools of Oriental Research, n° 100 (dezembro 1945), pp. 16-22.

189 Ver a discussão de Thiele acerca disto no capítulo XI de "Sistemas cronológicos modernos". Note-se particularmente seu analise da cronologia de Albright, pp. 244-252.

190 Ver Wright, "Biblical Archaelogy", p. 146.

191 Para um estudo mais profundo, ler o capítulo 2, "Fundamental Principles of Hebrew Chronology" de Thiele, op. cít., pp. 14-41.

192 No sistema do ano do não acesso, um ano inicial do rei —tanto se tem ou não doze meses— é contado como um ano.

193 O método do no acesso era comum ao Egito. Thiele atribui esta mudança à influência assíria, p. 41.

194 Os acontecimentos históricos durante o reino dividido e sua era são vitalmente importantes para uma conveniente compreensão dos livros proféticos do Antigo Testamento. Além disso, muitos outros profetas têm uma parte ativa na história de Israel.

195 Para uma história da Síria, ver Merill F Ungel,"Israel and the Arameans of Damascos".

196 O rei da Síria identificado como Ben-Hadade nos registros bíblicos desde 900-843 a.C., pode referir-se a dois diferentes governantes com o mesmo nome. De ser assim, é verossímil que o segundo Ben-Hadade começasse a governar aproximadamente no 860 a.C. para por ponto de vista de que deveriam designar-se 57 anos a um rei, ver M. F. Unger, "Archaeology and the Old Testament", pp. 240-41.

197 Albright, "Biblical Period", p. 30.

198 E. Mould, "Essentials of Bible History", na página 223 sugere que Jeroboão mudou a capital a Penuel como resultado da pressão militar procedente de Judá.

199 A moderna Tell-el-Farah , a 11 quilômetros ao nordeste de Siquem sobre o caminho que conduz a Bete-Sã, se crê que é Tirsá. Não é certa a identificação. As escavações do padre R. de Vaux em 1947 favorecem esta tese. Ver Wright "Biblical Archaeology". Ver Js 12.24 e Ct 6.4.

200 E. R. Thiele, "The Mysterious Numbers of the Hebrew Kings", pp. Unger, "Israel and the Arameans of Damascos", p. 59., que segue a Albright e data em 879 a. C. aproximadamente.

201 Ver Wright op. cit., 151-155 e J. P. Free, "Archaeology and Bible History", pp. 181-183.

202 Ver J. B. Pritchard, ed. "Ancient Near East Texts", pp. 320-321.

203 Acazias, o filho de Atalia, a filha de Acabe e Jezabel, tinha 22 anos em 842 a.C., portanto o matrimônio de Acabe com Jezabel teve lugar durante o reinado de Onri. Ver Unger, para discussão da questão, op. cit., p.63.

204 Ibid., pp. 61-64.

205 Ibid., p. 65.

206 Note-se que Albright considera a Atalia a irmã, antes que a filha de Jezabel. Ver a discussão de Unger, op. cit., p. 63, s. 2. Não obstante, a cronologia de Thiele permite suficiente tempo para que Atalia seja a filha de Acabe e Jezabel.

207 Para a comprobação desta seca na história da fenícia, ver "The World of the Old Testament". p. 198

208 é interessante notar que Deus não necessitava afastar Elias do ponto do perigo. Sarepta estava situada entre Tiro e Sidom, que era freqüentemente visitada por Jezabel.

209 Ver E. Meyer, "Geschichte des Alíertums" II, 2 (1931), 332.

210 Ver E. Kraeling, "Aram and Israel". Columbia University Oriental Studies, Vol H (1918), p. 51.

211 Para a localização de Afeque, ver F. M. Abel, "Geographie de Palestine" (Park 1938), Vol II, p. 246

212 Pritchard, op. cit., pp. 276-281.

213 Ver Thiele, op. cit., pp. 62-63.

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