A história de israel no antigo testamento



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355 Whitley, op. cit., pp. 66 y ss.

356 Pritchard, op. cit. (2.a ed., Princeton, 1955), p. 308.

357 H. V. Hilprecht y A. T. Clay, Babylonian Expedition of the Universily of Pennsylvania. Serie A., Vols. 9-10 (1898-1904).

358 Whitley, op. cit., p. 70. Ver James A. Montgomery, Aramaic Incantation Texts fr""1 \iwur (Filadelfia), (1913).

359 "The Seal of Jehoiakim", Journal of Bible Literalure 51 (1932), 100.

360 A. T. Clay, Business Documents of Murashu Sons of Nippur, University on Pennsylvania Publications of the Babylonian Section. Vol. 2, n.º I (1912), 1-54.

361 A conclusiva evidência de que o aramaico substituiu o acádio como a linguagem internacional da diplomacia, fica aparente numa carta aramaica descoberta em Saqqara, no Egito, em 1942, na qual um rei palestino pede ajuda ao Egito. Ver John Bright "A New Letter" pp. 46ss. Biblical Arqueologist, XII, n° 2 (maio, 1949).

362 R. A. Bowman, "Arameans, Aramaic and the Bible", Journal of Near Eastern Studies, 7 (1948) pp. 71- 73.

363 Oesterly sugere que os israelitas que tinham estado residindo na Babilônia durante quase um século, foram reconhecidos como cidadãos nacionais com todos os privilégios da cidadania. Oesterly e Robinson, Hebrew Religión (2ª ed., 1937), pp. 283-284.

364 Dougherly, Nabonidus and Belshazzar, pp. 105-200.

365 Pritchard, op. cit., p. 308.

366 Whitley, op. cit., p. 79.

367 Ewald, History of Ihe Jews, Vol. 5, p. 7.

368 Whitlwy duvida que a evidência apresentada por J. M. Wilkie em seu artigo "Nabodinus and the Later Jewish Exiles", no "Journal of Theological Studies", abril, 1951, pp. 33-34, justifique o caso de uma perseguição religiosa sob Nabônido.

369 G. A. Smith, Book Isaiahoí XL-LXVl (nova edic., 1927), p. 59.

370 Parker y Dubberstein, "Babylonian Chronology", 626 a. C., a 45 d. C., p. 11. Robert W. Rogers, "Cuneiform Parallels to the Old Testament" (New York), 1912, p. 381.

371 Para uma cópia desta proclama geral, ver Pritchard, "Ancient Near Eastern Texts", p. 316.

372 Elias J. Bickarman "The Edict of Cyrus in Ezra I" JBL, LXV (1946), 249-275. Cf. E. Meyer, Enstelnmg des Judenthums (Halle: Niemeyer, 18%), pp. 8 e ss.

373 Para uma discussão dos problemas textuais que existem em relação com o número de vasos sagrados restaurados (Ed 1.9-11), ver "Commentary", por C. F. Keil como referência.

374 Sesbazar é identificado por Wright, en "Bíblical Archaeology", p. 202, como Senazar (1 Cr 3.18), e como um filho de Joaquim. Keil, em "Commentary", sobre Esdras 1.8 sugere que Sesbazar é o nome caldeu de Zorobabel. Harper's Bible Dictionary equipara ambos nomes, sugerindo que o primeiro é um criptograma para o segundo. Em Esdras 5.14, é identificado como governador, e em 5.16 é creditado como instalando os cimentos do templo.

375 Note-se a jactância de Ciro, de que ele restauraria os deuses estrangeiros em seus santuários. J. B. Pritchard, op. cit., pp. 315-316.

376 Albright, "The Biblical Period", p 62.

377 Antífona: versículo, ou parte dele, que se canta ou reza antes de um salmo, repetindo-se no final por completo. (N. da T., fonte: Enciclopédia Encarta de Microsoft).

378 Embora Keil, em Commentary sobre Esdras 3:11, sustenta que o texto não requer esta interpretação, menciona a Clericus e outros que a favorecem.

379 Para uma completa discussão a respeito da data desta oposição, ver a publicação de H. H. Rowley titulada "A missão de Neemias e seu transfundo", aparecida no Bulletin of the John Rylands Library, n.° 2 (março, 1955), 528-561. Ele data esta oposição pouco antes do retorno de Neemias no 444 e o subseqüente regresso de Esdras à chegada de Neemias.

380 Albright considera a Ageu e a Zacarias como oportunistas que levaram vantagem da rebelião por todo o Império Persa que se seguiu à acessão de Dario no 522. Dois meses antes da mensagem inicial de Ageu, um homem chamado Nabucodonosor conduziu uma rebelião na Babilônia, que ainda aparece como tendo êxito quando Ageu entregou sua quarta mensagem, dois meses mais tarde. The Bíblical Períod (Pittsburgh, 1950), pp. 49-50.

381 Jewísh Wars, v. 5, 5.

382 André Parrot, "The Temple ofício Jerusalen", traduzido por E. Hooke do francês, pp. 68-75.

383 Ver Ibid. p. 73, onde se refere ao estudo feito por E. Bickerman "Une proclamation seleucide relative au Temple de Jerusalem", em Syria XXV (1946-48), 67-85.

384 Note-se também a vaga referência aos átrios do templo em 1 Mc 4.38, 48; 7.33; 954 e 2 Mc 6.4.

385 O templo foi completado no terceiro dia do mês de Adar, que começa na metade de fevereiro. Este era o último mês do ano religioso judaico. O primeiro mês do ano era Nisã, que começava na metade de março. O décimo quarto dia deste mês era a data para a Páscoa. Mais antigamente este mês era conhecido como Abibe (Êx 13.3).

386 Para um breve tratamento da história de Ester, como edição histórica, ver o artigo intitulado "Esther", em Harper's Bible Dictionary, 9-174. Ira M. Price, "The Dramatic Story of Old Testamen"t (Nova York: Fleming H. Revell Company, 1929), pp. 385-388, reconhece esta historicidade.

387 O intervalo entre o afastamento de Vasti no ano terceiro e o reconhecimento de Ester como rainha no ano sétimo, está explicado pelo fato de que Xerxes estava comprometido na luta contra os gregos. No 480 a.C., sua armada foi derrotada em Salarais. No ano seguinte, seu exército sofreu reveses em Platéia.

388 Ver Keil, Commenlary sobre Ester 3:34. Como devoto judeu, Mardoqueo não deu sua conformidade. De acordo com 2 Sm 14.4; 18.28 e outras passagens, os israelitas costumavam reconhecer os reis inclinando-se diante deles. Na Pérsia esta ação pôde ter implicado um reconhecimento do governante como fato divino. Os espartanos, de acordo com Heródoto, recusaram honrar a Xerxes desta forma.

389 A explicação em Ester 3.7 equipara o lançar sorte "pur" para um ato singular como para todo em geral. Para a significação arqueológica de "pur" ou "morrer" achada em Susã por M. Dieulafoy, ver Ira M. Price. The Monuments and the Old Testament (Filadelfia), 1925.

390 O dissimulo é ainda praticado no Irã. Ver C. H. Gordon The World of the Old Testament, pp. 283- 284.

391 Desde seu princípio, o Purim tem sido uma das observâncias mais populares. Após jejuar o dia 13 de Adar, os judeus se reuniam na sinagoga na tarde, ao começar o dia 14, começando pela leitura pública do livro de Ester. Ao mencionar a Hamã, respondias ao uníssono "Que seu nome seja apagado". Na manhã seguinte, se reuniam para trocar presentes. Ver Davis, Dictionary of the Bible (4.a ed. lev.; Grand Rapids, 1954), p. 639.

392 Comumente existe um considerável desacordo a respeito da data de Esdras. Van Hoonacker no "Journal of Biblical Literature" (1921), pp. 104-124, equipara o "ano sétimo de Artaxerxes" com o ano 938 a. C., no reinado de Artaxerxes II. Albright seguiu este ponto de vista em "From Stone Age to Chrístianity" (1940), p. 248. En sua segunda edição (1946, p. 366) data a Esdras no ano 37 de Artaxerxes, ou aproximadamente no 428 a. C. Ver também The Bíblical Period (1950), p. 53 e nota 133. Para um estudo exaustivo da história deste problema, e uma excelente bibliografia, ver H. H. Rowley "The Chronological Order of Ezra and Nehemiah" em The Servant of the Lord and Other Essays on the Old Testament (Londres: Lutterworth Press, 1952), pp. 131-159. Embora favorece una data mais tardia para Esdras, admite que a maioria dos eruditos ainda data a Esdras antes que a Nehemías, p.132.

393 Aava era ou bem um rio ou um canal na Babilônia, sem dúvida perto do Eufrates, que nunca tem sido especificamente identificado em tempos modernos.

394 Casifia, muito provavelmente era um centro de judeus exilados, talvez na vizinhança de Babilônia; porém, não tem sido identificada no presente.

395 Keil, em su Commentary sobre Esdras 10:6, concorda que nada ulterior é conhecido a respeito de Joanã, o filho de Eliasibe, já que ambos nomes eram completamente comuns. Esta câmara pode ter sido citada após que Eliasibe a mencionou em 1 Cr 24.12. aqueles que datam Esdras num período mais tardio, identificam esta referência com Eliasibe, que serviu como sumo sacerdote no 432, quando Neemias voltou por segunda vez a Jerusalém, e a Joanã, que sucedeu a seu pai como sacerdote. Ver Albright, The Biblical Períod, p. 64, nota 133.

396 Albright, "The Biblical Period", p. 51.

397 R. Kittel, Geschichte des Volkls Israel, Vol. III, pp. 614 e ss.

398 No 408 a.C., os judeus procedentes de elefantina apelaram a Bagoas como governador persa de Judá. Quando começou ou a quem precedeu, é algo desconhecido. Ver Cowley, Aramaic Papyri, p. 108, ou Pritchard, Ancient Eastern Texts, pp. 491-492.

399 Albright perfila a cronologia para Neemias brevemente como se segue: Visita de Hammani em dezembro do 445; chegada de Neemias a Jerusalém, 440; a reparação das muralhas começou no 439 e terminou em 437. Ver The Biblical Períod, pp. 51-52, notas 126 e 127. Albright segue a Mowinckel, Stattholderen Nehemia (Kristiania, 1916), preferindo os "fatos cronológicos de Josefo aos dados no texto hebraico".

400 Sambalate é mencionado nos Aramaic Papyri escritos pelos judeus na Elefantina, os que apelaram ao filho de Sambalate em demanda de ajuda no 407 a.C. Isto faz a Sambalate contemporâneo de Neemias. Ver Cowley, op. cít. O nome de Tobias, esculpido numa rocha em escritura aramaica, perto de Amam, Jordânia, situa a data comércio anterioridade ao 400 a.C. Isto pode referir-se realmente a Tobias, o inimigo de Neemias. Ver Albright, Archaeology OF Palestine and the Bible, pp. 171-22.

401 "Ele estava encerrado" - Keil, Commentary, sobre Nehemías, 6:10, sugere que Semaías se confinou a si mesmo em sua casa, chamado por Neemias, para fazê-lhe crer que estava em tão grave perigo que não podia abandonar seu lar. Daqui seu conselho de que ambos se refugiassem no templo.

402 A questão que Neemias propõe em 6.11 é ambígua. Iria realmente a salvar sua vida indo ao templo, ou seria castigado com a pena de morte, de acordo com Nm 18.7? Ver Keil, Commentary sobre Nehemías 6:11.

403 Josefo, Antiquities, XI 5:7, concede dois anos e quatro meses para a reparação das muralhas. Keil, Commentary sobre Neemias, dá as seguintes razões em favor do texto hebraico que concede somente cinqüenta e dois dias: 1) a urgência para completar a tarefa imediatamente; 2) o zelo intensivo e o grande número de construtores procedentes de Tecoa, Jericó, Gabaom, Mispá, etc.; 3) com tal esforço concentrado no trabalho, o dever da guarda dificilmente poderia ter continuado durante dois anos; 4) as muralhas foram reparadas onde era preciso: grandes pedaços da mesma e a porta de Efraim não tinham sido destruídos. Albright e outros seguem a Josefo em vez de os hebreus. Ver Albright, Bíblical Period, p. 52.

404 Não há base razoável para assumir que Neemias nos dê um detalhado relato de todas as atividades. Muito verossimilmente, o dia da Expiação era observado no décimo de Tishri. A festa das trombetas e a festa dos Tabernáculos eram, naquele ano, de especial interesse.

405 Keil Cpmmentary, Ne 8:17, sugere que isto pôde simplesmente significar que nunca antes tinha participado a totalidade da congregação tão completamente, ou que a construção das cabanas nunca tinha sido realizada com tanto entusiasmo em anteriores celebrações. Ver 1 Reis 8.65 e Esdras 3.4.

406 O texto hebraico em Neemias 9.6 não identifica os indivíduos que ofereceram esta oração. A LXX é específica em mencionar a Esdras, o qual tem razoável confirmação do texto.

407 O valor de um siclo é aproximadamente de 65 centavos (de dólar). De acordo com Êx 30.13, cada homem de 20 anos de idade e mais, devia pagar um meio siclo anualmente. Keil, Commentary, em Nehemías. 10:33, sugere que esta contribuição foi reduzida a causa da extrema pobreza dos que voltaram do exílio.

408 Para uma comparação e discussão desta lista de sacerdotes com a lista dos que assinaram a aliança, ver Ne 10.3-9, e dos que voltaram da Babilônia, ver Ed 2.3 e Ne 7.39-42. ver Keil, Commentary sobre Neh. 12:1-26.

409 Estes acontecimentos narrados em Ne 12.44-13.3, podem ter acontecido logo, após a dedicação e a aliança, ou nos anos seguintes. São representativos das condições e costumes que prevaleceram durante a época de Neemias.

410 As passagens particulares que tratam deste problema são Nm 22.2ss e 23.4-6.

411 A expulsão do genro de Sambalate pôde ter sido o começo do culto rival estabelecido na Samaria. Já que era o neto de Eliasibe, o sumo sacerdote de Judá pôde ter sido o instrumento para o levantamento de um templo sobre o monte Gerizim. Embora Josefo, em Antiquities of the Jews, VIII, situa tudo isto um século mais tarde, é muito provável que estes acontecimentos tivessem lugar na época de Neemias.

412 Para discussão da poesia hebraica e literatura da sabedoria, ver R. K. Harrison. "Introduction to Old Testament (Grand Rapids: Eeidmans, 1969), pp. 965-1.046.

413 E. J. Kissane, The Book of Job (Nueva York, 1946), p. XII, ressalta que a indulgência de críticos como H. Torcziner, Das Buch Hiob (Wien, 1920), que considera Jó como meramente uma coleção de fragmentos, conduz a uma falsa impressão do estado do texto hebraico de Jó. A poesia do mais alto grau, o extenso vocabulário, a grande proporção harpax legomena, os sutis e obscuros argumentos e a repetição das mesmas opiniões em palavras diferentes, tudo isso conduz a erros de transcrição e tradição, supondo que os escribas não compreendiam completamente a linguagem.

414 Ver Aage Bentzen, Introductíon to the Old Testament, Vol. II, pp. 174-179, 9, quem considera a prosa e a maior parte da seção poética como uma unidade.

415 Provavelmente o nordeste da Arábia ou o Edom. Ver HarjKr's Bible Dictionarv p. 792 para discussão do tema.

416 Razões aduzidas para esta correlação: 1) condições da família; 2) não referência à Lei ou condições religiosas de tempos posteriores; 3) não referência ao ensino dos profetas; 4) a simplicidade de vida é similar a dos patriarcas. Ver S. C. Yoder Poetry of the Old Testament (Scottdale, Pa.: Herald Press, 1948), p. 83.

417 Note-se que também Jeremias amaldiçoou seu dia de nascimento (Jr 20).

418 Sobre a base dos textos hebraico e grego e de outras fontes, o uso litúrgico dos seguintes salmos tem sido sugerido na forma que se segue:

30 – Festa da Dedicação 7 – Purim; 29 – Pentecoste

83 ou 135 – Páscoa 137 – comemoração da destruição do templo

29 – últimos dias da Festa dos Tabernáculos

e os que se seguem eram cantados durante a diária oferenda de fogo:

24 – domingo 38 – segunda-feira

82 - terça-feira 94 – quarta-feira

81 – quinta-feira 38 e 92 – sábado



Ver R. H. Pffeifer, the Books of the Old Testament (Nova York: Harper & Brothers, 1957), pp. 195-196.

419 A presente divisão dos Salmos não aparece nos primeiros manuscritos hebraicos que ainda existem. O número total varia em diferentes arranjos. O Talmude de Jerusalém tem um total de 147. a LXX combina o Salmo 9 e 10, e também 114 e 115, porém divide o 116 e 147 em dois cada um, e agrega um salmo apócrifo, totalizando 150.

420 A frase hebraica "dedhavidh" pode, às vezes, significar "pertencentes a Davi", mas o conteúdo de salmos tais como o 3, 34, 51-54, 56, 57, 59, 60, e outros, estabelecem o fato de que Davi é o autor. Em conseqüência, muitos outros poderiam ter sido escritos por ele. Ver J. Young, Introduction to the Old Testament (Grand Rapids: Eerdmans, 1949), pp. 87, 300. Ver também a tese não publicada de Elaine Nordstrom, "A Chronological Arrangement of the Psalms of David", Wheaton College Library, Wheaton, 111.

421 O fato de que alguns dos termos usados nos títulos dos Salmos não fossem compreendidos pelos tradutores da LXX, favorece sua antigüidade.

422 Ver Leslie S. M. Caw, "The Psalms" en The New Bible Commentary, p. 498.

423 Um total de 915 provérbios. Ver Julius H. Greenstone, Proverbs (Filadelfia: Jewish Publication Society of America, 1950), p. XII.

424 Ver Nm 21.27; 1 Sm 10.12; Is 14.4; Jr 24.9; Jó 17.6, etc.

425 Os 374 provérbios em Pv 10.1-22.16 podem representar somente uma coletânea feita nos dias de Salomão.

426 Ver R. O. Kevin, The Wisdoin of Amenemopt and its Possible Dependence upon Hebrew Book of Proverbs (Filadelfia, 1931). Amen-en-opete está datado durante o período 1000-600 a.C. Para ulterior estudo, ver Pritchard Ancient Near Eastern Texts, pp. 421-424 e D. Winton Thomas, Documenls from Old Testament Times, pp. 172-186.

427 Ver E. J. Young, op. cit., pp. 301-302.

428 Ibid., pp. 281-286.

429 Dístico: trata-se de uma composição poética ou estrofe de dois versos que expressam um conceito cabal. Resulta sinônimo de "pareado", ainda que este último termo seja mais utilizado em poesia moderna, enquanto que se utiliza o termo "dístico" em versificação antiga. (N. da T. Fonte: Enciclopédia Encarta de Microsoft).

430 Antitético,a: que denota antítese. Antítese: figura poética que consiste em contrapor duas palavras ou frases de significação contrária, por exemplo: "os livros estão sem doutor e o doutor sem livros". (N. da T. Fonte: Enciclopédia Encarta de Microsoft).

431 Greenstone, op. cít., p. 262.

432 Epítome: compêndio de uma obra extensa (N. da T. Fonte: Enciclopédia Encarta de Microsoft).

433 A congruência de Salomão para tal experiência ou pesquisa está baseada em referências tais como 1 Rs 2.9; 3.12; 5.9-13; 10.2; Ec 1.16; 2.7. Parece ficcionalmente autobiográfico.

434 Comparar Gn 3.19 com Ec 12.7; Dt 4.2 e 12.1 com Ec 4.14; Dt 23.22-25 com Ec 5.3; 1 Sm 15.22 com Ec 4.13; e 1 Rs 8.46 com Ec 7.20.

435 Ver Robert Gordis. Koheleth - The Man and his World (Nova York: Block Publishing Co., 1955), p.121.

436 Ibid. pp. 328-339.

437 Para discussão ver H. H. Rowley, The Servant of the Lord and Other Essays on the Old Testament, pp. 187-234. Rowley o considera como uma coleção de canções de namorados. Para uma discussão recente advogando por uma interpretação "natural", ver Meredith Kline. "The Song of Songs". Chrlstianity Today, tomo III, n.° 15, 27 abril, 1959, pp. 22 e ss

438 Ver Robert Gordis, The Song of the Songs (Nova York: Jewish Theological Serminary, 1954), p. X.

439 Monólogo - Solilóquio: obra dramática em que fala uma única personagem. Apóstrofe: figura que consiste em interromper o discurso para dirigir-se veementemente a uma ou várias pessoas ou coisas personificadas. (N. da T. Fonte: Enciclopédia Encarta de Microsoft).

440 No Novo Testamento esta mesma relação se anota em Mt 9.15, Jo 5.39, 2 Co 11.2; Ef 5.23-32; Ap 19.7; 21.2,9; 22.17

441 Para a defesa desta data, ver Thiele, The Mvsterious Numbers of the Kings, pp. 75-98.

442 Para a tradução deste registro assírio, ver Pritchard Ancient Near Eastern Texts. .p- 87. Esta revolta provavelmente começou no 713, quando Azuri, o rei de Asdode, tentou desprender-se da dominação assíria. Sargão o depôs e nomeou a Aimiti. Rejeitando a nomeação de Sargão, o povo escolheu a Jamani como seu rei. Este último conduziu uma revolta com Judá, Edom e Moabe como aliados, e com a promessa de apoio de parte do Egito. Quando o exército assírio se aproximava, a rebelião fracassou, e Jamani fugiu ao Egito, porém mais tarde se rendeu a Sargão. Pagando tributos, os aliados impediram conseqüências mais graves. Asdode se converteu na capital da Assíria na ocupação daquela zona.

443 Ver capítulo XIII.

444 Para exemplos representativos, ver Anderson. Understanding the Old Testament, pp. 256 e ss., e o artigo intitulado "Isaiah", no Harper's Bible Dictionary, p. 284, e Interpreter's Bible, Vol. V, pp. 149 e ss.

445 Anderson, op. cit., p. 395.

446 Ver Harper's Bible Dictionary, no artigo "Isaiah".

447 Anderson, op. cit., p. 399.

448 E. J. Kissane, The Book of Isaiah, Vol. II., p. LVIII. Ver também a excelente discussão de Introduction to the Old Testament (Grand Rapids, 1969), pp. 764-800.
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