A história de israel no antigo testamento



Baixar 2.27 Mb.
Página36/37
Encontro19.07.2016
Tamanho2.27 Mb.
1   ...   29   30   31   32   33   34   35   36   37

449 Ver R. K. Harrison, op. cit., pp. 786 e ss.

450 A Vulgata traduz a resposta de Isaias em 6.5 como "tacui quia" ou "porque devo estar calado". Isto segue a opinião rabínica de que Isaias tinha sido desprovido de sua missão para não chamar a atenção de Uzias em assumir deveres sacerdotais, e então foi chamado de novo para o serviço. Kissane, corretamente ressalta que esta opinião estava baseada na confusão de duas palavras hebraicas, "damah" (perecer) e "damem" (estar calado). Ver Kissane, op. cit., Vol. I, no verso de referência.

451 Ver Mq 4.1-4, que e paralelo a esta passagem de Isaias. Note-se o contexto em Miquéias.

452 Ver Kissane, op. cit., no comentário ao capítulo 5.

453 Isaias 7.8, comentário sobre a referência. Kissane segue a Procksh Grotius, Michaelis y Guthe ao ler "seis e cinco" em vez de "sessenta e cinco", e interpreta isto como uma referência geral ao tempo da desintegração do Reino do Norte, que se rebelou contra Assíria e capitulou no 722. Allis, The Unity of Isaiah, pp. 11-12, ressalta que sessenta e cinco anos depois desta predição, Esar-Hadom morreu, no 669 a.C. Durante seu reinado, repovoou Samaria com estrangeiros (2 Rs 17.24).

454 ver 2 Cr 28 e 2 Rs 16.5ss.

455 Para uma discussão representativa deste texto, identificando-o com o Messias, ver Burnes e Kissane em seus comentários à referência. Ver também Allis, op. cit. p.12. E. J. Young, Sludies in Isaiah (Londres: Tyndale Press, 1954), pp. 143-198.

456 Em quatro das referências, o título aparece como "Senhor Jeová dos Exércitos". Quando Davi desafiou a Golias, foi "em nome do SENHOR dos Exércitos, o Deus dos exércitos de Israel", 1 Sm 17.45.

457 Comparar Is 13.10; 34.4; Jl 2.10-11; Mt 24-29-30; At 2.19-20, e numerosas outras passagens.

458 Ver Kissane, op. cit., em discussão sobre os capítulos 28-29.

459 "Precipitar-se" é o significado usual deste verbo. Os gregos o lêem como "não será envergonhado", e assim está anotado em Rm 9.33. (N. da T.: nas versões portuguesas de Almeida se utiliza o termo "apressar-se"). Um nome substantivo da mesma raiz utilizado em Jó 20.2, significa "ansiedade". Ver Kissane, op. cit, como referência.

460 Ver Nelson Glueck, The Other Side of the Jordan (New Haven, Conn.: 1940). pp. 145 e ss.

461 Ver Pritchard, op. cít., pp. 291-292.

462 Embora Kissane, op. cit. Vol. I, p. 395, mantém a unidade de Isaias, os capítulos 35-39 foram originalmente compilados pelo autor de Reis. Ele anota a J. Benbauer, Commentarius in Isaiam Prophetam, ed. F. Zorrell, 1922 e N. Schlogl, Das des Propheten Jesaía (Viena, 1915), como os eruditos que apóiam a origem destes capítulos como de Isaias, que são sobre Ezequias, mais tarde incorporados em 2 Reis.

463 Para uma provável seqüência cronológica dos acontecimentos registrados aqui, ver páginas 208-210.

464 Ver Kissane, op. cít., e como referência, Is 38.7-8.

465 Ver Dr. Moritz Drechsler, Der Prophet Jesaja Ubersetz und Erklárt, Zweiter Theil, Zweit Halfte (ed. por Franz Delitzsch y August Hahn). Devido a que Drechsler não completou su trabalho sobre Isaias, o comentário nos capítulos 40-66 é completamente o trabalho de Hahn; num apêndice a este comentário, Delitzsch desenvolve o ponto de vista de que Isaías 40-66 não refletem os dias de Ezequias incluso ainda esteja escrito por Isaias; senão que está escrito desde a situação do exílio na Babilônia. E. J. Young, op. cit., p. 20, considera este apêndice como uma "característica especialmente válida" do comentário de Drechsler.

466 O nome de Jeová ou "Senhor" se dá 421 vezes em Isaias. 228 vezes em 1-39 e 193 em 40-60. para discussão sobre o particular, ver R. D. Wilson.

467 Ver capítulo 14 para um panorama dos acontecimentos políticos durante a vida de Jerusalém.

468 S. L. Caiger Líves of the Prophet (Londres, 1949), p. 174, sugere que Jeremias tinha doze anos no 640 a.C., datando seu nascimento no 652, e fazendo-o quatro anos mais velho que Josias. E. A. Leslie Jeremiah, p. 22, e B, Skinner, Prophecy and Religion, p. 24, sugerem que Jeremias tinha uns 20 anos quando aconteceu seu chamamento. Isto poderia datar seu nascimento depois do 648 a.C.

469 para um arranjo cronológico do livro de Jeremias, ver Eimer A. Leslie, Jerermiah (Nova York: Abingdon Press, 1954). Neste arranjo, ele assume (p. 113) que Jeremias permaneceu silencioso desde o 621 até o 609 a.C.

470 Ver Caiger, op. cit., p. 194.

471 D. J. Wiseman, Chronicles of Chaldecm Kings, p. 26.

472 Sir Petrie escavou e verificou este lugar em 1883-84. ver G. A. Barton, Archaeology and the Bible, p. 28.

473 Ver o comentário por Leslie, op. cit., que representa o mais recente intento de arranjar o livro de Jeremias de forma cronológica. Note-se também a Caiger, op. cit., p. 222, e Davis, Dictionary of tfie Bible, en "Jeremiah".

474 Leslie, op. cit., p. 114, e Anderson, Understanding the Old Testament, p. 331, identificam os capítulos 7 e 26 como o mesmo incidente. T. Laetsch, Jeremiah (St. Louis, 1952), pp. 71 e ss., data o capítulo 7 nos dias de Josias. Note-se nesta analise as razões avançadas para a ultima data. Conclui que o capítulo 7 encaixa dentro das reformas de Josias.

475 Embora o relato escriturístico permanece em silêncio, os eruditos geralmente reconhecem a possibilidade de que Siló tenha sido destruída nos dias de Eli e Samuel. Ver W. F. Albright, Archaeology and the Religion of Israel, p. 104.. Ver Jeremias 7.12-4 e 26.6-9.

476 Para uma discussão sobre a idolatria durante o tempo de Manassés, a qual Josias tratou de eliminar mas que retornou após sua morte, ver W. L. Reed. The Asherah in the Old Testament (Ft. Worth, Texas: Texas Christian University Press, 1949). Também os comentarios por Laetsch e por Leslie a referências da Escritura.

477 P. Volz, Jeremías, p. 149, interpreta isto como uma parábola. H. Schmidt, L. M. Crossen Propheten, 2.a ed., pp. 219-220, sugere uma identificação local, enquanto que W. Rudolph, Jeremías (Tübingen. 1947), como referência, interpreta isto como uma visão. Peake, Jeremiah, II, p. 193, Leslie, op. cít., p. 86 y Laetsch, op. cit., pp. 136-137, consideram isto como uma experiência real na qual o profeta foi duas vezes ao Eufrates, perto de Carquemis. Caiger, op. cit., pp. 192-193, considera a Jeremias como um homem de médios, que tinha grandes propriedades e dinheiro como recursos, e que inclusive pôde ter visitado a corte da Babilônia na época de Nabopolassar.

478 Embora Leslie op. cit., p. 228, data isto perto do fim do reinado de Zedequias, a atitude do povo em ignorá-lo pôde ter sido mais apropriada em tempos de Josias, já que parecia mais ridículo pensar num governante bêbado nos dias de Josias que em épocas subseqüentes.

479 Este incidente está melhor datado nos dias de Jeoiaquim. Resulta duvidoso que qualquer sacerdote tivesse encarcerado a Jeremias nos dias de Josias. Ver comentários por Laetsch e Leslie como referências.

480 Embora pelo menos 17 anos separam os acontecimentos dos capítulos 20 e 21, Leslie sugere que o relato em 21 alivia o duro tratamento recebido por Jeremias em 20. Ver também Rudolph, op. cit., p. 116.

481 Ver capítulo 15.

482 Se Jeremias deu esta mensagem nos dias de Josias (capítulo 7) e a repetiu durante o reinado de Jeoiaquim (capítulo 26), a reação da massa se deve à mudança do clima religioso e as atitudes dos dois reis.

483 Ver Leslie, op. cit., p. 209. Elasa era o filho de Safã, secretário de Josias no estado. O irmão de Elasa, Gemarias, estava a cargo da câmara do átrio de cima no Templo onde Baruque leu a mensagem de Jeremias publicamente (36.10). o outro representante enviado por Zedequias foi Gemarias, o filho de Hilquias, o sacerdote do reinado de Josias.

484 Para uma detalhada descrição do costume de escrever em duplicado os convênios no século IV a.C., de acordo com os papiros de Elefantina, ver Volz, op. cit., e E. Sellin, Kommenlar zuñí Alten Testament, pp. 306 e ss. também está citado em Laetsch op. cit., p. 261.

485 Ver Êx 21.2-11 e Dt 15.12-18.

486 Os recabitas, assim chamados por Recabe, cujo filho Jonadabe se mostrou ativo em ajudar a Jeú na expulsão de Baal e seu culto no Reino do Norte no 841 a.C. Sua origem provém de Hamate, um queneu dos dias de Moisés. Ver 1 Cr 2.55; Nm 10.29-32; Jz 1.16; 4.11, 17; 1 Sm 15.6; 27.10; 30.29.

487 para datar acontecimentos durante este período, ver Thiele, The Mysteríous Numbers of the Hebrew Kings pp. 153-166.

488 Ver Ez 12.13; 17.16; Jr 32.4-5; 34.3-5.

489 Leslie, op. cit., p. 161, sugere que a lenda em 46.1 data a seção inteira 40 no ano 605.

490 Em 1712, Herman von der Hardt, numa publicação em Helmstaedt, atribui os cinco capítulos das Lamentações a Daniel, Sadraque, Mesaque, Abedenego e Joaquim. Ver Laetsh, op. cit., p. 375.

491 Para discussões representativas de não ser Jeremias o autor das Lamentações, ver R. H. Pfeiffer, Introduction to the Old Testament, pp. 722-723.

492 Para um recente estudo sobre a data de Ezequiel, ver Carl Gordon Howie The Date and Composition of Ezequiel, Journal of Biblical Literature Monograph Series, Vol. IV, (Filadelfia 1930). De acordo com o capítulo 2, "The Date of the Prophecy" pp. 27-46, o ministério de Ezequiel desde o 593 (1.2) até o 571 a.C. (29.17), sobre a base dos fatos e da tradição.

493 Ver Stephen L. Caiger, "Lives of the Prophets", p. 223.

494 Para discussão destes acontecimentos, ver Dr. J. Wiseman, Chronicles of Chaldean Kings, pp. 23-32, e sua tradução da tabuinha B. M. 21946, pp. 67-74. Ver também Dn 1.1.

495 Ver 2 Rs 24.1.

496 ver Dn 5.1-4.

497 Ver C. R. Whitíey The Exile Age (Londres, 1957). Também ver os precedentes capítulos sobre Esdras, Neemias e Ester neste volume.

498 Comparar Jr 29.21 e Ez 13.3,16. Após a queda de Jerusalém, Ezequiel volta sua atenção às esperanças para o futuro.

499 Howie, op. cit., p. 46, reconhece as datas individuais por todo o livro como corretas, embora nem todos os materiais dados entre duas datas tenham, necessariamente de pertencerem a ele, cronologicamente.

500 Para um sumário de várias teorias do autor, ver Whitley, op. cit., pp. 82 e ss.

501 Ver Howie, op. cit., capítulo I, "The Residence of Ezequiel", pp. 5-26, para uma das variadas teorias sobre o lugar do ministério de Ezequiel. Howie conclui que o ministério de Ezequiel se produziu na Babilônia. Whitley, op. cit., pp. 54 e ss., não aceita esta opinião tradicional.

502 A presença de Deus com seu povo estava vividamente manifestada em Israel sempre, desde a sua libertação do Egito. Ver Êx 14.19, 20, 24; Nm 10.11-12, 34, etc. Quando Salomão dedicou o templo, a visível presença de Deus numa nuvem foi identificada como a glória de Deus. ver 2 Cr 5.14 e 7.3. Já que Ezequiel era um sacerdote, pôde tê-lo surpreendido achar estas manifestações em um entorno pagão, tão longe do templo.

503 Esta designação está exclusivamente utilizada por Ezequiel no Antigo Testamento, com exceção de Dn 7.13. Isto aumenta a ênfase de que na presença de Deus, o profeta é humano e meramente um "filho do homem".

504 Ver H. L. Ellison, Ezekiel: The Man and His Message (Grand Rapids: Eerdmans, pp. 31-35, para uma lógica interpretação. Em vista que os dados apresentados em 1.1 e 8.1,5 permitem um intervalo de 413 dias, parece razoável assumir que os últimos 40 dias do ano dos 390 para Israel e os 40 dias para Judá foram coincidentes, já que ambos são partilhados no exílio. Para Israel, os 390 dias se estenderiam desde a divisão no 391 até aproximadamente o 539 a.C., quando caiu a Babilônia. A LXX lê 190 em vez de 390 em 4.5,9.

505 A expressão "E saberão que eu sou o Senhor" se dá nesta simples forma 54 vezes, e em variações, outras 18 vezes mais. Deus se dá a conhecer a si mesmo em graça ou em juízo, para que eles comprovem que Deus estava agindo. Para discussão deste tema, ver Ellison, op. cit., pp. 37-39.

506 Ellison, op. cit., p. 40, sugere que Ezequiel falou intermitentemente aos anciãos que tinha diante dele.

507 Ver C. F. Keil, Commentary on Ezekiel, em referência a 8.1-4.

508 De acordo com G. E. Wright, The Old Testament against its Environment, pp. 24 e ss., nenhuma imagem de jovem tem sido jamais achada pelos arqueólogos.

509 Para uma maior descrição, ver G. A. Cooke, Ezekiel I, pp. 96-97. Isto representa um antigo rito religioso que procede de aproximadamente o ano 3000 a.C. Na Babilônia, a forma popular este mito foi comum durante a época do Antigo Testamento e nos tempos de Canaã até a Babilônia..

510 A posição destes homens parece justificar a inferência de que eles representam o sacerdócio. Ellison, op. cit., p. 43, e outros, identificam isto com o culto de Shamash, o Deus sol da Babilônia, carregando a esses vinte e cinco líderes o fato de que os deuses da Babilônia estavam derrotando a jovem, Deus de Israel.

511 Ellison, op. cít., pp. 45-47, interpreta isto como uma predição das condições que existiam durante o assédio alguns anos mais tarde. Os chefes pró-egípcios ignoraram os avisos de Jeremias e tinham a confiança de que Jerusalém resistiria, como sua fé fanática no templo, indicando por Jr 7.4. Contudo, aqueles chefes foram executados em Ribla, 2 Rs 25.18-21.

512 "Feiticeira" seria um melhor termo moderno que "profetisa" para as mulheres descritas em 13.17-23, de acordo com Ellison, op. cit., pp. 56-57. As únicas outras "profetisas" mencionadas nas Escritura são Miriã, Débora, Hulda e Noadia.

513 Ver Jr 3.6-13.

514 Ver Is 6.13.

515 a demanda de um rei nos dias de Samuel (1 Sm 8.5) reflete o fato de que o povo estava impressionado com os reis pagãos. Salomão fez uma aliança com o Egito (1 Rs 3.1). No Reino do Norte, Jeú pagou tributo ao rei assírio Salmaneser III, como é sabido pelo Obelisco Preto, ver Pritchard, Ancient Near Eastern Texts, p. 280. O Reino de Judá esteve mais seriamente implicado com a Assíria, por Acaz (2 Rs 16.7 e Is 7.1-17), que desafiou a Isaias ao fazer uma aliança com Tiglate-Pileser III. Note-se também Ezequiel e os babilônicos em Is 39.6.

516 Note-se a advertência da condenação de Jerusalém anunciada por Isaias (Is 39.6, 2 Rs 20.17).

517 O ano nono e o mês décimo (15 de janeiro de 588 a.C.). Ver Parker ;v Dubberstein, Babylonian Chronology, p. 26; e Thiele, The Mysterious Numbers of Hebrew Kings, p. 164.. Note-se também Jr 39.1 e 2 Rs 25.1

518 O cerco de Tiro, 586-573 a. C., finalizou quando Etbaal, rei de Tiro, reconheceu a supremacia de Babilônia. a cidade-ilha não foi conquistada até que Alexandre Magno, construindo uma plataforma ou cais no 322 a.C., para forçar sua completa submissão.

519 Para um breve tratamento desta profecia, ver Ellison, op. cit., pp. 99-116.

520 Esta mensagem está datada em maio-junho do 587 a.C. Os exilados estavam esperando que Egito tivesse salvado Jerusalém da destruição dos babilônicos, os que tinham começado o assédio em janeiro do 588. Sobre o uso do termo "Assíria", como acontece no texto hebraico em Ezequiel 31.3, comparar as versões King James, American Standard e a Revised Standard. (N. da T.: nas versões portuguesas a minha disposição, na NVI e na ACF figura o termo "Assíria", enquanto na PJFA se utiliza o termo "o assírio").

521 Keil, op. cít., como referência, sugere que isto foi composto 14 dias depois,. No mês décimo segundo (32.1). devido a um erro do copista, o mês foi aqui omitido. A Bíblia de Jerusalém segue à grega e inserta "o primeiro mês". Já que 32.1 está datado no décimo segundo mês, parece razoável datar isto no mesmo mês, permitindo a seqüência cronológica.

522 Ellison, op. cít., p. 118, escreve "décimo primeiro" em 33.21, sobre a base de Hebreus 8ss., alguns manuscritos da LXX e a siríaca, identificando esta data com agosto do 586 a.C. Ver também Doederlein e Hitzig em seus comentários à referência. G. A. Cuuke en ICC op. cit. assume um duplo sistema de datas. De acordo com Thiele em seu completo estudo da cronologia, The Mysterious Numbers of the Hebrew Kings, p. 161-166, e a carta da página 74-75, Zedequias fugiu de Jerusalém no 19 de julho do 586, e a destruição final de Jerusalém começou o 15 de agosto do 586. embora normalmente era uma jornada de três meses de duração, este fugitivo particular chegou ao exílio em janeiro do 585 a.C.

523 Ver Jr 40-43 sobre a atitude do resto em não querer seguir a advertência de Jeremias.

524 "Pastor", aqui é utilizado metaforicamente com o significado de "rei", de acordo com Ellison op. cit., p. 121. Ver Salmo 23, para o perfeito pastor. Também João 10.

525 Ver Ellison op. cit., pp. 119-122, para um sumário dos governantes de Israel pertencentes à linhagem de Davi que jamais foram reconhecidos como reis.

526 Esaú e seus descendentes, conhecidos como edomitas, se estabeleceram no Monte Seir, ao sul do Mar Morto (Gn 36). Note-se a contínua animosidade no Antigo Testamento entre Israel e Edom (ver Nm 21, etc.).

527 Para um diagrama do templo e seus edifícios como estão descritos aqui, ver F. Davidson, The New Bible Commentaty, sob o artigo intitulado "Ezequiel", pp. 664-665.

528 O tema básico de Ezequiel 33-48, que Israel será restaurado a sua própria terra como fato supremo, sob o mandado de um príncipe, concorda com o tema de Isaias, que assegura que Israel gozará de um período absoluto de paz universal, quando Sião seja o ponto focal de todas as nações sob o controle de seu governante ideal, que deverá executar a perfeita justiça. Ver Is 2, 4, 11, 35 e 65-66.

529 Dois pontos de vista prevalecem correntemente a respeito da unidade e ao autor deste livro:

1) Para o ponto de vista de que foi escrito por Daniel e de sua própria mão, no século VI a.C., ou foi compilado pouco depois, ver a extensa discussão por R. K. Hamson, Introduction to the Old Teslament (Grand Rapids, 1969.), pp. 1.105-1.134.



2) Para a perspectiva de que este livro representa uma literatura apocalíptica, escrita ou compilada durante a era macabea no século II a.C., ver G. A. Larue, Old Testament Life and Literature (Boston: Allyn and Bacon, 1968), pp. 402-409. O primeiro ponto de vista é a base para a interpretação oferecida nesta analise.

530 Ver D. J. Wiseman, Chronicles of Chaldean Kings, p. 26. Ver, também, o capítulo 15 deste volume.

531 Daniel pôde ter aprendido aramaico em Jerusalém antes de ter sido feito cativo. Já a princípios do século VII a.C., o aramaico era utilizado como linhagem internacional no Egito, Fenícia e Síria. R. A. Bowman, "Arameans, Aramaic and the Bible", Journal of Near Eastern Studies, 7 (1948), 71-73.

532 Para uma discussão das passagens proféticas de decisão, ver R. D. Culver, Daniel und the laltcr Days (Westwood. N. J.: Revell Co., 1954). Para analise e bosquejo, ver pp. 98-104.

533 Os primeiros dez anos do reinado de Nabucodonosor tem sido em grande medida ilustrados pela tabuinha do Museu Britânico 21.946, lida e interpretada por D. J. Wiseman. Ver op. cit., pp. 67-74 e 23- 27.

534 Os nomes babilônicos para Daniel e seus três amigos eram Beltessazar, Sadraque, Mesaque e Abedenego.

535 Wiseman, op. cit., p. 27. Ver S. A. Fallís, The Antiquity of Iraq (Copenhague: fcjnar Munksgaard, 1956). Cap. XIII "Sacrifices and Festivals", pp. 668-711.

536 Wiseman, op. cit., B. M. 21.946, pp. 69 e 28. Ver também 2 Reis 24.1.

537 "O assunto me tem escapado" (Dn 2.5). A interpretação preferível é que isto se refere ao mandado do rei e não ao seu sonho. Se eles pudessem dizê-lhe o conteúdo de seu sonho, então teria confiado em sua interpretação.

538 Uma razoável interpretação é o reconhecimento da protesta precedente (2.27-28) por Daniel, dando todo o crédito a Deus. ao honrar a Daniel, o rei expressou seu reconhecimento pelo Deus de Daniel, 2.46-47. Ver H. C. Leupold, Exposition of Daniel (Columbus, Ohio: Wartburg Press, 1949).

539 A data não se dá no texto hebraico. Se o texto grego é correto ao inserir o ano 18 "de Nabucodonosor", então esta exibição de orgulho aconteceu no 586 a.C., no ano em que Jerusalém foi conquistada pelos babilônicos. Que esta era uma imagem de Nabucodonosor, parece ser uma inferência razoável.

1   ...   29   30   31   32   33   34   35   36   37


©principo.org 2016
enviar mensagem

    Página principal