A história de israel no antigo testamento



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540 Não se indica onde estava Daniel neste momento. Já que o relato da Escritura não faz menção dele, a questão está sujeita a conjecturas. Resulta do mais carente de razão inferir, sobre a base do caráter de Daniel segundo descrito em todo o livro, que rendesse culto a esta imagem.

541 Nabucodonosor utiliza uma terminologia pagã para identificar a este ser sobrenatural. Para a tradução de "filho dos deuses", Dn 3.25, ver S. D. Driver, The Book of Daniel (Cambridge Bible Series), Cambridge University Press, 1900), como referência. Ver também Leupold, op. cit., como referência, e E. J. Young, The Prophecy of Daniel (Grand Rapids: Eerdmans, 1949).

542 Na Escritura não se dá a data nem a exata duração do tempo da humilhação de Nabucodonosor. Presumivelmente, aconteceu em alguma ocasião durante as duas últimas décadas de seu reinado.

543 Doença ou mania na qual o enfermo se figura estar convertido em lobo (N. da T., Fonte: Enciclopédia Encarta de Microsoft).

544 Para conhecimento e precisão histórica, ver Pfeiffer, op. cit., p. 758.

545 Ver H. H. Rowley. The Servant of the Lord and Other Essays on the Old Testament (Londres I952). Note-se também o artigo de Rowley "The Historicity of the Chapter of Daniel", en Journal of Theological Studies, XXXII (1930-31), 12-31.

546 J. Finegan, Light from the Ancient Past, pp. 189-190.

547 O Ulai é identificado como o Eulacus que passava por Susã antes de desembocar no rio Choaspes. Ver M. S. y J. S. Miller, Harper's Bible Dictionary (Nova York, 1952), p. 788.

548 Já que Belsazar foi co-regente com Nabônido, o terceiro lugar no reino era o melhor que podia oferecer como recompensa.

549 A rainha se refere a Nabucodonosor como o "pai" de Belsazar, Dn 5.11. Na língua semítica esta palavra se usa com oito matizes diferentes. Aqui pôde ter sido usada como uma referência no sentido de antepassado. Ver o artigo "Daniel", por E. Young em The New Bible Commentary (F. Davidson, ed.), p. 674.

550 Pritchard, Ancient Near Eastern Texts, pp. 315-316.

551 John C. Whitcomb, Jr. Darius the Mede (Grand Rapids Eerdmans, 1959). Ver também seu exame das teorias alternadas à luz da evidência bíblica.

552 Comparar Jr 25.11 e 29.10 com Dn 9.1-2.

553 Para um resumo da evidência de que cada uma dessas setenta semanas se refere a um período de sete anos, ver Alva J. McClain, Daniel's Prophecy of the Seventy Weeks (Grand Rapids: Zondervan, 1940). Para uma discussão da profecia das setenta semanas (Dn 9.24-27), ver Culver, op. cít., pp. 135-160.. Para uma representativa interpretação amilenar, ver E. J. Young, The Prophecy of Daniel, como referência.

554 J. B.Prichard Ancient Near Eastern Texts Relating to the Old Testament. 2.a ed., p.280. Ver também capítulos 12 e 13 deste volume, para uma eventual discussão.

555 E. R. Thiele, The Mysterious Numbers of the Hebrew Kings, pp. 68-72.

556 Jonas viveu em Gathefeh, a uns 5 km ao noroeste de Nazaré.

557 Ver André Parrot, Samaría, the capital of Kingdom of Israel (Londres: SMC Press, 1958).

558 Correntemente, um tratamento popular do livro de Jonas é para compreendê-lo como um conto curto para propaganda religiosa, talvez no século IV a.C. Ver B. W. Anderson, Understanding the Old Testament (Englewoods Cliffs, 1957), pp. 503-504. Para um tratamento mais elaborado, ver R. H. Pfeiffer, Introduction to the Old Testament, p. 587ss. Aage Bentzen, Introduction to the Old Testament, Vol. II (2.a ed., 1952), pp. 144-147 e ss. o consideram, com Bewer, como una parábola. Para uma defesa do livro de Jonas como registro histórico, ver A. Ch. Aalders, The problem of the Book of Jonah (Londres: Tyndale Press, 1948) e E. J. Young, An Introduction to the Old Testament, pp. 254-258. Para uma representativa interpretação histórica, ver Frank E. Gaebelein, The Servant and the Dove (Nova York: Our Hope Press, 1946), pp. 143. Keil e Delitzsch, Commentary on the Minar Prophets, Vol. I., pp. 379-417. The Minar Prophets, Vol. I, (Nova York: Funk and Wagnalls, 1885), pp. 371-427.

559 Não tem por quê tratar-se de uma baleia, senão de um "grande pez". Jn 1.17, Mt 12.40. para uma moderna analogia com a experiência de Jonas, veja-se o relato de John Ambrose Wilson, em que uma baleia perto das Ilhas Falkland (Malvinas argentinas) engoliu um membro da tripulação de um barco, que foi resgatado três dias mais tarde, revivido de sua inconsciência, e que depois disso continuou vivendo normalmente. Ver Princeton Theological Review, "The Sign of the Prophet Jonah", XXV (1927), 636. Para a possibilidade de uma baleia engolir um homem, ver o artigo "How to Test the Story of Jonah". por G. Macloskie en Bibliotheca Sacra, LXXII, 336 e ss

560 "Nínive, a grande cidade"; isto inclui a própria cidade e seus subúrbios. Desde 1100 a.C., Nínive foi utilizada como uma das residências reais. Depois do 722, Sargão II fez dela sua capital, e continuou sendo a primeira cidade da Assíria até sua queda no 612 a.C.

561 Para uma discussão da "fé" dos ninivitas, ver Pusey, op. cit., p. 415.

562 Gaebelein aventura a opinião de que o rei assírio em questão é ou bem Hadade-Nirari III (aprox. 811-782 a.C.) ou Salmaneser IV (aprox. 782-772 a.C.). Ver op. cit., p. 119.

563 Para uma discussão sobre a reforma —ainda que não seja mencionada na fusão secular—, ver Aalders, op. cit., pp. 6-7.

564 Ver os tratamentos de Deus no passado. Deus assegurou a Abraão que Sodoma e Gomorra seriam salvas em graça de dez justos (Gn 18). Ver também Êx 32 e 1 Rs 21.29, onde Deus demora seu juízo por misericórdia.

565 Ver Gaebelein, op. cit., p. 129. Ver também 1 Rs 19.4, Jr 20, Jó 3.

566 Pusey, op. cit., p. 246, estima a população de Nínive em 6000.000 habitantes.

567 A tradição de que Jonas foi sepultado no outeiro de Nebi Junus, marcado por uma mesquita, no lugar onde estivera Nínive, carece de suporte histórico. Ver W. B. Robinson, em seu artigo sobre Jonas.

568 Ao furar este fruto com forma de figo, os insetos do interior ficam em liberdade, e o processo de maturação é assim acelerado.

569 Está universalmente conveniado entre os eruditos que Amós profetizou durante os dias de Jeroboão. Seu reino terminou no 753 a.C., de acordo com E. R. Thiele, op. cit., p.70.

570 R. H. Pfeifer. The books of the Old Testament (Nueva Yotk 1957) p. 300, sugere que o ministério de Amós esteve limitado a poucos meses. Amasias informou que o país não podia suportar tão duras palavras (Am 7.10).

571 Bentzen, op. cit., p. 139, sugere que o livro de Amós foi compilado em Judá, já que Jeroboão é mencionado antes de Uzias em 1.1

572 A exortação a preparar-se para o encontro com Deus, (4.12), não representava outra "oportunidade". Tendo desperdiçado a misericórdia divina, eles foram solenemente advertidos de que se preparassem para o castigo de Deus.

573 Ver G. E. Wright, Biblical Archaeology, p. 161.

574 Pritchard, op. cit., p. 283.

575 Certamente, um período de três a dez anos deve ser concedido para o matrimônio de Oséias e o nascimento de seus três filhos. Não se indica que quantidade de tempo desse período foi contemporâneo de Jeroboão. Com a data terminal de Jeroboão como o 753 a.C., pareceria razoável datar o começo do ministério de Oséias aproximadamente no 760 a.C.

576 As duas básicas interpretações desta passagem são a literal e a alegórica. Para um breve sumário, ver Bentzen op. cit., pp. 131-133; para uma extensa interpretação, ver os comentários gerais.

577 Para uma proveitosa discussão, ver C. F. Keil.

578 A palavra "conhecer" ou "conhecimento" é usada freqüentemente por Oséias e não se refere meramente a uma compreensão intelectual. O problema é que o povo não ajusta suas vidas ao requerimento de Deus.

579 Para uma discussão desta mulher no capítulo 3 e sua identificação com Gomer, ver Norman Snaith, Mercy and Sacrifice (Londres: SMC Press, 1953), pp. 27-38.

580 Possivelmente ela tinha-se convertido numa escrava concubina de outro homem, ou talvez retornou com seu pai, a quem Oséias pagou um segundo tributo nupcial.

581 Ver Êx 19.1-6, onde a obediência é a chave para uma reta relação de Israel com Deus como povo santo.

582 Oséias utiliza com freqüência a palavra "Efraim" para designar o Reino do Norte, em contraste com Judá. A aliança foi feita em tempos de Moisés com a totalidade da nação. A divisão política no 931, ainda existente em tempos de Oséias, não existirá na restauração. Ver também Ez 37.

583 Ver as advertências dadas por Moisés em Dt 28.15-68.

584 Aqui Deus é representado como um pai que tem compaixão e que ama seu filho, enquanto previamente a aliança entre Deus e Israel está figuradamente expressada por um laço matrimonial.

569 Compárese la versión Cipriano de Valera (1960) y KSV en Os. 11:5. La primera sigue el texto hebreo,

diciendo «No volverá a tierra de Egipto». La última, omite el «no» siguiendo el texto griego.


585 Compare-se a versão Cipriano de Valera (1960) e a KSV em os 11.5. A primeira segue o texto hebraico, dizendo "Não voltará à terra do Egito". A última omite o "não", seguindo o texto grego.

(Nas versões portuguesas, figura: "Acaso não voltarão ao Egito...?" na NVI [interrogativo], e "Não voltará para a terra do Egito" [negativo], nas versões ACF e PJFA. - N. da T.)



586 Para uma data precoce para Obadias, ver E. B. Pusey, The Minor Prophets, 1, PP. J43-369, e C. F. Keil, The Twelve Minor Prophets, I, pp. 337-378. Para umadiscussao da data posterior ao 600 a.C., ver R. H. Pfeiffer, Introduction to the Old Testament, pp. 584, 586 e Aage Bentzen, Introduction to the Old Testament, II, pp. 143-144. O último permite considerar uma data que chega até o 312 a.C., quando Petra estava sob o controle árabe, de acordo com Diodoro Siculus.

587 Notem-se as numerosas vezes em que Jerusalém esteve sujeita às invasões no Antigo Testamento:

1) 1 Reis 14.25-26 – Sisaque nos dias de Roboão

2) 2 Crônicas 21.16-17 - Os filisteus e árabes em tempos de Jorão

3) 2 Reis 14.13-14 – Joás com Israel, em tempos de Amasias

4) 2 Reis 24.1 y ss – Nabucodonosor no 605-586.

Keil, op. cit., e outros, datam Obadias no reinado de Jorão. D. W. B. Robinson, "New Bible Commentary", p. 170, e outros, datam Obadias após a queda de Jerusalém.



588 Isto, provavelmente, seja uma referência a Zafarda, um distrito do sudoeste, aonde Sargão exilou os israelitas (2 Rs 17.6). Comparar Julius A. Bewer, Obadiah and Joel en International Crítical Commentary (Nova York: Scribner's Sons, 1911), pp. 45-46. Para a identificação com Sardes, Cparda nos monumentos persas, a capital de Lídia na Ásia Menor onde existia uma colônia judia no princípio do reinado de Ciaxares (464-424), ver o Interpeter's Bible como referência (Vol. 6, p. 867). Comparar também C. C. Torrey "The Bilingual Inscription from Sardis", American Journal of Semitic Languages and Literature, XXXIV (1917-1918), pp. 185-198.

589 Tebas era conhecida como No e No-Amom, Na 3.8

590 Ver D. J. Wiseman, Chronides of Chaldean Kings, pp. 6-7.

591 Ver Pritchard, Ancient Eastern Texts, pp. 303-305.

592 Elcos pôde ser sido um povoado entre Gaza e Jerusalém, perto do Neite-Jibrim. Ver The New Bible Commentary, F. Davidson, ed. p. 727, para várias tradições concernentes a Elcos.

593 Em hebraico este poema de início é um acróstico alfabético.

594 Homero (Ilíada, IX 383), descreve a Tebas com seus templos, obeliscos, esfinges e 100 portas, como uma das mais belas cidades do mundo antigo.

595 Ver Wiseman, op. cit., pp. 19-23.

596 A maior parte dos eruditos datam Habacuque nas proximidades do final do século. Para sua ulterior discussão, ver Pfeiffer, op. cit., pp. 597-600, e Young, Introduction to the Old Testamení, pp. 263-265.

597 Para discussão sobre Habacuque 3, como uma unidade separada, ver Pfeiffer, op. cit., pp. 597-600. O comentário dos rolos do Mar Morto discute somente os dois primeiros capítulos. Para um tratamento por W. F. Albright, que considera a totalidade do livro como "substancialmente o trabalho de um simples autor", ver seu artigo "The Psalm of Habatkuk", en Studies in Old Testament Prophecy, H. H. Rowley ed., pp. 1-18.

598 O pronome hebraico é ambíguo. A LXX lê "por minha fidelidade", sugerindo que os justos viverão porque Deus tem essa divina faculdade. O uso no Novo Testamento reduz "fidelidade" a "fé". Comparar Rm 1.17, Gl 3.11, Hb 10.38. (N. da T.: a ACF e a PJFA portuguesas mencionam "fé", enquanto a NVI utiliza "fidelidade").

599 Para uma mais completa discussão dos tempos de Zacarias e Ageu, ver capítulo 16 (Jr 25.11, 29.10; Dn 9.1-2). Enquanto os governantes da Babilônia continuaram no poder, as esperanças de um regresso ao lar pátrio foram escassas. Para aqueles que estavam familiarizados com a mensagem de Isaias (44.28-45.1), uma nova esperança deve ter surgido quando Ciro, o persa, emergiu frente aos destinos políticos e militares de seu país como líder absoluto. Com sua conquista da Babilônia no 539, a profecia de Jeremias levantou um renovado interesse entre os piedosos e os devotos (Dn 9.1-2).

600 Amplas revoluções aconteceram durante os primeiros anos do reinado de Dario. Tanto se influíram ou não nas atividades destes dois profetas, não se indica em seus escritos, embora Pfeiffer, em Introduction to the Old Testament, pp. 602-607, interpreta a Ageu 2.6-9 e a Zacarias 2.6ss como referências para suas condições não estabelecidas desta época. Ver também Albright, The Biblical Period, p. 50. Certamente, Esdras 5 representa a Dario como muito favoravelmente inclinado aos judeus.

601 esta festa era observada no sétimo mês, desde o dia décimo quarto até o vigésimo primeiro. Comparar Lv 23.34.

602 naquele tempo, Zacarias já tinha entregado sua mensagem de apertura sobre o arrependimento. Note-se a cronologia para estes dois profetas:

Durante o segundo ano de Dario:

1ª mensagem de Ageu (1.1), 6º mês, 1º dia. -

Começa a reconstrução (1.15), 6º mês, 24º dia (1.15). -

2ª mensagem de Ageu (2.1), 7º mês, 21º dia. 1ª mensagem de Zacarias, 8º mês.

3ª e 4ª mensagens de Ageu (2.1), 9º mês, 24º dia. Visões noturnas de Zacarias (1.7), 11º mês, 24º dia

Durante o quarto ano de Dario :

- 2ª mensagem de Zacarias, 9º mês, 4º dia.



603 Embora as chuvas do nono mês tiveram um decidido efeito sobre as colheitas no ano seguinte, note-se que Ageu fez esta predição enquanto que as sementes estavam ainda nos celeiros.

604 Ver C. F. Keil, The Twelve Minor Prpphets, Vol. II, como referência a Ageu 2.20-23. O anel de selo era a mais prezada riqueza e um sinal de autoridade no Oriente. Ver também E. J. Young, Introduction to the Old Testament, p. 265.

605 Para um tratamento representativo de Zacarias, designando 9-14 para o período grego, ver Pfeiffer, op. cit., 607-612. Para uma discussão das variadas teorias sobre dois Zacarias, ver Young, op. cit., pp. 269-273. Para uma interpretação de Zacarias como um só, ver The New Bible Commenlary, pp. 748-763. Ver também C. L. Feinberg, God Remembers, (Wheaton, 111.: Van Kampen Press, 1950). Note-se a seleta bibliografia de Feinberg com sua valoração para ulterior estudo, pp. 281-283.

606 Zacarias começou seu ministério aproximadamente dois meses mais tarde que Ageu, quando o programa da construção já tinha sido completamente ativado.

607 Ver Is. 4.2 e 11.1, Jr 23.15, Zc 6.12. Ver também Is. 42.1 e 52-13.

608 O plural "coroas" em hebraico denota uma simples coroa de ouro e prata misturados, ou várias diademas. Ver Keil, op. cit., em seu comentário sobre 6.11.

609 Normalmente a coroa real era entregue ao governante político. R. H. Pfeiffer, op. cit., pp. 605-606 troca o texto, lendo "Zorobabel" por "Josué" em 6.11, e afirma que Zorobabel estava coroado em secreto, porém suprimido como governador pelos persas. Falta a evidência que apóie esta teoria. Ver New Bible Commentary, p. 754. Albright, op. cit., p. 50, não vê indicação de que Zorobabel fosse, de jeito nenhum, desleal à coroa.

610 Ver também Keil, op. cí.t, na discussão deste referência.

611 Notem-se os dias de jejum e os eventos comemorados pelos judeus no cativeiro:

4º mês, 9º dia - As portas de Jerusalém derrubadas por Nabucodonosor (Jr 39.2-3; 52.6-7)

5º mês, 10º dia - A queima do templo (Jr 52.12-13)

7º mês, 3º dia - Morte de Gedalias (2 Rs 25.22-25)



10º mês, 10º dia - Começo do cerco a Jerusalém (2 Rs 25.1)

612 Para um resumo das variadas interpretações desta passagem, ver ver Feinbcrg. op. cit., pp. 197-217.

613 Ver Ez 34.11-31, Is 40.10-11, e outros que estão claramente identificados com o último Messias. Comparar também o Salmo 23 e João 10.

614 Ver Zc 11.8, onde o verdadeiro pastor é detestado.

615 C. F. Keil, op. cit., pp. 423-429, seguindo a Vitringa em enlaçar a Malaquias com Neemias. E. J. Young, op. cit., p. 276, apóia esta posição.

616 Ver R. H. Pfeiffer, op. cit., p. 614. e J. T. H. Adamson, "Malaquías", em The "en the Bible Commentary, pp. 764-767.

617 Para profetas datados mais tarde por certos eruditos do Antigo Testamento, ver a discussão representativa de Anderson, Understanding the Old Testament, p. 449, para Joel, 503-504 para Jonas, e 515-520 para Daniel. Não se dispõe de evidência histórica para fixar uma data precisa para Joel, Jonas e Daniel, e não são considerados como personagens históricas por Anderson.

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