A história do mato grosso do sul



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- A Guerra do Paraguai

I)A invasão do MT

- As principais áreas a serem invadidas pelos paraguaios foram áreas do atual MS.

-Forte Coimbra - Nioaque -Colônia Militar de Dourados

-Corumbá; - Bela Vista

II)Principais fatos:

1)A Invasão do Forte Coimbra e Corumbá

2)A Resistência de Antônio João

"Sei que morro, mas o meu sangue e de meus companheiros servirão de protesto solene a invasão do solo de minha pátria"

3)"A Retirada da Laguna"


- , no Mato Grosso, uma expedição de aproximadamente 2.500 homens, organizada em São Paulo, Minas Gerais e Goiás, foi enviada para combater os invasores.

- A coluna percorreu mais de dois mil quilômetros e, com grande número de baixas, causadas por enchentes e doenças, atingiu Coxim em dezembro de 1865, quando a região já havia sido abandonada.

- O mesmo aconteceu em Miranda, aonde chegaram em setembro de 1866.

- Essa mesma expedição decidiu em seguida invadir o território paraguaio, onde atingiu Laguna.



- Perseguida pelos inimigos, a coluna foi obrigada a recuar, ação que ficou conhecida como a retirada da Laguna.

III)Fim da Guerra:

"Genocídio Americano"

- Destruição do Paraguai;

- Endividamento do Brasil;

- Vitória da Inglaterra.

- O MS após a Guerra do Paraguai

I)Panarama do MS após guerra do Paraguai

- Fazendas destruidas

- áreas abandonadas

- população dispersa

- crise econômica

II)A Descoberta dos Ervais Nativos

- Os Ervais Nativos do MS(Ivinhema, Amambai, Ponta Porã, Bela Vista) foram descobertos por Thomáz Laranjeira(1872).

- Thomáz Laranjeira consegue concessão dos Ervais e passa a explorá-los. Mais tarde fundou a Cia Mate Laranjeira.

III)Histórico dos Ervais

- A Erva(I lex Paraguaiense) é uma planta típica da América do Sul. Sua utilização fazia parte da dieta alimentar dos índios, posteriomente o hábito foi incorporado pelos Jesuitas e colonos.

Propriedades:

- Diurético;

- Medicinal;

- Nutritivo.

- O ciclo da Erva-Mate

I)Áreas de Exploração

- A Cia Mate Laranjeira possuia cerca de 2 milhões de ha no sul do Mato Grosso do Sul, onde existe hoje, 20 municípios. Esse ciclo econômico criou toda uma mentalidade política existente até hoje no Estado.

II)Evolução econômica

- 1872/1892 - Cia pertencia a Thomaz Laranjeira

- 1892/1902 - Thomaz Laranjeira se associou aos Irmãos Murtinho

- 1902/1937 - a Cia passou para a Cia Mendes(Argentina)

III)Oposição

- O poder da Cia despertou a ira dos inimigos políticos como por exemplo Pedro Celestino Correia da Costa.

- O próprio Getúlio Vargas combateu a Cia com seu nacionalismo.

- Em 1947 - O governador Arnaldo Estevão Figueiredo tirou a concessão dos Ervais.

- O Gado do MS

I)Histórico do Gado

- O gado foi introduzido na América do Sul pelos conquistadores e Jesuitas(mission).

- No MS as primeiras fazendas, são datadas por volta de 1740.

- Após a Guerra do Paraguai advém uma leva de migrações inter-regionais: mineiros, paulistas, paranaenses, gauchos, etc; Vão fundar fazendas nas áreas de Campos Limpos(Campos de Vacaria).


MUNICÍPIO

Nº DE RESES

A Aquidauana

400.000

Cáceres

132.000

Corumbá

610.000

Miranda

90.000

Nioaque Nioaque

144.000

Poconé

360.000

Porto Murtinho

102.000

Santo Antônio do Leverger Leverger

108.000

Total de Reses

1.946.000
- No entanto, o gado do MS só entraria no circuito nacional após 1914, com a Criação da RFN, Ferrovia (Trajeto - Baurú/Corumbá)


Fonte: Elizabeth Madureira SIQUEIRA, O processo histórico de Mato Grosso, p. 77.

- No governo Vargas criou-se o programa a "Marcha para o Oeste" incentivando a ocupação do Centro-Oeste.

- Nossas fazendas, nova gente, novos proprietários definem o MS como área de gado.

- Criação do Território Federal de Ponta Porã

- A situação econômica do MS após A Guerra do Paraguai.

1º - Gado(1870-....) - O gado trouxe gente para o MS. Ocuparam áreas de pastos nativos denominados pelos antigos de "Campos de Vacarias".

- Cidades como Campo Grande, Sidrolândia, Glória de Dourados são exemplos.

2º - Porto de Corumbá - após a Guerra, Corumbá tornou-se o mais importante porto da América Platina aberta inclusive ao mundo.

3º - Erva Mate - atividade que desenvolveu o Sul do Mato Grosso do Sul (Ivinhema, Ponta Porã,Amambai)

4º - A "Nob" "A estrada de Ferro" - tornou-se o MS num corredor de exportação ao Sudeste.

5º - Agricultura - Fruto da ação do Estado - ação mediante a grandes projetos:

- Marchas para o Oeste;


- REBELIÃO DE 1892

- A proclamação da República e a escolha indireta do presidente e vice-presidente do Estado deixariam o povo, mais uma, vez fora do processo de participação política. Com isso, as decisões políticas tomadas em Mato Grosso continuaram a atender os interesses das oligarquias. Enquanto isso, na capital federal ocorria a renúncia de Deodoro, assumindo em seu lugar, o vice-presidente Floriano Peixoto que passaria a enfrentar uma oposição que alegava que seu governo era inconstitucional.

- Tal acontecimento também se refletiu em Mato Grosso e a oligarquia sulista representava a oposição a Floriano. Essa oposição saiu de Corumbá em direção a Cuiabá, levando Manoel Murtinho a renunciar à presidência do Estado.Sufocada a oposição a Floriano, novos acontecimentos mudariam os rumos da política no Estado, pois a oligarquia nortista formou um exército particular, desfechando um contra-golpe na oligarquia sulista. Ao sair vencedora, a oligarquia nortista reconduziu Manoel José Murtinho ao poder.

CORONELISMO EM MT

- O coronelismo foi o fenômeno político e social característico da Primeira República brasileira ou "República Velha". Em todos os estados os coronéis estiveram presentes e, através do seu domínio econômico, mantinham também o poder político. O sistema eleitoral era baseado no voto aberto, ou seja, o eleitor não tinha a garantia do sigilo do seu voto, declarando-o publicamente. Os cargos públicos dos cartórios, escolas, delegacias e outros cargos municipais da cidade, estavam sujeitos à influência do coronel.

- Havia uma enorme relação de dependência da população municipal para com os coronéis, seja para arrumar emprego, dinheiro emprestado ou favores políticos. Na obra História e consciência do Brasil, Gilberto Cotrin (1996:235) informa que, em troca dos "favores" concedidos, os coronéis exigiam que as pessoas votassem nos candidatos políticos por eles indicados. Se determinada pessoa ousasse contrariar o coronel, tornava-se órfã de seu patriarcalismo, podendo eventualmente sofrer a violência dos seus "capangas ou jagunços"; o voto dos eleitores era controlado sobre pressão e ficou conhecido como o "voto de cabresto".

- Os coronéis também recorriam às fraudes para ganhar as eleições. Em Mato Grosso, os coronéis estavam espalhados por vários municípios. Na disputa pelo poder eram comuns as lutas entre eles, sempre fortemente armados com bandos de jagunços. O coronel mais influente do município ou região estabelecia alianças com outros poderosos para elegerem o governador do Estado. Após ser eleito, o governador retribuía os "favores" recebidos concedendo verbas e poderes para os municípios e os coronéis. Através dessas alianças, o poder político podia continuar nas mãos dos mesmos grupos dominantes.

FERROVIA MADEIRA MAMORÉ

- Sob a orientação do coronel norte americano George Earl Church foi fundada, em 1868, a Bolívia Navegation Company que, mediante a concessão do governo boliviano, pretendia canalizar o trecho encaichoeirado dos Rios Madeira e Mamoré, com a finalidade de implantar naquela região a navegação a vapor. O interesse era o de ligar a Bolívia ao Oceano Atlântico, pela Bacia Amazônica.

-Após um ano Church conseguiu a permissão do governo boliviano, só que desta vez para a construção de uma ferrovia que passaria por território brasileiro, mais precisamente por Mato Grosso. O governo brasileiro incumbe dois engenheiros alemães, Joseph e Franz Keller, para realizarem um estudo sobre a possibilidade da construção de uma estrada de ferro entre Santo Antônio e Guajará-Mirim. Depois de darem um parecer favorável, os dois engenheiros regressaram à Europa afirmando que trabalhadores europeus que viessem a trabalhar na construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré certamente não sairiam com vida da selva amazônica. Com a aprovação do Governo Imperial, Church funda a Mamoré-Mamoré Railway Co. Ltda. e a construtora seria a Public Works Construction. Um ano depois de iniciada a construção, a Public Works Construction abortou o projeto e ainda processou o coronel Church por má fé, perdas e danos. Em 1877, uma nova empresa construtora assume a obra, a P&T - Collins, firma de construção da Filadélfia, EUA.

- 0 grande problema da construção era a falta de mão-de-obra, pois a taxa de mortalidade era alta, quase sempre provocada por acidentes de trabalho e doenças tropicais. Além disso, eram freqüentes as greves e revoltas de trabalhadores. Com isso a empresa se viu obrigada a importar trabalhadores e recrutar índios, bolivianos e cearenses fugidos da seca. 0 trabalho era baseado na servidão. Ao saírem da Filadélfia, os operários eram debitados pelo custo do transporte até Santo Antônio e só tinham direito à passagem de volta ao fim de dois anos.

- No período republicano, o governo de Rodrigues Alves assinou com a Bolívia o Tratado de Petrópolis, através do qual se comprometia em assumir a construção da E. E Madeira - Mamoré. Em 1912, a construção chega ao fim e junto com ela a descoberta de que o uso da ferrovia não era viável, em primeiro lugar porque o seu frete era o mais caro do mundo; em segundo porque a borracha estava em decadência e em terceiro lugar porque a Bolívia poderia usar opções mais rápidas e baratas para alcançar o Atlântico, seja pela navegação fluvial, via Assunção até Buenos Aires, seja através do Canal do Panamá, construído em 1914.

HISTÓRIA DIVISIONISTA
- A criação do Estado de Mato Grosso do Sul é resultado de um longo movimento, com características sócio–econômicas, políticas e culturais, que permeou sua formação histórica recente. A resistência sul-mato-grossense é uma das peculiaridades que entremeiam a história de Mato Grosso do Sul desde os primeiros tempos de conquista espanhola, depois luso-brasileira. Em cada período histórico e resistência sul-mato-grossense aparece com uma conotação.

- O movimento divisionista no Sul de Mato Grosso tem sua origem nos fins do século XIX, 1889, quando alguns políticos corumbaenses divulgam um manifesto, no qual propunham a transferência da capital de Mato Grosso para Corumbá. A atitude desses políticos não se tornou vitoriosa, mas, mostrou que essa tímida ação política permitiu marcar o início de uma longa história de lutas e revezes.

- Alguns fatores como a sistematização da pecuária, o desenvolvimento sócio-econômico das vilas e cidades, a exploração da erva-mate pela Companhia Matte Laranjeira e a ligação entre o Sul de Mato Grosso e São Paulo, marcaram a origem do movimento divisionista.

- O movimento divisionista pode ser dividido em quatro grandes fases que acompanham a evolução histórica do Estado no período republicano.



- A primeira fase, de 1889-1930, é marcada pela formação das oligarquias sul-mato-grossense que lutam pelo reconhecimento da posse da terra, fazendo oposição aos privilégios da Companhia Matte Laranjeira. É nessas lutas, que, nos ervais e Campos de Vacaria, se manifesta à idéia divisionista. As oligarquias sulinas, nas lutas políticas, uniram-se, nas primeiras décadas da República Velha, às oligarquias de Cuiabá, adversárias da Companhia Matte Laranjeira e que tinham interesses nos ervais. Através dessa aliança as oligarquias sul-mato-grossense fizeram oposição armada ao governo estadual e a Matte Laranjeira. Inicialmente, o movimento divisionista não tem um plano, um programa político definido, os objetivos divisionista quase sempre se confundiam com interesses pessoais do coronel. Percebe-se, neste período, que era elite, formada pelos fazendeiros que defendiam a idéia divisionista.

- A partir de 1920, com a transferência do comando da Circunscrição Militar para Campo Grande, e o aumento do contingente militar no Sul de Mato Grosso, as oligarquias sulinas decepcionadas com as antigas alianças, aliam-se ao militares e adotam sugestões de outros movimentos vindos de fora do Estado como forma de fortalecer a causa local. A este fator é somada a regularização das viagens ferroviárias que propiciaram a chegada de novos migrantes e a dinamização da economia sul-mato-grossense. Outro reflexo das viagens ferroviárias é a vinculação do sul de Mato Grosso com a economia paulista e o conseqüente desenvolvimento das cidades exportadoras de gado, particularmente Campo Grande, e a transferência do eixo econômico Cuiaba-Corumbá-Rio Paraguai para Campo Grande. Esta transferência possibilita a formação de novas lideranças políticas ligadas ao comércio e a outras atividades profissionais, e um crescimento demográfico na região sul-mato-grossense. Esse quadro, de novos fatores de ordem sócio-econômica e política, traz significativas mudanças no movimento divisionista, o qual extrapola ervais e atingem as cidades exportadoras de gado, particularmente Campo Grande. É o início da urbanização do movimento.


  A Segunda fase, de 1930-1945, é o período em que o movimento começa a organizar-se; as lutas armadas, gradativamente, são substituídas por pressões políticas junto ao Governo Federal. Em 1932, os sul-mato-grossenses aliam-se aos paulistas e lutam na Revolução Constitucionalista. Neste confronto armado liderado por Bertoldo Klinger, comandante da Circunscrição Militar em Mato Grosso e Comandante Geral das tropas rebeldes instalada no sul de Mato Grosso num governo dissidente para o qual nomeia Vespasiano Martins. Após três meses de governo e de luta, os divisionistas e constitucionalistas são derrotados, e o novo Estado desaparece. Essa revolução serviu para divulgar a idéia divisionistas e Campo Grande torna-se o centro político de difusão do movimento.

- Dois anos depois, 1934, o Congresso Nacional reunía-se para elaborar uma nova Constituição. Jovens estudantes fundam a Liga Sul-Mato-Grossense que, inicialmente objetiva angariar apoio dos sul-mato-grossenses para o manifesto que seria encaminhado ao Presidente do Congresso Nacional Constituinte. A Liga desencadeia a campanha divisionista no sul de Mato Grosso, coletando Treze Mil assinaturas, com as quais visava sensibilizar o governo federal, particularmente os Constituintes, para que eles, na elaboração da Constituição, aprovassem a divisão do Estado de Mato Grosso. Após a promulgação da Constituição, os divisionistas são derrotados, e Getúlio Vargas adota a política nacionalista “Marcha para o Oeste”, a qual visava, entre outros objetivos, a segurança das fronteiras. Para isso mandou instalar novas unidades militares no Sul de Mato Grosso.


  - O aumento do contigente militar efetivou outros objetivos do governo que era a manutenção da ordem e progresso dessa região fronteiriça. Os divisionistas são envolvidos pela política de Vargas; a Companhia Matte Laranjeira adapta-se a essa política e altera sua estratégia em relação à unidade estadual. Ou seja, os ervais estavam devastados e também a política do Instituto Brasileiro do Matte, criado por Getúlio Vargas, não lhe favoreciam grandes lucros. Por isso ela permite que o governo estadual regularize as posses de terras dos moradores dos ervais, em troca de indenizações sobre os arrendamentos.
  - Em 1943, Getúlio Vargas, em nome da segurança das fronteiras cria o Território de Ponta Porã, o qual deixa de fora, da nova unidade, Campo Grande a principal cidade divisionista. A Criação do Território de Ponta Porã não atendeu aos interesses divisionistas, não satisfaz a política da Companhia Matte Laranjeira, e também não agradou ao governo estadual. Nesse período, o Sul de Mato Grosso é marcado por grandes prosperidades, a qual não era suficiente para equilibrar as finanças estaduais. Percebe-se, nessa fase, que a política de Getúlio Vargas foi um dos obstáculos aos objetivos divisionistas. Percebe-se ainda, a formação de novas oligarquias e a Companhia Matte Laranjeira, gradativamente, retira-se dos ervais.
  -A terceira fase vai de 1945 a 1964

- Após a deposição de Getúlio Vargas, o novo Presidente da República é o General Eurico Gaspar Dutra, que era mato-grossense de Cuiabá. Ele adota uma política de redemocratização do país, a qual reforça a política de integração nacional que incentiva a manutenção da unidade estadual. Em 1946, após a promulgação da Constituição, o governo federal extingue o Território de Ponta Porã reintegrando a região ao Estado de Mato Grosso. Apesar dessa política, os divisionistas, durante as reuniões da Assembléia Constituinte, reorganizam-se e tentam a transferência da Capital de Cuiabá para Campo Grande. As iniciativas divisionistas desse período são frustadas, em parte, devido a grande representatividade política dos sul-mato-grossenses nas esferas estadual e federal, e também, por causa da política de integração nacional do governo federal. Percebe-se que, nesse período, depois de várias reformulações em sua estrutura organizacional, a Companhia Matte Laranjeira mostra desinteresse em reflorestar os ervais, paradoxalmente estimula o governo estadual a regularizar as posses dos colonos.


  - A Quarta fase é de 1964-1977.

O golpe de 31 de Março de 1964 põe fim a um período de democracia e inicia um regime militar autoritário. Os militares, buscando um maior controle dos problemas da sociedade, adotam a política do desenvolvimento com segurança, o que permitiu a criação de programas que facilitam o desenvolvimento de alguns Estados, entre eles Mato Grosso. Nesse período, os políticos divisionistas aproximam-se dos militares o que lhes permite tomar parte de algumas comissões que estudam (secretamente) as potencialidades políticas que impediam a divisão de Mato Grosso. Após vários estudos, negociações, acordos políticos, o Presidente Ernesto Geisel assina em 11 de Outubro de 1977 a Lei Complementar nº 31 que cria o Estado de Mato Grosso do Sul. Nessa fase, a Companhia Matte Laranjeira mantinha apenas algumas fazendas de gado, o seu principal interesse econômico de outrora, a erva-mate, agora era explorado por ervateiros autônomos.

ANOTOAÇÕES GERAIS

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1 Os Kaiovás ou Caiuás pertencem a uma subdivisão dos denominados guarani.

2 GUIMARÂES, Acyr Vaz. História do Mato Grosso do Sul. Pág. 34

3 BARROS, Maria I. Pierin de. Dom Aquni: política, Violência e Conciliação. pág. 79.


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