A história emocionante de um cristão chinês que levou sua fé às últimas conseqüências



Baixar 1.03 Mb.
Página13/31
Encontro29.07.2016
Tamanho1.03 Mb.
1   ...   9   10   11   12   13   14   15   16   ...   31

11. O fim do jejum

O segundo semestre de 1983 e o primeiro de 1984 foi um tempo de intensa perseguição em Henan. Nossa igreja enfrentou sérias dificuldades nesse período. E centenas de obreiros foram presos.

Agradeço a Deus por minha mãe, que orava sem cessar. Intercedia toda manhã e toda noite pela igreja e pela lide­rança. Junto com outros crentes, clamava pela misericórdia do Senhor e pedia o avivamento, pois os pastores haviam sido feridos e as ovelhas estavam dispersas.

Na noite de 1º de abril de 1984, ajoelhada em oração, minha mãe teve uma visão. Foi algo que lhe causou grande impacto, porque na época ela era a parteira da nossa vila.

Ela viu uma jovem tendo um bebê em um parto difícil. A criança nasceu prematura, aos sete meses, por causa de des­nutrição. Era um menino muito pequeno. A família da jo­vem e a parteira disseram:

- Este bebê não vai sobreviver.

Assim, colocaram-no em um saco para jogá-lo fora. Minha mãe se adiantou e falou:

- Gostaria de dar uma olhada dentro do saco. Virou-se para a jovem e lhe garantiu:

- Seu bebê não vai morrer.

Acabou de falar e viu que o bebê era eu. Levou um susto e acordou. Foi tomada de emoção e gritou em voz alta:

- Deus Pai, tem misericórdia do meu filho! Então uma voz muito clara falou com ela:

- Seu filho não vai morrer.

Desde o dia em que fui preso, muitos amigos e familiares oraram por mim. Mas não se contentavam com isso e ten­tavam conseguir informações sobre meu estado com o DSP. Ninguém teve permissão para me visitar.

Disseram a eles que eu não tinha a menor chance de sobreviver. Uns achavam que eu seria condenado à morte, outros pensavam em prisão perpétua. Essas notícias che­garam aos ouvidos da minha esposa e da minha mãe.

A cunhada de Deling lhe disse:

"Volte para a casa da sua mãe e se case com outro ho­mem o mais rápido possível. Yun não tem nenhuma chance de voltar para casa."

Felizmente, porém, o Senhor ajudou minha amada es­posa a resistir a essas tentações. Ela permaneceu firme e fiel em seu compromisso com Deus.

Minha esposa também teve um sonho na noite em que minha mãe recebeu a promessa de que eu não iria morrer.

No sonho, ela e minha mãe me visitavam na prisão. Eu estava magérrimo, mas forte na graça de Deus, cheio de alegria e paz. Entreguei a ela uma chave e disse com firme­za: "Esta chave abre todas as portas!" Ao acordar, Deling entendeu imediatamente que o Senhor Jesus queria que ela usasse a oração como chave para abrir todas as portas que a levariam à solução dos problemas.

De manhã, as duas compartilharam a visão e o sonho. Sentiram-se imensamente fortalecidas na fé. Ajoelharam-se e agradeceram juntas a Deus. Além disso, compartilha­ram com outros crentes.

Nessa época, apenas um líder - o Irmão Fong - estava fora da cadeia. Ele foi até minha casa e orou a noite toda, clamando a Deus por misericórdia e avivamento. No dia seguinte, falou à minha família:

"Está na hora de visitarmos Yun na cadeia."

Na China, só quem recebe convite oficial das autorida­des penitenciárias pode visitar os presos.

Exatamente no dia seguinte, minha esposa recebeu um convite. Ninguém se surpreendeu, porque o Senhor já ha­via mandado o verdadeiro convite!

Fazia mais de 70 dias que eu não comia nem bebia. Não havia recebido nem uma única palavra da minha família ou da minha igreja.

Mesmo com a doença na pele, meus companheiros de cela continuaram a me torturar. Quase acreditei nas previ­sões deles sobre minha morte. A escuridão e o tormento me pressionavam. Eu sentia que um anjo do Senhor me cerca­va com sua força e me impedia de morrer.

No 75º dia do meu jejum, por volta das 3:00h da ma­drugada, uma luz brilhante inundou minha cela. Em uma visão, eu andava de bicicleta por uma estrada, carregando no guidão um menino bonito de sete anos, chamado Xiao Shen. Eu conhecia aquele garoto. Os pais dele amam Jesus.

Na visão, Xiao me disse:

"Tio, posso cantar uma música para você?"

E cantou:

"Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim." (Jo 14.6.)

Cantei com ele, cada vez mais alto. Estava cheio de ale­gria! Sentia-me livre como um pássaro!

Vi meu corpo ainda deitado na cela, mas enxerguei atra­vés dos muros da prisão o mundo exterior. Vi pessoas dife­rentes, de diversas raças. Elas vinham de numerosas nacio­nalidades e variadas culturas. Umas se ajoelhavam e ou­tras permaneciam em pé. Todas levantavam as mãos em oração.

Tentei sair para me reunir a elas, mas, de repente, escor­piões, vespas, cobras e criaturas horríveis voltaram a me atacar.

Fui jogado no chão. Abri os olhos bem devagar e desco­bri que estava aninhado nos braços da minha mãe. Ela me segurava com força. Minha esposa, minhas irmãs e meus irmãos agarravam minhas mãos e choravam em voz alta. Eu disse a eles:

"Jesus é o caminho, a verdade e a vida."

Então despertei da visão.

Durante o longo jejum, meus dias eram repletos de lu­tas, milagres, sonhos, visões e revelações do Senhor. Senti a força dele a cada dia. Embora não tivesse uma Bíblia, medi­tava constantemente na Palavra, nos versículos que havia decorado.

Os homens tentaram me destruir de todas as formas, mas não conseguiram. E tentaram mais uma vez. Convida­ram minha família para ir até a prisão para me convencer a comer e a falar. Pretendiam ouvir com atenção tudo que eu dissesse, na esperança de obter uma confissão ou infor­mações que pudessem ser usadas contra mim.

No dia 6 de abril de 1984, o DSP enviou funcionários à minha casa para instruir minha mãe e minha esposa sobre o que deveriam dizer para me convencer a comer e a falar. Mas Deus já havia alertado as duas: "Se vos apresentam disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores", (Mt 7.15).

Às 8:00h da manhã seguinte, minha mãe, minha esposa e mais seis parentes e companheiros de trabalho chegaram ao portão da prisão de Nanyang. O porteiro mandou espe­rarem enquanto os guardas ordenavam ao Irmão Yu que me carregasse mais uma vez até a sala de interrogatório. Tentaram me enganar de novo:

"Yun, você está diante de outra excelente oportunida­de. Se abrir a boca e falar, tudo será resolvido de uma vez por todas."

Recusei-me a responder, e eles me chicotearam como lou­cos e me deram choques com o cassetete elétrico. Perdi a consciência.

Quando voltei a mim, senti um calor percorrendo meu corpo, como se estivesse deitado em uma cama macia. Não sabia se estava vivo ou morto, acordado ou dormindo. Sen­ti o calor em meu rosto, parecia que alguém me acariciava com delicadeza e amor.

Pensei que era uma visão, mas, ao abrir os olhos, vi que estava nos braços da minha mãe. As lágrimas quentes dela me despertaram, e seus braços amorosos me consolaram. Percebi que ela estava sofrendo muito, como se tivesse uma faca enfiada no coração.

Deling estava ao lado dela. Não acreditava no que via. Falou com minha irmã:

"Estou dizendo que não é ele. Não é o meu marido!"

Eu não passava de um saco de pele e ossos. Grande par­te do cabelo caíra por causa dos golpes e chutes. As orelhas estavam murchas. Tinha a barba desgrenhada e o cabelo era uma massa pastosa. Os tufos que ainda permaneciam na cabeça achavam-se grudados por causa do sangue seco. Toda minha aparência mudara devido à terapia de cho­ques elétricos.

Minha própria esposa não me reconhecia!

Tenho uma marca de nascença, e foi assim que minha mãe me identificou. Ela chorou bem alto e gritou:

"É meu filho! Senhor, tenha misericórdia de nós!"

Minha esposa quase desmaiou quando entendeu que a figura humana diminuta na frente dela era mesmo seu marido.

Subitamente, o Senhor me conferiu força. Um grande poder desceu sobre mim. E difícil explicar, mas parecia que meu espírito havia se tornado um com meu Pai celestial. O Senhor me ordenou:

"Fale! Chegou a hora!"

Abri a boca para falar, mas minha irmã tapou-a com a mão, para me impedir. Sabia que os guardas estavam ou­vindo. Sabia que fazia mais de 70 dias que eu não ingeria alimento nem água e temia que eu fosse mais torturado ain­da se falasse.

Empurrei a mão dela e gritei:

"Não confieis em príncipes, nem nos filhos dos homens, em quem não há salvação." (Sl 146.3.) "Melhor é buscar refúgio no Senhor do que confiar em príncipes." (Sl 118.9.)

Quase que ao mesmo tempo, agarrei as mãos do Irmão Fong, fixei os olhos nele, e lhe disse:

"Irmão, riqueza nem honra podem nos corromper. Ameaças e violência não podem nos afetar. Pobreza e obs­curidade não podem nos afastar do nosso caminho. Seja forte em Deus e olhe apenas para o Senhor Jesus Cristo. Meu Pai celestial já havia me dito que vocês viriam me visi­tar hoje."

Os oficiais da prisão não entenderam o que estava acon­tecendo, nem o que eu estava falando. Meus visitantes cho­ravam e gemiam. Tentei falar de novo, mas minha irmã voltou a tapar minha boca. Senti um grande fogo preso em meus ossos, querendo sair.

Segurei a mão da minha mãe e lhe disse:

- Mãe, seu filho está com fome! Mãe, seu filho está com sede! Mãe, o outono acabou, e o inverno chegou. Por que você não mandou roupas para mim?

Ela enxugou minhas lágrimas e falou:

- Filho querido, não é porque sua mãe não o ama. Man­damos muitas roupas e muito alimento, mas nada chegou até você. Pedimos a outras pessoas para enviarem roupas e comida, mas os guardas ficaram com tudo.

Ninguém entendia que eu não estava me referindo a sen­sações físicas. Uma das companheiras ouviu que eu estava com fome e sede e saiu correndo da prisão para comprar algum alimento na loja mais próxima. Eu não conseguia parar de chorar.

Tornei a falar:

- Mãe, não estou com fome de pão e água. Sinto fome de almas de homens. Mãe, pregue o evangelho e salve as pessoas, esse é o único alimento que satisfaz.

Em seguida, gritei:

- "A minha comida consiste em fazer a vontade daque­le que me enviou e realizar a sua obra. Não dizeis vós que ainda há quatro meses até à ceifa? Eu, porém, vos digo: erguei os olhos e vede os campos, pois já branquejam para a ceifa." (Jo 4.34,35.)

Com lágrimas nos olhos, eu disse:

- Estou em jejum há 74 dias. Hoje, antes do amanhecer, o Senhor me mostrou em visão que eu iria me encontrar com vocês. Mãe querida, bateram tanto em mim que eu quase morri. Se eu morrer, morri, mas continuarei fiel ao Senhor. Mãe, você trouxe o corpo e o sangue do Cordeiro? A irmã voltou da loja com biscoitos e uma garrafa de suco de uva. Peguei um biscoito, quebrei-o, abençoei-o e entreguei à minha esposa, à minha mãe, ao Irmão Fong e aos outros parentes e amigos. De coração partido, falei:

- Este é o corpo do Senhor, quebrado por vocês. Co­mam e bebam em memória dele.

Então, servi um pouco de suco de uva:

- Este é o cálice do sangue do Senhor, que foi derrama­do por nós.

Curvamos a cabeça e, com solenidade, recebemos a Santa Ceia.

Em 74 dias, foi a primeira vez que comi e bebi. De 25 de janeiro a 7 de abril de 1984, sobrevivi sem comida nem be­bida.

Chorei em voz alta e abracei meus amados. Disse:

- Mãe, hoje pode ser a última vez que tomo a Santa Ceia com a senhora.

Virei-me e beijei minha esposa. Dirigi-me a todo o grupo:

- Minhas amadas esposa e mãe, queridos irmãos e ir­mãs, verei vocês no céu.

Todos caíram em pranto.

Minha irmã mais velha me abraçou e perguntou:

- Como você pode abandonar sua mãe e sua jovem es­posa, e morrer para seu próprio bem? Além disso, sua mu­lher está grávida. Como você pode ser tão cruel com ela?

Minha mãe argumentou:

- Filho, sua esposa precisa de você. E eu, também. A família de Deus precisa de você.

Abaixou a voz e cochichou em meu ouvido:

- Ouça sua mãe. Deus me revelou que você não vai morrer. Precisa se fortalecer e permanecer vivo.

Sob a proteção do Senhor, acabamos de compartilhar uns com os outros. As autoridades da prisão pareciam intrigadas e confusas. Ouviam as palavras, mas não enten­diam o que estava acontecendo.

Falei à minha família:

- Por favor, jejuem e orem por mim. Jamais serei um Judas. Nunca neguei o Senhor nem o povo dele.

Então os oficiais voltaram ao normal, como se acordas­sem de um sonho. Bateram com o punho cerrado na mesa e gritaram:

- Sobre o que vocês estão conversando? Chega! Saiam todos!

Mandaram os guardas me levarem de volta à cela. Mi­nha mãe, minha esposa e minha irmã me agarraram e não queriam me soltar. Mas os guardas me arrastaram e me levaram embora.

Minha mãe preferiria morrer a me deixar nas mãos daqueles homens perversos, mas eles me arrancaram dela como um bando de lobos ataca uma ovelha indefesa. Mes­mo na frente da minha família, bateram em mim, me puxaram, empurraram minha mãe idosa, e ela caiu. To­dos choraram amargamente, sem saber se voltariam a me ver.

Com um estalo metálico, bateram o portão da cadeia. Mesmo através do portão eu ouvi os gritos da minha mãe:

- Filho, não esqueça o que sua mãe falou. Você tem de continuar vivo! Viva para Deus!

Gritei, em resposta:

- Mãe, pregue o evangelho! Peça às igrejas para orarem e jejuarem por mim!

O guarda me esbofeteou e me levou de volta para a cela.
****
DELING: Todos diziam que meu marido seria executado, mas, bem no fundo, eu estava confiante de que ainda não chegara a hora do Senhor para ele. Talvez pareça estranho, mas não me sentia tensa nem deprimida, porque jamais aceitei que ele seria condenado à mor­te.

Na verdade, acho que teria sido muito melhor para Yun ser execu­tado do que passar a vida toda preso. Se dessem um tiro na cabeça dele, pelo menos tudo acabaria em um instante, e ele estaria para sempre com o Senhor. Meu marido estava preso, jejuando havia mais de 70 dias, sem alimento nem água. As autoridades temiam que ele morresse, então nos convidaram a visitá-lo na prisão que fica no centro de Nanyang.

Eu estava com mais de seis meses de gravidez - a barriga já au­mentara bastante. Empolgava-me a idéia de contar a Yun que ele iria ser pai. Não havíamos nos comunicado desde que ele fora preso. En­tão, ele nem sabia que eu engravidara.

Era abril, e o calor do verão já se aproximava. Chegamos bem cedo à prisão. Fui na garupa da bicicleta da irmã mais velha de Yun. Encon­tramos os outros visitantes na entrada da cadeia. Todos tinham ido de bicicleta. Éramos oito ao todo.

Mandaram que esperássemos em uma sala e disseram que o leva­riam lá para nos ver.

Um pouco depois, alguém entrou com uma figura minúscula e in­consciente no colo. Ele havia sido torturado pouco antes de chegar­mos. Parecia uma criancinha. As orelhas estavam murchas, pareciam passas.

Nós o vimos, mas ninguém o reconheceu. Pensamos que era uma piada de mau gosto das autoridades. Declarei:

- Este não é meu marido! A irmã de Yun protestou:

- Deve haver algum engano; não é o meu irmão!

A mãe de Yun só acreditou que era o filho dela depois de reconhe­cer uma marca de nascença. Ele estava tão pequeno que nem parecia humano. Manchas roxas, marcas de tortura, sangue seco e sujeira cobriam todo o corpo dele. A maior parte do cabelo fora arrancada. O rosto estava esquelético. Os olhos pareciam maiores do que o normal, e a boca, aberta, mostrava os dentes amarelos. Vestia trapos imun­dos.

Era simplesmente inacreditável. Fiquei em estado de choque. Para falar a verdade, acho que todos ficamos. Senti uma tontura e quase desmaiei.

Yun voltou a si e falou pela primeira vez em muitos meses. A voz dele era apenas um sussurro fraco e só a mãe dele, que estava mais perto, conseguiu ouvir. Quando aceitamos que era mesmo o Yun, caí­mos em pranto. Foi um momento de grande comoção. Ele exclamou:

"Irmãos, não chorem por mim! Chorem pelas almas dos homens! Agora, vamos comer o corpo do Senhor e beber seu sangue."

Uma das irmãs correu até a loja do lado de fora da cadeia e com­prou biscoitos e suco para tomarmos a ceia do Senhor. Yun falou que iria para Deus e por isso deveríamos celebrar a ceia juntos pela última vez.

Choramos e gememos em voz alta. Era tudo inacreditável.

Ao sair da prisão, estávamos tão abalados emocionalmente que nos assentamos em círculo na rua, em frente a entrada. Ali mesmo clamamos ao Senhor:

"Pai, Deus de justiça e misericórdia, por favor, perdoa nossa na­ção. Tem compaixão de nós e dos que perseguem teus filhos. Que eles recebam tua salvação!"

O local estava movimentado. Ouvindo nosso pranto, várias pessoas se aproximaram e perguntaram qual era o problema. Muitas delas cho­raram quando contamos o que tínhamos visto naquele dia.




Catálogo: autores -> Biografias%20y%20Historia%20de%20la%20Iglesia
autores -> Norman L. Geisler William E. Nix Introdução Bíblica Como a Bíblia chegou até nós
autores -> Intelectuais e resistência democrática: vida acadêmica, marxismo e política no Brasil Milton Lahuerta
autores -> Victorien Sardou Amargo Despertar Comédia dramática em três atos
autores -> Humberto Mariotti Dialéctica y Metapsíquica (1929)
autores -> Herculano Pires Pedagogia Espírita █ Conteúdo resumido
autores -> Sociedade Espírita Fraternidade
autores -> Herculano pires
autores -> A doutrina Espírita Vista por Amílcar Del Chiaro Filho
autores -> ANÁlise do perfil dos usuários dos parques urbanos da bacia da pampulha – belo horizonte, mg
Biografias%20y%20Historia%20de%20la%20Iglesia -> Francisco A. McGaw o homem que Orava a história de João Hyde, que ganhou 100 mil indianos para Cristo


Compartilhe com seus amigos:
1   ...   9   10   11   12   13   14   15   16   ...   31


©principo.org 2019
enviar mensagem

    Página principal