A história emocionante de um cristão chinês que levou sua fé às últimas conseqüências



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14. Esperança para o futuro

A primeira vez que vi rneus parentes desde que tinha sido preso foi por ocasião da visita da minha família, no fim do meu jejum de 74 dias.

Muito tempo depois, permitiram que eu voltasse a vê-los. Eles me contaram que o reino de Deus crescia rapida­mente e que uma grande colheita acontecia por toda a Chi­na. Os policiais ouviam tudo que dizíamos, mas não enten­diam nada. Essa visita me encorajou e me fortaleceu tre­mendamente.

O Departamento de Segurança Pública ainda procura­va provas para o meu julgamento. Os oficiais iam a outras cidades e comarcas para montar a acusação.

Certa manhã, os portões da prisão foram abertos às 8:00h. Logo depois fui levado para ser julgado. O juiz que presidia os trabalhos era um homem baixo, com cerca de trinta anos. Ti­nha olhos escuros, que transmitiam desprezo e aversão.

Um homem alto, com cerca de 50 anos, era o assistente. Sua cabeça era coroada por cabelos brancos, e ele parecia ser sábio. O rosto tinha expressão bondosa, mas na verda­de ele era dissimulado e traiçoeiro. Dirigiu-se a mim:

- Yun, o governo tem sido muito generoso com você. Demos alguns meses para você descansar e se recuperar dos problemas físicos. Já está mais forte e teve muito tempo para pensar no que vai dizer. Chegou a oportunidade. Abaixe a cabeça e confesse seus crimes!

O juiz começou o interrogatório:

- Em que comarcas você esteve e quantas vezes foi a cada uma? Qual o nome das pessoas que visitou? Quem são seus líderes? Que tipo de propaganda anti-governista você espalhou? Que palavras usou para incitar seus seguidores contra nossa política religiosa? Alguma vez já falou contra a Igreja dos Três Poderes e disse a seus seguidores para fugirem dela porque ela é uma prostitu­ta?

- Não sei do quê o senhor está falando, respondi. Furioso, ele deu um murro na bancada e gritou:

- Vamos ver como você vai se defender. Camarada, traga o gravador!

Levaram um gravador até a frente e o colocaram sobre a bancada.

Alguém apertou o botão play e imediatamente ouviu-se uma mensagem que eu pregara anos antes. Dava para ou­vir ao fundo o pranto dos crentes. Na fita, eu falava:

"Irmãos, não se deixem enganar pela prostituta. Perma­neçam fiéis a Jesus... Sejam como Finéias, que pegou uma lança e honrou o nome de Deus (vejam o relato em Núme­ros 25.6-18). Sejam fiéis e não traiam o Senhor, como Judas o traiu. Levantem-se e disponham-se a serem mártires! Pro­clamem a verdade!"

Ouvi os irmãos orando. Escutei também a voz dos meus amados irmãos Xu, Ying e Yu. Ouvir de novo a oração dos meus colaboradores me encorajou muito.

Na fita, eu cantava bem alto:


Seja ousado e corajoso, seja ousado e corajoso,

Pois o Senhor está com você, seja ousado e corajoso.

Mesmo que venham dezenas de milhares de demônios,

Mesmo que venham dezenas de milhares de inimigos,

Confie no Salvador, não tema. Seja ousado e corajoso.
O que mais irritou o DSP foi minha oração de encerra­mento:

"Senhor, por favor, afasta as nuvens escuras que cobrem nossa nação! Amarra o poder dos espíritos malignos que controlam nossos governantes. Senhor Jesus, transforma as políticas do nosso governo. Liberta todos os irmãos que es­tão presos! Que nossa nação seja governada de acordo com tua vontade. Senhor, tenha misericórdia da China! Levan­ta nesta geração líderes em tua igreja que defendam a justi­ça e a verdade como Daniel e Ester. Ajuda-nos a ouvir tua voz e não a dos homens!"

Então os muitos crentes disseram a uma só voz:

"Amém!"


Ouviu-se um clique, e a fita parou. Abri os olhos e vi que o juiz tinha um sorriso presunçoso e afetado. Ele disse:

- Yun, você acabou de ouvir suas próprias palavras e orações. Ouviu a voz de Xu também. Não vai negar mais que se opõe ao governo, certo? Chamou os líderes da nação de demônios e a Igreja dos Três Poderes, de prostituta. Nós o pegamos em flagrante! Agora, diga a verdade, além de você e de Xu, quem eram as duas outras pessoas orando na fita?

Ouvir meus irmãos orando e cantando me fortaleceu tanto que eu queria ouvir de novo. Esperei um pouco e dis­se:

- Não consigo identificar com certeza quem estava fa­lando. As vozes não estavam bem claras. Será que posso ouvir de novo para tentar descubrir?

O juiz teve um ataque de fúria. Os olhos dele dilataram, ele esmurrou a mesa e apontou para mim:

- Do que você está falando? A prova está aqui, para todo mundo ver. Você não tem como negar! As evidências foram empilhadas na sua frente, e formou-se uma monta­nha. Ordeno que se ajoelhe na minha frente e repita a ora­ção que fez na fita!

Vários guardas se aproximaram com cassetetes e bate­ram em minhas pernas para me obrigar a me ajoelhar. Eles berravam:

- Ajoelhe-se! Ajoelhe-se!

Nesse instante, o poder do Senhor me encheu. Uma voz falou ao meu coração:

"Não tema! Seja forte no Senhor. Mesmo que dez mil inimigos cerquem você, descanse em Jesus. Seja ousado e corajoso no Senhor!"

Os guardas continuaram a me bater e chutar e, de re­pente, gritei para o juiz:

- Com que autoridade você manda um servo de Deus se ajoelhar na sua frente? Você não tem esse direito! Suas perguntas são irracionais. Agora, em nome de Jesus Cristo de Nazaré, ordeno que todos vocês se ajoelhem! Vou impor as mãos sobre vocês e pedir ao Senhor que perdoe seus pe­cados. Ajoelhem-se, todos vocês! Ajoelhem-se! Ajoelhem-se!

O juiz, os oficiais do tribunal e os guardas ficaram estupefatos. Olharam fixamente para mim durante alguns mi­nutos, antes de voltarem à realidade. O juiz bateu na ban­cada e gritou:

- Como você ousa dizer isso, seu criminoso, contra-revolucionário? Isso é traição! Como ousa mandar o juiz do Departamento de Segurança Pública ajoelhar-se na sua fren­te? Você não é humano?

Meu coração queria gritar:

"Sou um homem do céu. No nome de Jesus, sou forte como um diamante. Você não é capaz de me quebrar." O oficial mais velho levantou-se e falou com calma:

- Tudo bem. Yun pregou muitos sermões, e não conse­gue se lembrar da ocasião em que esta fita específica foi gravada. Yun, agora você pode voltar para a cela e pensar um pouco. Na próxima vez em que o chamarmos, você terá de dar respostas claras a todas as perguntas. Temos, além desta fita, muitas outras provas contra você. Não lhe resta esperança. O melhor é você pensar bem e responder a tudo.

Percebi, então, que pretendiam lidar comigo por muito tempo. Pensei nas palavras do apóstolo Paulo: "O qual nos livrou e livrará de tão grande morte; em quem temos espe­rado que ainda continuará a livrar-nos" (2 Co 1.10).

Os juízes locais tentaram de todas as formas me obrigar a confessar meus "crimes", mas fracassaram. Haviam usa­do as torturas mais bárbaras que a mente pode imaginar, mas não extraíram de mim nem uma palavra sequer que incriminasse os outros. Por isso, transferiram meu caso para uma instância superior, o Tribunal Popular da Prefeitura. Fixaram uma audiência preliminar. Ao entrar na sala, des­cobri que o juiz era meu primo!

O Senhor me mostrou que era uma artimanha do diabo. Meu primo falou:

- Temos muitas evidências contra você. Está claro que se opôs ao governo e o insultou. Declarou que nossos atos estão envoltos em trevas e que somos controlados por de­mônios. Não só atacou as políticas religiosas, mas também escreveu artigos para incitar os crentes contra a Igreja dos Três Poderes e contra nossa nação.

Ele prosseguiu:

- As evidências que recolhemos até agora já são sufici­entes para condenar você à prisão perpétua e até mesmo à morte. Responda: estes objetos são seus? Estamos lhe ofere­cendo hoje uma oportunidade para reparar seus crimes. Relate as atividades criminosas a que você e seus parceiros e colaboradores se lançaram e serei generoso.

Antes de ele acabar, o Espírito Santo falou ao meu cora­ção:

"Yun, você é um levita que pertence a mim. Precisa se afastar dos seus parentes, pois pertence a mim."

Respondi imediatamente ao meu primo:

- Somos primos, mas você trabalha para o partido co­munista, e eu sirvo a Jesus Cristo. Insisto em continuar pra­ticando minha fé. O que você falou sobre mim é verdade, mas não sei nada sobre as atividades de outras pessoas.

Ele não sabia o que dizer, então ficou calado por um momento. Depois declarou:

- Yun, aceite meu conselho, senão você vai se arrepender. Ninguém pode agir assim durante o julgamento, dian­te do juiz que vai pronunciar a sentença! Você precisa mu­dar de atitude ou vai arrumar problemas ainda maiores.

Em seguida, fui levado de volta para a cela.

Depois de algum tempo o Tribunal Popular da Prefeitu­ra julgou meu caso. Amarraram-me e me levaram para o tribunal em um triciclo motorizado, com uma escolta de guardas armados. Meus companheiros de cela oravam fer­vorosamente por mim. E eu sentia imensa alegria no cora­ção.

Nunca tinha entrado em um tribunal tão grande. Na frente, havia uma plataforma alta, com muitas cadeiras vazias. Eu não sabia onde deveria me sentar, então escolhi uma grande cadeira redonda. O juiz entrou, ficou furioso e falou:

- Que ousadia é essa, seu criminoso louco? Como ousa assentar-se na cadeira do juiz? Desça daí imediatamente!

Não senti nem um pingo de vergonha. Respondi:

- Não foi minha culpa. Ninguém me disse onde eu de­veria me assentar.

Em meu coração, sabia que um dia me assentarei com meu Senhor em seu trono para julgar as nações, e até os anjos.

A sessão teve início. Informaram-me que o juiz princi­pal e todos os oficiais graduados da prefeitura estavam pre­sentes para analisar meu caso. Assentaram-se nas cadeiras elevadas por trás da bancada. Outros 40 ou 50 oficiais con­vidados ficariam na galeria. Havia funcionários do Depar­tamento Central Unido, do Departamento de Segurança Pública, do Departamento de Assuntos Religiosos e da Igreja Patriótica Três Poderes.

Todas as "evidências" contra mim - Bíblias, livros evan­gélicos, fitas e cadernos de anotações - estavam sobre uma mesa. Além desses, havia também uma carta que o Irmão Xu escrevera para mim, me nomeando para liderar o mi­nistério no sul de Henan e em toda a Província de Hubei.

O juiz inquiriu:

- Yun, esses objetos desprezíveis pertencem a você?

Levantei-me e respondi:

- Não são desprezíveis, não. São objetos santificados ao Deus todo-poderoso.

Ele não entendeu o que eu quis dizer e perguntou:

- O que quer que sejam, são seus, não são? Não senti nem um pingo de medo e repliquei:

- Gostaria de olhar de perto para ter certeza.

Um guarda me entregou minha Bíblia. Abri-a e olhei a parte de dentro da capa. Estava escrito, com a letra do Ir­mão Xu: "Bem-aventurados os que têm fome e sede de jus­tiça, porque serão fartos" (Mt 5.6). Ele tinha escrito e data­do no dia em que me deu a Bíblia. Meu nome e minha assi­natura constavam da mesma página.

Falei para o juiz:

- Esta é minha Bíblia de estudo.

Então me entregaram meu livro de devocionais diários, Mananciais no Deserto, para eu examinar. Vê-lo foi como reencontrar um amigo depois de uma longa separação. Segurei-o perto do coração, abri-o e vi que o versículo daque­le dia era João 19.11: "Respondeu Jesus: Nenhuma autori­dade terias sobre mim, se de cima não te fosse dada; por isso, quem me entregou a ti maior pecado tem".

Eu sabia que era uma promessa de Deus para mim na­quele exato momento. Entendia que tinha de me submeter à vontade do Senhor e me dispor a seguir o caminho que ele determinara para mim. Sem medo, apontei para tudo que estava sobre a mesa e declarei:

- Senhor juiz, não preciso olhar todos os objetos. Reco­nheço que é tudo meu.

Minha atitude agradou a todos. O juiz disse:

- Vou colocar uma fita para você ouvir. Ouça com aten­ção.

Ouvi por alguns minutos e falei:

- E a minha voz.

O juiz então me pressionou para lhe dar informações sobre os colaboradores e os outros líderes. Respondi, com o maior respeito possível:

- Senhor, não sei nada sobre essas pessoas.

Houve um recesso de trinta minutos. Disseram-me que anunciariam a sentença na volta. O DSP havia me dito que eu seria condenado à morte ou à prisão perpétua. Pensei que a sentença seria de pelo menos oito anos, porque obrei­ros que trabalhavam sob minha liderança haviam sido con­denados a penas que variavam de cinco a oito anos de pri­são.

Os oficiais voltaram apressados para o tribunal e toma­ram seus lugares. Fiquei espantado quando o juiz anun­ciou:

- Yun, consideramos você culpado das acusações. Nós o condenamos a quatro anos de prisão com trabalhos for­çados!

Quatro anos apenas! Eu mal podia acreditar! Exultei, porque Deus estava me dando esperança de um ministério futuro por toda a China. O Senhor tinha mais serviço para mim!

Eu queria muito ver minha amada esposa e brincar com meu filhinho precioso. Agora tinha esperança para o futu­ro. Um dia, poderia voltar a orar com os irmãos da nossa igreja. Podia me permitir sonhar. Não passaria o resto da vida em uma cela.

Enquanto me conduziam de volta à prisão, eu me sentia arrebatado de alegria e gratidão pela misericórdia de Deus. Compartilhei a notícia com os irmãos da minha cela, e eles levantaram as mãos em adoração ao Senhor.

Poucos dias depois do julgamento, em outubro de 1984, numa manhã fria, antes do amanhecer, fui transferido da prisão de Nanyang para o Campo de Trabalhos Forçados Xinyang, onde iria cumprir o resto da sentença.


*****
DELING: Os quatro anos que Yun passou na cadeia foram os mais estressantes da minha vida. Deus me dava um pouco de alívio através da oração. Irmãos e irmãs também ajudaram a diminuir a pressão.

Meu relacionamento com Deus se deteriorou. Antes de Isaque nas­cer, eu vivia muito perto do Senhor. Lia a Palavra todos os dias, adora­va Jesus e estava cheia da alegria de Deus. Mas, depois que meu filho nasceu, passei por um período muito tenebroso, minha fé enfraque­ceu. Sentia-me exausta o tempo todo e mal conseguia chegar ao fim de cada dia.

No verão, quando Isaque estava com uns dois anos, tive uma experiência transformadora. Nos meses de calor costumávamos levar as camas para fora de casa e dormir ao ar livre, sob uma grande árvore, onde era mais fresco. O diabo usou o cansaço para me con­vencer de que eu não precisava orar mais, que podia conversar com o Senhor nos sonhos, enquanto dormia!

A mãe de Yun fora a uma reunião naquela noite. Eu e Isaque está­vamos quase adormecendo quando vi uma figura demoníaca escura aos pés da minha cama. Fiquei aterrorizada.

Comecei a orar em voz alta e com fervor. Gritei:

"Em nome de Jesus eu luto contra você, Satanás. Eu me coloco contra todas as suas mentiras. Você me enganou e me levou a pensar que posso orar enquanto durmo. Você está amarrado em nome de Jesus!"

Senti uma presença demoníaca passar por mim quando pronunciei essas palavras. Havia um sininho preso na ponta do meu cinto de couro que estava pendurado na cama. O sino tocou sozinho. Entendi imediatamente que o diabo queria desviar minha atenção com o baru­lho. Então o ignorei e continuei a orar. Logo a presença demoníaca partiu, e uma paz profunda caiu sobre nós.

Muitos vizinhos também estavam dormindo ao ar livre. Ao ouvirem meus gritos, ficaram imaginando o que estaria acontecendo.

Quando a mãe de Yun estava retomando para casa, ouviu, a mais de 1km da nossa vila, um som que parecia dezenas de cristãos oran­do em voz alta. Então correu para participar da reunião. Ficou espan­tada ao ver que só eu estava orando!

Foi um ponto importante na minha vida espiritual, que melhorou a partir desse dia.

Deus nos ajudou maravilhosamente enquanto meu marido estava preso. Gostaria de compartilhar dois milagres especiais.

A situação era desesperadora, pois as únicas que trabalhavam na fazenda éramos eu e a mãe de Yun! Não sabíamos nada do serviço. Resolvemos plantar batata-doce, mas não conhecíamos os procedi­mentos corretos. Depois de tudo pronto, descobri que o intervalo entre as mudas deveria ser de cerca de meio metro, e nós as plantamos a poucos centímetros umas das outras!

Os vizinhos passaram o verão todo rindo e zombando da nossa tolice! A notícia se espalhou rapidamente, e passei a ser alvo de mui­tas piadas.

Chegou o outono, e eles começaram a se queixar, porque a colheita foi muito ruim. As batatas-doces eram do tamanho de bolas de tênis.

Tiramos as nossas do solo, e elas eram quase do tamanho de bolas de basquete! Foi um milagre maravilhoso, e todos viram que Deus estava cuidando de nós.

Passaram a nos respeitar mais, deixaram de considerar meu mari­do um criminoso amaldiçoado e reconheceram que ele havia sido pre­so injustamente. Viram "a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não o serve" (Ml 3.18).

O segundo milagre aconteceu quando Isaque estava com três anos. Usávamos parte da nossa colheita como moeda de troca, porque não possuíamos animais nem fertilizantes. Por isso, uma boa colheita era essencial para conseguirmos comprar alimento e outros itens de que necessitávamos para sobreviver. No entanto eu não sabia plantar tri­go. Pus as sementes tão juntas que formaram um tapete no solo!

Exatamente uma semana antes da colheita, houve uma forte tem­pestade de granizo. Caíram do céu pedaços de gelo do tamanho de bolas de tênis. Corri para fora de casa quando a tempestade começou e vi que as plantações de alguns vizinhos já haviam sido completa­mente destruídas. Eu e a mãe de Yun caímos de joelhos e clamamos:

"Deus, tem misericórdia de nós!"

Um grande milagre aconteceu. Nossa plantação foi a única protegi­da pelo Senhor. Nosso trigo continuou em pé, intocado pela tempesta­de. Todas as outras plantações da área foram devastadas.

Quando a tempestade diminuiu, as pessoas saíram de casa e vi­ram que o Senhor Jesus Cristo havia nos protegido. Foi mais um teste­munho poderoso.

Colhemos trigo forte e saudável naquele ano, e nossos vizinhos não colheram nada e ainda foram obrigados a usar do que tinham para alimentar os animais.

Quando me lembro dessa época, vejo que, apesar das dificulda­des, o Senhor foi fiel conosco!


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