A história emocionante de um cristão chinês que levou sua fé às últimas conseqüências



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17. Preso pela segunda vez



"E o senhor de José o tomou e o lançou no cárcere... O Senhor,

porém, era com José, e lhe foi benigno, e lhe deu mercê perante o

carcereiro; o qual confiou às mãos de José todos os presos que

estavam no cárcere; e ele fazia tudo quanto se devia fazer ali. E

nenhum cuidado tinha o carcereiro de todas as coisas que estavam

nas mãos de José, porquanto o Senhor era com ele, e tudo o que ele

fazia o Senhor prosperava." (Gn 39.20-23.)
Desde que fui solto, em janeiro de 1988, até meados de 1991, igrejas de toda a China nos convidavam para pregar o evangelho. O Senhor me usou para compar­tilhar sua Palavra em regiões distantes, e muitos pecadores se encontraram com Cristo. Vivíamos tão ocupados, da ma­nhã à noite, que nem nos alimentávamos direito. Acordáva­mos bem cedo para ter nosso tempo com o Senhor e depois trabalhávamos o dia todo pregando, ensinando e viajando, até cerca de meia-noite, quando caíamos exaustos na cama. No dia seguinte, antes de o sol nascer, já estávamos em pé, preparando-nos para repetir todo o processo.

Nas raras ocasiões em que estávamos em casa, tínhamos de trabalhar no campo, tentando pôr em dia as muitas ta­refas atrasadas.

No início de 1991, o Senhor me admoestou com o texto de Apocalipse 2.3-5: "E tens perseverança, e suportaste provas por causa do meu nome, e não te deixaste esmorecer. Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras; e, se não, venho a ti e moverei do seu lugar o teu candeeiro, caso não te arrependas".

Eu estava esgotado por causa do ministério.

Em maio daquele ano começou outro período de muita perseguição contra as igrejas domésticas. Certa noite, esta­va deitado, quando minha esposa acordou assustada com um sonho. O coração dela disparou, e ela ficou com medo do que viu. Exclamou:

- Temos de pegar nossas Bíblias e partir agora! Acalmei-a como pude e pedi que me narrasse o sonho.

Deling contou:

- Chovia e ventava muito, e eu estava me sentindo muito solitária, empurrando uma bicicleta por um caminho cheio de lama. Eu levava duas sacolas com seus livros prediletos penduradas na bicicleta, então era quase impossível subir a colina.

Ela prosseguiu:

- Eu usava toda minha força, mas não conseguia che­gar a lugar nenhum. Estava exausta, prestes a desmaiar quando alcancei uma pequena estrada. Coloquei as saco­las de livros na calçada e descansei.

- Yun, continuou, o Senhor me mostrou que, se você não obedecer à direção dele, será levado para um lugar aonde não quer ir. Deus está nos avisando. Vamos partir agora, enquanto ainda se acha escuro, vamos fugir dos que querem nos maltratar!

Respondi a minha esposa:

- Veja bem, a colheita do trigo está quase chegando. Vamos esperar alguns dias; depois partimos.

Senti que havia lógica em meu raciocínio, e tentei fazer Deling enxergar meu ponto de vista, mas ela falou:

- Se você não me atender, com toda certeza vai enfren­tar problemas. Você se tornou obstinado em seu coração e sempre tenta ser herói. Não ouve mais os conselhos dos outros. Precisa se arrepender e orar para Deus purificar seu coração.

Nesse momento o Espírito Santo chegou a falar comigo através de Mateus 2.13: "Dispõe-te, toma o menino e sua mãe, foge". Ele me mandou partir imediatamente, mas não lhe dei atenção.

Fazia meses que eu trabalhava por minha própria força, portanto estava exaurido física, emocional e espiritualmen­te. Perdera o discernimento espiritual, e meus ouvidos esta­vam surdos. O orgulho brotara em meu coração, como uma erva daninha. Em vez de obedecer à voz de Deus, racioci­nei com a lógica humana, baseei minha decisão em minha própria sabedoria.

Meus companheiros de trabalho me admoestaram a não ficar em casa, mas não segui o conselho deles. Não estava esperando no Senhor com coração puro. Foi esse o motivo do meu fracasso. Encontrava-me cansado, trabalhando de­mais e com o coração relapso.

Transformara o ministério em ídolo. A obra de Deus to­mara o lugar do amor a ele. Escondi minha condição dos que oravam por mim e prossegui com minha própria força, até que Deus resolveu interferir, em sua misericórdia e amor.

Eu ainda me levantava todo dia às 5:00h da manhã e orava com a liderança da igreja. Eu não deixara de ler a Bíblia, mas fazia tudo como obrigação e pelo hábito, não por estar com o coração disposto, transbordante no relaci­onamento com Jesus.

No início do ano, o governo central anunciara que pla­nejava deter todos os líderes das igrejas domésticas que se recusassem a participar do Movimento Patriótico das Três Autonomias. Aprovaram uma lei decretando a ilegalidade das igrejas domésticas. Isso deu base legal para as autori­dades nos processarem.

Quatro dias depois do sonho de Deling, oficiais do DSP à paisana me capturaram em frente de casa. Amarraram-me e me levaram preso. Eles iam à minha casa me procurar a cada três ou quatro dias. Mas, como eu estava sempre a caminho ou vindo de alguma reunião, escapara todas as vezes.

Por desobedecer a Deus e não respeitar o Senhor, a mi­nha esposa e meus colegas, fui preso pela segunda vez. O Senhor viu que eu estava me consumindo no ministério. Por isso, em sua graça, permitiu que eu descansasse nele atrás das grades por algum tempo, enquanto aprendia mais sobre a vida espiritual.

Se você é um servo do Senhor, permita-me dar-lhe um conselho: Seja humilde e vigie para não cair no mesmo erro que cometi. O Senhor Deus nos deseja para si mesmo, e tem ciúmes do nós. Ele ama nossa alma. Se colocarmos algo acima do nosso relacionamento com Jesus - mesmo que seja o trabalho que realizamos para ele - cairemos em uma ar­madilha. Se você está esgotado, pare! Descanse! Sua lâm­pada precisa do fornecimento contínuo do óleo do Senhor para que a luz não se apague. Lembre-se: "Em vos conver­terdes e em sossegardes, está a vossa salvação; na tranqui­lidade e na confiança, a vossa força, mas não o quisestes... Por isso, o Senhor espera, para ter misericórdia de vós, e se detém, para se compadecer de vós, porque o Senhor é Deus de justiça; bem-aventurados todos os que nele esperam" (Is 30.15,18).

No julgamento, fui acusado de "séria perturbação da ordem social". O juiz me avisou, em tom grave:

"Hoje vamos enviá-lo para o Campo de Trabalhos For­çados Da'an. Ouvimos dizer que você vira o mundo de ca­beça para baixo. Sabemos que prega o evangelho em todo lugar e que, em poucos dias, convence as pessoas a segui­rem seus ensinamentos. Se fizer isso em Da'an, seremos obrigados e lhe ensinar uma lição da qual você jamais se esquecerá."

Eu e meu companheiro, o Irmão Chuan, recebemos a mesma sentença: três anos de prisão. Os guardas nos alge­maram e nos obrigaram a sentar entre dois criminosos. Fo­mos colocados em um veículo e enviados para o centro de detenção, onde ficaríamos durante alguns meses antes de sermos mandados oficialmente para o campo de trabalhos forçados.

Eu já havia entendido que o meu pecado e o meu orgu­lho haviam me colocado nessa situação. Chegando ao cen­tro de detenção, arrependi-me com muitas lágrimas e entreguei-me à graça e à misericórdia de Deus. Ele me per­doou e aumentou minha fé.

Quando entrei na prisão, o Espírito Santo falou o seguinte texto ao meu coração: "Ora, quem é que vos há de maltra­tar, se fordes zelosos do que é bom? Mas, ainda que venhais a sofrer por causa da justiça, bem-aventurados sois. Não vos amedronteis, portanto, com as suas ameaças, nem fiqueis alarmados; antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vos­so coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós, fazendo-o, todavia, com mansidão e temor, com boa consciência, de modo que, naquilo em que falam contra vós outros, fiquem envergonhados os que difamam o vosso bom procedimento em Cristo" (1 Pe 3.13-16).

Todos os prisioneiros, pelo menos nos primeiros dias, eram "saudados" na prisão com surras e tortura. Isso se aplica es­pecialmente aos que já tinham sido presos antes. Quem mais espanca os presos não são os guardas, mas sim os líderes das celas. E uma forma de os homens cruéis exercerem autorida­de e mostrarem aos recém-chegados quem é que manda. Os guardas se afastam e não fazem nada para impedir.

Eu estava preparado para a surra, mas um dos oficiais da prisão ouviu dizer que iria chegar um pastor. Resolveu impedir que eu fosse espancado, então aproximou-se e per­guntou:

- E você que acredita em Jesus?

- Sim! O senhor também acredita? perguntei.

- Minha família é crente, mas eu, não, disse ele.

- O senhor é o cabeça da sua família. Por que não o aceita pessoalmente? falei.

Ele sorriu, mas recusou-se a responder à minha pergun­ta, dizendo:

- Conversaremos sobre isso mais tarde, mas agora me diga o que posso fazer por você.

Meu coração se encheu de gratidão. Pedi àquele oficial bondoso:

- Se possível, afrouxe um pouco minhas algemas. Elas já cortaram meus pulsos.

Então ele perguntou:

- Gostaria que eu enviasse uma mensagem para sua família? Quero ajudá-lo.

Em dois dias, minha família e alguns companheiros re­ceberam autorização para me visitar, graças à bênção do Senhor e à ajuda do oficial. Agradeci a Deus. Foi uma re­cepção muito diferente da minha primeira experiência na prisão, em 1984!

Em outubro de 1991, cinco meses depois que fui preso, o DSP enviou uma equipe especial de guardas armados para me levar, junto com vários outros prisioneiros, do centro de detenção para o Campo de Trabalhos Forçados Da'an, que fica na Comarca de Ruyang, no noroeste da Província de Henan.

Quando chegamos ao destino, o chefe da guarda me apresentou:

- Aqui está o criador de problemas, o líder contra-revolucionário Yun.

Os oficiais da prisão me cercaram e indagaram:

- Você conhece Xu Yongze, o cabeça dos contra-revolucionários? Conhece o pastor chamado Hen Fiel?

- Esses homens crêem em Jesus! respondi. Trouxeram meus registros e falaram:

- Não tente nos enganar. Sabemos que é cúmplice de­les.

Nos primeiros dias, me proibiram de conversar com os outros e ninguém podia me dirigir uma palavra sequer. Os prisioneiros pensavam que eu era um homem muito per­verso, talvez assassino ou estuprador. Fui surrado várias vezes.

Os homens daquele lugar precisavam desesperadamen­te do evangelho. Havia muitos presos doentes e desnutri­dos. Alguns estavam tão doentes que ficavam deitados o dia inteiro, esperando a morte.

Nos primeiros meses, os guardas me vigiaram de perto, mas eu nunca discuti as políticas da prisão. O Senhor per­mitiu que eu visse os outros homens através dos olhos com­passivos dEle. Eu orava pelos enfermos e compartilhava o evangelho com meus colegas sempre que tinha oportuni­dade.

Consegui fazer isso levando os guardas a pensar que eu era massagista. Enquanto massageava os doentes, compar­tilhava em segredo o evangelho e orava por eles. Assim, muitos receberam o Senhor Jesus com lágrimas nos olhos e foram curados de muitas enfermidades. Em pouco tempo, os prisioneiros e os guardas ficaram sabendo que eu cria em Jesus e que o poder dele para salvar e curar estava à disposição de quem quisesse.

Certo dia, eu estava compartilhando o evangelho com um grupo de prisioneiros. A alegria do Senhor enchia meu coração. Vários guardas comentaram:

"Sabem de uma coisa? Esse criminoso é mais feliz do que nós, que somos livres! Vamos pedir que ele cante uma música para nós."

Entoei meu hino predileto: "Que o mundo todo saiba que tenho um Salvador. O nome dele é Jesus".

Os prisioneiros voltavam para as celas e ensinavam aos outros as músicas e as palavras que haviam ouvido de mim. Por causa da dureza da vida e de sua situação sem espe­rança, estavam desesperados para encontrar qualquer luz espiritual. Sentiam que não havia esperança nem alegria para o futuro e, por isso, consideravam a Palavra de Deus uma pérola de valor inestimável.

Um dia, o diretor da prisão teve torcicolo e pediu que eu o massageasse. Ficamos conversando, e logo ele percebeu que eu não era o tipo de pessoa que meu dossiê descrevia. Falou:

"Suas atitudes não são como o DSP noticiou. Há vários meses, nós o observamos com atenção. Os guardas e os pri­sioneiros têm boa impressão a seu respeito, então resolve­mos nomeá-lo líder de sua cela. Será responsável pela mo­ral e pelo comportamento dos outros prisioneiros e fará com que eles trabalhem direito."

A atitude dos líderes da prisão para comigo melhorou. Transferiram-me do trabalho no campo para o escritório principal e me deram várias tarefas, que incluíam organizar programas educacionais para os internos e escolher e transmitir as músicas pelos alto-falantes. Tornei-me biblio­tecário da cadeia e até ajudei a preparar os relatórios envi­ados ao governo mostrando como a vida dos criminosos estava melhorando.

Eu mal havia frequentado o ensino médio. A enfermida­de do meu pai me obrigou a deixar a escola para trabalhar, mas o Senhor havia me promovido. Eu trabalhava em qua­tro departamentos diferentes: gerência, educação, adminis­tração e saneamento! Havia prisioneiros com curso superior, mas o Senhor colocou seu favor sobre mim, e por isso fui promovido.

As experiências em meus dois primeiros períodos na ca­deia foram muito diferentes, mas, ainda assim, pareciam se encaixar como plano de Deus para minha vida. Toda essa vivência foi como um seminário que eu precisava muito cur­sar. Aprendi bastante sobre o caráter de Deus, e ele me en­sinou a ser testemunha viva dele. Na segunda vez, não fui perseguido nem torturado como havia sido antes.

Os primeiros quatro anos se assemelharam à experiên­cia de José quando foi jogado na prisão - difamado e perse­guido. Contudo a segunda passagem pela cadeia se igua­lou ao período em que Deus exaltou José e o colocou em posição de influência e autoridade. Aprendi o verdadeiro significado do texto: "Porque não é do Oriente, não é do Ocidente, nem do deserto que vem o auxílio. Deus é o juiz; a um abate, a outro exalta" (Sl 75.6,7).

Entretanto gostaria de deixar claro que não era livre para ir aonde quisesse! Meus companheiros do ministério não tinham permissão para me visitar. Só poderiam ir à prisão com autorização oficial por escrito. Como muitos deles es­tavam sendo perseguidos pelo DSP, seria muito arriscado pedirem autorização para me visitar.

Eu recebia poucas notícias do mundo exterior. Não po­dia receber nem enviar cartas. Apesar dessas restrições, o . Senhor realizou coisas maravilhosas para me ajudar!

O muro que protegia a prisão possuía minúsculas jane­las ao longo dele. Eram uma comunicação com pequenas lojas. Isso pemitia que os prisioneiros comprassem alimen­tos e outros itens.

Certo dia, reparei que a proprietária de uma das lojas tinha um hinário da Igreja dos Três Poderes sobre o balcão. Então pedi a ela:

- Será que posso dar uma olhada em seu livro? Muito séria, ela respondeu:

- Você não precisa ver meu livro. Não é da sua conta. Depois de falar, escondeu o hinário embaixo do balcão. Era uma crente da Igreja dos Três Poderes. Ela pensava que todos os prisioneiros eram maus, então achava impos­sível eu me interessar pelo hinário dela.

- Vi que é um hinário. Gostaria muito de dar uma olha­da porque ele tem muitas músicas que conheço, falei.

Ela zombou:

- Aí dentro não tem nenhum homem bom. O que vai adiantar você ver o hinário?

- Tia, sou um verdadeiro cristão! Estou preso por causa do evangelho e do testemunho de Jesus. Será que eu pode­ria cantar um hino do seu hinário? Por favor?

Ela ficou envergonhada pela forma como havia me tra­tado. Então abriu o livro em um hino que eu conhecia. Com lágrimas nos olhos, cantei:


Louve a Deus sem cessar.

Agradeça a meu Salvador hoje e para sempre.

Veja! O Filho de Deus foi crucificado,

Pregado na cruz do Calvário por mim e por você.

O amor de Deus está sobre nossa família e amigos.

Pecadores, recebam hoje a graça de Deus!

Diabo, afaste-se de nós.

Veja! O Filho de Deus foi crucificado,

Pregado na cruz do Calvário por mim e por você.
A irmã idosa chorou de alegria. Passou a mão pela jane­la, apertou meu braço com força e falou:

- Que o Senhor console seu coração! Leve o livro, fique com ele.

Dois dias depois, voltei à janelinha da loja. Ela me con­tou que, quando chegou em casa, o Senhor lhe disse: "Em verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes" (Mt 25.40).

Ela não sabia o que fazer por mim, por isso preparou alimento e pediu a outra irmã para também levar alguns pratos deliciosos para me abençoar em nome de Jesus.

Pediu-me que, de vez em quando, eu fosse até a janela da loja dela para compartilhar a Palavra de Deus com ela e com seus amigos. Eles passaram a desfrutar de maior co­munhão com o Senhor.

Essa amada irmã se ofereceu para levar cartas para mi­nha família e meus colaboradores e trazer as deles para mim.




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