A história emocionante de um cristão chinês que levou sua fé às últimas conseqüências



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18. Uma dolorosa visita da família

Certo dia, eu estava trabalhando na sala de rádio, trans­mitindo músicas evangélicas pelo alto-falante. De repente, ouvi chamarem meu nome lá embaixo, no pátio. O diretor de ensino do presídio e uma senhora que diri­gia a clínica médica me procuravam. Pensei que tinha arru­mado confusão por transmitir música cristã. Eles me manda­ram descer imediatamente; então corri escada abaixo. O diretor de ensino disse à médica:

- Yun é um bom homem. Nunca desobedece. Reparou que veio o mais rápido possível?

- Senhor, em que posso ajudar? perguntei.

- Gostaria de apresentar a você a médica que chefia a clínica. Ela precisa de ajuda, respondeu ele.

A médica falou:

- Os prisioneiros e os guardas me disseram que você é um bom massagista. Quero saber onde você aprendeu a técnica.

Percebi que não iam me repreender por tocar música cristã, assim, relaxei e respondi:

- Nunca recebi treinamento formal. Sou apenas um cris­tão que procura aliviar a dor dos outros.

A médica abriu o coração:

- Meu pai sofreu um derrame por causa de uma doen­ça no sangue e ficou paralisado. Já o levamos a muitos mé­dicos, em várias cidades. Um especialista nos aconselhou a usar massagem para aliviar a dor.

Ela continuou:

- Sua reputação como massagista chegou aos meus ou­vidos. Pedi que seu superior autorizasse sua saída da pri­são para ir à minha casa fazer massagem em meu pai. Você me faria esse favor? Pode almoçar conosco, e nós o trataremos como se fosse membro da família. Se meu pai se recuperar, prometo conseguir que você seja solto antes do fim da sentença para poder voltar a viver com sua fa­mília.

Ela não havia acabado de falar, e o Espírito Santo já me dizia:

"Está na hora de você glorificar meu nome. Vá." Respondi imediatamente à médica:

- Eu irei. E também lhe dou minha palavra de que não aproveitarei a oportunidade para fugir. A senhora não pre­cisa se preocupar.

Corri de volta à cela e contei tudo ao Irmão Chuan. Ele orou por mim e falou:

"A graça de Deus é suficiente para você."

Voltei para onde a médica estava, e ela me levou para a casa dos pais dela.

Era uma linda casa, com poltronas estofadas e cestas cheias de frutas frescas. A médica me disse para sentar e comer, mas eu falei:

"Eu agradeço, mas estou em jejum e oração por seu pai. Espero que a senhora não se importe. Estou pedindo a Deus para dar a ele uma grande bênção."

Quando ouviu essas palavras, a mãe da médica ficou tão comovida que chegou a chorar.

A médica precisava voltar para o hospital. Inclinei-me e assegurei a ela:

"Vá em paz. Não vou tentar fugir. Preciso de algum tem­po para conhecer seu pai antes de fazer a massagem."

Contei ao querido senhor idoso que Jesus levara o peca­do e a doença dele na cruz. Insisti com ele:

"Agora, o senhor precisa abrir a boca e convidar Jesus Cristo para entrar em seu coração. Confie nele e o senhor receberá a cura."

Aconselhei-o a não demorar, porque "eis, agora, o tem­po sobremodo oportuno, eis, agora, o dia da salvação" (2 Co 6.2).

Impus as mãos sobre ele e sobre sua esposa e animei-os com palavras de alegria e esperança. Em lágrimas, eles re­nunciaram ao pecado e convidaram Jesus para ser o Se­nhor da vida deles. Embora ele não tenha melhorado ime­diatamente, eu sabia que Deus havia conquistado o cora­ção dele e que logo curaria seu corpo.

Quando voltei para a cadeia já era noite. Contei ao Ir­mão Chuan o que havia acontecido e oramos de novo.

A médica chegou em casa naquela noite e o pai comen­tou com ela:

"Gostei muito do Dr. Yun, ele é uma boa pessoa. Ama mesmo a Deus. Amanhã você tem de convidá-lo para to­mar o café da manhã conosco."

Nem ele nem sua esposa perceberam que eu era prisi­oneiro. Pensaram que eu fosse um dos médicos do hospi­tal!

No dia seguinte, antes de o sol nascer, ele sentiu uma pancada no pescoço e nas costas. Pela primeira vez, em muitos meses, conseguiu mover a cabeça sem dificuldade. Exclamou:

"Parece que alguém soltou a corda que estava me pren­dendo!"

Ficou em pé e mexeu o pescoço e as costas. A esposa dele pulava pelo quarto, de tanta alegria. A família toda se reuniu para agradecer a Deus por sua bondade.

De manhã a médica foi à prisão me contar o que havia acontecido. Convidou-me para ir à casa deles, porque o pai dela queria testemunhar o que Deus havia feito.

A saúde dele foi melhorando, e logo ele voltou a subir e descer as escadas. Foi uma cura extraordinária! Ele deu seu testemunho aos amigos e pediu perdão àqueles a quem havia enganado no passado.

O nome de Jesus se espalhava dentro e fora da prisão. Aproveitávamos todas as oportunidades para levar pessoas aos pés da cruz. Eu e o Irmão Chuan começamos a pastorear os prisioneiros extra-oficialmente.

O pai da médica testemunhou com tanta ousadia que a notícia chegou ao secretário do Comitê Político do Campo de Trabalhos Forçados. Ao ficar sabendo, ele disse:

"Então seria bom Yun frequentar a Escola de Massagem de Luoyang, para fazer um treinamento avançado e aju­dar ainda mais gente."

Eu não tinha dinheiro, por isso as autoridades decidi­ram que a prisão arcaria com as despesas do curso! Três vezes por semana um carro da polícia me pegava de ma­nhã na prisão e me levava a Luoyang - uma viagem de quase 70km. Guardas eram designados para me vigiar para eu não fugir. Aprendi o máximo possível com o médico que dava o curso. Ao fim do dia eles me escoltavam de volta à cadeia, e eu sempre levava uma pilha de livros para estu­dar.

Logo fui promovido e comecei a trabalhar na clínica com a médica! Massageei centenas de pessoas e sempre com­partilhava o evangelho. Tive contato até com oficiais quali­ficados, do alto escalão do partido comunista!

Muitos pacientes me convidavam para ir à casa deles pregar o evangelho para a família e os amigos. As pessoas estavam com fome de conhecer Jesus por causa do vazio que havia nos corações.
*****
Na primeira vez que fui preso, minha esposa estava grá­vida de Isaque. Na segunda, Yilin, minha filha, tinha ape­nas sete meses.

Um dia, em março de 1992, Deling e nossos dois filhos foram me visitar.

Já estava escuro quando chegaram. Isaque me viu e co­meçou a gritar e a tentar se espremer entre as barras de ferro para me abraçar. Os guardas o empurraram. Ele cho­rou e gritou histericamente:

"Mamãe, por que esse homem não me deixa ver o pa­pai?"

Não consegui me controlar e comecei a soluçar. Toda vez que eles iam me visitar os guardas os humilhavam e os insultavam. Depois que fui solto, Deling me disse:

"Se não fosse pelo amor de Jesus, eu jamais teria voltado àquele lugar."

Cada visita durava apenas meia hora. Tínhamos muitas coisas a dizer, mas, por causa da vigilância em cima de nós, falávamos pouco.

Algumas vezes nem parecia que eu e minha amada Deling éramos mesmo casados. Passamos tempo demais separados por causa do evangelho. Nossos breves momen­tos juntos eram sempre tensos, devido à pressão que sofría­mos. Não havia oportunidade para nenhum tipo de roman­tismo, nem para emoções profundas. Nós nos limitávamos a trocar mensagens que a igreja me enviara e que eu man­dava para os companheiros.

Em uma visita, meus filhos correram para mim antes de o guarda detê-los. Abracei os dois e os acariciei. Eles disseram:

- Papai, eu amo você.

- Eu também amo muito vocês dois, respondi. O guarda os arrancou dos meus braços e falou:

- Yun, se você realmente amasse seus filhos, não estaria preso.

Reparei que meu filho usava a mesma roupa em todas as visitas - a que ele tinha quando fui preso. Vinha crescen­do muito, mas continuava com a mesma camisa e a mesma calça. Os sapatos dele estavam furados. Deling, Isaque e Yilin achavam-se muito magros. Entendi que não tinham dinheiro e que lutavam para sobreviver.

Perguntei a Isaque:

- Você sente falta do papai?

- A mamãe disse que não temos dinheiro para vir visi­tar você, nem para comprar roupa nova nem sapato. Mas nós oramos por você lá em casa, respondeu ele.

Perguntei-lhe várias vezes:

- Como vai a escola?

Mas ele olhava para baixo e se recusava a responder. Por fim, enxugou as lágrimas e contou:

- Papai, eu quero ir à escola, mas você não está em casa conosco. A professora não gosta de mim. Ela falou assim para os outros meninos: "Isaque e a família dele são burros, eles acreditam em Jesus". Meus colegas riem de mim e di­zem: "Seu pai é um criminoso sujo que merece ficar preso".

As palavras dele partiram meu coração, e fiquei sem sa­ber o que dizer. Tentei demonstrar coragem e falei:

- Meu filho, o papai dedicou sua vida a Deus quando você era um bebê. Por favor, estude a Bíblia e ore muito enquanto você é pequeno, para servir melhor a Deus no futuro. Devemos ficar felizes quando as pessoas nos ata­cam e falam coisas ruins sobre nós, porque é tudo por amor a Jesus.

Tentei animar minha família, mas não consegui me con­ter ao ver a simplicidade da minha querida esposa e dos meus filhos. Ajoelhei-me, enterrei o rosto nas mãos e solu­cei.

Sofri muitas torturas e tormentos em minha vida. Colo­caram cassetetes elétricos dentro da minha boca. Chutaram-me e espancaram-me tanto que senti vontade de mor­rer. Jejuei durante 74 dias, sem ingerir alimento nem água. Contudo, do fundo do meu coração, afirmo que minha ex­periência mais dolorosa foi ver a condição da minha famí­lia durante as visitas nessa época. Eles eram só pele e osso. Vestiam trapos, e eu via que sofriam terrivelmente. Deling demonstrava coragem, mas eu sabia que ela estava em pro­fundo desespero.

O instinto paternal em meu íntimo clamava por ser um bom pai para meus preciosos filhos, e um bom marido para minha amada esposa. Contudo eu não podia fazer nada; só orar. Culpava-me frequentemente e sentia muita vergo­nha por não ser bom pai e bom marido.

Nada do que já experimentara me causou tanto sofri­mento quanto essas visitas.

Embora até hoje eu não possua uma casa nem bens para deixar para meus filhos, eles amam o Senhor Jesus e têm o coração cheio de compaixão pelos outros.

Certa vez, enquanto eu estava preso, um líder da igreja doméstica visitou minha família. Perguntou ao meu filho:

- Isaque, quem é que te ama mais? O pequeno garoto respondeu:

- Meu Pai celestial é quem me ama mais. Jesus é quem ama mais todos nós.

Fiquei muito comovido quando me contaram isso.

Ainda na cadeia, fiz um compromisso com o Senhor. Eu não permitiria que a família de outros cristãos presos na China passasse por privações semelhantes. Até hoje sem­pre fiz todo o possível para conseguir apoio para as famílias dos crentes encarcerados.

Talvez alguém questione: "Por que os cristãos de cada localidade não cuidam dos seus irmãos?"

Claro que cuidam, na medida do possível, mas há casos em que a carência é grande demais e não dá para aliviar o sofrimento de todos. Em certa ocasião, por exemplo, 300 cristãos foram presos ao mesmo tempo em uma vila de ape­nas mil habitantes no sul de Henan. De uma hora para outra, todas as famílias da vila se viram afetadas. Os que proviam o sustento foram levados em um só dia. Simples­mente não havia gente para ajudar, e eles sofreram juntos.

Muitos oram pelos cristãos que sofrem na prisão, mas precisamos entender que frequentemente as famílias enfren­tam sofrimentos ainda maiores. É comum as autoridades confiscarem tudo de valor da casa do prisioneiro, até tige­las, panelas, roupas e móveis. Chegam a levar os animais da fazenda e as sementes.

Durante uma batida em nossa casa, a polícia confiscou todos os nossos objetos pessoais, inclusive preciosas fotos preto-e-branco do meu pai. Hoje, a única lembrança que tenho dele é a que ficou armazenada em minha memória.

Há milhares de testemunhos de cristãos chineses que pagaram um preço elevado por sua fé. Gostaria de com­partilhar um deles aqui.

A Irmã Yuen Meng'en era de uma das famílias mais ri­cas de Xangai. Foi presa em 1967. Era viúva e tinha dois filhos; um menino de onze anos e uma garota de nove. Pas­sou um ano na cadeia, e o DSP resolveu ter "compaixão" dela. O diretor da prisão declarou:

"Sua conduta durante este ano foi excelente, de modo que você merece uma recompensa. Basta confessar seus crimes por escrito e permitiremos que vá para sua casa, cuidar de seus filhos. Com certeza o seu Deus quer que você cuide de sua própria carne e sangue, não é mesmo?"

As autoridades levaram os filhos dela para visitá-la na prisão. Assim que a Irmã Yuen os vivi, lágrimas de amor jorraram de seus olhos e ela sentiu o coração partido.

"O que você prefere: seu Jesus ou seus filhos? Se esco­lher Jesus, fica na prisão. Se escolher os filhos, vai para casa", disseram-lhe.

Deram-lhe caneta e papel e pediram que escrevesse sua decisão.

Quando leram o que ela havia escrito, ficaram espanta­dos, pois ela havia declarado, em letras garrafais:

"Ninguém pode tomar o lugar de Jesus. Nem meus fi­lhos podem ficar no lugar dele."

A Irmã Yuen escolheu ficar presa. O diretor da prisão gritou:

"Ouçam, crianças! Sua mãe rejeitou vocês! Ela não os ama!

Condenaram-na a mais 23 anos de prisão.

Foi solta em 1981. O filho dela tinha 34 anos e trabalha­va para o governo no Tibet. A Irmã Yuen não viu os filhos nem uma vez em todos esses anos. O Estado levou o garoto e ele foi criado em escolas ateístas. Disseram-lhe que sua mãe o havia renegado. Muitos cristãos o visitaram e com­partilharam o evangelho, mas ele sempre respondia:

"O Jesus de vocês tirou minha mãe de mim. Por que eu deveria acreditar nele?"

A Irmã Yuen viajou até o Tibet para encontrar o filho. Ele a rejeitou, gritou que não tinha mãe e a expulsou de sua casa.

Ela nunca mais o viu.

O caminho para seguir o Senhor Jesus Cristo não é fácil. Enquanto prosseguimos, sofrimento e dificuldades nos es­peram; mas nada se compara ao que Jesus suportou por nós na cruz.

Acho difícil aceitar o ensinamento dominante da "pros­peridade", que afirma que, se seguirmos o Senhor, vivere­mos em conforto e segurança. A Bíblia e nossa experiência na China mostram que isso não é verdade. Além de cum­prir pena na prisão durante vários anos, fui detido cerca de trinta vezes por amor ao evangelho de Jesus Cristo.

Seguir a Deus é um chamado para não apenas viver por ele, mas também para morrer por ele. "Se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. Quer, pois, vivamos ou morramos, somos do Senhor." (Rm 14.8.)


*****
DELING: Servir a Deus na China implica grandes dificuldades. Uma delas foi eu e meu marido passarmos pouco tempo juntos.

Enfrentei vários apuros durante o segundo período que Yun ficou na cadeia. Chegava a me ressentir um pouco, pois ele contava histórias maravilhosas de como Deus o abençoava e o usava para ganhar mui­ta gente para o Senhor. Recebeu até um passe que o autorizava a sair da prisão sempre que quisesse!

Eu estava presa em casa, com dois filhos e sem marido. Mal tínha­mos o que comer. Meu filho não podia ir à escola por falta de dinheiro. A pressão era tão grande que quase desisti.

Oficiais do governo foram à nossa casa e disseram que havíamos violado a política do filho único. Mandaram que eu fosse até o posto policial. Deixei as crianças em casa, com alguns parentes.

Fui interrogada e multada em 4.000 yuans por ter dois filhos. Eu não tinha dinheiro para pagar a multa. Por isso, o DSP foi até nossa casa e, como castigo, destruiu a porta da frente. Além disso, levaram a mãe de Yun e a deixaram presa sem alimento. Na China, quando alguém infringe a lei, toda a família é considerada culpada. O escritó­rio de Controle do Planejamento Familiar me obrigou a fazer uma cirur­gia para não ter mais filhos.

O pós-operatório foi um período muito duro. Sentia que havia sido violada física, emocional e espiritualmente. Entrei em depressão, cho­rava muito, e nada me consolava.

Mesmo quando não estava preso, Yun pregava e viajava o tempo todo, geralmente com o Irmão Xu. Os dois nunca tinham dinheiro, nem nada para dar. Certa vez, ele voltou para casa e me entregou 5 yuans (cerca de 70 centavos de dólar). Era tudo que ele possuía neste mundo.

Por favor, não me entenda mal. Meu marido não é sovina. Na verdade, é a pessoa mais generosa que conheço. Não conseguia nos sustentar simplesmente porque nunca tinha dinheiro.

Algumas vezes o coração generoso dele era um problema para nós. Eu possuía duas cruzes pequenas que ganhei de presente, as quais tinham grande valor afetivo. Eram muito preciosas para mim. Um dia, procurei-as e não encontrei. Descobri que Yun as dera para outra cren­te. Ele não vê valor em nenhum objeto material. Gosta de dar tudo para abençoar os outros. Algumas vezes o coração generoso dele me deixa aborrecida.

O que mais admiro em meu marido é o seu relacionamento íntimo com Deus e o amor que sente pelos outros. Consegue ver o melhor em pessoas nas quais ninguém mais acredita.




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