A história emocionante de um cristão chinês que levou sua fé às últimas conseqüências



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27. Mudança súbita nos planos

Fazia quase dois anos que minha esposa e meus filhos estavam morando em Mianmar. Então, finalmente, no início de 2001, elaboramos um plano para levá-los até a Tailândia e de lá para a Alemanha. Esperávamos reco­meçar ali nossa vida juntos. O governo alemão autorizou a entrada deles no país e garantiu-lhes status de refugiados como eu havia recebido.

Eles ficaram tanto tempo em Mianmar que um amigo nos ajudara a tirar documentos birmaneses. Muitos chineses aca­bavam capturados no norte de Mianmar e devolvidos à Chi­na por problemas na documentação. Era a última coisa que queríamos que acontecesse com nossa família, porque as autoridades em nosso país continuavam à nossa procura. Não demos muita atenção ao fato na ocasião, mas depois descobrimos que nossos documentos não eram legais.

Em fevereiro de 2001, fui pela última vez a Mianmar. Minha família se achava empolgada e tudo estava pronto para nossa partida. Deling, Isaque e Yilin iriam de avião até uma cidade próxima à fronteira com a Tailândia e en­trariam no país por terra. Eu iria antes e os encontraria lá. Como a maioria das coisas em nossa vida, nossos planos deram totalmente errado!

Duas noites antes do dia em que eu iria sair de Mianmar, recebi um sonho do Senhor. Vi que eu e minha família par­tíamos de Mianmar. Isaque foi antes. Ele estava muito ner­voso ao cruzar a fronteira, mas passou pela alfândega e deixou o país em segurança.

Em seguida chegou minha vez de passar pela inspeção. O funcionário pediu meu passaporte e me mandou abrir as malas. Encontrou minha carteira de identidade birmanesa e me conduziu a uma sala para interrogatório. No sonho, vi o rosto do funcionário e reparei também que a sala era muito simples e decadente.

Acordei e vi que era pouco antes das 5:00h da manhã. Disse a Deling:

"O Senhor me mostrou que, se não tomarmos cuidado, enfrentaremos problemas para sair do país. Precisamos orar mais e pedir a Deus para nos proteger."

Contei a Isaque todo o sonho e disse a ele para orar com fervor. Ele partiu mais tarde naquele mesmo dia de avião para a cidade fronteiriça de Tachileck, no nordeste de Mianmar. Deling e Yilin iriam se encontrar com ele no dia seguinte, e os três atravessariam a fronteira para a Tailândia.

É inacreditável, mas poucos minutos depois que o avião de Isaque pousou, deu-se início a uma guerra em Tachilek, entre o exército birmanês e o exército de independência do estado Shan! Houve uma luta feroz, com bombardeios e artilharia. Todos os vôos para lá foram cancelados. Isso du­rou semanas. Isaque estava sozinho, e não tínhamos como chegar até ele.

No mesmo dia em que eu havia recebido o sonho do Se­nhor, compartilhei tudo com os alunos do seminário onde estávamos hospedados e pedi-lhes que orassem por nós. A uma só voz, eles me asseguraram:

"Querido Irmão Yun, não haverá problema! Será fácil passar pela fronteira. Você não tem nada a temer!"

Comecei a ficar confiante de que nada de ruim aconte­ceria.

Sempre agradeço a Deus pelo coração sábio e honesto que ele deu à minha esposa. Ela me avisou:

"Não tenha tanta certeza disso. Deus o alertou e você deve prestar atenção. Deixe sua carteira de identidade comigo. Se levá-la, com certeza vai encontrar dificulda­des."

Rejeitei o conselho da minha esposa e ignorei o sonho do Senhor. Os meses anteriores haviam sido intensos no mi­nistério. Havia viajado a muitos países e pregado em cente­nas de reuniões. Fazia pouco tempo que minha mãe tinha morrido e eu ainda estava lidando com o grande sofrimen­to que a morte dela me trouxera. Achava-me esgotado e precisava descansar e me renovar.

Encontrava-me numa triste condição, sentia muita con­fiança em minha "força" e minha "capacidade". Por isso o Senhor queria me ensinar uma lição para me tornar humil­de. Ele me ensinou que, se confiarmos em qualquer tipo de recurso que não seja ele, o fracasso será certo. Eu confiava demais em meu passaporte alemão. Bem no fundo do cora­ção, acreditava que ele me protegeria de todo perigo e me ajudaria a superar os problemas.

Quando penso no que aconteceu em Mianmar, entendo perfeitamente uma coisa: Deus jamais mudará seus princí­pios por causa de ninguém. Quem desobedecer a ele por certo encontrará dificuldades.

Desobedeci; então encontrei dificuldades.

Na manha seguinte, entrei na alfândega do Aeroporto Internacional de Yangun (Rangun), para embarcar rumo à Tailândia. Imediatamente me senti inquieto. A cena era exatamente a do meu sonho. O funcionário que examinou meu passaporte e me mandou abrir as malas era o mesmo que eu havia visto. Ele examinou minha identidade birma­nesa e no mesmo instante ficou sério. Conduziu-me a uma sala lateral e mandou que eu esperasse. Imediatamente per­cebi que era a mesma sala decadente que o Senhor me mos­trara no sonho.

Por causa da guerra no estado de Shan, as autoridades do aeroporto estavam em alerta máximo, à procura de qualquer fato suspeito. Encontraram minha identidade falsa, descobriram que eu não falava birmanês nem inglês, então deduziram que eu tivesse alguma ligação com a guerra. Não deram a mínima atenção ao passaporte alemão, porque estavam certos de que ele era falso.

Enquanto eu esperava sozinho na sala, meu coração começou a se encher de tristeza e remorso. Comecei a me arrepender do orgulho e da desobediência diante do Se­nhor. Chorei, solucei muito e orei:

"Senhor, estou arrependido por não ter dado atenção ao teu aviso. Aceito agora qualquer castigo que o Senhor tiver reservado para mim."

Era a segunda vez que eu ia preso por estar esgotado e com os ouvidos fechados à advertência de Deus. Minha segunda passagem pela cadeia na China, em 1991, tam­bém aconteceu por eu estar exaurido e confiando em mi­nhas próprias forças. Eu não tinha aprendido a lição.

Gostaria de compartilhar algumas palavras de admoes­tação com todo obreiro do reino de Deus e com todos que esperam algum dia servir a ele. Eu as escrevi em meu ca­derno naquele dia, enquanto esperava na sala de interro­gatório do aeroporto. Escrevi, em letras bem grandes: "Cui­dado! Cuidado! Cuidado! O servo de Deus não pode nun­ca, de forma alguma, desobedecer aos princípios divinos!"

Os cristãos que têm ministério público são os que correm mais risco de cair em dificuldades, porque podem, com muita facilidade, ser tentados a ouvir o aplauso e o louvor dos homens. Pregadores, cuidado! É necessário clamar a Deus para que ele ajude a ouvir apenas a voz dele, não a das multidões que nos elogiam e nos colocam em pedestais. Os princípios de Deus costumam ser opostos aos nossos. Em­bora tenhamos esperança de que todos gostem de nós e nos aceitem, Jesus ensinou: "Ai de vós, quando todos vos lou­varem!" (Lc 6.26.)

Nunca se satisfaça com o chamado de Deus em si nem com os dons que ele lhe dá. Contente-se apenas com o pró­prio Jesus Cristo!

Muitos ouvem a voz de Deus chamá-los para pescar para o reino de Deus. Os discípulos ouviram Jesus dizer: "Passe­mos para a outra margem" (Mc 4.35). Então, remaram pelo lago, levando o Mestre, "assim como estava, no barco" (v. 36). Jesus adormeceu e desabou uma tempestade enorme.

Quando você prosseguir em seu ministério, não deixe Jesus dormindo em seu barco! Você pode tentar remar so­zinho ou realizar seu ministério com as próprias forças, mas não irá muito longe se o Senhor estiver dormindo. Os discí­pulos logo viram que "as ondas se arremessavam contra o barco, de modo que o mesmo já estava a encher-se de água" (v. 37). Acorde Jesus e faça dele o Senhor e Mestre de todos os seus atos! Inúmeras igrejas e ministérios receberam Jesus com alegria no passado, mas hoje prosseguem pela sua pró­pria força e seguindo seus projetos enquanto o Senhor dor­me no meio deles.

Esperei pouco tempo naquela sala. Logo três guardas da segurança do aeroporto entraram e começaram a me inter­rogar em birmanês e em inglês, em tom muito sério. Eu não entendia nem uma palavra sequer, e isso os deixou ainda mais irados.

Inspecionaram minhas malas e encontraram álbuns com fotografias da minha família em Mianmar, inclusive de um orfanato, de alguns amigos e de algumas localidades ru­rais. Com isso, ficaram convencidos de que eu era espião ou repórter estrangeiro e passaram a me tratar com bruta­lidade. Meu passaporte registrava oito entradas no país nos últimos dois anos, nas ocasiões em que fui ver minha famí­lia. Para a polícia, porém, isso era a prova cabal de que eu estava envolvido em atividades ilegais.

Além disso, encontraram cartões de visita de líderes cris­tãos que eu conhecia. No dia seguinte, as autoridades in­terrogaram pastores de várias partes do país, para tentar descobrir quem eu era.

Assim que descobriram que minha família morava no norte de Mianmar, as autoridades começaram a procurá-la. Informaram-me:

- Logo descobriremos onde eles estão escondidos, e eles receberão a mesma punição que você.

Eu nem imaginava que o vôo da minha esposa e da mi­nha filha havia sido cancelado e que minha família ainda estava toda em Mianmar. Falei à polícia:

- Garanto que minha família já deixou o país. Foram para a Alemanha, e o governo alemão autorizou a entrada deles.

Vendo minha confiança, eles acreditaram que minha família já tinha partido.

Algemaram minhas mãos atrás das costas e me obriga­ram a me apoiar em apenas uma perna. Das ll:00h da manhã em que fui preso até 5:00h da tarde seguinte - um total de 30 horas - eles me açoitaram com varas longas e me chutaram inúmeras vezes. Todo o meu corpo - braços, pernas, costas, partes íntimas, pescoço e cabeça - ficou co­berto de hematomas e ensanguentado por causa dos gol­pes implacáveis. Até quando eu mudava a perna de apoio eles me batiam e gritavam:

"Quem mandou você se apoiar na outra perna?"

A sala era extremamente úmida e quente. Durante 30 horas não me deram alimento nem uma gota de água. Meus lábios racharam, e minha garganta seca suspirava por água. Mas ninguém me deu nada. Nas poucas vezes que precisei ir ao banheiro, eles enrolaram minha cabeça com uma ca­misa para que ninguém pudesse me identificar.

A medida que as horas corriam, tentei com todas as for­ças ficar em uma perna só enquanto os policiais continua­vam a dar vazão à fúria sobre meu corpo. Tentei bloquear a dor e focalizar apenas o Senhor Jesus. Pensei no contraste marcante entre meu sofrimento e o dele. O Senhor foi es­pancado por ter obedecido à vontade de Deus, e eu estava sendo surrado por ter desobedecido a essa mesma vontade.

Sob um aspecto a surra não foi tão ruim quanto as que eu tinha levado na China - os birmaneses não usam casse­tetes elétricos. Mas eu era suspeito de espionagem em tem­po de guerra, então eles não se contiveram. Eu sabia que, se eles continuassem, eu seria espancado até a morte. Contu­do sentia, em meu coração, que ainda não chegara a hora de eu ir para o céu.

Chorei muito; meu coração estava pesado. Da profun­deza da minha alma clamei:

"Meu Senhor, por que me abandonaste? Não queres mais me usar? Estou muito arrependido. Por favor, coloca em mim teu coração, meu Pai!"

Eu me arrependi do meu pecado enquanto era surrado, e ondas do perdão de Deus me cobriram.

O Senhor fez uma imagem cruzar pelo meu espírito. Vi Moisés cuidando das ovelhas no deserto, sozinho, sem ter ninguém com quem conversar. Entendi imediatamente que Moisés precisava ser fiel no cuidado solitário das ovelhas antes de Deus poder confiar a ele a tarefa de falar na corte do Faraó. Da mesma forma, Deus queria ver se eu seria fiel nesse país estrangeiro onde não era capaz de me comuni­car, antes de me libertar para voltar a falar em nome dele diante de multidões.

Senti um consolo imenso. O Senhor não havia me aban­donado.

Quando a sessão de espancamento terminou, fui levado para uma cela na prisão. A primeira coisa que escrevi em meu diário foi:

De vis, sou grato por tua justiça. Deus, sou grato por tua fidelidade. Deus, sou grato por tua misericórdia.

Do mais profundo de meu coração, eu te louvo e te agradeço.


*****
DELING: Quando fiquei sabendo que Yun havia sido preso de novo, senti-me ainda mais culpada do que quando ele foi preso na China. Isso porque Deus havia me alertado para o perigo iminente que meu marido corria e mesmo assim eu deixei que ele levasse a carteira de identidade. Daquela vez que ele foi preso na China não podíamos fazer nada para evitar, mas agora parecia que a dificuldade era resul­tado da nossa tolice, e não apenas de uma perseguição por amarmos o evangelho.

Eu estava muito feliz com nossa partida para a Alemanha. Fazia anos que eu sonhava com uma vida em família, todos juntos, com certo grau de segurança.

Parecia inacreditável, mas nossos planos foram destruídos no últi­mo instante.

Creio que esse acontecimento foi um toque do Senhor, pois estáva­mos acreditando que, quando chegássemos ao Ocidente, nossa vida seria mais fácil. Ele nos mostrou que a despeito do lugar em que mo­rarmos, a vida será sempre difícil e enfrentaremos oposição o tempo todo.

Não podíamos mais viajar por causa da deflagração da guerra na fronteira. As autoridades que prenderam Yun sabiam nosso nome e estavam à nossa procura. Fomos avisadas para não tentar viajar em nenhum meio de transporte que exigisse apresentação de documen­tos, porque, com toda certeza, seríamos presas se apresentássemos nossas carteiras de identidade. Com toda probabilidade, seríamos de­portadas para a China, onde enfrentaríamos punições severas por ter­mos saído ilegalmente do país, além dos problemas decorrentes da prisão e da fuga de Yun em 1997.

Eu nem acreditava no que estava acontecendo. Fazia anos que eu desejava me unir a Yun na Alemanha, e o sonho parecia mais distante do que em todas as épocas anteriores. Ele estava preso. Ninguém sabia o que iria acontecer com ele. Isaque se encontrava longe, no meio de uma guerra, e não tínhamos como chegar até a fronteira em que ele estava.

Passamos duas semanas fugindo, orando para que ninguém pe­disse nossos documentos. Amigos cristãos nos embarcaram na carroceria de um veículo e nos conduziram por uma longa distância, atravessando o país até uma região próxima à fronteira com a Tailândia. Combinaram uma fuga para nós duas, a pé, através das montanhas escarpadas. Alojaram-nos em uma choupana de palha, no meio das montanhas, e mandaram que não saíssemos, mas sim que descan­sássemos, comêssemos e esperássemos até eles voltarem.

Dentro da pequena cabana, cada dia parecia uma eternidade. Eu e Yilin oramos muito, mas a situação era tensa demais. Estávamos com os nervos à flor da pele. Tínhamos plena certeza de que estávamos no centro de uma batalha espiritual acirrada. Satanás usava todas as suas armas contra nós de uma só vez.

Certa noite, passava da meia-noite, mas ainda estávamos acordadas. Inesperadamente, surgiram três birmaneses que nos disseram que chegara a hora de partir. Falaram que não podíamos dizer nem uma palavra sequer e nos mandaram tirar os sapatos e andar descal­ças.

Só mais tarde ficamos sabendo que eles ficaram esperando uma noite sem lua, para diminuir a chance de sermos vistas pelos guardas da fronteira. Precisamos tirar os sapatos por causa do barulho que eles faziam.

Os três homens usavam facões para abrir caminho em uma parte inexplorada da floresta. Prosseguimos, hora após hora, arrastando-nos na noite escura. Toda a fuga se deu em escuridão total. Não en­contramos nem uma única pessoa a noite toda.

A certa altura foi necessário escalar uma encosta íngreme, ao lado de uma cachoeira. Escorregamos várias vezes e precisamos agarrar galhos e pedras para nos firmarmos. Chorei por dentro a noite toda, mas não emiti o mínimo som. Em silêncio, contei ao Senhor meus sentimentos. Por acaso, era o dia do meu aniversário.

A experiência exigiu demais do físico. O calor intenso e a umidade sufocante faziam o suor escorrer por todo o corpo. Suamos tanto que ficamos desidratadas e aí paramos de suar. Yilin cortou fundo o pé nas pedras, mas fiquei muito orgulhosa dela. Poucas garotas de dez anos suportariam a pressão física, emocional e espiritual que ela en­frentou. O Senhor nos sustentou.

Fazia anos que eu não pensava nos versículos 20 e 21 de Isaías 30. E o Espírito Santo me fez lembrar deles naquela noite: "Embora o Senhor vos dê pão de angústia e água de aflição, contudo, não se esconderão mais os teus mestres; os teus olhos verão os teus mestres. Quando te desviares para a direita e quando te desviares para a es­querda, os teus ouvidos ouvirão atrás de ti uma palavra, dizendo: Este é o caminho, andai por ele".

Em Henan, 20 anos antes, logo que me converti, em várias ocasiões eu vi uma luz sobrenatural que me mostrava o caminho certo que eu deveria seguir quando voltava para casa no meio da noite, depois das reuniões de oração. Fazia quase duas décadas que eu não via a luz do Senhor a me guiar.

Nas primeiras horas daquela manhã de fevereiro de 2001, pouco depois que o Senhor me fez lembrar da promessa do livro de Isaías, voltei a ver a luz me dirigindo pelas montanhas na fronteira entre Mianmar e a Tailândia. Não brilhava o tempo todo, mas aparecia sempre que eu ficava sem saber que direção deveria seguir.

Pouco antes do nascer do sol, depois de mais de seis horas de caminhada, nossos guias disseram que havíamos atravessado a fron­teira e retornaram.

Estávamos na Tailândia! Possuíamos poucos objetos, estávamos sem sapatos e sem documentos. Nossas roupas haviam se esfarrapa­do, e nossas pernas e braços se encontravam arranhados e cobertos de lama e sangue seco. O pé de Yilin tinha um corte profundo e sangra­va muito. Não sabia o paradeiro do meu marido e do meu filho.

Amigos cristãos tailandeses foram até o lugar onde estávamos e nos levaram com eles. Isaque entrou no país muito mais ao Norte, e nos encontramos com ele em uma cidade também ao Norte, Chiang Mai. Vários dias depois, a embaixada da Alemanha em Bangcoc nos entregou nossos passaportes, e embarcamos num vôo da Lufthansa para Frankfurt, na Alemanha.

Finalmente, depois de tantas provações, chegamos ao Ocidente!

Cristãos alemães bondosos fizeram o possível para nos sentirmos bem-vindos. Fomos morar no pequeno apartamento de Yun, mas, sem ele, não era bom. Nosso coração ardia com o desejo de reunir nossa família.

Eu sentia que, depois de tantos anos servindo ao Senhor, ele havia nos reduzido a nada para poder dar início à nova etapa da nossa vida.




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