A história emocionante de um cristão chinês que levou sua fé às últimas conseqüências



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6. "O Deus de Pedro é o seu Deus"

Uma onda de crimes varreu a China em 1983, com au­mento desenfreado de assassinatos, sequestros, extor­sões e prostituição. O governo percebeu que estava per­dendo o controle e lançou uma campanha anticrime. Cen­tenas de criminosos foram executados em público.

Infelizmente, as igrejas domésticas também eram consi­deradas ilegais, por recusarmos a nos juntar ao Movimento Patriótico das Três Autonomias (MPTA). Assim, nos torna­mos alvo da campanha. As autoridades e o MPTA tacha­vam os cristãos não-registrados de "poluentes espirituais". Centenas de líderes de igrejas domésticas foram captura­dos e enviados para campos de trabalhos forçados. Em Henan, muitos crentes foram executados por causa da fé em Jesus.

Durante essa onda de perseguição terrível, o Irmão Xu compartilhou comigo algumas reflexões importantes. Ele disse:

"Precisamos pensar com cuidado no futuro das nossas igrejas domésticas. Temos de ser fiéis nas pequenas coisas e ao mesmo tempo acreditar nas grandes coisas de Deus. Precisamos aprender tudo o que o Senhor quiser nos ensinai em sua Palavra, na vida, em nossas experiências e no sofri­mento. Por isso, será bom iniciar um esforço de oração e olhar para a misericórdia e a revelação de Deus. Vamos criar centros de treinamento e levar o evangelho a todas as partes do nosso país. Temos de nos preparar melhor para equipar as tropas a fim de estabelecer a igreja de Deus."

O Irmão Xu escreveu um livrete intitulado Building up the Chinese House Churda (Edificando a igreja doméstica chinesa). Nesse trabalho ele resumiu sete princípios bíbli­cos importantes em que deveríamos focar nossas atividades. Agradeci a Deus por termos um projeto definido para avançar. Até ali não tínhamos um plano abrangente para conquistar toda a China. De 1983 até hoje o evangelho se espalhou, e milhares de obreiros foram enviados a áreas estratégicas ainda não-alcançadas.

Obedientes à orientação do Espírito Santo, voltamos a atenção para a Província de Shaanxi, que havia sido pouco evangelizada. As igrejas rurais careciam de ensino sólido e encorajamento. Em Shaanxi, fica Xian, antiga capital da China. A província tinha a reputação de ser mais resistente ao evangelho do que as outras.

Fui a uma reunião de oração em Henan, e os líderes me contaram que haviam recebido uma carta da igreja de Shaanxi. Os irmãos de lá suplicavam que enviássemos obreiros para ensiná-los a implantar igrejas. Os líderes me falaram:

"Jejuamos e oramos nos últimos dias sobre o pedido de­les. Acreditamos, Irmão Yun, que Deus quer que você vá para o Oeste, para Shaanxi. Queremos que parta imediata­mente com duas colaboradoras. Elas não têm prática de pregar, você pode ensiná-las no caminho para lá. São guer­reiras do evangelho, dedicadas de todo o coração a salvar almas."

Naquela noite, antes de partirmos para Shaanxi, pedi­mos a Deus que preparasse o coração das pessoas para re­ceberem sua Palavra. Enquanto orávamos, tive uma visão terrível que abalou minha alma. Os outros me contaram que os assustei com um grito:

"Aleluia! O sangue de Jesus venceu você!"

Pararam de orar e me perguntaram qual era o proble­ma. Com a testa coberta de suor, contei:

"Tive a visão de um mal terrível. Uma criatura medo­nha, preta, veio atrás de mim. Tinha a cara horrivelmente contorcida. Prendeu-me no chão e assentou-se em minha barriga. Eu não conseguia me levantar. Com uma das mãos, agarrou meu pescoço e começou a me sufocar. Com a ou­tra, pegou um alicate e tentou fechar minha boca. Eu mal conseguia respirar. Então vi um grande anjo voar em mi­nha direção. Com toda minha força, enfiei os dedos nos olhos da criatura horrorosa. Ela caiu no chão, e eu fui car­regado em segurança pelo anjo. Então, gritei: 'Aleluia! O sangue de Jesus venceu você!'"

Depois que contei minha visão, oramos e tomamos a ceia do Senhor. Nós nos entregamos aos cuidados do nosso Deus. Nós três - as duas jovens e eu - fomos para a Comarca de Shangnan, em Shaanxi. É um distrito montanhoso e isola­do, no extremo sudeste da província. A maioria da popula­ção é paupérrima, e nunca havia visto uma pessoa de fora antes.

Os crentes foram informados de nossa chegada e orga­nizaram às pressas três dias de reuniões. Chamaram líde­res de várias comarcas. No primeiro dia, falei sobre a histó­ria e a missão da igreja. No segundo, por volta de l:00h da tarde, perdi a voz. Os crentes sugeriram que eu descansas­se e deixasse minhas colaboradoras falarem em meu lugar. Pedi à Irmã Juan para pregar sobre a salvação na cruz.

As duas jamais haviam falado em público antes. Nunca tinham nem ficado em pé diante de um grupo! A Irmã Juan ficou tão nervosa que caiu de joelhos e começou a chorar. A Bíblia dela caiu no chão. Todos se encheram de compai­xão e oraram por ela.

Levaram-me até um quarto para eu descansar. Deitei-me e meditei na mensagem que pregara de manhã.

De repente, ouvi um barulho muito alto! Policiais do DSP chutaram a porta e entraram no quarto. Agarraram-me e me prenderam à cama. Um deles se apoiou em mim e me prendeu com seu peso. Com uma mão apertou minha gar­ganta e com a outra pegou no bolso sua carteira de identi­ficação e gritou para mim:

"Sou do Departamento de Segurança Pública. E você, de onde é?"

Lembrei-me imediatamente da visão do monstro escuro.

Dois outros policiais pegaram uma corda e amarraram meus braços atrás das costas. Enrolaram também meu pei­to, as costas e a cintura. Um deles reparou em uma cruz vermelha de madeira pendurada na parede. Nela estavam inscritas, na trave horizontal, estas palavras: "Deus amou o mundo de tal maneira". À direita e à esquerda, estava escrito: "Ele foi crucificado" e "Levou sobre si nossos peca­dos".

Eles leram e deram gargalhadas. Arrancaram a cruz da parede e a prenderam às minhas costas com as cordas. Então começaram a me chutar com fúria. Davam vários golpes nas minhas pernas, braços, costelas e peito.

O dono da casa aproximou-se e ajoelhou-se na frente dos policiais, implorando a eles que me libertassem. Disse a eles:

- Este homem é bom. Não fez de nada errado. Por fa­vor, me levem no lugar dele.

Os policiais o chutaram e o empurraram para fora do quarto, gritando:

- Você jamais conseguirá pagar a dívida deste homem. Pela primeira vez eu tive a honra de carregar literalmente a cruz de Cristo sobre meu corpo! Em triunfo, eles me fize­ram ir, ensanguentado e ferido, para o município de Shangnan. Eu me lembrei do versículo: "Porque a mim me parece que Deus nos pôs a nós, os apóstolos, em último lu­gar, como se fôssemos condenados à morte" (1 Co 4.9).

Quando me viram chegar à cidade, amarrado e carre­gando uma grande cruz vermelha, surgiu um boato de que o "Jesus de Henan" havia chegado. Muitos se juntaram para testemunhar um fato tão insólito.

Uma viatura policial avançava devagar à minha frente enquanto eu desfilava pelas ruas. O alto-falante proclama­va: "Este homem veio de Henan para pregar Jesus. Pertur­bou nossa paz. Fez muita gente ficar confusa. Hoje, o De­partamento de Segurança Pública o capturou. Vamos puni-lo com severidade."

Os policiais me obrigaram a ajoelhar na lama. Depois me socaram no peito e no rosto e me chutaram seguida­mente pelas costas com as botas pesadas. Meu rosto ficou coberto de sangue. A dor era insuportável, e caí no chão, quase desmaiado.

Eles me levantaram e me obrigaram a cambalear por mais uma rua. Estavam determinados a fazer de mim um exem­plo para o maior número possível de pessoas.

Levantei a cabeça e olhei rapidamente a multidão. Uns sentiam pena e choravam. Isso fortaleceu muito minha fé. Quando tive oportunidade, falei suavemente a uma mu­lher:

"Não fique com pena de mim. A senhora deveria chorar pelas almas perdidas do nosso país."

Ao ouvir minha voz, os espectadores choraram ainda mais. Passei metade do dia desfilando pelas ruas. Quando anoiteceu, eles me levaram para um grande pátio dentro do posto policial.

Não afrouxaram as cordas, mas tiraram a cruz das mi­nhas costas. Trancaram-me numa grande sala de interro­gatório. Reparei que a porta era de ferro e havia grade nas janelas.

Alguns policiais de aspecto maligno entraram. Interrogaram-me com voz grave. O Senhor falou ao meu coração:

"Teu Pai te protegerá no lugar secreto."

Eles gritaram:

- De que lugar, exatamente, você veio?

- De Henan, respondi.

Então lembrei-me de que eu era procurado em Henan. Não queria dizer meu nome, minha comarca nem minha cidade porque muitos crentes correriam perigo, então me calei e decidi não responder a nem mais uma pergunta.

Senti que Deus queria que eu fingisse estar louco, como a Bíblia conta que Davi fez. Deitei no chão e agi como um doente. Virei os olhos e babei. Não disse nem uma palavra. Eles ficaram com medo, convencidos de que eu era doido.

Muitos espectadores haviam se aproximado da janela e olhavam para dentro.

Um policial foi até outra sala telefonar para Henan, para tentar descobrir quem eu era. Os outros o seguiram para ouvir a conversa. Deixaram-me sozinho na sala e fecha­ram a porta. Como eu estava todo amarrado, acharam que não havia perigo de eu fugir. Os espectadores também es­tavam interessados no telefonema e se juntaram na janela da outra sala para ouvir.

Nesse momento, sem que ninguém olhasse para mim, o Espírito Santo falou ao meu coração: "O Deus de Pedro é o seu Deus". Lembrei-me de que os anjos haviam aberto as portas da prisão para o apóstolo fugir. "Os anjos não são, todos eles, espíritos ministradores enviados para servir aque­les que hão de herdar a salvação?" (Hb 1.14 - NVI.)

De repente a corda que prendia meus braços às costas se soltou! Não as tirei, mas as mantive frouxas no lugar. Re­solvi tentar fugir e, se fosse pego, diria que queria ir ao ba­nheiro. Com os braços ainda para trás, girei a maçaneta com a boca e saí da sala!

Aí Deus me deu fé e coragem. Lembrei a mim mesmo de que o sangue de Jesus Cristo me protegia. Atravessei o gru­po de espectadores no pátio. Ninguém me deteve nem me dirigiu a palavra! Foi como se Deus os cegasse, e eles não me reconhecessem.

Atravessei o pátio, rumo aos banheiros que ficavam na parte norte do prédio, a uns l0m da sala de interrogatório. Com a maior rapidez possível, livrei-me das cordas. Mi­nhas mãos, braços, e ombros estavam dormentes, por terem ficado presos tanto tempo.

Os portões da frente estavam trancados, de forma que o único meio de sair era por cima do muro de concreto de quase 3m de altura, com cacos de vidro no topo. Fiquei parado por um instante, olhando para o muro. Orei pedin­do a Deus para curar minhas mãos e meu corpo.

Resolvi pular o muro. Não tinha outra opção. Estava encurralado e a qualquer momento os policiais viriam me pegar. O que aconteceu a seguir é algo impossível de se acreditar sob a perspectiva humana, mas Deus é minha tes­temunha de que vou contar a verdade.

Primeiro, pulei o mais alto que consegui na direção do muro. Olhei por cima dele e vi que no outro lado havia uma fossa séptica de 3m de largura.

Eu me achava pendurado perigosamente de um lado do muro. De repente senti alguém me levantar e me lançar para a frente. Saltei tão longe que passei até por cima da fossa! Nesse instante lembrei-me de um versículo: "Pois con­tigo desbarato exércitos, com o meu Deus, salto muralhas" (2 Sm 22.30).

O Deus de Pedro, de maneira maravilhosa, me fez pular sobre o muro e escapar! Creio que foi o anjo da minha visão que me levantou.

A noite caíra sobre as montanhas. Corri às cegas por colinas e florestas. Não tinha a mínima idéia de onde esta­va, mas queria me afastar o máximo do posto policial.

Enquanto corria, recitava este salmo, com o coração grato ao Senhor: "Ao justo, nasce luz nas trevas; ele é benigno, misericordioso e justo... não será jamais abalado; será tido em memória eterna. Não se atemoriza de más notícias; o seu coração é firme, confiante no Senhor. O seu coração, bem firmado, não teme, até ver cumprido, nos seus adver­sários, o seu desejo" (Sl 112.4,6-8).

Escorreguei muitas vezes enquanto corria nas trevas, mas Deus me guiou com sua misericórdia abundante. Depois de várias horas, já havia passado por duas montanhas e atravessado um rio. De repente, na escuridão, ouvi alguém gritar:

- Irmão Yun, aonde você vai?

Um homem se aproximou e perguntou:

- Irmão Yun, por que você está assim?

Ele viu o sangue e as feridas em minhas mãos e chorou:

- O que aconteceu com você?

Era quase meia-noite, e eu não conseguia ver quem esta­va falando, então perguntei em voz baixa:

- Você crê em Jesus? Você me conhece? Ele respondeu:

- Ontem e hoje de manhã eu participei da reunião, mas à tarde, quando você ficou sem voz, voltei correndo para a fazenda a fim de trabalhar um pouco.

Ele não sabia que eu tinha sido preso à tarde. Deus, em sua provisão, permitira que ele saísse da reunião minutos antes da chegada do DSP. Esse irmão trabalhava duro em sua fazenda e tinha muito serviço todos os dias. Estava tra­balhando à meia-noite, espalhando fertilizante na planta­ção, tentando pôr em dia as tarefas que deixara de lado para participar das reuniões.

Contei a ele o que acontecera:

- Fui preso pelo DSP à tarde, mas o Senhor me resga­tou e me ajudou a fugir por cima do muro do posto policial. Onde estou? Você pode me ajudar?

O bondoso irmão me disse:

- Vamos até minha casa para você trocar de roupa.

- Não! protestei. Não dá tempo. O mais importante é você me levar até onde estão minhas colaboradoras e os líderes da igreja.

A fazenda dele ficava muito longe do local das reuniões. Imediatamente ele largou o que estava carregando e me conduziu por uma trilha estreita até chegarmos à casa em que eu fora preso à tarde.

Ao chegar, ouvimos todos orando em voz alta. Clama­vam ao Senhor por mim, intercedendo por minha liberta­ção. Mal acreditaram em seus olhos quando me viram! Per­ceberam, maravilhados, que o Senhor me resgatara das mãos dos perversos. Trocaram minhas roupas molhadas, lava­ram minhas feridas, limparam com amor o sangue do meu rosto e das minhas mãos.

Encorajei os crentes de Shaanxi. Orei por eles e coloquei-os nas mãos misericordiosas de Deus. Ensinei-lhes que, "através de muitas tribulações, nos importa entrar no reino de Deus" (At 14.22). Cheios de confiança, eles me disse­ram:

"Continuaremos a obedecer às palavras da Bíblia."

Todos choraram.

Antes do nascer do sol, fizemos uma última oração, e nós três partimos de carro para o destino seguinte. As au­toridades ficaram perplexas, me procuraram por toda par­te, mas não conseguiram me encontrar. Dias depois volta­mos a salvo para casa, em Henan.

Nossa viagem ao Oeste foi uma jornada de lágrimas e também de proteção maravilhosa dos ataques dos perver­sos. Dependíamos apenas da misericórdia de Deus, derra­mada em resposta às inúmeras orações fervorosas dos nos­sos irmãos e irmãs.

Quando chegamos a Henan, nos encontramos com os irmãos Xu e Fu e com minha amada esposa. Ao vê-los, citei um texto bíblico: "Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a natureza da tribulação que nos sobreveio na Ásia, porquanto foi acima das nossas forças, a ponto de desespe­rarmos até da própria vida. Contudo, já em nós mesmos, tivemos a sentença de morte, para que não confiemos em nós, e sim no Deus que ressuscita os mortos" (2 Co 1.8,9).

O Irmão Fu ficou empolgado ao me ver. Disse ele:

"Sua esposa teve uma visão há alguns dias, durante a reunião de oração. Uma voz falou a ela: "Yun foi preso em Shaanxi. Ele precisa de um grande milagre para escapar". Contamos à igreja, e todos começaram imediatamente a jejuar e orar por você."

Ao ouvir isso, derramamos lágrimas de gratidão a Deus por seu amor e sua misericórdia.

Gostaria de contar o que aconteceu às duas jovens que me acompanharam na viagem a Shaanxi. A Irmã Juan fi­cou tão nervosa quando pedi a ela para pregar que se des­controlou e chorou.

Deus operou uma obra maravilhosa no coração das duas, que decidiram permanecer solteiras e se dedicar mais à obra do Senhor. Hoje, a Irmã Juan é uma das principais líderes da rede de igrejas domésticas Nascido de Novo. É ousada como uma leoa, cheia de fé e coragem!


*****
DELING: A essa altura, nossa vida se tornava cada dia mais instá­vel. Uma parte de mim ansiava por uma vida familiar tranquila, uma rotina diária normal, com meu marido em casa ao meu lado.

Na verdade, quando firmamos o compromisso de seguir Jesus a despeito do que custasse, não entendíamos exatamente o que isso implicava! O ano de 1983 foi de terrível perseguição na China. Cente­nas de líderes da igreja doméstica foram caçados e presos como crimi­nosos. Fomos obrigados a fugir. Foi uma época de muita tensão e estresse para todos nós.

Meu marido foi à Província de Shaanxi, pregar o evangelho em uma região para onde nunca havíamos enviado obreiros. Poucos dias depois que ele partiu, o Senhor me mostrou em uma visão que ele havia sido preso, mas que o próprio Senhor o ajudaria a escapar.

A visão me encorajou muito. Percebi com mais clareza que Deus está no controle de tudo. Não tínhamos nem telefone nem outra forma de comunicação, mas Deus supria essa lacuna!

Fiquei feliz e aliviada demais quando voltei a ver meu marido! A aparência dele não era boa. Haviam batido na sua cabeça e arrancado o cabelo dele. Todo o seu corpo estava coberto de cicatrizes e hemato­mas, mas ele estava a salvo. Quando ouvimos o relato do que tinha acontecido e de como o Senhor dos senhores o havia ajudado a fugir de maneira tão miraculosa, ficamos cheios de gratidão e louvor a Je­sus.

Essa experiência me ajudou a crer que, a despeito do que Yun vies­se a enfrentar, ele estava nas mãos de Deus e de acordo com a vonta­de do Senhor.




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