A hora e a vez do rubem berta no caminho para um teatro popular



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Encontro03.08.2016
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A HORA E A VEZ DO RUBEM BERTA

NO CAMINHO PARA UM TEATRO POPULAR

Seguindo com o ‘Caminho Para Um Teatro Popular’ a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, estará neste domingo, dia 24 de junho, acontecendo no bairro Rubem Berta. As atividades começarão às 18h e ocorrerão na Escola Municipal Wenceslau Fontoura (rua E esquina G, s/n°). Abrindo com ‘A História da Cobra Grande’, de Carlos Carvalho, com a Oficina Popular de Teatro do Bairro Restinga, o projeto que tem ENTRADA FRANCA, contará também com a ‘Última Instância’, peça de Carlos Queiroz Telles, encenada pela Oficina Popular de Teatro do Bairro Bom Jesus. O Projeto tem o patrocínio da Petrobrás.
O TEATRO QUE SURPREENDEU GUAÍBA.

Neste último domingo, o ‘Caminho Para Um Teatro Popular’ invadiu a cidade de Guaíba com novas possibilidades de entretenimento. O Projeto da Tribo, patrocinado pela Petrobras, além de uma Parada de Rua, realizou a apresentação dos exercícios “A História da Cobra Grande” e “Última Instância” no Colégio Augusto Meyer (bairro Ermo), com um público que superou as expectativas até mesmo do próprio público, que se surpreendeu ao ver-se tão numeroso.

O galpão do DTG da escola estadual, espaço onde se apresentou “Última Instância”, ficou apertado diante da expectativa da platéia. “A História da Cobra Grande”, que encerrou com humor as atividades, trouxe a um público que na maior parte nunca tinha visto teatro, uma importante reflexão sobre as circunstâncias que nos oprimem e a transformação da realidade.

No entanto, a Parada de Rua realizada no meio da tarde deste domingo de tempo nublado, surpreendeu a muitos moradores que saíram às ruas para prestigiar os oficinandos, que com figurinos e tambores, iluminaram o dia e abriram as atividades do ‘Caminho Para Um Teatro Popular’ em Guaíba.

No próximo domingo, o projeto estará no bairro Rubem Berta (em Porto Alegre).

A História da Cobra Grande’,  utilizando a forma de jogo teatral, conta a história dos Sete Povos das Missões e seu aniquilamento pelos espanhóis e portugueses. A consciência da necessidade de uma reflexão sobre as circunstancias que nos oprimem e de uma transformação dessa realidade, está presente neste texto, sendo este o principal objetivo explorado neste exercício cênico. Testemunha ativa e inquieta de sua época, peças como Boneca Teresa, PT Saudações, O Pulo do Gato, Que se passa, Che? e Champagne para Mãe Tuda, elevaram o gaúcho Carlos Carvalho à categoria dos melhores dramaturgos brasileiros. A Oficina Popular de Teatro da Restinga tem a coordenação do atuador Renan Leandro, e é uma encenação coletiva dos oficinandos Cristiano Shawinsk, Diego Machado, Fabrício Miranda, Letícia VilaNova, Marcio Quindim, Nick Anderson, Roberto Corbo e Tatiani Abreu.

Em a ‘Última Instância’, Carlos Queiroz Telles constrói um quadro objetivo e direto das relações sociais no Brasil. A ação se passa num botequim de periferia, envolvendo quatro personagens: Maria, a dona do bar, cujo marido foi morto por assaltantes; Chico, moleque que ajuda Maria em troca de cama e comida; Duque, um violento ex-policial; e Orlando, um funcionário público aposentado. A peça toda se passa num clima de violência, que é, na verdade, o núcleo da peça: dentro de um bar, um diálogo que narra com frases curtas e diretas, a ação ocorrida momentos antes na rua: o linchamento de um suposto ladrão. A Oficina Popular de Teatro da Vila Pinto tem a coordenação da atuadora Tânia Farias, e é uma encenação coletiva dos oficinandos  Alex Santos Pantera, Eliana S. Farias, Juliano Santos e Paula Carvalho.
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