A lei Complementar nº 123/2006 estabelece tratamento diferenciado e favorecido a ser dispensado às microempresas e empresas de pequeno porte (mpe) nas licitações públicas



Baixar 1.04 Mb.
Página8/10
Encontro18.07.2016
Tamanho1.04 Mb.
1   2   3   4   5   6   7   8   9   10

Parágrafo Décimo – A penalidade de declaração de inidoneidade poderá ser proposta se a CONTRATADA descumprir ou cumprir parcialmente obrigação contratual, desde que desses fatos resultem prejuízos à CAIXA, e, ainda, sofrer condenação definitiva por prática de fraude fiscal no recolhimento de quaisquer tributos, ou deixar de cumprir suas obrigações fiscais ou parafiscais;
Parágrafo Décimo-Primeiro As sanções previstas nos incisos I, III e IV, poderão ser aplicadas juntamente com a do inciso II desta Cláusula.
I – A aplicação das penalidades, indicadas nesta cláusula, será lançada no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores – SICAF;
Parágrafo Décimo-Segundo – A penalidade de declaração de inidoneidade, aplicada pela competente autoridade ministerial, após a instrução do pertinente processo no qual fica assegurada a ampla defesa da CONTRATADA, será lançada no SICAF, implicando a inativação do cadastro, impossibilitando o fornecedor ou interessado de relacionar-se com a Administração Federal e demais órgãos/entidades integrantes do SICAF.
Parágrafo Décimo-Terceiro - A falta de material não poderá ser alegada como motivo de força maior e não eximirá a CONTRATADA das penalidades a que está sujeita pelo não cumprimento das obrigações estabelecidas neste contrato.

CLÁUSULA DÉCIMA SEGUNDA - DOS ILÍCITOS PENAIS
As infrações penais tipificadas na Lei 8.666/93 serão objeto de processo judicial na forma legalmente prevista, sem prejuízo das demais cominações aplicáveis.
CLÁUSULA DÉCIMA TERCEIRA - DA INEXECUÇÃO E DA RESCISÃO DO CONTRATO
A inexecução total ou parcial do contrato enseja a sua rescisão, com as conseqüências contratuais e as previstas na legislação aplicável, garantida a defesa prévia.
Parágrafo Primeiro - Constituem motivo de rescisão do contrato, independentemente de interpelação judicial:


  1. o descumprimento total ou parcial, pela CONTRATADA, de cláusulas contratuais, especificações, projetos ou prazos;

  2. a transferência total ou parcial do presente contrato;

  3. o cometimento reiterado de faltas ou falhas na prestação dos serviços;

  4. a decretação de falência ou insolvência civil da CONTRATADA;

  5. a dissolução da sociedade;

  6. a alteração social ou modificação da finalidade ou da estrutura da CONTRATADA que, a juízo da CAIXA, prejudique a execução do contrato;

  7. a lentidão no seu cumprimento, levando a CAIXA a presumir a não execução da prestação dos serviços contratados; e

  8. demais motivos especificados no Art.º 78 da Lei n.º 8.666/93.


Parágrafo Segundo - Havendo a rescisão do contrato, cessarão todas as atividades da CONTRATADA, relativamente a prestação dos serviços contratados, os quais serão entregues à CAIXA, que os executará por si ou por terceiros.
Parágrafo Terceiro - Caso a CAIXA não se utilize da prerrogativa de rescindir este contrato, ao seu exclusivo critério, poderá suspender a sua execução e/ou sustar o pagamento das notas fiscais/faturas, até que a CONTRATADA cumpra integralmente a condição contratual infringida.
Parágrafo Quarto - A CONTRATADA reconhece os direitos da CAIXA, no caso de rescisão administrativa, prevista no Art.º 77 da Lei n.º 8.666/93.

CLÁUSULA DÉCIMA QUARTA - DOS RECURSOS ORÇAMENTÁRIOS
As despesas decorrentes da contratação correrão à conta da dotação orçamentária prevista no item de acompanhamento 5303-33 – Reparos, Adaptação, Conservação Máquinas, Equipamentos e Outros, evento contábil 0841-9 – Reparos, Adaptação Conservação Sistema de Segurança, compromisso XXXX/XXXX para a instalação e item de acompanhamento 5704-02 – Aluguel de Equipamentos, evento contábil 1804-0 – Aluguel Equipamentos de Segurança, compromisso XXXX/XXXX para locação.

CLÁUSULA DÉCIMA QUINTA - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
As partes ficam, ainda, adstritas às seguintes disposições:
I é facultado a alocação de empregados portadores de deficiência nos locais de prestação dos serviços, cabendo à CONTRATADA avaliar a compatibilidade entre a deficiência apresentada e a atividade a ser desempenhada.
II em razão de eventuais alterações estruturais da CAIXA, poderá haver modificações nos locais de prestação dos serviços, caso em que a CAIXA notificará a CONTRATADA para promover as mudanças necessárias;
III é vedado à CONTRATADA caucionar ou utilizar o presente contrato para qualquer operação financeira, sem a prévia e expressa autorização da CAIXA;
IV é vedada à CONTRATADA a subcontratação de empresa para a prestação dos serviços contratados.
V a CONTRATADA está ciente de que deve guardar por si, por seus empregados, ou prepostos, em relação aos dados, informações ou documentos de qualquer natureza, exibidos, manuseados, ou que, por qualquer forma ou modo, venham tomar conhecimento, o mais completo e absoluto sigilo, em razão dos serviços a serem confiados, ficando, portanto, por força da lei, civil e penal, responsável por sua indevida divulgação e descuidada ou incorreta utilização, sem prejuízo da responsabilidade por perdas e danos a que der causa.

CLÁUSULA DÉCIMA QUINTA - DO FORO
Para dirimir as questões oriundas deste contrato, será competente a Seção Judiciária da Justiça Federal do Estado de São Paulo, na cidade de Bauru/SP
E por estarem, assim, justas e contratadas, as partes assinam o presente, em três vias de igual teor e forma, na presença de duas testemunhas.

Local e data


____________________________ ______________________________

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL CONTRATADA

TESTEMUNHAS
______________________________ _______________________________

Nome: Nome:



CPF CPF

ANEXO I - TERMO DE REFERÊNCIA


  1. OBJETO




    1. Contratação de empresa para prestação dos serviços de Locação de Sistema de Alarme, incluídas instalação e locação prevendo remanejamento, desativação, desinstalação, e manutenção preventiva e corretiva de equipamentos e acessórios, para Unidades da CAIXA no Estado São Paulo os quais deverão observar os padrões mínimos de qualidade exigíveis e ainda, tudo em conformidade com as disposições deste Edital e seus Anexos, que o integram e complementam.

    2. As Unidades onde serão instaladas os Sistemas de Alarme encontram-se relacionadas no Anexo III, PLANILHA I – locais de instalação/ identificação das unidades e PLANILHA II – locais de instalação/unidades a inaugurar.

    3. Os quantitativos de equipamentos/periféricos estimados a ser instalados em cada Unidade implantada e unidades a inaugurar encontram-se relacionadas no Anexo IV e no Modelo de Proposta Comercial – Tabela 1 e Tabela 2.

      1. Os quantitativos de equipamentos/periféricos ser instalados em caso de acréscimos e remanejamentos foram estimados com base em média histórica de utilização anterior, e encontram-se relacionadas no Anexo IV e no Modelo de Proposta Comercial – Tabela 3.

    4. Os equipamentos, periféricos e demais insumos do Sistema de Alarme deverão ser novos;

    5. Para alteração dos quantitativos em Unidades já instaladas e/ou remanejamentos, será necessária autorização da GISEG.

    6. Os serviços a ser prestados são os seguintes:

  • Locação de Sistema de Alarme – São serviços de natureza continuada e imprescindíveis que visam a evitar roubo e intrusão em unidades da CAIXA, pretendem a mais efetiva proteção de pessoas e do patrimônio, e agregam:




    • Instalação de equipamentos e acessórios – serviço que compreende o dimensionamento, elaboração de projeto, fornecimento e instalação de todos os equipamentos e acessórios necessários para o perfeito funcionamento do sistema de alarme.




    • Locação de equipamentos e acessórios prevendo remanejamento, desativação, desinstalação, manutenção preventiva e corretiva – atividade que compreende a ideal adequação e manutenção de equipamentos e acessórios com vistas à mais eficaz monitoração do sistema de alarme.

    1. As despesas decorrentes do contrato a ser firmado correrão à conta da dotação prevista nos itens orçamentários:

      • Rubrica: 5303-03 – Reparos, Adaptação, Conservação Máquinas, Equipamentos e Outros, Evento Contábil 0841-9 – Reparos, Adaptação Conservação Sistema de Segurança, para a instalação;




      • Rubrica 5704-04 – Aluguel de Equipamentos, Evento Contábil 1804-0 – Aluguel Equipamentos de Segurança, para locação;

    1. O valor estimado está apartado no SIPLO sob o compromisso de nº XXXXXX/201X – XX e destina-se ao atendimento às unidades da CAIXA vinculadas à Superintendência Regional Campinas, Jundiaí, Piracicaba, Sorocaba, Bauru, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Presidente Prudente e suas respectivas Unidades Administrativas, no âmbito do estado de São Paulo, conforme Anexo III, PLANILHA I – LOCAIS DE INSTALAÇÃO – IDENTIFICAÇÃO DAS UNIDADES, e PLANILHA II – LOCAIS DE INSTALAÇÃO – UNIDADES A INAUGURAR.




  1. DESCRIÇÃO DO SISTEMA DE ALARME




    1. O Sistema de Alarme deverá ser composto de Central de Monitoramento informatizada, instalada em ambiente da CAIXA a ser informado, que irá monitorar 24 horas as Centrais de Transmissão e periféricos, instaladas nas Unidades da CAIXA, conforme detalhado neste Termo de Referência;




  1. CENTRAL DE MONITORAMENTO




    1. A Central de Monitoramento Principal será composta por no mínimo 01 (um) microcomputador para cada 120 Unidades monitoradas, limitada à quantidade mínima de 2 (dois) equipamentos, conforme Anexo IV – Quantidade de Dispositivos por Unidade CAIXA, de mesmas características, configurações, exercendo as mesmas funções, o que implica redundância de banco de dados entre eles.




      1. Deverá ser capaz de receber e processar os eventos de, no mínimo, 03% (três por cento) do total de unidades transmissoras, limitada à quantidade mínima de 06 (seis) unidades transmissoras distintas, simultaneamente.




      1. A Central de Monitoramento Cobertura, para contingência, compreende 2 (dois) equipamentos com as mesmas características da central de monitoramento principal.




        1. Deverá ser fornecido e instalado em local a ser definido pela CAIXA, em um dos estados RS, PR, SP, RJ, MG, BR, BA e PE, sem custo, além do valor da locação do equipamento.



    1. O equipamento será composto por Microcomputador com:




      1. Do Hardware:




  1. Gravadora de CD/DVD;

  2. HD mínimo de 400 GB;

  3. Mínimo 2 (duas) entradas USB;

  4. Monitor LCD de no mínimo 19”;

  5. Teclado;

  6. Mouse;

  7. Caixas de som;




      1. Do Software:




  1. Sistema operacional Windows XP ou 2000;

  2. Software apropriado à recepção, identificação, impressão e tratamento dos eventos gerados pelas centrais de transmissão instaladas nas Unidades da CAIXA, bem como dos registros pelo operador das providências adotadas para a solução da ocorrência;

  3. Software de monitoração com interface gráfica amigável e intuitiva, de fácil operação;

  4. Software de monitoração que permita a consulta e download da base de dados das centrais de transmissões das unidades monitoradas sem que seja interrompido o recebimento dos eventos gerados pelas centrais de transmissões;

  5. Software de monitoração que possibilite o cadastro de senha para os operadores com pelo menos 3 (três) níveis de acesso.

  6. Software capaz de impedir que uma mesma senha acesse simultaneamente mais de um equipamento.

  7. Ser capaz de gerar arquivos de auditoria (“log”) do aplicativo, indexados por usuário/administrador, e data/hora, em português, onde fiquem registrados, no mínimo, os eventos a seguir: LOGIN e LOGOUT no aplicativo e ações ligadas à configuração do sistema, inclusão e alteração de usuários, as ações executadas pelo administrador em relação a alterações na configuração do sistema e operações efetuadas pelos usuários e administradores.

  8. Ser capaz de gerar arquivos de auditoria (“log”) de ocorrências, indexados por unidade/usuário, data/hora, em português, onde fiquem registrados, no mínimo, os eventos a seguir: desativação total ou parcial da Central de Transmissão, ingresso com senha de pânico, intrusão, violação de sensores, acionamento por botão de pânico, identificação individual do botão de pânico acionado, sensor desligado e/ou com defeito, sirene (SI) desligada, sirene violada, defeito de bateria, falta de alimentação de energia da rede pública, falta de comunicação em 01 (uma) das vias de transmissão, desativação e não ativação do auto-arme

  9. Software que permita a gravação de voz para o registro dos diálogos realizados pelo(s) operador(es) e destinatários diversos, no mínimo 6 (seis) ligações simultâneas, por meio de linhas discadas ou ramais telefônicos, com, no mínimo as seguintes identificações:

  • data e hora de início e fim da comunicação;

  • tipo de ligação (efetuada ou recebida);

  • número do telefone;




    1. Características da Central:




  1. permitir a perfeita identificação da Unidade de onde está sendo enviada a comunicação, vinculada a data e hora do evento, em face de no mínimo os seguintes tipos de ocorrências:

  • Alarme Médico Teclado

  • Disparo Sensor de Fumaça

  • Alarme Incêndio Teclado

  • Disparo de Pânico

  • Desarme em Coação

  • Disparo de Zona

  • Disparo de Zona 24 Horas

  • Disparo TAMPER

  • Disparo TAMPER Exposto

  • PROBLEMA: Falha de Energia

  • PROBLEMA: Bateria Baixa CT

  • PROBLEMA: Sirene

  • ARMADO

  • DESARMADO

  • ARMADO AUTOMÁTICO

  • DESARMADO AUTOMÁTICO

  • ARMADO Remoto

  • ARMADO Forçado

  • Autoteste da Via de Comunicação da Linha Telefônica

  • PROBLEMA: Expansor

  • PROBLEMA: Bateria Baixa Pânico

  • CORTE SUPERVISÃO

  • VIA DE COMUNICAÇÃO GPRS OFF-LINE

  • CORTE VIA COMUNICAÇÃO GPRS

  • FALHA DA SUPERVISÃO DO GPRS

  • PROBLEMA: Sinal Baixo GPRS

  • PROBLEMA: Bateria Baixa GPRS

  • PROBLEMA: Falha de ENERGIA DO GPRS

  • CORTE de Linha Telefônica

  • Autoteste DA VIA DE COMUNICAÇÃO (GPRS)

  • Ausência de ARME

  • Ausência de Desarme

  • Falha de Autoteste

  • ARMADO antes do horário

  • Desarmado antes do horário

  1. realizar supervisão do funcionamento de todo sistema (varredura), no máximo, a cada 01 (uma) hora para todas as Unidades monitoradas, por todos os meios de comunicação;

  2. possuir recurso configurável de intervalo de supervisão do funcionamento de todo sistema (varredura) de 30 minutos a 24 horas, mínimo;

  3. receber mensagens da central de transmissão, registrando-as e alertando o operador através de aviso sonoro e visual, nos casos de acionamento de alarme gerado pelas ocorrências listadas na alínea “a”.

  4. possibilitar a inclusão, exclusão e alteração de dados cadastrais, por parte do operador habilitado com este nível de acesso, inclusive com registro de quem as comandou;

  5. possibilitar a visualização em tela de consulta e impressão de relatórios operacionais e gerenciais das ocorrências, em padrão comercial (JPG ou PDF), informando a Unidade, endereço, data, hora, local, tipo de evento, setor que foi violado, operador do turno de trabalho, providências tomadas e histórico do atendimento;

  6. possibilitar a impressão de relatórios operacionais, por grupo de unidades, por tipo de ocorrências (previstos na alínea “a”), por dados cadastrais (previstos na alínea i) e por período;

  7. armazenar todas as ocorrências havidas e transmitidas pela central de transmissão nos últimos 12 (doze) meses, pelo menos, e permitir a realização de backup da base de dados dos eventos e de voz;

  8. permitir o cadastro, com consulta amigável, contento os seguintes campos indexáveis de forma a possibilitar filtro nos relatórios operacionais e gerenciais:




  • Das Unidades, constantes no Anexo III:

  • conta / CGC;

  • endereço completo;

  • bairro;

  • cidade;

  • UF;

  • CEP;

  • DDD;

  • Telefone (PABX);

  • Telefone (DDR1);

  • Telefone (DDR2);

  • Agrupamento: (Superintendência Regional – SR / Sustentação ao Negocio);

  • Subordinação da Unidade (Unidades sem CGC próprio);

  • Tipo de Unidade (PA, PA-Penhor, PAB, PAT, SNC, RSN, SR);

  • Horário de funcionamento da Unidade – Abertura e fechamento terceirizado;

  • Horário de funcionamento da Unidade – Atendimento a publico externo;

  • Horário de funcionamento da SAA;

  • Número via de comunicação - linha comutada (direto ou ramal) utilizado pela Unidade para transmissão dos eventos;

  • Numero via de comunicação – rede IP utilizado pela Unidade para transmissão do eventos;




  • Dos usuários, empregado da Unidade onde o sistema de alarme está instalado:

  • No mínimo 10 (dez) usuários (entradas), que possuam senha do teclado de alarme da Unidade;

  • Nome completo;

  • Endereço completo;

  • Telefone Celular;

  • Telefone Residencial;

  • Telefone na CAIXA (DDR);

  • Senha (empregado);

  • Contra-Senha (Central);




  • Dos operadores do sistema de monitoramento;

  • Nome completo do operador;

  • Matricula do Operador (8 dígitos);

  • Turno de trabalho a que pertence;

  • Data de cadastro do usuário no sistema;

  • Data da ultima troca de senha;




  • Dos órgão de segurança publica;

  • Nome órgão;

  • Nome do responsável;

  • Telefone 1;

  • Telefone 2;

  • Horário de funcionamento;

  • Plantão:

  • Telefone Plantão;




  • Das zonas:




  • Das partições:

  • Numero da Partição;

  • Nome da Partição;

  • Quantidades de zonas na partição;

  • Numero e nome das zonas da partição;




  • Das notificações – são alertas previamente lançados, por operador com perfil de acesso para esta funcionalidade, que quando do tratamentos de eventos serão mostrados para o operador:

  • Manutenção;

  • Plano de Segurança;

  • Ameaças;

  • Feriados;

  • Outras;




  1. lista de procedimentos a serem tomados pelo operador de acordo com o tipo de ocorrência;

  2. relação das partições e zonas (setores) da Central de Transmissão onde constem o local e o tipo de sensor instalado em cada zona (setor);




    1. A Central de Monitoramento principal e de cobertura receberão os eventos através de no mínimo 02 (duas) vias de comunicação compatíveis com as vias de comunicação dispostas para a Central de Transmissão (Linha Comutada e GPRS ou 1XRTT e, ainda, para os eventuais casos, outra tecnologia de comunicação, conforme subitem 4.2.1).




    1. A CAIXA será responsável pela disponibilização de pessoal para monitorar e operar a Central de Monitoramento, cabendo à CONTRATADA ministrar treinamento, conforme descrito no item 23 deste anexo.




    1. Todas as despesas com ligações/transmissões por meio das duas vias de comunicação linha comutada e GPRS ou 1XRTT e, ainda, para os eventuais casos de outra tecnologia de telefonia móvel utilizada de eventos (ocorrências), supervisões e testes do sistema entre a Central de Monitoramento e as Centrais de Transmissão (instaladas nas Unidades da CAIXA), e vice-versa, serão de inteira responsabilidade da Contratada, sem custos adicionais para a CAIXA.




      1. O meio físico de comunicação por linha comutada será disponibilizado pela CAIXA em cada uma das unidades indicadas.




      1. O custo com a assinatura da linha comutada ocorrerá por conta da CAIXA.




    1. Deve possuir recurso que permita realizar comandos para a Central de Transmissão na Unidade, de modo a ativar o Sistema de Alarme em caso de não atuação do auto-arme ou desativação não autorizada e de ativar no mínimo 04 (quatro) equipamentos elétrico/eletrônicos tais como, computador, sirene (SI), iluminação, etc.

  1. CENTRAL DE TRANSMISSÃO (Central do Sistema de Alarme (CA) da Unidade)




    1. A Central de Transmissão (Central do Sistema de Alarme (CA) da Unidade) deve possuir no mínimo 08 (oito) partições e possuir entre 08 a 32 zonas (setores), de acordo com a quantidade de sensores disposta neste edital, sendo que cada zona (setor) poderá receber no máximo 03 sensores, e caso seja necessário a expansão do número de zonas esta deve ser atendida sem custo adicional.




    1. As Centrais de Transmissão deverão ser interligadas à Central de Monitoramento por, no mínimo 02 (duas) vias distintas e diferentes de comunicação com funcionamento simultâneo, com transmissão por qualquer uma das vias, quais sejam: linha comutada, GPRS ou 1XRTT e, quanto autorizado pela CAIXA, via rede IP (TCP/IP – UDP/IP), sendo que a comunicação GPRS ou 1XRTT deve, necessariamente, estar em módulo independente e em ambiente distinto da Central de Transmissão.




      1. Nos locais onde, comprovadamente, não seja possível a implementação de comunicação via GPRS ou 1XRTT, poderá ser disponibilizada outra tecnologia de comunicação.




      1. Os custos com aparelhagem, acessórios, dispositivos e periféricos/equipamentos necessários à instalação dos meios de comunicação, da Central de Transmissão são de inteira responsabilidade da Contratada, sem que haja dispêndio adicional para a CAIXA.




      1. As duas vias de comunicação devem estar aptas a transmitir todos os eventos de alarmes, informações e comandos indistintamente emitidos pela central de transmissão para a central de monitoramento e vice versa.




      1. Todas as despesas, ligações/transmissões por meio das duas vias de comunicação (linha comutada, GPRS ou 1XRTT, ou para os eventuais casos de outra tecnologia de telefonia móvel), de eventos (ocorrências), supervisões e testes do sistema entre as Centrais de Transmissão (instaladas nas Unidades da CAIXA) e a Central de Monitoramento, e vice-versa, serão de inteira responsabilidade da Contratada, sem custos adicionais para a CAIXA.




        1. O meio físico de comunicação por linha comutada será disponibilizado pela CAIXA em cada uma das unidades indicadas.




        1. O custo com a assinatura da linha comutada ocorrerá por conta da CAIXA.




    1. Deve estar preparada para permitir a comunicação (interligação) com a Central de Monitoramento, via rede IP (TCP/IP – UDP/IP), sendo essa característica com funcionamento via módulo independente da Central de Transmissão, esse meio de comunicação deve manter todos os recursos e funcionalidades descritas neste edital.




      1. Durante a vigência contratual a empresa deve disponibilizar e instalar, em local a ser indicado pela CAIXA, sistema completo com módulo de comunicação IP para avaliação e testes pela área de Tecnologia.




        1. A contratada fica obrigada a adequar a solução apresentada às exigências da CAIXA.




        1. Aprovada a solução IP pela CAIXA, a contratada será obrigada a realizar o up grade na central de monitoramento (software e hardware) de forma a manter todas as características e funcionalidades descritas neste edital, sem quaisquer ônus adicionais;

4.3.1.3 O custo com a implementação da via de comunicação IP não deve acarretar custos adicionais a CAIXA.




    1. A central de transmissão deve ser capaz de promover supervisão da linha comutada, inclusive teste de linha energizada e de tom/pulso, cortes ou outros defeitos e do sinal de comunicação e do funcionamento do GPRS e 1XRTT, devendo prover informação à Central de Monitoramento através da outra via de comunicação, de forma instantânea.

    2. Possuir recurso que permita que uma via de comunicação seja capaz de identificar problemas na outra via de comunicação e, a partir de tal situação, assumir instantaneamente a transmissão das demais ocorrências detectadas pela Central de Transmissão, previstas na alínea “a” do subitem 3.3.




    1. Permitir a interligação de mais de 01 (um) teclado de alarme (TA) externo para operações.




    1. Permitir, além da ativação/desativação manual mediante senha, a programação da ativação/desativação automática, independente em cada uma das partições, em horários previamente acordados com a gerência da unidade, que será implementada quando da instalação do equipamento.




    1. Possuir senhas de pânico/coação.




    1. Permitir a identificação por zona (setor) e respectivos sensores a elas vinculados, o bloqueio e desbloqueio manual de 01 (uma) zona, de mais de 01 (uma) zona ou de todas as zonas simultaneamente, setorização.




    1. Possuir gabinete com proteção contra violação física e emitir sinal de alarme sonoro local e para a central de monitoramento, em caso de violação.




    1. Deve possuir sistema de autodiagnose/varredura do perfeito funcionamento dos sensores, sirene (SI), bateria, alimentação elétrica da rede pública, acionadores, vias de comunicação e emitir notificação instantânea à Central de Monitoramento.




    1. Capaz de realizar comunicações urbanas e interurbanas, pelas duas vias de comunicação para no mínimo 02 endereços/números distintos de centrais de monitoramento.




    1. Deve possuir sistema de manutenção de memória permanente para manter a programação do sistema.




    1. Possuir sistema alternativo de energia para o caso de falta de suprimento da rede pública, por um período mínimo de 48 (quarenta e oito) horas, com supervisionamento.




    1. Deve transmitir tanto as ocorrências previstas na alínea “a” do subitem 3.3.




    1. Deve permitir a ativação e desativação, por meio de comando da Central de Monitoramento, de no mínimo 04 (quatro) equipamentos elétrico/eletrônicos tais como: computador, sirene (SI), iluminação, etc.




      1. Deve permitir ainda o acionamento desses equipamentos por meio de ocorrências geradas pelos acionadores e sensores instalados na mesma Unidade.




    1. Possuir indicadores de funcionamento (normal/defeito) no próprio visor.




    1. Atuação com qualquer tipo de sensor existente no mercado (sensores de detecção de vibração sonora (sísmicos), sensores de detecção de presença: infravermelhos (SIV), microondas (SIM), duplo-elemento (SID); sensores de detecção de quebra de vidro (SQV), sensores de fumaça (SF), sensor infravermelho-ativo (SAI), sensor de temperatura (ST), etc.).




    1. Possibilitar a expansão, tanto da Central de Transmissão, quanto da quantidade e tipos de acionadores/sensores.




    1. Sistema que permita a supervisão pela Central de Monitoramento de 01 em 01 hora e com recurso configurável para supervisão em períodos de 30 minutos a 24 horas, por todas as vias de comunicação.



1   2   3   4   5   6   7   8   9   10


©principo.org 2016
enviar mensagem

    Página principal