A literatura infantil como recurso pedagógico no processo de formação leitora da criança



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A literatura infantil como recurso pedagógico no processo de formação leitora da criança

Children’s literature as a teaching resource in the child’s reader formation process
Vanilce Gomes Ribeiro – nygrnavarro@gmail.com

Aluna de Letras - Unisalesiano

Prof. Fatima Eliana Frigatto Bozzo - Unisalesiano –elianaboz@terra.com.br






RESUMO
O presente trabalho visa discutir a importância da Literatura Infantil para o desenvolvimento da capacidade leitora das crianças, entendendo que o apelo visual e a linguagem simples deste gênero atrai o interesse e oferece prazer ao leitor mirim. Entende-se que, ao compreender o enredo e poder dar significado a uma história lida, a criança se apropria do conhecimento mais facilmente. A presente pesquisa teve como objetivo verificar os métodos utilizados pelos professores da Educação Infantil, da escola municipal, para o incentivo da leitura prazerosa. Quanto aos procedimentos, foi bibliográfica, caracterizando-se pela observação como participante, assumindo um papel de mediador. O professor da educação infantil trabalha o incentivo da leitura utilizando variados métodos, tais como: leitura diária, rodas de conversas, fantoches, e outros. Com a pesquisa e, também, através do contato com crianças na sala de aula, que a literatura Infantil se prevalece de levar a criança aos caminhos de desenvolvimento da imaginação, das emoções, bem como das várias linguagens, de forma prazerosa e significativa. Para que haja este despertar para os prazeres e aprendizados através da leitura, concluímos, no entanto, há que se oferecer o espaço e os livros adequadamente disponibilizados para as crianças leitoras ou ouvintes de histórias. São as bibliotecas escolares, em primeiro lugar, que servirão para esta dinâmica tão fundamental na vida escolar infantil. Serão os professores bem preparados e capacitados para esta etapa do aprendizado que farão a mediação entre a literatura infantil e a criança, no ambiente escolar.

PALAVRAS CHAVES: Literatura infantil. Biblioteca escolar. Formação de leitores.




ABSTRACT



This paper aims to discuss the importance of Children's Literature for the development of reading ability of children, understanding that the visual appeal and the plain language of this genre attracts the interest and offers the pleasure Bantam player. It is understood that, to understand the plot and can give meaning to a story read, the child appropriates the knowledge more easily.  This research aimed to examine the methods used by teachers from kindergarten, the school hall, for the encouragement of pleasurable reading.  As for the procedures was literature, characterized by observation as a participant, assuming the role of mediator.The professor of early childhood education works encouragement of reading using various methods such as: daily reading, wheels conversations, puppets, and more. With research and also, through our contact with children in the classroom, the Children's literature is prevalent to take the child to the development paths of the imagination, the emotions, as well as the various languages of pleasurable and meaningful way. So there is this awakening to the pleasures and learning through reading, we conclude, however, we must offer the space properly and books available for children readers or listeners stories. School libraries are, first, that will serve to this dynamic so fundamental in children's school life. Are the teachers well prepared and trained for this stage of learning that will mediate between children's literature and the child in the school environment.

KEYWORDS: Children's Literature. School library. Educating readers.

INTRODUÇÃO
A proposta deste tema é verificar se a leitura na educação infantil é incentivada pelos professores como uma leitura prazerosa e como este procedimento faz a diferença, na vida do aluno.

A proposta deste tema é verificar se a leitura na educação infantil é incentivada pelos professores como uma leitura prazerosa e como este procedimento faz a diferença, na vida do aluno.

Tem como objetivo verificar os métodos utilizados pelos professores da educação infantil para o incentivo da leitura prazerosa.

Possibilitar o desenvolvimento integral das crianças levando em consideração as contribuições e benefícios da capacidade leitora sólida para sua formação.

Proporcionar as crianças um contato com a literatura infantil de forma sistemática e como recurso pedagógico sério e importante.

Demonstrar a importância da literatura infantil no pré-escolar; conhecer o papel do professor como mediador entre a criança e os livros infantis; detectar algumas ações que a escola deve adotar para manter uma biblioteca bem preparada e surtida para os professores poderem trabalhar com a literatura infantil durante o período das aulas; Identificar algumas formas sistêmicas de atuação deste professor, assim como da família da criança.




1 ITENS DO DESENVOLVIMENTO

1- HISTORIA DA LITERATURA
A literatura infantil é originária das fábulas, principalmente as orientais, que foram transmitidas desde séculos antes de Cristo. Eram contadas e recontadas enfatizando costumes, qualidades humanas e exemplos para os homens. Ainda hoje os escritores de contos infantis vão buscar inspiração para suas obras em histórias contadas pelo povo árabe, persas, indianos, judeus e egípcios. No Brasil, Monteiro Lobato utilizou este modelo para narrar suas histórias em Reinações de Narizinho, onde pessoas, objetos, animais e personagens de outras histórias se relacionavam. No sítio também as plantas tinham vida, como o Visconde de Sabugosa que era uma espiga de milho. (CADEMARTORI, 1994)
A produção literária destinada às crianças que surge no Brasil entre os anos 60 e 80 aponta para a consolidação do gênero literatura infantil. Dá às crianças uma importância muito maior, ao mesmo tempo em que lhes chamam a uma responsabilidade pelo mundo em que vivem, cria gêneros que estimulam a uma rebeldia construtiva aos moldes pré-estabelecidos. A literatura infantil atual oferece protagonismo ao leitor no lugar de uma obediência silenciosa incontestável de antes. (CADERMATORI,1994)

1.1 A literatura infantil nas escolas


Na Educação Infantil, mesmo as crianças que não são alfabetizadas buscam os textos quando lhes são disponibilizados.

Os livros são ferramentas que podem ajudar a vencer essa fase, além de desenvolver a imaginação, a conhecer outros mundos, permitindo que ela tenha acesso a fatos e relatos a que possa se espelhar e a se comparar. Portanto, é necessário que a escola e a equipe de professores não vejam a literatura infantil como somente um recurso para horas de lazer. A literatura infantil deve ser vista como recurso para estimular o letramento, assim como o imaginário da criança, de forma saudável e lúdica.

Sejam por meio de contos de fadas, lendas, mitos ou fábulas, os lugares que recebem crianças devem, através da literatura infantil, fazer com o que o pequeno leitor reconheça o que existe ao seu redor e compreenda seu papel como cidadão. Ao professor cabe não somente ensinar os códigos de leitura para a alfabetização, mas fazer emergir na criança a compreensão do mundo e os livros são recursos inestimável para isso


      1. A literatura infantil e o seu público

O professor deve disponibilizar livros e textos adequados e atraentes para que as crianças se interessem em conhecê-los e manuseá-los. Se não for desta forma logo vem o desinteresse pelas obras.


A respeito, antes de apresentar livros para as crianças, deve-se estudar as obras e conhecer o público, pois os grupos são heterogêneos e dinâmicos. Sobre as obras, Gomes (2011) nos fala sobre a importância da observação dos seguintes aspectos: ilustração, propriedade da imagem, estética coerente com o tema e as emoções sugeridas pela obra, destaque dos elementos figurativos (cor, tamanho de imagens, disposição espacial) e quantidade ótima de detalhes.

Nelly Novaes Coelho considera cinco categorias que direcionam as fases do desenvolvimento psicológico da criança quanto à leitura: o pré-leitor, dividida em primeira infância (15 meses a 3 anos) e segunda infância (3 a 5 anos); o leitor iniciante (6 e 7 anos); o leitor em processo (8 e 9 anos); o leitor fluente e (10 e 11 anos) e o leitor crítico (12 anos em diante). (2002, p. 41-43)

Quando se compartilha a história adequadamente às faixas/estágios cognitivos e emocionais das crianças, o texto proporcionará muitos sentimentos diferentes como, por exemplo, o de alegria, tristeza, raiva, medo etc. Além de possibilitar que as crianças desenvolvam o aprendizado, quando fazem diversas interpretações das histórias ouvidas ou lidas por elas mesmas, emitem suas opiniões sobre o que foi lido e essas situações contribuem para a autonomia do pensar. Nesse sentido, é importante trazer a literatura infantil como um veículo que irá proporcionar as crianças um melhor desenvolvimento cognitivo. (COELHO 2002).

O ato de ler ou simplesmente de folhear um livro ajuda as crianças pequenas a criar o hábito de leitura e tomar gosto pelos livros Os livros não devem ser introduzidos no cotidiano da criança apenas quando ela está aprendendo a ler ou somente no ambiente escolar.

Pais e professores precisam enxergar a leitura não como uma obrigação para aprimorar a leitura/escrita, mas como mais uma forma de diversão individual ou em conjunto.

Além da boa ilustração existem ainda os livros que contem sons incluídos e também pedaços de lã, e de outros materiais para que os menores explorem também o tato e o olfato, como as obras que têm cheiro.

O papel do professor é fundamental na seleção da diversidade das obras em termos de estilos de texto, de ilustração, de tamanho de livro, de temáticas, favorecendo o desenvolvimento da tolerância, do respeito à diferença e da cidadania na criança.
2- O LIVRO E RECURSOS

Acredita-se que a maneira como apresenta-se o universo da literatura para os pequenos irá contribuir para a formação do futuro leitor de amanhã.


Se o professor não inserir, em sua pratica pedagógica diária, atividades que estimulem o despertar das crianças para a leitura, as crianças não saberão considerar o livro e a leitura como partes necessárias ao seu aprendizado. Importante ressaltar que essa importância dada aos livros muitas vezes é preciso extrapolar os muros das escolas e chegar até as casas dos alunos.

Os pais e responsáveis, muitas vezes, precisam aprender também a valorizar o livro que a criança leva para casa como tarefa. A responsabilidade do professor e da escola, então, ultrapassa o horário das aulas para oferecer momentos aos pais de conhecer como os livros estão fazendo parte da vida pedagógica da criança na escola.

A leitura deve ser vista como um estímulo a mais a aprendizagem.

É necessário que a criança perceba que o livro pode fazer parte da sua vida em todos os lugares em que ela esteja.

Justamente nesta leitura descompromissada com a análise crítica e verídica dos fatos é que leva o leitor a desenvolver o hábito de ler, observar as figuras, comparar pessoas, objetos e situações da história com a sua realidade.


    1. O trabalho do professor

O educador é peça fundamental que vai mediar os seus alunos ao mundo da leitura através de práticas atraentes que estimulem na criança o prazer pela leitura.

. Alguns critérios fundamentais são citados por Cavalcanti (2002) e passa-se a descrever abaixo:



  • Apresentar o livro ao grupo, dizendo o titulo, autor, mostrar a capa.

  • conhecer previamente o texto com profundidade para poder mostrar intimidade com o texto;

  • sensibilizar o grupo para o momento da escuta e convida-lo para se transportar para a história;

  • ler pausadamente;

  • a cada pagina virada, mostrar as ilustrações, desenhos e palavras;

  • durante a leitura, procurar não interromper a narrativa;

  • dirigir o olhar para o grupo e perceber o nível de tensão, atenção;

  • permitir que os ouvintes expressem seus sentimentos com relação aos diversos aspectos do texto sem represálias;

  • permitir que o aluno manuseie o livro após a leitura.



3 - A BIBLIOTECA

A biblioteca infantil é o local sagrado, mas não sacralizado da escola, ou seja, deve ser frequentado, mexido e remexido.

É o local onde se faz brincadeiras bem orientadas, se viaja no mundo da imaginação, se pesquisa, tudo o que é necessário para construir o conhecimento.

O contato com o livro possibilita o desenvolvimento da linguagem, moral e cognitivo nas crianças, pois estabelece novos padrões de raciocínio abrindo novos espaços através dos quais as crianças possam se expressar exercitando a criatividade.

É importante estimular a leitura na criança como uma experiência valiosa e prazerosa. Isso será uma grande fonte de satisfação tanto para as crianças quanto para os adultos que as acompanharem nesta aventura.

A Biblioteca infantil tem como objetivo primordial familiarizar as crianças com os diversos materiais que poderão enriquecer suas horas de lazer construindo o seu saber.

O espaço da biblioteca faz parte da escola como complemento da mesma, uma extensão da sala de aula e é elemento essencial para o desenvolvimento cultural e social da criança.
3.1. O mediador nas bibliotecas

. Professor que gosta de livros e se interessa por literatura será um professor que ajudará os alunos a se interessarem por livros e os usará como recurso no seu trabalho diário.

Pensar sobre a importância da biblioteca escolar hoje para o processo de ensino-aprendizagem constitui repensar a própria prática de leitura na escola.

. A boa formação acadêmica deste profissional e sua constante atualização no campo da literatura, mais o apoio de toda a escola em manter uma biblioteca de qualidade, refletirá em uma educação efetiva dos alunos.

Proporcionar um agradável ambiente de leitura com a criação de espaços adequados para o convívio com os livros e demais suportes de leitura e diversidade de linguagens, faz parte do trabalho do mediador.

No entanto, antes de qualquer proposta que leve os educandos a frequentar a biblioteca escolar, é preciso pensar nos principais aspectos que podem facilitar essa prática. São eles conforme (MORAIS, 1991, p.112)

1º) O espaço físico – Adequado, iluminado, confortável, ventilado e agradável de se estar.

2º) O acervo – Como foi tratado no capítulo II deste trabalho, deve ser escolhido com critério e conhecimento do público que o estará acessando.

3º) Organização do acervo – a catalogação do acervo deve acontecer de acordo com as normas técnicas, feito por quem entende de catalogação, guarda, empréstimo e devolução das obras. Sem isso, as crianças ficam desestimuladas a guardá-las ou devolvê-las adequadamente. A ordem deve fazer parte do aprendizado do aluno.

4º) Empréstimo de material – todo o acervo deve estar disponível para ser retirado e devolvido à biblioteca. Somente desta forma a criança desenvolve o sentimento de responsabilidade pelos objetos coletivos, bem como dá oportunidade para a família do aluno conhecer os materiais e tipo de literatura que seu filho se interessa, além de participar da educação do mesmo. A prática de empréstimo é um grande incentivo para os pais e seus filhos participarem do cuidado com a escola.

5º) Utilização da biblioteca escolar – sua utilização e a frequência da mesma deve seguir um planejamento pedagógico, de projeto que integre a biblioteca ao projeto político-pedagógico da escola. Também já foi dito anteriormente que este espaço faz parte da escola e é uma extensão do espaço pedagógico.

6º) Frequência – A frequência da biblioteca escolar ou do cantinho da leitura da sala de aula não deve ser a premiação nem o momento do “castigo” das crianças. Deve acontecer de acordo com o agendamento prévio, seguindo o planejamento escolar da turma.


CONCLUSÃ0

A Literatura Infantil através da contação de histórias, da dramatização, da leitura individual ou em rodas, pode contribuir significativamente no desenvolvimento da linguagem oral e escrita das crianças.

Para a formação do hábito da leitura em uma criança, considera-se importante que, desde cedo ela entre em contato com o universo da literatura Infantil. Em casa ou na sala de aula, mesmo antes de compreender o código escrito, ela precisa ser estimulada com livros e histórias que desenvolvam sua imaginação, emoções e linguagens.
De acordo com Zilberman (1998), é a partir da Idade Moderna que a Literatura Infantil começa a ganhar espaço nas escolas. Atualmente, ela tem um papel importantíssimo nas salas de aula. Ainda segundo Zilberman (1998, p. 14) “[...] o espaço escolar é um espaço privilegiado para o desenvolvimento do gosto pela leitura, assim como um importante setor para o intercâmbio da cultura literária, não podendo ser ignorado, muito menos desmentida a sua utilidade”.

Na Educação Infantil, as crianças que não são alfabetizadas, buscam os textos não para estudar, mas para através da mensagem que os livros transmitem, seja pelas figuras, seja pelas expressões do rosto e corpo, aprenderem sobre si, sobre os outros e sobre os modos de viver no coletivo; isso deve ser considerado nas salas de pré-letramento. Antes mesmo de dominar o alfabeto a criança enxerga o valor da linguagem, através das leituras feitas para ela, dos gestos, dos ritmos a ela oferecidos.

O contato das crianças com os livros de literatura infantil, desde cedo, permite que desenvolvam o hábito e o prazer pela leitura, desenvolvam as capacidades orais e amplia a compreensão de mundo de forma intelectual e crítica, e, sobretudo, contribui para a constituição da criança como protagonista das histórias que leem, escutam e vivenciam.

A escola precisa possibilitar o acesso à leitura. Assim, a biblioteca escolar deve promover práticas criativas de leitura, práticas que agucem o desejo de conhecer algo novo. É preciso instigar a curiosidade discente, e o melhor para isso é apresentar textos variados. Quanto mais eclética for a biblioteca, mais ela atenderá à comunidade escolar marcada pela pluralidade e pela inclusão.

Assim, são imprescindíveis atividades como contação de histórias, rodas de leitura, cirandas, concursos de poesias, contos e crônicas, encontros com escritores, ilustradores e especialistas em literatura, sempre que possível. É importante também proporcionar aos alunos visitas a bibliotecas públicas e livrarias. Isso possibilita a reflexão acerca da organização do acervo, da multiplicidade de autores e estilos e do zelo pelo material da biblioteca, bem como a conduta de liberdade e respeito dentro dela.

As práticas sugeridas, sempre com convite aberto aos pais e familiares dos alunos, podem gerar muitos frutos para os leitores mirins, tornando-os cidadãos adultos mais conscientes do seu papel em sociedade, mais preparados para aprender e a desenvolver seus conhecimentos de forma produtiva para si e para a coletividade.



REFERÊNCIAS
ABRAMOVICH, F. Literatura Infantil: Gostosuras e Bobices. São Paulo: Scippicione, 1997

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Parâmetros nacionais de qualidade para a educação infantil/Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica – Brasília. DF. Volume 1.

CADEMARTORI, L. O que é literatura infantil? 6.ed. São Paulo : Brasiliense, 1994.

COELHO, N. N. Literatura infantil: Teoria, análise, didática. São Paulo: Moderna, 2002.

GOMES, M. C. Literatura infantil: Construção da leitura e da escrita. 2011. Disponível em:, Acesso em: 25 de setembro de 2011.

LOBATO, M. As Reinações de Narizinho Volume 2. Ilustrações de Paulo Borges. São Paulo: Globo, 2007.

____. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Fundamental. Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil. Brasília: MEC/SEF, 1998.

PRADO, H. A. Organização de bibliotecas. 2. Ed. São Paulo: T.A.Queiroz, 2003.



ZILBERMAN, R. A formação da leitura no Brasil. 1. Ed. São Paulo: 2007.



Universitári@ - Revista Científica do Unisalesiano – Lins – SP, ano 4., n.11, jul/dez de 2014



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