A literatura na perspectiva do leitor



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A história da literatura como provocação à teoria literária. São Paulo: Ática, 1994. (Série Temas, v.36)

2 JAUSS, op. cit., p.19. (Grifos do autor)

3 Id. Ibid., p. 24. (Grifo do autor)

4 Id. Ibid., p. 23.

5 Id. Ibid., p. 25.

6 A noção de concretização apresentada pelos teóricos alemães tem como referência os trabalhos de Roman Ingarden e Felix Vodicka. cf. INGARDEN, Roman. A obra de arte literária. Lisboa: Calouste-Gulbenkian, 1973. e VODICKA, Felix. A história das repercussões das obras literárias.In: TOLEDO, Dionísio (org.). Circulo Lingüístico de Praga: estruturalismo e semiologia. Porto Alegre: Globo, 1978. p.299-309.

7 AGUIAR, Vera Teixeira de, BORDINI, Maria da Glória. Literatura: a formação do leitor: alternativas metodológicas. 2.ed. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1993. p. 83.

8 Os conceitos da hermenêutica, horizonte de expectativas e lógica de pergunta e da resposta, foram extraídos, por Jauss, da obra de Hans-Georg Gadamer, Verdade e método, cf. GADAMER, Hans-Georg. Verdade e método: traços fundamentais de uma hermenêutica filosófica. 3.ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1999.p.449-458, 533-556.

9 JAUSS, op. cit., p. 27.

10 ZILBERMAN, Regina. Literatura infantil: livro, leitura, leitor. In:_____(org.) A produção cultural para a criança. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1982. p. 103.

11 ROTHE, Arnold. O papel do leitor na crítica alemã contemporânea. Letras de hoje. Porto Alegre, v.39, p. 7-18, mar.,1980. (Tradução de Vera Teixeira de Aguiar).

12 ZILBERMAN, Regina. Estética da recepção e história da literatura. São Paulo: Ática, 1989. p. 35. (Série Fundamentos, 41)

13 ROTHE, op. cit., p. 11.

14 JAUSS, op. cit., p. 52.

15 ALLIENDE, Felipe, CONDEMARÍN, Mabel. Leitura: teoria, avaliação e desenvolvimento. Porto Alegre: Artes Médicas, 1987. p. 17-18

16 GADAMER, Hans-Georg. Verdade e método: traços fundamentais de uma hermenêutica filosófica. 3.ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1999. p. 525. (Grifo do autor)

17 ZILBERMAN(1989), op. cit., p.113.

18 Id. Ibid., p. 18.

19 Id. Ibid., p. 16. De acordo com Regina Zilberman, o título do livro poderia ser traduzido por “A sociologia da formação do gosto literário”.

20 ESCARPIT, Robert. Lo literario y lo social. In:_____(org.) Hacia una sociologia del hecho literário. Madrid: Edicusa, 1974. p. 18.(Tradução do autor desta dissertação)

21 Id. Ibid., p. 30-31.

22 AGUIAR (1996), op. cit., p.24.

23 HAUSER, Arnold. Sociologia del público. In: _____. Sociologia del arte. Barcelona: Labor, 1977. v. 04.

24 Id. Ibid., p. 551. (Tradução do autor desta dissertação)

25 HAUSER, op. cit., p. 551-552. (Tradução do autor desta dissertação)

26 Id. Ibid., p. 559. (Tradução do autor desta dissertação)

27 Id. Ibid., p. 588-590.

28 AGUIAR (1996), op. cit., p.25.

29 BOURDIEU, Pierre. A economia das trocas simbólicas. Porto Alegre: Perspectiva, 1982.

30 Id. Ibid., p. 283.

31 Id. Ibid., p. 287-288.

32 Id. Ibid., p. 297.

33 Id. Ibid., p.296.

34 Id. Ibid, p. 306-307.

35 BOURDIEU, Pierre. As regras da arte: gênese e estrutura do campo literário. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.

36 APPLE, Michael. Ideologia e currículo. São Paulo: Brasiliense, 1982.

37 ZILBERMAN, Regina. A literatura infantil na escola. 10. ed. São Paulo: Global, 1998. (Teses, 1). p. 48-49.

38 Id. Ibid., p. 50.

39 Id. Ibid., p. 39.

40 AGUIAR, Vera Teixeira de. Leituras para o 1º grau: critérios de seleção e sugestões. In: ZILBERMAN, Regina (org.). Leitura em crise na escola: as alternativas do professor. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1982. p. 88.

41 O conto de fadas segue o modelo do conto folclórico, estudado por Wladimir Propp em Morfologia do conto maravilhoso, que identificou 31 ações ou funções narrativas, pois o que muda são os nomes das personagens e não as suas ações ou funções. Em vista disso, os contos são estruturados a partir das funções das personagens e não dos assuntos. Para o estudo do conto de fadas simplificam-se as funções de Propp, resultando na estruturação da narrativa em duas formas apresentadas no corpo desta dissertação.

42 AGUIAR Vera Teixeira de. A literatura infantil no compasso da sociedade brasileira. In: ZILLES, Urbano (org.). Gratidão de ser. Porto Alegre: PUCRS, 1994. p. 76.

43 BETTELHEIM, Bruno. A psicanálise dos contos de fadas. 13.ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra,1980. p. 14.

44 ZILBERMAN(1998), op. cit. p. 50-51.

45 GENETTE, Gerard. Discurso da narrativa. 3.ed. Lisboa: Veja, 1995. p. 34.

46 BARBOSA, Maria Tereza Amodeo. Mitologia poética dos contos de fadas no Brasil. Dissertação (Mestrado em Letras) – Instituto de Letras e Artes, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, 1991. p. 102.

47 AGUIAR (1979), op. cit., p.67.

48 KHEDÉ, Sônia Salomão. Personagens da literatura infanto-juvenil. 2.ed. São Paulo: Ática, 1990. p. 23-25. (Série Princípios)

49 ZILBERMAN, Regina. A literatura infantil e o leitor. In: ZILBERMAN, Regina, MAGALHÃES, Ligia C. Literatura infantil: autoritarismo e emancipação. 3.ed. São Paulo: Ática, 1987. p. 87. (Ensaios, 82)

50 ZILBERMAN(1987), op. cit., p.86.

51 Id. Ibid., p. 111.

52 A ficha da escola pública é composta dos seguintes dados: nome da escola, turma, matrícula, nome, sexo, data de nascimento, certidão de nascimento, nacionalidade, naturalidade, unidade da federação, origem, situação afastamento, data de afastamento, dispensa de ed. física; dados dos responsáveis (nome dos pais, profissão, grau de instrução, responsável, endereço do responsável). A ficha da escola particular foi montada pelo pesquisador, conforme acordo com a direção da escola, com os seguintes dados: nome, sexo, data de nascimento, nacionalidade, naturalidade, nome dos pais, profissão, grau de escolaridade, trabalhador ativo ou inativo.

53 Quanto à ficha escolar do aluno, o pesquisador teve pleno acesso a essa na escola pública, inclusive com a oportunidade de fotocopiá-la, e, na escola privada, foi permitido apenas a coleta de dados previamente acordados com a direção, uma vez que há uma cláusula no contrato entre a escola e os pais que não permite a divulgação de dados pessoais. Vale ressaltar que as fichas das duas escolas apresentavam dados similares e não continham o valor da renda familiar.

54 Em oposição à pedagogia tradicional, a pedagogia Freinet caracteriza-se por colocar o aluno – ser social (e não o professor) no centro da atividade escolar, para ajudá-lo a construir a sua própria aprendizagem. A metodologia destaca o princípio da aprendizagem por descoberta partindo do interesse e da atividade de experimentação dos alunos, sendo o professor o facilitador do processo de busca do conhecimento, que organiza e coordena situações de aprendizagem, bem como o estudo do aluno, instrumentando-o para o trabalho independente.

55 A “Hora do Conto” é realizada com as crianças do pré-1 até a alfabetização, uma vez por semana com a duração de trinta minutos, acontecendo a contação de histórias infantis pela bibliotecária com o auxílio da professora. A partir dessa etapa, são realizadas outras atividades, tais como dramatização, músicas, coreografias, pinturas e até criação de novas histórias.

56 O “Projeto Vida e Obra do Autor” é realizado com os alunos da 1ª a 8ª séries do ensino fundamental, que articula atividades em conjunto da biblioteca e da sala de aula, está sendo desenvolvido há quatro anos, sendo escolhidos oito autores brasileiros para serem lidos durante o ano letivo, os quais são trabalhados em todas as séries, com obras diferenciadas para cada série. Os critérios de seleção dos autores estão baseados na preferência do público e de sua importância e, no ano de realização da pesquisa, fizeram parte os seguintes escritores: Assis Brasil, Ziraldo, Ana Maria Machado, Marina Colasanti, Ruth Rocha, Sônia Junqueira, Lino de Albergaria e Paulinho Pedra Azul. Não havendo possibilidade de levar o mesmo autor para todas as séries, pois alguns não se adequam para determinada faixa etária, eles são substituídos por outros autores como, por exemplo, Machado de Assis, José de Alencar, Fernando Sabino e Clarice Lispector. Nas turmas de 1ª a 4ª séries, toda sexta-feira é realizada uma atividade em torno da obra, da qual todos os alunos são portadores, a saber: 1ª)leitura da obra; 2ª)organização a apresentação da história; 3ª) apresentação do resultado da atividade anterior para a própria turma ou para outras turmas, ou na praça da leitura; 4ª) leitura de outras obras do autor, que ficam à disposição dos alunos na sala de aula, além disso, são repassadas informações sobre o autor e o registro escrito da opinião dos alunos sobre a obra lida. Finalmente, a última atividade é feita na “Roleta Literária”. A Biblioteca do Barulho fica responsável pelo incentivo à leitura das obras escolhidas e pelo conhecimento do autor selecionado; para isso confecciona painel e álbum com “Vida e Obra do Autor”, painel com pensamentos do autor, painel mostrando as obras do autor trabalhado na escola, apresentações de outras histórias do autor e exposição de outras obras do autor

57 A “Roleta Literária” é dividida em dez partes, onde cada parte traz uma atividade relacionada ao autor e a obra do mês, para ser executada pelos participantes na biblioteca (narração da história oralmente, perguntas sobre a história, trecho da história para dramatização, características das personagens, reconhecimento da ilustração, vida e obra do autor, ilustração de cena, integração da história, trabalho com a linguagem, propagando do livro). O objetivo principal é servir como instrumento de avaliação do trabalho com o Projeto Vida e obra do autor.

58 A “Praça da Leitura” é um espaço criado para a realização de atividades em que alunos e/ou convidados apresentam obras que estão sendo lidas em sala de aula ou outras obras, que demandem um interesse por alguma temática que esteja sendo explorada pela escola.

59 O “Festival de Contadores de Historias” é realizado anualmente e objetiva descobrir talentos para contação de narrativas. Tal atividade está ligada à praça da leitura.

60 CORDEIRO, Waldília Nevia de M. S., VALE, Maria Luíza Lima do. Caderno de textos: leitura e interpretação.Teresina, s/d. v. 04.(mimeo)

61 De acordo com a proposta, “a educação deve ter o caráter essencialmente voltado para a reflexão, criação e recriação do conhecimento sobe o Trabalho e a Vida. (...) a serviço da formação do homem, tornando-o capaz de compreender criticamente a realidade social e consciente de seus direitos e responsabilidades, procurando atuar na transformação dessa realidade”. No que tange ao ensino da Língua Portuguesa, os aspectos levados em consideração são a linguagem oral, a aquisição da escrita e a leitura, bem como a desigualdade sociocultural entre as regiões, as variedades lingüísticas e a realidade sociocultural do aluno”. cf. SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA. Proposta curricular do ensino fundamental. Teresina: PMT, 1995. p. 9.

62 A ficha de empréstimo contém os seguintes dados: título, autor, ilustrador, coleção ou série, editora, aluno, bloco, etapa, data de devolução. Essa ficha era confeccionada pelos alunos no verso de papéis já usados, que entregavam à professora para o devido controle.

63 PÊCHEUX, Michel. Análise automática do discurso. In: GADET, F., HAK, T. (orgs.). Por uma análise automática do discurso: uma introdução à obra de Michel Pêcheux. 2. ed. Campinas: UNICAMP, 1993. p. 79-92 (Coleção repertórios)
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