A liturgiaevid a natal do senhor no b



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A
L I T U R G I A E V I D A

NATAL DO SENHOR


NO B




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PROPOSTAS PARA
A CELEBRAÇÃO DA LITURGIA

a) O tempo do Natal começa na tarde do dia 24 de Dezembro com a Missa da Vigília e prolongar-se-á até ao dia 12 de Janeiro, com a festa do Baptismo do Senhor.
b) Tradicionalmente pouco valorizada, a “Missa da Vigília” deverá celebrar-se onde houver Missa vespertina pela tarde. Para o dia de Natal o Missal prevê três Missas (Meia-noite, Aurora e Dia), cada qual com orações e leituras próprias. Quanto às leituras, a rubrica do Leccionário permite alguma liberdade de escolha de entre as propostas. Contudo, não se omita na Missa da Meia-noite o tradicional relato da natividade segundo S. Lucas, ou, na Missa principal do Dia, a leitura do prólogo de S. João. São também três os prefácios possíveis para o dia e para o tempo de Natal.
c) Na Procissão de Entrada, poderiam as crianças levar lâmpadas de azeite acesas, acompanhando o sacerdote que levaria a imagem do Menino Jesus nos braços.
d) Expor o Evangeliário numa estante.
e) Proclamar o Anúncio Solene do Nascimento de Jesus (Pregão, disponível no website).
f) A seguir ao Pregão, cantar o Glória, omitindo-se o Acto Penitencial.
g) O canto do Glória é o canto do Natal. Durante o canto, poder-se-á incensar o Menino Jesus, colocado no presépio ou no centro da Coroa do Advento. As crianças poderão oferecer flores ao Menino. Os sinos podem tocar.
h) Fazer um Ofertório Solene (pão e vinho) e oferendas para dar aos pobres e não para se ir buscar no fim da Missa.


  1. Genuflecte-se às palavras do Credo: “E encarnou ...”.


j) Sugestão de cânticos:

* Missa da Vigília: Entrada: O povo que estava nas trevas, F. Santos; Comunhão: Levanta-te Jerusalém, F. Santos.

* Missa da Meia-Noite: Entrada: Exultemos de alegria, M. Luís, NCT 61; Um Menino nos foi dado, M. Luís, NCT 62;Comunhão: Adeste fideles, NCT 85; Fim: Entrai pastorinhos, M. Luís; Esta noite é de alegria, M. Luís, NCT 475; Quem vistes, pastores?, M. Luís, NCT 82; Anjos e Pastores, F. Silva, NCT 479; Cantem os Anjos, M. Faria, NCT 81; Adeste fideles, NCT 85.

* Missa da aurora: Entrada: Ergue os teus olhos, F. Santos, NCT 60; Ofertório: Os céus proclamam, F. Santos, NCT 72; Comunhão: Canta, povo de Sião, F. Santos, NCT 74; Deus enviou ao mundo, M. Luís, NCT 76; Fim: Alegrem-se os céus, melodia popular, NCT 80.

* Missa do Dia: Entrada: Nasceu-nos um Menino, F. Santos; Nasceu o Verbo eterno, F. Santos; Ofertório: És príncipe, M. Luís, NCT 71; Comunhão: Da plenitude de Cristo, M. Luís, NCT 75; Hoje nasceu Jesus Cristo, F. Silva, NCT 74; Fim: Cantem os Anjos, M. Faria, NCT 81; outros: NCT 678-682.

* No fim das celebrações, sobretudo quando se dá o Menino a beijar, podem cantar-se melodias tradicionais desde que os textos não se afastem da doutrina católica: Alegrem-se os céus, NCT 80; Cantem os Anjos, M. Faria, NCT 81; Quem vistes pastores?, M. Luís, NCT 82; Em duras palhas, C. Silva, NCT 678; Chegou a hora mais alta, M. Faria, NCT 679; Cristãos, alegria, NCT 680; Pequenino está deitado, NCT 681; Já se ouvem cantos no céu, L. Rodrigues, NCT 682; Cantai comigo, H. Faria, NCT 736.


k) No fim da Missa, beijar o Menino Jesus, nunca um bebé verdadeiro (sem cestos junto ao Menino, não confundindo economia com Adoração).
l) O Sacerdote poderá estar perto da imagem do Menino Jesus (apresentada pelos acólitos) para saudar cada um e desejar um Natal Feliz a cada família.


REFLEXÕES BÍBLICO-PASTORAIS


  1. Na solenidade deste dia celebramos o início de uma história que continua a ter repercussões no “hoje” da comunidade cristã e de cada cristão. Celebramos a presença de Deus entre nós. Podemos afirmar que Deus quis deixar de olhar a humanidade “de longe”. Ele torna-se presente entre nós, fazendo-se humanidade e história. Celebramos neste dia esta presença na história e na humanidade que se inicia na encarnação e no nascimento de Jesus, da qual não sabemos com exactidão o dia nem a hora. Esta presença na história e entre a humanidade manifestar-se-á nos diversos momentos da vida de Jesus de Nazaré, a quem proclamamos Filho de Deus, e que terá o seu cume na sua mensagem, constituída pelas suas palavras e obras, e, especialmente, pela sua entrega na paixão, morte e ressurreição. Nós somos seus herdeiros e queremos ser seus discípulos no seio da sua comunidade, a Igreja.




  1. Se este dia é de grande festa, será necessário que ela se note nas nossas celebrações e em todo o tempo do Natal. Não se trata de fazer “coisas extraordinárias”, mas de dar um toque festivo em tudo aquilo que já está presente e que é habitual nas nossas celebrações: uma boa iluminação, ornamentos florais, uma atenção especial aos cânticos e à música, um especial cuidado na preparação e proclamação das leituras, das admonições, das orações, etc. Sugerimos que esteja em lugar de destaque uma imagem do Menino Jesus ou o Presépio.




  1. Em algumas comunidades paroquiais, nas diferentes celebrações deste dia, acorrem pessoas que habitualmente não participam nas celebrações eclesiais. Alguns poderão estar presentes, porque acompanham os seus filhos ou netos. Temos de prestar atenção, pessoalmente e como comunidade cristã, a estas pessoas, para que se sintam acolhidas e membros de uma comunidade de fé. Por aqui, passam, também, gestos muito simples: o pároco ou um grupo de pessoas a acolher todos aqueles que chegam para a celebração; promover a participação activa em todas as partes da celebração; por exemplo, ensaiando previamente alguns dos cânticos que serão utilizados na celebração, especialmente os diálogos do Presidente com a Assembleia, o Glória, o Pai-Nosso.




  1. Para terminar, uma sugestão. A Liturgia deste dia é muito rica. Temos leituras bíblicas e orações bíblicas para quatro missas, tendo em conta o momento da sua celebração: vigília, noite, aurora e dia. Em primeiro lugar, aproveitemos a riqueza que a liturgia da Igreja nos oferece. Em segundo lugar, um bom exercício pessoal poderá ser ler e meditar todos estes textos e orações, porque nos ajudam a penetrar pessoal e comunitariamente nesta comemoração de uma história que começou e que continua entre nós.

SDPL Viseu

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