A maçonaria e as parábolas de jesus



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Encontro05.08.2016
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A MAÇONARIA E AS PARÁBOLAS DE JESUS

Há Dois Mil anos atrás, a bondade infinita do GADU, permitiu que um de seus filhos prediletos, descesse das esferas celestiais ao plano terrestre de nosso planeta, o qual recebeu o nome de JESUS. E o pouco tempo que Ele ficou entre nós, se dedicou a ensinar o Amor, a Caridade, a Paciência, o Perdão, e muitas outras virtudes.

Jesus aprendeu a falar por intermédio de Parábolas, através dos Essênios e Tibetanos, que é uma instrução alegórica, exposta sempre com um fim moral, como um meio fácil de fazer compreender uma lição espiritual.

Combinando os ensinamentos terrenos que se fizeram necessários, mais os poderes superiores que o exalçaram, aliou a Palavra aos fatos, os fenômenos consequentes e subsequentes da Vida Terrena aos princípios da moral mais pura, mais tocante, mais elevada, e, ao mesmo tempo, mais simples que se pode conceber.

Todos nós sabemos, o processo que é feito para sermos iniciado nesta Sublime Ordem.

E no dia de nossa iniciação, somos retirado de nossa casa, às vezes por um estranho, e deixamos para trás nossa esposa, filhos, que ficam a perguntar: “Onde estarão levando meu marido”. Será que o Papai vai voltar?

E no primeiro contato que temos com a Maçonaria, somos levados à Câmara de Reflexão, e lá nos deparamos com algumas frases, sendo a primeira: “Se a curiosidade aqui te conduz – retira-te”.

E somos curiosos sim, queremos saber qual o segredo que envolve esta sociedade, Afinal tudo para nós é novidade, nos chama a atenção, e ficamos ansiosos esperando a próxima sessão, para ver o que acontecerá.

È claro, que a curiosIdade que Aqui estou falando, é diferente da curiosidade que lá está escrito.

De todas as parábolas de Jesus, a que mais chama a atenção, é sem dúvida, a Parábola do Semeador, considerada a parábola das parábolas, que consta no Evangelho de Matheus, XIII, 1-9 Marcos, IV, 1-9 – Marcos, VIII, 4-15:

“Saiu o Semeador para semear a sua semente. E quando semeava, uma parte da semente caiu à beira do caminho; foi pisada, e as aves do Céu a comeram. Outra caiu sobre a pedra; e tendo crescido , secou , porque não havia umidade. Outra caiu no meio dos espinhos, e sufocaram-na. E a outra caiu na boa terra, e tendo crescido, deu fruto a cem por um.”

Tal acontece na Maçonaria. Assistimos a primeira sessão, voltamos entusiasmados para a Segunda; pulamos a terceira, a sétima, e não voltamos mais. Tal qual as semente que caíram à beira do caminho.

Entusiasmados, levamos a sério o aprendizado, chegamos ao Grau de Companheiro, logo depois nos afastamos. Tal qual as sementes que caíram sobre as pedras, e não encontrando mais terra e umidade, para crescer, morreram.

Mas continuamos ativos, chegamos ao Grau de Mestre, e começamos a aspirar cargos em loja, queremos participar, trabalhar, ver a Ordem progredir, se destacar na sociedade. Aí aparece aqueles Irmãos que começam a criticar nossas atitudes, boicotar nosso trabalho, atrapalhar o nosso caminho, às vezes até blasfemar nossa atitudes, e desgostosos, abandonamos a Ordem.

Tal qual as sementes que caíram no meio dos espinhos. Espaço tinham para crescer, bastante terra, umidade, mas quando atingiram uma certa altura, foram sufocadas pelo espinheiro, e não tendo força para romper esta barreira, morreram.

E finalmente as sementes que caíram em terra boa, fértil, e muito produziram. Os Irmãos irão dizer; aí tudo tranqüilo, sem problemas. E as tempestades? O frio intenso? O calor abrasador? Todo tipo de pesticidas, também não são dificuldades que terão que enfrentar?

O verdadeiro Maçom, é aquele que tem consciência que o caminho é cheio de obstáculos, e só é vencedor quem consegue lutar.

Durante todo o tempo que freqüentamos a Maçonaria, temos oportunidade de conhecer e colocar em prática o nosso aperfeiçoamento moral e espiritual, porque os graus filosóficos nos mostra clareza, e muitos de nós chegamos ao limite máximo dos graus, com uma cultura espetacular, tanto maçônica como também na cultura profana, e não abrimos a boca, não passamos uma vírgula de todo este conhecimento aos Irmãos que vem atrás.

A Parábola da Candeia, que se encontra no Evangelho de Marcos, IV, 21-25, diz: “Ninguém, depois de acender uma candeia, a põe debaixo de uma cama; pelo contrário, coloca-a sobre um velador”.

È exatamente isto que este Irmão faz, ofusca toda sua luz adquirida, e orgulhosamente, por vaidade, por mesquinhez, não as transmite ao demais Irmãos, e sequer presta qualquer serviço para o engrandecimento das colunas.

A Parábola de Figueira Estéril, que se encontra no Evangelho de Mateus, XXI, 18-22 e Lucas, XIII, 6-9, diz: “Jesus voltando à cidade, teve fome. E vendo uma figueira, a beira do caminho, dela se aproximou, e não achou nela senão folhas, e disse-lhe: Nunca jamais nasça de ti frutos, e no mesmo instante secou a figueira.

Jesus com este ato, provou duas coisas, que qualquer coisa estéril, não tem serventia, e que a sua fé na existência de Deus, era algo que os seus discípulos não compreendiam.

Na ciência, na Religião, na Filosofia, até na Arte e na Mecânica, a esterilidade não deixa de gravar o seu sinal infamante.

O que dizer dos Irmãos que chegam, quase ao iniciar as sessões, se limitam a fazer as ritualísticas mecanicamente, e assim que termina as sessões, são os primeiros a deixar o recinto.

A maçonaria, é uma Instituição Sublime, que ensina a cada homem seus deveres, formando um apostolado irresistível, porque proclama a Verdade e sabe demonstrá-la

Meus Irmãos, convido-vos a manifestar vossos conhecimentos e vossos anseios, porque a vida solitária não produz bem algum. Muito ao contrário, a inteligência necessita de associação para desenvolver-se.



Aqui reunidos, longe dos ambiciosos e dos fanáticos, estudamos a natureza, a exemplo dos essênios, que foram alguns dos nossos antecessores. Também aqui, indagamos os princípios do dever e do direito, assim como compartilhamos as experiências que adquirimos, para o combate contra as perseguições, das quais são vítimas os propagadores da Liberdade e do Progresso.

Façamos das atitudes do Divino Mestre, nosso espelho para o nosso aprimoramento.


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