"abd" (plural "ibad" ou "abid") Palavra que significa escravo, servo



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Breve dicionário do Islamismo.
"abd" (plural "ibad" ou "abid") - Palavra que significa escravo, servo (de Deus). No plural, "abid", é frequentemente usado para designar "escravos", enquanto "ibad" é usado para servos (de Deus). "Al-Ibad" significa "humanidade", embora o Corão use o plural "ibad" para escravos. "Abd" é também usado nos nomes próprios. Exemplo: Abd al-Rahman (Servo de Deus Misericordioso).

Aga Khan - A palavra "Agha" foi usada em turco para designar "chefe"; mas também era usada para indicar eunucos ao serviço do governo. A palavra era ainda utilizada em persa com significado semelhante, mas frequentemente soletrada como "Aqa". "Khan" era uma palavra turca e persa que significava "chefe" ou "senhor". A combinação das duas num único título foi adotada pelos imãs dos nizaris, uma seita dos ismailitas. O título foi instaurado pelo Xá da Pérsia em 1818.

Ahmadiyya - Um movimento religioso (com representação em Portugal) fundado em 1889 por Mirza Ghulam Ahmad Qadiyan (1835-1908). O Ahmadiyya tem sido frequentemente perseguido por outros muçulmanos desde que Ghulam Ahmad alegou ser o Mahdi, ou o Prometido Messias. Os ahmadis acreditam que Jesus ressuscitou da morte na cruz e foi para Srinagar (Índia) onde morreu e foi enterrado. O Ahmadiyya dividiu-se em dois grupos: os qadiyanis, que acreditavam em Ghulam Ahmad como um Nabi (Profeta), e os lahoris, que acreditavam ser o seu fundador um Mujadid (Renovador). A sede do Ahmadiyya funciona em Rabwah (Paquistão).

Alá - Esta palavra é formada do árabe "al-Ilah" que significa, literalmente, "Deus".

alauitas e alevitas - Membros de um grupo também designado nusayris, ou aqueles que seguem Ali Abu Talib. O nome nusayris deriva de um dos seus primeiros líderes, Muhammad Nusayr (século XIX). As suas crenças têm muito em comum com as dos ismailitas. Há nusayris na Síria, na Turquia e no Líbano. Na Turquia são também conhecidos como alevitas.

Al-Azhar - Literalmente "O Brilhante" ou "O Radiante". O nome completo é al-Jami al-Azhar (A Mesquita Radiante). É o título da mais famosa universidade e mesquita, fundada pela dinastia xiita dos fatimidas no Cairo depois de conquistar o Egito em 969. Foi criada inicialmente como um bastião da doutrina ismailita, mas tornou-se um reduto da ortodoxia sunita com os ayúbidas (dinastia que precedeu os mamelucos e cujo nome deriva do curdo Ayyub, pai do famoso Saladino).

"Allahu Akbar" - Deus é grande (declaração ou expressão de elogio e glorificação).

Al-Quds - Nome árabe de Jerusalém, que significa "A Sagrada". É venerada como a terceira cidade santa do islão, depois de Meca e Medina (na Arábia Saudita), porque o profeta Maomé, acreditam os muçulmanos, ascendeu daqui aos Sete Céus.

Amal - Significa Esperança e é também o nome adotado por um grupo xiita no Líbano, fundado em 1974 pelo imã Musa al-Sadr, que desapareceu em 1978, na Líbia.

Ashura - O décimo dia do mês muçulmano de al-Muharram. O profeta Maomé costumava jejuar neste dia e por isso ainda hoje é considerado um dia santo e de jejum pelos muçulmanos sunitas. Para os xiitas é particularmente sagrado por ser o aniversário do martírio de al-Hussein Ali na Batalha de Kerbala.

Assassinos - Seita medieval extremista dos nizaris, um ramo dos ismailitas, que aprovava os assassínios políticos. Fundada por Hasan-i-Sabbah, tinha o seu quartel-general na fortaleza de Alamut. O nome árabe de onde derivou a palavra Assassino é "hashishiyyin" (literalmente, os "consumidores de haxixe"), talvez um insulto dirigido ao grupo, mais do que uma reflexão dos seus verdadeiros hábitos.

"ayatollah" - Literalmente, "O Sinal de Deus". É um título atribuído no século XX por aclamação popular e pelos seus pares aos acadêmicos xiitas que alcançaram eminência, geralmente no campo da jurisprudência ou da teologia islâmica. Depois da revolução iraniana de 1979 aumentou o número dos que se consideram "ayatollahs". No entanto, um pequeno número - talvez menos do que dez - também ostenta o título de Ayatollah al-Uzma (O Maior Sinal de Deus). Destes, o mais conhecido era o "ayatollah "Khomeini, que também detinha o título de Maraji al-Taqlid (Fonte de Imitação). O grau abaixo de um vulgar "ayatollah" é Hujjat I-Islam.

babismo - Movimento que deriva de "Bab" (literalmente "Porta" para o Imã Oculto), título assumido em 1844 por Mirza Alu Muhammad (1819-1850), de Shiraz (Irão), que acabou executado pelos seus fiéis. Da seita babi nasceram posteriormente os "baha'is".

"baha'is" - Membros de uma nova religião que deriva do babismo, fundado por Baha'ullah (nascido de uma família aristocrática de Teerã) e propagada pelo seu filho Abd al-Baha. Acreditam num deus transcendente que se manifestou através de uma cadeia de profetas, alguns dos quais familiares ao judaísmo, cristianismo e islamismo, e com poderes de verdade intrínseca. São um ramo de um ramo de um ramo dos Ithna 'Asharis (xiitas), e por isso têm sido considerados hereges pelos muçulmanos, sujeitos a perseguições e execuções.

"burqu'", em árabe (plural "baraqi"); "burqa'" (em persa) - O longo véu que cobre a maior parte do corpo das mulheres muçulmanas, exceto os olhos.
califa (em árabe "khalifa"; plural "khulufa") - Chefe da comunidade dos crentes. A palavra árabe nos primórdios da história islâmica significa, literalmente, "sucessor" ou "adjunto" (do profeta Maomé). Este cargo (do islão sunita) combinava, teoricamente, uma função espiritual e secular, embora, na prática, sob dinastias como a dos Omíadas, a função secular suplantasse a espiritual.

"chador" - Vocábulo persa que designa a longa túnica e o véu negros que cobrem todo o corpo feminino. É usado no Irão e em vários países árabes.
Corão (em árabe Qur'an) - Significa literalmente "Recitação". É o livro mais sagrado do islão, considerado pelos muçulmanos a palavra de Deus revelada pelo anjo Gabriel ao profeta Maomé. O texto consiste em 114 capítulos, cada um designado "sura" (em árabe). Cada "sura" é classificado segundo a proveniência - Meca ou de Medina, as cidades onde Maomé recebeu as revelações divinas - e cada uma está dividida em versículos.

Dar al-Harb - Significa, literalmente, a Casa da Guerra. É uma expressão usada na lei islâmica para designar regiões ou países não muçulmanos.

Dar al-Islam - Literalmente, a Casa do Islão. É um termo usado na jurisprudência islâmica para indicar a totalidade das regiões ou países sujeitos às leis muçulmanas. Contrasta com Dar al-Harb, mas há uma terceira área chamada Dar al-Aman (Casa da Segurança).

druso (em árabe "durzi" - plural "duruz") - Seguidor de uma seita religiosa dissidente dos ismailitas, que apareceu no século XI, no Egito. A palavra druso deriva do último elemento do nome próprio de Muhammad Ismail a-Darazi. Este, considerado um dos fundadores dos drusos, pregava que o sexto califa fatimida, al-Hakim Bi-Amr Allah, era divino. Al-Hakim desapareceu em circunstâncias misteriosas em 1021 e os drusos acreditam que não morreu. A sua doutrina é muito complexa e secreta. É também elitista na organização, dividindo os crentes em "'uqqal", ou inteligentes, e "juhhal", ou ignorantes. Os drusos estão concentrados no Líbano, Síria e Israel.

"fatwa" (plural "fatawa") - Termo técnico usado na lei islâmica para indicar um julgamento ou uma deliberação legal formal.

"fiqh" - No seu sentido técnico, a palavra significa "jurisprudência islâmica". Originalmente, era sinônimo de "compreensão" ou "conhecimento". A jurisprudência islâmica baseia-se ou divide-se em quatro principais escolas: hanafita, hanbalita, maliquita e shafita. Os kharijitas e os xiitas têm os seus próprios sistemas de jurisprudência.

fundamentalismo (islâmico) - Na sua essência, esta expressão parece indicar o desejo de regresso a um islão "ideal", talvez o da era de Rashidun (epíteto aplicado aos quatro "Califas Corretamente Guiados" - al-Khulufa al-Rashidun, que governaram a comunidade dos crentes após a morte do profeta Maomé, ou seja, Abu Bakr, Umar al-Khattan, Uthman Affan e Ali Abi Talib. Muitos fundamentalistas islâmicos acreditam que o islão da era moderna e os chamados "Estados islâmicos" foram corrompidos. Desejam regressar ao "verdadeiro" islão, sem qualquer compromisso com o secularismo, o que frequentemente gera hostilidade em relação ao Ocidente.

"hajj" (plural "hajjat") - Peregrinação. Este é um dos cinco "arkan" (pilares) do islão. Todos os muçulmanos, desde que satisfeitas as condições de boa saúde e capacidade financeira, são obrigados a fazer a peregrinação a Meca pelo menos uma vez na vida. O "hajj" deve ser efetuado no Mês da Peregrinação (Dhu 'lHijja), ou seja, no último mês do calendário lunar muçulmano, entre o oitavo e o 12º ou 13º dia.

"hijab" - Véu usado por muitas mulheres muçulmanas. Nem sempre é símbolo de adesão ao fundamentalismo islâmico, mas apenas sinal de respeito por uma tradição de modéstia feminina.

Hezbollah (em árabe Hizb Allah) - Nome que tem origem em duas "suras" do Corão e significa Partido de Deus. Foi adotado por um movimento xiita fundado em 1982, no Líbano, pelos Guardas Revolucionários iranianos.

"hojatoleslam" (em árabe e persa "hujjat 'l-Islam") - Grau de um futuro "mujtahid" (teólogo), abaixo de "ayatollah", no Irão. A designação significa, literalmente, "A Prova do Islão".

ibaditas - Membros da seita dos kharijitas, devem o seu nome ao seu alegado fundador Abd Allah Ibad, um líder kharijita do século VII. Os ibaditas, que representam uma facção moderada do islão, vivem atualmente no sultanato de Omã (Golfo Pérsico), na África Oriental e do Norte.

imã (em árabe "imam"; plural "a'imma") - Palavra que designa uma variedade de conotações, cada uma delas necessitando de ser cuidadosamente distinguida: 1) Derivando do vocábulo árabe que quer dizer "chefiar" ou "conduzir a oração", imã tem o primeiro significado de líder da prece. O islão não tem padres e, por isso, o imã responsável da mesquita não é ordenado. No entanto, qualquer homem muçulmano pode dirigir a oração na ausência do imã da mesquita; 2) Os primeiros doze líderes dos Ithna 'Asharis, ou Doze Xiitas, são referidos como Doze Imãs; 3) Os ismailitas reconhecem os sete primeiros imãs e o conceito de imã desempenha um papel-chave nas complexas doutrinas do ismailismo; 4) Nos primórdios da história islâmica, o título imã estava associado ao de califa; 5) Tem sido usado simplesmente como título de respeito, por exemplo, pelo falecido Khomeini, que preferia ser tratado por imã e não por "ayatollah". Nesse caso refere-se o Imã Khomeini.

"In Sha'a Allah" - Expressão corrente árabe que significa "Se Deus quiser"; deu origem ao português "oxalá".

Irmandade Muçulmana ou Irmãos Muçulmanos (em árabe al-Ikhwan al-Muslimun) - Organização fundada por Hassan al-Banna, em 1928, no Egito. Advoga o regresso ao verdadeiro islão, opõe-se veementemente ao "imperialismo ocidental" e tem como objetivo o estabelecimento de um Estado islâmico puro. A Irmandade foi proibida pelo Governo egípcio em 1954, mas tem desde então funcionado na clandestinidade, com ramos espalhados por vários países árabes. O principal ideólogo da Irmandade, defensor da luta armada para derrubar "regimes ímpios", foi Sayyid Qutb, executado pelo Presidente Gamal Abdel Nasser em 1966. A sua obra mais notável, referência para os fundamentalistas, é "Sinais na Estrada", publicada nos anos 50, onde a sociedade é dividida em "ordem ignorante" e "ordem islâmica".

islão - Palavra que significa literalmente "submissão" (à vontade de Deus). É o nome de uma das grandes religiões monoteístas, fundada pelo profeta Maomé no século VII d.C.

ismailitas (Isma'iliyya) - Seguidores de um ramo do islão que deve o seu nome a Ismail, o filho mais velho de Ja'far al-Sadiq. Os membros desta seita também se designam sétimos (porque reconhecem os sete principais imãs depois da morte do profeta Maomé) e "batiniyya" (devido à sua ênfase na exegese de "batin" ou interpretação). A teologia dos ismailitas caracteriza-se por uma teoria cíclica da história centrada no número sete, número que assume um importante significado na crença de Ismail e na cosmologia. Hoje, os ismailitas estão espalhados pelo mundo inteiro (incluindo Portugal), mas concentram-se sobretudo no subcontinente indiano e na África Oriental.

"jihad" - Vulgarmente traduzida como "guerra santa". O vocábulo tem o significado original, em árabe, de "combater". Alguns grupos consideram-na o sexto pilar do islão, por exemplo, os kharijitas e os ibaditas. A explicação mais aceitável é a de que todos os muçulmanos são obrigados a travar uma "jihad" espiritual contra os seus próprios pecados.

kharijitas - Membros de uma primeira seita islâmica, com origens obscuras mas que pode ser reconstruída do seguinte modo: o nome, em árabe "khawarij", significa "os que cindiram" (do grupo de Ali Abu Talib); deriva do verbo árabe "kharaja" (sair ou cindir). A primeira secessão foi a de um grupo de soldados de Ali na Batalha de Siffin, que rejeitavam qualquer forma de arbitragem alegando que o juízo final pertence a Deus. A eles juntaram-se mais tarde outros dissidentes e foram este que deram aos kharijitas o seu nome. O kharijismo, cujas crenças não são uniformes, dividem-se em várias subseitas, algumas fanáticas e exclusivistas. Os descendentes modernos dos kharijitas são os ibaditas.

Khomeini (Aytollah Ruhollah, 1902-1989) - Líder espiritual do Irão depois da revolução de 1978-79 e principal obreiro da doutrina do "governo do jurista" ("vilayat-i faqih", em persa; "velayat-l-faqih", em árabe) ou "líder supremo" - poder temporal e espiritual. É esta doutrina que legitima o poder temporal dos religiosos em Teerã.

"madrasa" (plural "madaris") - Escola ou lugar de ensino, frequentemente ligada ou associada a uma mesquita.

(al-) Mahdi - Literalmente, "aquele que é corretamente guiado". O Mahdi é uma figura de profundo significado escatológico no islão e um título frequentemente reclamado por vários líderes na história islâmica. O seu poder justo é prenúncio da aproximação do fim dos tempos. Sunitas e xiitas aderem à crença no Mahdi, embora o xiismo tenha desenvolvido uma doutrina mais profunda.

"majlis" (plural "majalis") - Lugar de encontro ou assembleia. A palavra sofreu consideráveis desenvolvimentos sócio-históricos e hoje é usada para designar a espécie de "parlamentos" existentes em alguns países árabes e no Irão. Referido ao Irão deve escrever-se em caixa alta, pois faz parte do nome do parlamento.

Maraji al-Taqlid (singular Marji' al-Taqlid) - Fontes de Imitação. Este é um epíteto que caracteriza os "ayatollahs" com a patente de Ayatollah al-Uzma. Um único ou supremo Marji' chama-se Marji' al-Taqlid al-Mutlaq. Este título era usado por Khomeini no Irão, mas o seu sucessor, Ali Khamenei, ainda não conseguiu ser aclamado como tal.

Meca (em árabe Makka) - É a cidade mais sagrada do islã, cuja história está intrinsecamente ligada ao profeta Maomé. Situa-se na Arábia Saudita.
Medina (em árabe al-Madina) - Significa "A Cidade". É também frequentemente caracterizada pelo epíteto al-Munawwara (A Radiante). É o segundo santuário do islã e situa-se, tal como Meca, na Arábia Saudita.

muezim (em árabe "mu'adhdhin") - A pessoa que chama os fiéis para a oração ("adhan") a partir do minarete de uma mesquita. O primeiro "mu'adhdhin" foi Bilal Rabah, nomeado pelo profeta Maomé.

mufti - Aquele que emite ou está qualificado para emitir uma "fatwa". Pode ou não ter o título de "qadi" (juiz). O mufti serve de ponte entre a pura jurisprudência e o islã atual.

"mullah" - Palavra derivada do árabe "mawla", que significa "mestre". É usada como título de respeito por figuras religiosas e juristas, no Irão e noutras partes da Ásia.

nizaris - Membros da seita dos ismailitas, que consideram Nizar, o filho mais velho do califa fatimida al-Mustansir, o seu sucessor.

nusayritas - Membros de um grupo também designado alauitas, que seguem Ali Abu Talib. O nome nusayritas deriva de Muhammad Nusayr, líder muçulmano do século XIX. As suas crenças têm muito em comum com os ismailitas. Há nusayritas na Síria, Turquia e Líbano. Na Turquia são conhecidos como alevitas.

Ramadão - O nono mês do calendário lunar islâmico e também mês de jejum, do nascer ao pôr do sol.




"shura" - Palavra árabe que significa consulta, conselho, órgão consultivo. Em alguns países é o equivalente a um "parlamento" sem poderes. Escreve-se am caixa alta quando faz parte do nome.

"suna"- Literalmente, este termo significa "caminho percorrido", mas de "prática habitual" passou a indicar palavras e atos específicos do profeta Maomé.

sunita - Aquele que adere à "suna" ou às ações do profeta Maomé. A palavra é usada para designar o ramo maioritário do islã.

"sura" (plural "suwar") - Capítulo do Corão, cada um dividido em vários versículos.

"ulema" (singular "'alim") - Professores religiosos, juristas, sábios, imãs, juízes, "ayatollahs"... São geralmente referidos como um grupo monolítico de intelectuais e acadêmicos, guardiões da "ortodoxia". A palavra nunca deve ser traduzida por clero, porque essa categoria não existe no islã.

"umma" - Comunidade (dos crentes muçulmanos), povo, nação.

wahhabitas (em árabe "wahhabiyya") - Seguidores da doutrina rigidamente puritana de Ibn Abd al-Wahhab, que rege o reino da Arábia Saudita.


xiita (em árabe "shi'a")- Partidário de Ali Abu Talib. Os xiitas escolheram Ali, o genro de Maomé, como sucessor do profeta, enquanto os sunitas preferiram Abu Bakr, um dos seus primeiros companheiros e convertidos. Para os xiitas, o imã é mais poderoso do que o califa sunita. Os dois ramos distinguem-se ainda em questões jurídicas e nos rituais.

[Dados extraídos e adaptados de "A Popular Dictionary of Islam", de Ian Richardson Netto


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