Acessibilidade aos sítios web da ap



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Instituto nacional de administração

Acessibilidade aos sítios Web da AP para Cidadãos com Necessidades Especiais

Requisitos de Visitabilidade

acessibilidade aos sítios web da ap

Cidadãos com Necessidades Especiais

Jorge Fernandes e Francisco Godinho/Maio 2003

 Programa Acesso da UMIC/PCM e CERTIC / Univ. de Trás os Montes e Alto Douro



http://www.acesso.umic.pcm.gov.pt

http://www.acessibilidade.net



Índice

Introdução 4

Enquadramento legal da acessibilidade 5

Petição pela acessibilidade da Internet Portuguesa 5

Recomendação da Assembleia da República ao Governo 6

Resolução sobre Acessibilidade à Web 6

Plano eEurope 2002 7

Resolução do Parlamento Europeu 7

Estrutura transversal de coordenação 8

Principais Referências 9



Acessibilidade e Deficiência 10

CONCEITOS BÁSICOS 10

10

Cidadãos com necessidades especiais 10



Incapacidade 11

Deficiência 11

Desvantagem 11

Ajudas Técnicas 12

Acessibilidade 12

As pessoas com deficiência e o computador 12

Acessibilidade ao computador 14

Acesso ao Computador sem rato 14

Acesso ao computador sem teclado 16

Acesso ao computador sem monitor 17

Bases de dados de ajudas técnicas para o acesso ao computador 18

Acessibilidade à Web 19

Principais referências 20

Introdução ao desenho Web acessível 21

Web Access Project 22

BOBBY 22

Web Accessibility Initiative 24

Directrizes de Acessibilidade do Conteúdo da Web 1.0 24

Principais Referências 26



Os requisitos de visitabilidade 27

Apresentação da Informação 28

Contactos 29

Navegação 29

Conformidade 30

Como testar páginas Web automáticamente 31

Como testar páginas Web manualmente 32

Download e instalação. 32

Configurar o Opera 33

Configurar o JAWS. 33

Navegar com o Opera. 33

Navegar sem imagens activas. 33

Navegar sem estrutura. 34

Simular um browser que não suporta frames. 34

Principais Referências 34

Técnicas para desenho de conteúdos Web acessíveis 36

Legendar Imagens 36

Descrever Imagens 37

Legendar Applets 37

Legendar Mapas de imagem do Cliente 38

Legendar Frames 39

Legendar Vídeos 39

Como tratar os formulários 40

Identifique os cabeçalhos das colunas e das linhas das Tabelas 41

Construa um equivalente ao Script 42

O uso de CSS 43

Principais Referências 44



Kit para editores de conteúdo da Web 46

Endereços Gerais 46

Materiais de formação 47

Listas de discussão 47

Análise de Acessibilidade 47

Filtros 48

Tecnologias de Acesso 48

Browsers com funcionalidades especiais 49

Legendagem de Vídeos 49

Introdução


Em 1999, Portugal regulamentou a adopção de regras de acessibilidade à informação disponibilizada na Internet pela Administração Pública para cidadãos com necessidades especiais.

Em 19 de Junho de 2000, o Conselho Europeu de Santa Maria da Feira estendeu esta iniciativa aos 15 países da União Europeia ao aprovar o plano de acção e-Europe 2002 da Comissão Europeia, que contempla, entre outras medidas, o compromisso da adopção das orientações sobre acessibilidade do W3C (World Wide Web Consortium) nos sítios Web públicos até ao final de 2001.

Embora tais resoluções se debrucem sobre utilizadores com deficiências visuais, auditivas, motoras e outras - cerca de 37 milhões de Europeus, dos quais 1 milhão em território nacional, a adopção de regras de acessibilidade beneficiam um conjunto igualmente vasto de outros utilizadores. É o caso dos utilizadores que possuem modems mais lentos, browsers mais antigos, nomeadamente de base texto, ou com funcionalidades reduzidas, equipamentos sem saída de áudio, sem dispositivos apontadores ou com capacidades gráficas reduzidas.

São objectivos desta acção de formação, que o formando fique a:



  • conhecer os diversos tipos de problemas de acessibilidade, com particular destaque para as dificuldades sentidas pelas pessoas com deficiência na utilização de meios informáticos;

  • conhecer e saber aplicar as regras de acessibilidade do conteúdo da Web do W3C;

  • conhecer e saber aplicar produtos que permitem testar a acessibilidade de um sítio em função das regras do W3C;

  • saber adaptar as páginas Web segundo as regras da acessibilidade.

Os principais destinatários desta acção são os Webmestres, mas também todos os profissionais envolvidos na edição digital de informação para o público via Internet.

Capítulo


1




Enquadramento legal da acessibilidade

Neste capítulo dá-se conta da forma como surgiu a acessibilidade à Web em Portugal. Porque surgiu este tema em terras lusas e como influenciou Portugal o resto da Europa a adoptar as Directivas da Web Accessibility Initiative.

Foram 9000 os Portugueses que reclamaram pela acessibilidade à Web, apresentando a primeira petição inteiramente electrónica a um parlamento. A Assembleia da República confrontou-se com um esquema processual ainda não previsto na lei, aceitou o desafio e recomendou ao Governo que se adoptasse. O Governo agiu rapidamente e transformou Portugal no primeiro país da Europa, e quarto no Mundo, a legislar sobre acessibilidade à Web. Neste capítulo, apresentam-se um conjunto de factos que fizeram com que Portugal escrevesse uma bonita página na sua história.
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