Adriano Lopes Gomes Alexandre Ferreira dos Santos1



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II Encontro Nacional da Rede Alfredo de Carvalho

Florianópolis, de 15 a 17 de abril de 2004


GT História da Mídia Sonora


Coordenação: Prof. Ana Baum (UFF)

GT História da Mídia Sonora



Mídia e Memória: uma análise dos documentos sonoros das emissoras de Rádio na cidade do Natal-RN (1945-1955)

Adriano Lopes Gomes

Alexandre Ferreira dos Santos1

Resumo


Este trabalho relata a pesquisa interdisciplinar entre Comunicação Social e História cujo objetivo é resgatar os documentos sonoros das emissoras de rádio da cidade do Natal - RN, no período pós-guerra, através de fatos históricos que marcaram os acontecimentos políticos, econômicos, culturais e sociais entre 1945 e 1955. Para tanto, estão sendo recuperados trechos de gravações em arquivo nas rádios, dando-se ênfase às entrevistas, músicas, locutores e cantores que marcaram a “era de ouro” do rádio potiguar.Além disso, estamos procedendo a entrevistas semi-estruturadas, gravadas em áudio, com profissionais que viveram e trabalharam nesse período no rádio natelense, complementando-se com a coleta de fotos, discos de vinil e reportagens na mídia impressa. Todo o material teórico, sonoro e imagético coletado, será analisado em seu conteúdo e disponibilizado em uma webrádio criada para este fim, como forma de possibilitar conhecimento, informação e material de pesquisas posteriores.
Palavras-chave: Rádio – Memória - História
Mídia e memória: UM estudo dos documentos sonoros das emissoras de Rádio da cidade do Natal-RN (1945-1955)

Adriano Lopes Gomes

Alexandre Ferreira dos Santos

Este trabalho se apresenta como uma proposta de pesquisa interdisciplinar entre Comunicação Social e História, cuja relevância recai sobre a necessidade de conhecer e analisar os registros sonoros das emissoras de rádio da cidade do Natal – RN, no período entre 1945 e 1955. Por registros sonoros entendemos qualquer peça de acervo de memória arquivada em fita magnética ou outro modo de guardar dados que marcaram o cenário histórico de Natal, quais sejam os segmentos: cultural, político, econômico, musical, religioso, etc. Com esta pesquisa, ora em andamento, pretendemos delimitar aspectos que incidiram no contexto cultural durante os dez anos considerados a “era de ouro” do rádio potiguar e, a partir dessa configuração, classificar o perfil do ouvinte a partir do produto de recepção disponível na mídia radiofônica. Tal visibilidade permitirá recuperar os episódios que marcaram nossa história, bem como os modos de agir da população, levando-se em conta que o rádio era um único veículo disponível à população.

Devemos destacar como delimitação do corpus de análise dois episódios que perpassaram pelas ondas do rádio entre 1945 e 1955: o fim da II guerra mundial, cuja presença norte-americana no Rio Grande do Norte foi marcante, sobretudo na cidade do Natal e na vila de Parnamirim, que comportava a base aérea e sede do comando militar, tanto quanto a chegada da televisão no Brasil, em 1950.

Na década de 40, Natal possuía pouco mais de 50 mil habitantes e, pela sua posição geográfica e estratégica no continente americano, foi considerada pelos Estados Unidos como o “trampolim da vitória”, ponto crucial na defesa contra os ataques dos países do eixo.Nesse sentido, Melo (1999) destaca que

Natal ficava no caminho das lutas. Na estrada mais curta, mais usável de dois mundos que se queriam destruir ou, pelo menos, que procuravam destruir-se. Separados pelas águas imensas do atlântico, um dos pontos mais próximos de um de outro lados, de uma e outra das margens oceânicas, era Natal (Melo, 1999:40)

Naquela época, o rádio assumiu importante papel na difusão de notícias, na veiculação de músicas norte-americanas, tendo o jazz como o gênero reconhecidamente presente nas programações, os estrangeirismos no modo de falar dos locutores. Tais fatores estão sendo analisados sob a ótica do discurso, tomando-se a materialidade da língua como fator de repercussão cultural da sociedade. Conforme Avelino (2003:18), “o governo determinava que a imprensa e o rádio permanecessem neutros ao divulgar notícias sobre a guerra”. De acordo com a autora, a Rádio Educadora de Natal era utilizada como instrumento de divulgação dos atos do governo. Ouvir programas como “A Hora do Brasil”, era considerado um dever cívico.

Portanto, agregadas a este trabalho, estão questões de pesquisa que serão respondidas ao longo do processo de observação, descrição e análise do material coletado em áudio, a saber: qual o papel do rádio na chamada “era de ouro” na formação de traços culturais a partir da programação veiculada naquele período? Quais as notícias que preponderavam no cenário jornalístico? Quais as músicas de maior sucesso, considerando-se a repetição e incidência na grade de programação? De que forma os locutores se apropriavam da língua para expressar o conteúdo das informações? O rádio propiciou mudanças nos modos de agir e de falar do povo, em função da presença norte-americana em Natal?

Assim sendo, pretendemos pesquisar os registros sonoros e historiográficos das seguintes emissoras: Rádio Nordeste AM e Rádio Poti AM. A amostragem das emissoras de rádio justifica-se pelo período delimitado ao estudo deste objeto de pesquisa. As demais emissoras de rádio, ainda hoje em funcionamento em Natal, só surgiram após 1955.

Ao se estudar os documentos sonoros das emissoras de rádio de Natal temos como premissa oferecer contribuições ao estado da arte no sentido de ampliar os referenciais de conhecimento ainda pouco explorado, pois temos observado que essa área se ressente de pesquisas acadêmicas e apoio bibliográfico. Apresenta relevância histórica, por reunir acervos de informações em áudio, e comunicacional, por concentrar uma série de elementos presentes no âmbito da pesquisa, tais como: análise do discurso, aspectos lingüísticos, modos de emissão e recepção das mensagens veiculadas, traços culturais revelados nos programas radiofônicos da época.

Observamos empiricamente que as emissoras de rádio atribuem pouca importância aos centros de documentação e arquivo em função da preservação precária desses arquivos. Julgamos que tal realidade tem incidência nos aspectos financeiros, haja vista que organizar a documentação sonora demanda gastos consideráveis, ou provavelmente na indiferença em relação aos valores históricos que esses documentos representam para a memória de uma sociedade. Porém, como tal dificuldade tem se apresentado no trabalho de campo, consideramos conveniente recorrer a arquivos particulares de profissionais que trabalharam nas emissoras de rádio e pessoas que, de alguma forma, tiveram o cuidado de coletar e guardar esses documentos sonoros. Além disso, estamos procedendo à gravação de depoimentos em áudio com personalidades que viveram o período delimitado no corpus da presente pesquisa.

A memória sonora é aqui admitida sob dois aspectos pertinentes à construção teórica e metodológica: a memória coletiva, que resulta das experiências sociais e etnográficas do povo, e a memória sonora, que se traduz pelos registros arquivados nos suportes matéricos de alguma natureza eletrônica: fita cassete, fita magnética, discos de vinil, computadores ou CD-ROM.

2.1. Memória e informação: a convergência sociointeracionista

A memória é uma das estratégias cognitivas que resulta da percepção do mundo, na qual armazenamos e recuperamos as informações no momento em que precisamos. Na perspectiva sociointeracionista, a memória é uma das funções psicológicas superiores relevantes na aquisição da linguagem e nas etapas de aprendizagem, uma vez que, através dela, pode-se unir elementos da experiência passada com o presente (Vigotsky, 1998b:48) e, assim, desenvolver as potencialidades do indivíduo. Com a memória, acumulamos experiências, absorvemos informações e conhecimentos, fazemos associações, além de elaborarmos a compreensão das experiências.

Do ponto de vista da linguagem, memória de curto prazo é a memória de superfície, envolvendo o breve período de tempo que o ator social consegue manter a atenção em algo imediatamente após sua identificação. Das informações que por aí passam, poucas ficam retidas. Por outro lado, memória de longo prazo é a memória de profundidade, onde ficam armazenados conhecimentos e vivências que se adquirem ao longo do desenvolvimento cognitivo por serem significativos ao ser humano. De outro modo, devemos considerar a própria história de vida social e cultural da coletividade, como produto de identidade dessa memória de longo prazo.

Do ponto de vista sociocognitivo, é na memória onde se processam as associações de idéias, os questionamentos sobre o desconhecido, a busca do sentido das vivências no mundo para se obter respostas. Reunindo tudo isso, chegaremos à concepção de cultura, argumento pelo qual se infere que cultura e memória também não podem estar dissociadas.

Pelas razões expostas, consideramos que o rádio é um meio de difusão (Thompson, 1998) que catalisa os sujeitos para uma sociedade de massa. Decorre daí a mediação do conhecimento que subjaz à transmissão de qualquer mensagem veiculada na mídia radiofônica. É certo que essa mediação ocorre por meios eletrônicos, rompendo com o paradigma da comunicação de massa entre emissores e receptores no âmbito da concepção de Thompson (1996) que considera “duvidosa e infeliz” tal nomenclatura. Considera o autor:

O que importa na comunicação de massa não está na quantidade de indivíduos que recebe os produtos, mas no fato de que estes produtos estão disponíveis em princípio para uma grande pluralidade de destinatários (Thompson, 1996:30)

É sobre essa concepção que nós vamos abordar teoricamente, ou seja, de que o rádio não é um meio de comunicação e sim, um meio de difusão ou transmissão de mensagens para um público receptor. Defendemos essa idéia por considerarmos a comunicação como um processo que envolve a bipolaridade entre o emissor e receptor, de tal modo que ambos possam estar situados em um contexto comunicativo no qual se possa promover a interação pela linguagem. Com o rádio, tal princípio não ocorre. Há a clientela de ouvintes que em raras vezes consegue o intercâmbio com aqueles que produzem a programação. No entender de Zumthor (1985), as mensagens radiofônicas estão no campo da oralidade, não aquela primária e cotidiana, mas uma “oralidade midiatizada”, o que Meditsch (2001:140) considera como “oralidade virtual”. Refletir sobre esses pontos de análise implica na constituição do objeto de estudo desta pesquisa, uma vez que os produtos disponibilizados aos ouvintes no período de 1945 a 1955 vêm carregados de um poder simbólico capaz de agregar os valores implícitos nas mensagens, quer sejam de natureza lingüística, cultural, musical, quer seja de repercussão histórica.

Barbero (2001:139) considera que essa forma de encarar a midiatização das mensagens resulta na homogeneização cultural, compromete os valores populares e, por conseqüência, instaura um processo de inculturação. Não é que venhamos a discutir propriamente o mérito dessa assertiva, conquanto devamos reconhecê-la como um elemento de discussão, reflexão e análise. Mas queremos estudar o rádio enquanto meio de transmissão cultural, identificando seus arquivos sonoros como documentação histórica e contextualizar a sociedade a partir da análise das mensagens veiculadas em um determinado intervalo de tempo. Isso porque todas essas questões estão presentes nos aspectos da identidade cultural.



2.1. O rádio e a sociedade da informação

Convém destacar que vivemos em uma sociedade de informação na qual as novas tecnologias da comunicação tornam-se presentes por diversas mídias, quer eletrônicas ou impressas, capazes de transmitir os acontecimentos factuais, muitas vezes em tempo real, aproximando sujeitos receptores e mensagens. Resulta daí a instantaneidade das informações que revela as conquistas empreendidas no setor das comunicações, superando barreiras, equacionando o tempo e cumprindo, assim, o papel de informar à população sobre os fatos que acontecem próximos ou longínquos no âmbito geográfico.

Desde os idos de 1923, quando foi inaugurada oficialmente a primeira emissora de rádio do Brasil – a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro – que o empreendimento de Roquette Pinto vem crescendo no país. A cadeia de emissoras que se foi constituindo a partir de então, chega ao século XXI exibindo seu apogeu e demonstrando que, não obstante o aparecimento da televisão por volta de 1950, continua um veículo de massa dinâmico e atuante.

O Rádio é informação, entretenimento e lazer. Traz como principal característica o fato de ser um veículo cuja recepção da mensagem, através de ondas hertzianas, ocorre através de um aparelho portátil, de fácil aquisição, e que pode estar ao alcance de todos e em qualquer lugar. A depender da natureza da freqüência, quais sejam AM (Amplitude Modulada) ou FM (Frequência Modulada), possui uma programação diversificada que inclui desde música, notícia, plantões jornalísticos, participação do ouvinte, etc. Nas emissoras AM, ainda observamos a variedade de programas, tanto musicais quanto jornalísticos, em oposição ao que se observa nas FMs, em cujas programações a música merece maior destaque.

A linguagem radiofônica obedece a critérios que vão desde a concisão, exatidão, objetividade, simplicidade. Deve ser nítida e agradável aos ouvidos. Tais critérios exigem o uso correto da língua para que se alcancem os objetivos pretendidos de comunicar aos ouvintes. PORCHAT (1986:89) diz que contar apenas com audição significa que o som deverá suprir a falta de imagem. Isto demanda uma linguagem mais do que clara, uma linguagem NÍTIDA, inconfundível, para que o ouvinte “veja” através das palavras. Ora, se isto é verdade, faz-se necessária a realização de pesquisas tomando a mídia radiofônica como objeto de estudo, e inseri-la no contexto das referências bibliográficas, ainda escassas, a fim de torná-las úteis a estudantes, pesquisadores e pessoas interessadas no assunto.

2.3. Rádios Poti e Nordeste: delimitando o corpus da pesquisa

Conforme dissemos anteriormente, as Rádios Poti e Nordeste, ambas em Amplitude Modulada (AM), foram delimitadas por estarem inseridas historicamente no período para análise dos programas radiofônicos (1945-1955).

A rádio Poti foi fundada em 1944, como extensão das atividades da 1ª emissora do Rio Grande do Norte, a Rádio Educadora de Natal - REN, cuja fundação aconteceu em 11 de março de 1940. A REN, na verdade, foi a pioneira e impulsionadora da atividade radiofônica no estado, mas ficou fadada ao fracasso em função da precariedade dos equipamentos e dificuldades financeiras do grupo liderado por intelectuais como Luiz da Câmara Cascudo – renomado historiador e folclorista - e Gentil Ferreira, então prefeito de Natal.

A rádio Poti, na chamada “era de ouro” do rádio potiguar, foi palco para cantores que posteriormente se consagraram no cenário musical do Rio Grande do Norte, através de programas de auditório transmitidos ao vivo. A rádio Nordeste surgiu em 1951 como empreendimento cultural-artístico e também mereceu grande destaque no campo da radiodifusão potiguar.



3. Contextualizando a pesquisa

A pesquisa tem como objetivo geral estudar os documentos sonoros das emissoras de rádio da cidade do Natal-RN, como forma de recuperar a memória histórica e cultural no período compreendido entre 1945 e 1955. Por extensão, traz como objetivos específicos o seguinte: analisar os programas radiofônicos, nas dimensões jornalística e artística; observar as marcas de influência norte-americana na cultura local, a partir da linguagem utilizada pelos locutores, músicas e expressões de época, contextualizar o cotidiano histórico e social do período em que a pesquisa está delimitada, tanto quanto os aspectos de emissão e recepção dos ouvintes subjacentes a essa contextualização, catalogar o acervo dos documentos sonoros, em diversos segmentos tais como: música, política, cultura, esporte, religião, etc. O estudo se insere na categoria de uma pesquisa qualitativa, do tipo documental, que adotará o método da análise do conteúdo (cf. Bardin, 1977). A análise do conteúdo é aqui entendida como um procedimento metodológico de tratamento e análise de informações, colhidas por meio de técnicas de coleta de dados, consubstanciadas em um documento. Segundo Bardin (1977), é um conjunto de técnicas de análise de comunicação que contém informações sobre o comportamento humano atestado por uma fonte documental.

Chizotti (1998:98) esclarece que o objetivo da análise de conteúdo é compreender criticamente o sentido das comunicações, seu conteúdo manifesto ou latente, as significações implícitas ou ocultas.

Embora tenhamos dado início ao processo de coleta de dados, ainda em fase embrionária, pretendemos estabelecer um período para esta etapa, classificando as informações em áudio, por segmento: jornalístico, personalidades que abordaram temas relevantes para a época, músicas, econômico, político e cultural.

De posse das informações, constituiremos um banco de dados em áudio, em seguida procederemos à transcrição de trechos mais relevantes ao objeto de estudo, e por fim, faremos a análise do conteúdo, promovendo a conexão com os objetivos previsto na pesquisa. Como produto final, disponibilizaremos o relatório final, os dados e acervos pesquisados em uma webrádio.
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1 Adriano Lopes Gomes Professor Doutor do Departamento de Comunicação Social da UFRN

Alexandre Ferreira dos Santos Aluno de graduação em Radialismo da UFRN






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