Alexandre mate



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Encontro25.07.2016
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Confira aqui os currículos dos participantes:


ALEXANDRE MATE

Alexandre nasceu em São Paulo e realizou seu mestrado em Teatro pelo Departamento de Artes Cênicas da Escola de Comunicação e Arte da Universidade de São Paulo. Iniciou seu doutorado em História, no campus de Assis da Universidade Estadual Paulista, curso que não concluiu. Atualmente é doutorando em História, USP, sob orientação da Profa. Dra. Maria Aparecida de Aquino. Também é professor de História do Teatro e outras disciplinas, no Instituto de Artes da Universidade Estadual de São Paulo desde 1997. Leciona História do Teatro Brasileiro no Teatro-Escola Célia Helena, desde 1993 e na Escola Livre de Teatro de Santo André, desde 2004. Como ator, atuou em espetáculos de Ana Maria Amaral, Leda Villela, Miroel Silveira e Rô Reis. Foi responsável pela direção de muitos espetáculos, entre eles “Apareceu a Margarida”, Roberto Athayde; “Os fuzis da sra. Carrar”, de Bertolt Brecht; “Cala boca já morreu”, de Luís Alberto de Abreu; “O encoberto”, de Natália Correia; “Miss Algrave”, de Clarice Lispector; “Deixa qu’eu empurro”, de Perito Monteiro; “Baile-Brasil”, roteiro adaptado do filme “O baile”, de Ettore Scola; “Salve o prazer”, de Zeno Wilde; e “A máquina de somar”, de Elmer Rice.



EUGÊNIO LIMA

Sua carreira como DJ teve início em 1993, no subclub, primeira casa noturna de black music fora do circuito tradicional dos bailes. Juntamente com Will Robson e André Cecilliato, formavam os três chapeleiros loucos. O projeto do subclub contava ainda com a presença de Belma Ikeda, Valtinho e Andrea Batata, teve a duração de quatro anos e marcou o surgimento de um novo circuito de música black na cidade de São Paulo. As programações eram variadas e diversas, cobrindo desde shows (racionais mcs, yo!hodelic e dmn, unidade bop, unidade móvel, professor antena, entre outros) até desfiles de moda (rosa chá), passando por festas temáticas e peças de teatro. Participou como dançarino de street dance em shows de Fernanda Abreu , Ed Motta, Skowa, Ira! e Luni. É um dos fundadores do Núcleo Bartolomeu de Depoimentos – grupo de teatro duplamente premiado com a lei de fomento à cultura da cidade de São Paulo com os espetáculos Urgência nas Ruas(2002) e Lendas Urbanas (2004).


JUAREZ TADEU DE PAULA XAVIER

Diretor do curso de Comunicação Social da Universidade Cidade de São Paulo (UNICID) e Axogun do Ilê Axé Iya Mi Agba.


LIZETTE NEGREIROS

Iniciou suas atividades artísticas em Santos, no teatro amador, participando do Grupo do Real Centro Português, do GrupoTeatral Perspectiva de Santos – Persan e depois do Grupo de Teatro Vicente de Carvalho (TVC). No ano de 1969, veio para São Paulo trabalhar profissionalmente no espetáculo “Morte e Vida Severina”, de João Cabral de Mello Neto, dirigido por Silnei Siqueira, na Cia. Paulo Autran. Fez “Hamlet”, de Shakespeare, dirigida por Flávio Rangel; participou do Teatro Popular do Sesi, trabalhando, durante oito anos, com Osmar Rodrigues Cruz; além de participar do “Mambembe”, de Artur Azevedo, dirigido por Gabriel Vilella. Desse período até hoje trabalhou em espetáculos adultos e infantis, fez filmes, televisão, shows, performances, participou de cursos de teatro e foi professora de Teatro Infantil no Teatro Escola Célia Helena. Recebeu prêmios da crítica especializada de São Paulo por sua atuação na área do teatro para criança e adolescente, entre eles, o Molière. Foi uma das fundadoras da Associação Paulista de Teatro para Infância e Juventude (APTIJ). Trabalha no Centro Cultural São Paulo, na área infanto-juvenil, onde, além de responsável pela programação, é curadora de projetos internos. Integra o Grupo de Teatro Vento Forte, que participou, entre março e abril deste ano, do Festival Internacional de Teatro e Dança na Holanda, Itália e Bélgica, com “Bodas de Sangue”, de Garcia Lorca.


PENHA PIETRA’S

Penha Pietra’s é atriz, bailarina, diretora, assistente de direção de Bob Wilson, Hugo Giorgette no filme “Boleiros” e “Jogo Duro”. Trabalhou como atriz na novela “Imigrantes” na TV Bandeirantes, “Sangue do meu Sangue” e “Éramos seis” pelo SBT, e na série “Caso verdade”, da Rede Globo. Professora de dança em cursos livres da USP e PUC em 1992, jurada do troféu Nota 10 pelo jornal Diário de São Paulo referente aos quesitos mestre sala e porta bandeira, e comissão de frente. Diretora fundadora do grupo 16 meninos da 13 de maio, com o qual ganhou os prêmios Mambembe e Governador do Estado. Participou do Festival Internacional de Nova York, em 1992, da abertura da Eco 92, além da abertura da Copa do Mundo na França. Realizou workshops em muitas cidades francesas.



TERESINHA BERNARDO

Formada, no ano de 1969, em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, obteve, na mesma instituição, seu mestrado (em 1986, com “A mulher no candomblé e na umbanda”), doutorado (em 1993, com “Memória em branco e negro: um olhar sobre São Paulo”) e livre-docência (2002) também em Ciências Sociais. Atualmente é professora associada da PUC - SP, colaboradora da Fundação Ford e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq, além da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES. Atua principalmente com temas relacionados a racismo, candomblé, memória, relações de gênero e cultura afro-brasileira.


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