Amigos e servidores da palavra 9 de outubro de 2015 – sexta-feira da XXVII semana do Tempo Comum da palavra do dia



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AMIGOS E SERVIDORES DA PALAVRA
9 de outubro de 2015 – sexta-feira da XXVII semana do Tempo Comum
DA PALAVRA DO DIA
“Se é pelo dedo de Deus que eu expulso os demônios, então chegou para vós o Reino de Deus”.

Lc 11, 20



Como viver esta Palavra?
Os endemoninhados comportavam-se de modo tão antissocial, a ponto de tornar perigosa a convivência com eles. A cura operada por Jesus restituía-lhes a dignidade humana. Só por obra de Deus isto era possível.

Os milagres de Jesus são o sinal da atuação do dedo de Deus na história humana. Em outras palavras, as pessoas não estão entregues à própria sorte. Elas têm quem as defenda contra as investidas do inimigo. A ação divina é humanizadora, resgata o ser humano para o Reino

A Palavra de hoje se insere na discussão suscitada pelos costumeiros opositores de Jesus. Ele acabara de curar um mudo, que estivera possuído por um demônio, e se vê forçado a se defender de uma acusação muito pesada: a de expulsar os demônios com a ajuda de Satanás, aqui chamado de Belzebu.



Jesus não se altera. Ele, a Verdade em pessoa, os confunde, esclarece o fato, chamando em causa os discípulos dos mesmos que o acusam. Se é como estão dizendo a seu respeito, eles, que também expulsam demônios, o fazem em nome de Belzebu, a personificação do mal. Mais uma vez, resplende o modo de dizer e de agir de Cristo, que não precisa de nenhuma força para expulsar o demônio, mas simplesmente invoca “o dedo de Deus”, isto é a intervenção daquele que é seu Pai.

Uma das maiores dificuldades que Jesus enfrentou em seu ministério foi o descrédito de suas obras. Seus adversários não perdiam oportunidade para criticá-lo ou atribuir o que ele fazia a alguma intriga do Maligno. Por trás dessa atitude se ocultava um grande pecado: não reconhecer a ação de Deus.

O afã de ter prestígio e de ser reconhecidos como os únicos líderes os fazia esquecer a finalidade última de qualquer discurso religioso e ser reconhecidos a Deus onde ele se quer manifestar, e não como o faziam os fariseus, publicitar o próprio partido ou movimento. A frase com a qual conclui o primeiro episódio nos ajuda a compreender a dinâmica do bem, da bondade e do amor. As obras boas, a misericórdia, a caridade eficaz, devem ser reconhecidas além de qualquer fronteira. O amor acima de tudo!

Nosso dever como cristãos é colocar-nos do lado das pessoas que transformam positivamente este mundo de miséria e de dor, ainda que elas não compartilhem nossas convicções religiosas.


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