Amor caridade sinceridade



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LAR IRMÃ ZARABATANA

AMOR - CARIDADE - SINCERIDADE



DIRETORIA DE DIFUSÃO DA DOUTRINA ESPÍRITA

RUA CONDE DE BONFIM, 525 – TIJUCA – RIO DE JANEIRO

(Página da C.E.B. – Central Espírita Brasileira, extraída da Web)

Fluidos




INTRODUÇÃO

Há no homem três coisas:



  1. O corpo ou ser material semelhante ao dos animais e animado pelo mesmo princípio vital;

  2. A alma ou ser imaterial, espírito encarnado no corpo;

3) O laço que une a alma ao corpo, princípio intermediário entre a matéria e o Espírito.”

ESPÍRITO PERISPÍRITO CORPO FÍSICO


“O Espírito é envolvido por uma substância que é vaporosa para ti, mas ainda bastante grosseira para nós; suficientemente vaporosa, entretanto, para que ela possa elevar-se na atmosfera e transportar-se para onde quiser. Como a semente de um fruto é envolvida pelo perisperma, o Espírito propriamente dito é revestido de um envoltório que, por comparação, se pode chamar perispírito.” (01)

PERISPÍRITO = O QUE ESTÁ EM TORNO DO ESPÍRITO


“O perispírito ou corpo fluídico dos Espíritos; é um dos mais importantes produtos do fluido cósmico; é uma condensação desse fluido em torno de um foco de inteligência ou alma. O corpo carnal tem seu princípio de origem nesse mesmo fluido condensado e transformado em matéria tangível. No perispírito, a transformação molecular se opera diferentemente, porquanto, o fluido conserva a sua imponderabilidade e suas qualidades etéreas. O corpo perispirítico e o corpo carnal têm pois origem no mesmo elemento primitivo; ambos são matéria, ainda que em dois estados diferentes.” (02)
Recordando:

“Fluido Cósmico Universal é a matéria primitiva, cujas modificações e variações constituem a inumerável variedade dos corpos da natureza. ”Elemento primordial F.C.U. base de tudo o que existe.

O termo perispírito foi criado por Allan Kardec, o insigne codificador da Doutrina Espírita, que por seu talento, cultura e repetidas e metódicas experiências, veio desassombradamente, enfrentar concepções dogmáticas, científicas e religiosas, provando a constituição ternária do Homem, pela existência do mediador plástico entre o corpo e a alma.
Estudando as religiões e as filosofias que antecederam o Espiritismo, vê-se que o perispírito é conhecido pelos estudiosos desde a mais remota antigüidade. Eles procuraram mais ou menos teoricamente um elemento fluídico ou semi-material que pudesse servir de traço de união, numa harmônica gradação vibratória, entre o corpo físico, material e o Espírito quintessenciado e sutil, donde resultou para o perispírito, uma gama de rica nomenclatura.
No Egito, a mais antiga crença, a dos “Começos” (5000 anos antes de Cristo), já acreditava na existência de um corpo para o Espírito. Chamavam-no KHA.

Na China, Confúcio falou do “corpo aeriforme”.

Filósofos gregos denominavam-no “veículo leve”, “corpo luminoso”, “carro sutil da alma.”

Pitágoras nominava-o “carne sutil da alma”.

Dentre os primeiros cristãos, Paulo já o chamava “corpo espiritual”, conforme escreveu aos Coríntios (I, Epístola, 15:44): “É semeado corpo animal, ressuscitará o corpo espiritual. Se há corpo animal, também o há espiritual.”

Na cultura moderna, Paracelso, no séc. XIV, detectou-o sob a designação de “corpo astral”. Allan Kardec, no séc. XIX, denominou-o “Perispírito”.

Com a criação da fotografia “Kirlian” pelos cientistas russos Semyon D. Kirlian e sua esposa Valentina, em 1939, descobriram um “corpo energético” ao qual denominaram “corpo bioplásmico” ou “bioplasmático”;



“Modelo Organizador Biológico” (MOB) para os cientistas russos e outros estudiosos do assunto.

Atualmente André Luiz, Espírito, e Dr. Jorge Andréa dos Santos, médico e profundo estudioso do Espiritismo, denominam-no “Psicossoma”.



Formação do Perispírito


O Espírito tira o seu envoltório semi-material do fluido universal de cada globo. É por isso que ele não é o mesmo em todos os mundos; passando de um mundo para outro, o Espírito muda de envoltório como mudais de roupa.” (01)
Como a natureza dos mundos varia com seu grau de evolução, será maior ou menor a materialidade dos corpos físicos de seus habitantes, e os perispíritos guardam relação, quanto à sua composição, com esse grau de materialidade.

“A natureza do envoltório fluídico está sempre em relação com o grau de adiantamento moral do Espírito.” (...) (02)
À condição moral do Espírito corresponde, por assim dizer, uma determinada densidade do perispírito. Maior elevação, menor densidade fluídica. Maior inferioridade, maior densidade, isto é, o perispírito é mais grosseiro, com maior condensação fluídica. Os Espíritos inferiores não podem mudar de envoltório a seu bel-prazer, pelo que não podem passar, à vontade, de um mundo para outro. A acentuada densidade do perispírito de grande número de Espíritos, leva-os a confundi-lo com o corpo físico, razão por que continuam a crer-se vivos e vivem na Terra, imaginando-se entregues a ocupações que lhes eram habituais.
Os perispíritos dos Espíritos superiores, de reduzido peso específico, lhes confere uma leveza que lhes permite viver nos planos elevados, assim como o seu deslocamento para outros mundos. É claro que tais espíritos podem descer aos planos inferiores e, normalmente, dada a sutileza de seu envoltório não são percebidos pelas entidades inferiores.
Quando encarnado, o Espírito mantém seu envoltório perispirítico, constituindo-lhe o corpo carnal, por conseguinte, um segundo envoltório mais grosseiro, apropriado ao meio físico onde vive suas experiências.

O perispírito, nessa situação, “(...) serve de intermediário ao Espírito e ao corpo. É o órgão de transmissão de todas as sensações (...)” (03) quer partam do Espírito, quer venham do exterior, através do corpo físico.


Dado ao estado grosseiro da matéria, os Espíritos não podem agir diretamente sobre ela. Têm de fazê-lo através de seu perispírito. “Por meio do perispírito é que os Espíritos atuam sobre a matéria inerte e produzem diversos fenômenos mediúnicos (...).” (03)

Os fluidos perispiríticos se constituem, sob a ação da vontade dos Espíritos, em verdadeiras alavancas que lhes permitem produzir pancadas, ruídos, deslocamentos de objetos, etc.
“O envoltório perispirítico de um Espírito se modifica com o progresso moral que este realiza em cada encarnação, embora ele encarne no mesmo meio. Os Espíritos superiores, encarnados excepcionalmente, em missão, num mundo inferior, têm perispírito menos grosseiro do que o dos indígenas desse mundo.” (02)

“O Espírito encarnado, conserva, com as qualidades que lhe são próprias, o seu perispírito que, como se sabe, não fica circunscrito pelo corpo, mas irradia ao seu derredor e o envolve como que de uma atmosfera fluídica.”


Pela sua união íntima com o corpo, o perispírito desempenha preponderante papel no organismo. Pela sua expansão, põe o Espírito encarnado em relação mais direta com os Espíritos livres e também com os Espíritos encarnados.

O pensamento do encarnado atua sobre os fluidos espirituais, como o dos desencarnados, e se transmite de Espírito a Espírito pelas mesmas vias e, conforme seja bom ou mau, saneia ou vicia os fluidos ambientes.


Desde que estes se modificam pela projeção dos pensamentos do Espírito, seu envoltório perispirítico, que é parte constituinte do seu ser e que recebe de modo direto e permanente a impressão de seus pensamentos, há de, ainda mais, guardar a de suas qualidades boas ou más. Os fluidos viciados pelos eflúvios dos maus Espíritos podem depurar-se pelo afastamento destes, cujos perispíritos, porém serão sempre os mesmos, enquanto o Espírito não se modificar por si próprio.

Propriedades do Perispírito

As propriedades do perispírito constituem aquelas qualidades especiais que lhe permitem efetuar suas funções. São elas:



Luminosidade e Opacidade:

“Admite-se em princípio que o Espírito pode dar ao ser perispírito todas as aparências. Que, por uma modificação das disposições moleculares, pode lhe dar a visibilidade, a tangibilidade e em conseqüência a opacidade.” “... o perispírito de uma pessoa viva, não fora do corpo mas irradiando ao redor do corpo de maneira a envolvê-lo como uma espécie de vapor. (...) Poderá mesmo mudar de aspecto, ficar brilhante, de acordo com a vontade ou o poder do Espírito.” (04)



Eterização e Densidade:

É sua característica etérea, vaporosa, diretamente dependente do grau de evolução do seu Espírito. Quanto mais adiantado o Espírito que o comanda, mais sutil - por razões óbvias - o seu estado de eterização. “.... o Espírito é uma flama, uma centelha. Isto se aplica ao Espírito propriamente dito, como princípio intelectual e moral, ao qual não saberíamos dar uma forma determinada. Mas, em qualquer de seus graus, ele está sempre revestido de um invólucro ou perispírito, cuja natureza se eteriza à medida que ele se purifica e se eleva na hierarquia.” (04)



Expansibilidade:

Quando se expande, o perispírito o faz sob os aspectos da exteriorização e pela irradiação. Por esta propriedade do perispírito é que há a comunicabilidade entre encarnados e desencarnados, na mediunidade de psicofonia ou incorporação mediúnica, isto se dá pela irradiação ou exteriorização perispirítica, que permite ao médium maior liberdade, podendo ser influenciado pelo campo vibratório de Espíritos desencarnados.

Esta propriedade do perispírito é que permite a obtenção do fenômeno de transporte, que “em geral são e continuarão a ser excessivamente raros.” (04)

Contratibilidade:

“A matéria sutil do perispírito não tem a persistência e a rigidez da matéria compacta do corpo. Ela é, se assim podemos dizer, flexível e expansível. ... ela se molda à vontade do Espírito que pode lhe dar a aparência que quiser.” ...“Desembaraçado do corpo que o comprimia, o perispírito se distende ou se contrai, se transforma, em um palavra: se presta a todas as modificações, segundo a vontade que o dirige.” (04)



Na exteriorização - movimentação centrífuga que pressupõe uma outra, centrípeta, de retorno, promovida pela contratibilidade do perispírito, responsável por inúmeros fenômenos. Pela exteriorização, o Espírito pode comunicar-se, transportar-se e exercer sua visão espiritual.

Irradiação - Produz a Aura e as possibilidades do fenômeno mediúnico da Transfiguração.

Visibilidade e Invisibilidade:

Devido à rarefação se sua substância, o perispírito é invisível. Mas, segundo a vontade e possibilidade do Espírito, ele pode tornar-se visível, para mostrar-se. “...se perder a transparência, o corpo pode desaparecer, tornar-se invisível, velar-se como se estivesse mergulhado num nevoeiro.” (04)



Tangibilidade e Intangibilidade:

Normalmente o perispírito é intangível, devido à rarefação de sua substância e nisso reside uma de suas inúmeras propriedades. Poderia tornar-se tangível, (por uma modificação das disposições moleculares), por momentos, resistente ao tato do encarnado que porventura o tocasse.


Penetrabilidade:

Esta propriedade do perispírito comprova sua semi-materialidade e eterização. O perispírito não conhece barreiras materiais. Pode atravessar muros e paredes deste mundo físico. É preciso lembrar porém, que as construções do mundo espiritual, poderiam constituir, sim, obstáculos ao perispírito do desencarnado ( ou do encarnado, quando desdobrado), tanto quanto as nossas aos seres encarnados, dependendo da evolução de cada um.



Mobilidade:
A vontade é seu único motor.

Mutabilidade:

“A forma do perispírito é a forma humana, e quando nos aparece é geralmente a mesma sob a qual conhecemos o Espírito na vida física. ... o perispírito se modela de alguma maneira sobre ela e lhe conserva a forma.”

“... A matéria do perispírito é flexível e expansível. Por isso a forma que ela toma, mesmo que decalcada do corpo, não é absoluta. Ela se molda à vontade do Espírito, que pode lhe dar a aparência que quiser, enquanto o invólucro material lhe ofereceria uma resistência invencível.”
Desembaraçado do corpo que o comprimia, o perispírito se distende ou se contrai, se transforma, em um palavra: se presta a todas as modificações, segundo a vontade que o dirige. É graças a esta propriedade do seu invólucro fluídico que o Espírito pode fazer-se reconhecer quando necessário, tomando exatamente a aparência que tinha na vida física, e até mesmo com os defeitos que possam servir de sinais par o reconhecimento.”

Sensibilidade à ação magnética:

As vibrações da alma atingem a matéria quintessenciada do perispírito por ressonância. Como conseqüência, chegam a influenciar, também, o organismo físico, e há casos em que o perispírito se deixa “modificar” na sua forma e reflete os influxos mentais (a mente é a parte do comando consciente). Esta ação é tão possível para o aspecto positivo (capacidade para refazer-se) quanto para o negativo quando se deixa afetar por sentimentos de culpa ou por ação hipnótica ou sugestiva de obsessores. Este último caso explica os casos de licantropia. Esta é a chamada condição plasticizante do perispírito.

Indivisibilidade:

O perispírito não pode ser separado em partes estanques, como se retalha, por exemplo, um organismo animal para dissecação anatômica.



Funções do Perispírito

* Assegura a estabilidade da vida.



  • Órgão sensitivo do Espírito (o perispírito é apenas intermediário), entre o Espírito e a matéria. Ele não é de si mesmo inteligente, pois que é matéria, mas serve de veículo ao pensamento, às sensações e percepções do Espírito. É o Espírito que sente.

  • “...O Espírito quer, o perispírito transmite e o corpo executa.”

  • Constitui o invólucro do Espírito.

  • É o arquivo da memória (o Espírito é a sede da mente ).

* Desprende-se do corpo físico projetando-se o duplo à distância.

* Irradia em torno do corpo físico, formando uma atmosfera fluídica denominada Aura.

* É o princípio de todos os fenômenos espíritas de ordem material.


  • Molda o embrião, imprimindo-lhe toda a sua personalidade física típica - individualidade i inconfundível.

“Quando um Espírito tem de encarnar num corpo humano em vias de formação, um laço fluídico, que mais não é do que uma expansão de seu perispírito, o liga ao gérmen que o atrai por uma força irresistível, desde o momento da concepção. À medida que o gérmen se desenvolve, o laço se encurta. Sob a influência do princípio vito-material do gérmen, o perispírito, que possui certas propriedades da matéria, se une, molécula a molécula ao corpo em formação, donde o poder dizer-se que o Espírito, por intermédio do seu perispírito, se enraíza de certa maneira nesse gérmen, como uma planta na terra. Quando o gérmen chega ao seu pleno desenvolvimento, completa é a união; nasce então o ser para a vida exterior.”

Ação do Perispírito nos Fenômenos Mediúnicos

Por meio do perispírito é que os Espíritos atuam sobre a matéria inerte e produzem os diversos fenômenos mediúnicos.



Transporte:

“Combinando-se fluido perispirítico do médium e do Espírito resultará uma força una. Com este fluido resultante é que o Espírito pode isolar, tornar invisível e transportar objetos.” (04)



Manifestações visuais:

O Espírito se torna visível, após combinar os seus fluidos com os do médium, o que produz no perispírito uma disposição especial, seja por uma espécie de condensação ou por uma mudança em suas disposições moleculares. É então que nos aparece de maneira vaporosa.

A simples vontade não basta para produzir esse efeito. É preciso que haja entre os fluidos do Espírito e o do médium uma espécie de afinidade e também é preciso que o Espírito tenha a permissão de aparecer para aquela pessoa.

Transfiguração:

O perispírito das pessoas vivas goza das mesmas propriedades que o dos Espíritos. O perispírito do encarnado não se acha confinado no corpo: irradia e forma em torno deste uma atmosfera fluídica, envolvendo-o. A forma real e material do corpo se desvanece sob aquela camada fluídica e toma por momentos uma aparência inteiramente diversa mesmo a de outra pessoa ou a do Espírito que combina seus fluidos com os do indivíduo. Pode a imagem real do corpo apagar-se mais ou menos completamente, sob a camada fluídica, e assumir outra aparência ou, então, vistos através da camada fluídica modificada, os traços primitivos podem tomar outra expressão.

As transfigurações refletem sempre qualidades e sentimentos predominantes no Espírito. Ela pode operar-se com intensidades muito diferentes, conforme o grau de depuração do perispírito, grau que sempre corresponde ao da elevação moral do Espírito. Ás vezes é uma simples mudança no aspecto da fisionomia, outras vezes dá ao perispírito uma aparência luminosa e esplêndida.” (03)

Materializações:

O Espírito absorve o ectoplasma - matéria-prima da materialização - ao médium presente e por ação do seu perispírito lhe imprime toda a plasticidade, corporizando-a, individualizando-a no seu próprio tipo definido e inconfundível.

Manifestações físicas: ruídos, pancadas, movimentos, suspensões

O fluido perispirítico do Espírito unido ao do médium é que anima os objetos fazendo-os movimentar ou ainda dando pancadas, etc.

É igualmente com o concurso do seu perispírito que o Espírito faz com que os médiuns escrevam., falem, desenhem.

Bicorporeidade:

“Enquanto o corpo se acha mergulhado em sono, o Espírito, transportando-se a diversos lugares, pode tornar-se visível e aparecer sob forma vaporosa, quer em sonho, quer em estado de vigília. Pode igualmente apresentar-se sob forma tangível, ou, pelo menos, com uma aparência bem idêntica à realidade. As pessoas afirmam tê-lo visto ao mesmo tempo em dois pontos diversos. Ele, com efeito, estava em ambos, mas apenas num se achava o corpo verdadeiro, achando-se no outro o Espírito. Foi este fenômeno que deu origem à crença nos homens duplos. Este fenômeno é muito raro.” (03)



Dupla vista:

O Espírito ouve, vê e sente por todo o seu ser, tudo o que se encontra na esfera de irradiação do seu fluido perispirítico.” Ele, não vê com os olhos do corpo; vê com os olhos da alma e a prova está em que vê perfeitamente bem com os olhos fechados e vê o que está muito além do alcance do raio visual.” (03)



Curas:

O fluido universal modificado, condensado no perispírito, pode fornecer princípios reparadores ao corpo; o Espírito encarnado ou desencarnado é o agente propulsor que infiltra num corpo deteriorado uma parte da substância do seu envoltório fluídico. A cura se opera mediante a substituição de uma molécula malsã por uma molécula sã. O poder curativo depende além da pureza da substância inoculada, da energia da vontade que, quanto maior for, tanto mais abundante emissão fluídica provocará e tanto maior força de penetração dará ao fluido.” (02)



Emancipação da alma:

“Durante o sono, apenas o corpo repousa; o Espírito, esse não dorme; aproveita-se do repouso do primeiro e dos momentos em que a sua presença não é necessária para atuar isoladamente e ir aonde quiser, no gozo então da sua liberdade e da plenitude das suas faculdades.”

“A independência e a emancipação da alma se manifestam de maneira evidente, sobretudo no fenômeno do sonambulismo natural e magnético, na catalepsia e na letargia.” ...“o êxtase é a emancipação da alma no grau máximo.” (03)

Bibliografia



1. Kardec, Allan - introdução VI - In: - Livro dos Espíritos - Questão. 93 - 94 -
2. Kardec, Allan - Cap. XIV - In: - A Gênese - Cap. XIV - itens 2 - 7- -9 - 10 - 18
3. Kardec, Allan - O perispírito como princípio das manifestações - In: - Obras Póstumas - Item 10 -1a parte - item 13 - 1a parte - Manifestações dos Espíritos - itens 22 - 24 - 25- 29 -32

(Reproduzido para distribuição interna em apoio ao Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita – Roberto Nunes)


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