Anais do congresso brasileiro de ciências do esporte: a pedagogia histórico-crítica



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ANAIS DO CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DO ESPORTE:

A PEDAGOGIA HISTÓRICO-CRÍTICA
Thaís Cristina de Oliveira

thais_educa@yahoo.com.br

Mestranda em Educação – PPGED/UFU/ CAPES



  1. Introdução

O presente artigo teve como propósito analisar a influência da Pedagogia Histórico-Crítica e oferecer um debate no campo da Educação Física. Consideraram-se os trabalhos publicados nos Anais do Congresso Brasileiro de Ciências do Esporte (CONBRACE) dos anos de 2005 e 2007. Isso proporcionou uma reflexão contextualizada no campo da Educação Física e da Pedagogia Histórico-Crítica sobre os limites e possibilidades de contribuição para ambos a partir de suas especificidades.

Objetivou-se mapear, identificar e analisar nos Anais os estudos que abordaram a Pedagogia Histórico-Crítica.

A opção por desenvolver este estudo que apresenta um panorama dos estudos acerca do tema é de açambarcar em uma proposta de análise da Pedagogia Histórico-Crítica na área da Educação Física, a fim de utilizar os Anais como fonte bibliográfica deste estudo. Este por sua vez, considerado como um dos mais importantes veículos de difusão do saber produzido nos cursos/programas de graduação/pós-graduação e em outras instâncias da produção do conhecimento. Nesse sentido, a escolha pelos Anais do CONBRACE, deve-se ao fato do mesmo constituir-se em publicações dos congressos que o CBCE (Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte) entidade esta de maior representatividade dos profissionais na área da Educação Física em todo o País, o qual corrobora para a divulgação e expansão nesta área de conhecimento. Este se faz presente nas principais discussões relacionadas à área de conhecimento na qual está inserido e é intimamente ligado à SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência).

Utilizou-se o método quantitativo o qual se define primeiramente, conforme Gil (1987) por postular a existência de uma realidade externa que pode ser examinada com objetividade, pelo estabelecimento de relações causa-efeito, e analisando qualitativamente, propôs-se aprofundar na compreensão dos fenômenos que estudaram-se, interpretando-os segundo a perspectiva dos participantes da situação enfocada.

Delimitou-se ao estudo a análise específica dos artigos publicados nos Anais do CONBRACE nos anos de 2005 e 2007. A delimitação e escolha desta publicação para estudo deram-se a partir de argumentos sustentados de que estes foram os maiores eventos (número de participantes e trabalhos apresentados) em expressão nacional e internacional na área da Educação Física e Esportes, privilegiando como fonte de estudo os artigos nos quais estão concentradas produções cientificas de acadêmicos e profissionais da área de Educação Física. Devido tal importância e a promoção para discussões e construção de uma política científica coerente com os interesses e necessidades da área específica garantindo um espaço para a comunidade discutir e construir propostas para uma formação profissional cada vez mais qualificada e para a ampliação do acesso da comunidade às instâncias que organizam e programam ações voltadas para a pesquisa nos diversos campos.

Para a investigação serviu-se dos Anais em CD-ROM, os quais foram produzidos e distribuídos pela comissão organizadora do evento. O método de análise utilizado foi o quantitativo-qualitativo. Por isso os artigos foram enumerados, catalogados, analisou-se de acordo com cada GTTs - Grupos de Trabalho Temático aqueles que continham abordagens da pedagogia Histórico-Critica.

Segundo Saviani (1992) a estrutura da Pedagogia Histórico-Crítica é a tentativa de superar tanto os limites das pedagogias não críticas como também os das teorias crítico-reprodutivistas e o empenho em analisar e compreender a questão educacional a partir do desenvolvimento histórico-objetivo. Tem, portanto, sua concepção pressuposta no materialismo histórico dialético.

De acordo com Saviani (1992) a pedagogia histórico-crítica “procurava reter o caráter crítico de articulação com as condicionantes sociais que a visão reprodutivista possui, vinculado, porém à dimensão histórica que o reprodutivismo perde de vista”. (SAVIANI, 1992, p. 75).

A partir dessa apresentação, faz-se necessárias algumas considerações sobre o histórico dessa pedagogia e o arcabouço que a legitima.



2. Pedagogia Histórico-Crítica: breve histórico
A Pedagogia Histórico-Crítica iniciou-se como uma proposta no ano de 1978, em um seminário sobre Educação Brasileira, em Campinas, pois havia preocupações com os desdobramentos das teorias crítico-reprodutivistas1. De acordo com Saviani (1992) tornou-se evidente nestas discussões o caráter mecanicista, não dialético, a - histórico desta concepção. Percebeu-se então a necessidade de análise do problema educacional que resultasse em orientações pedagógicas e favorecesse a criação de alternativas para solucionar os problemas e não apenas apontá-los e criticá-los. Os esforços deixaram de ser isolados e nas discussões coletivas.

Ribeiro (1994) descreveu que no ano de 1979 configurou-se mais claramente a concepção histórico-crítica. Saviani juntamente com onze alunos doutorandos na PUC (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) buscou uma formulação teórica para superar os limites das teorias crítico-reprodutivistas, com a apresentação de uma proposta pedagógica articulada com os interesses populares de transformação da sociedade.

De acordo com os estudos de Saviani (1992) as teorias pedagógicas, podem ser inicialmente divididas como: teorias pedagógicas críticas e teorias pedagógicas não-críticas.

As teorias pedagógicas críticas inserem os “determinantes sociais da educação” em suas análises, enquanto as teorias pedagógicas não-críticas vêem a educação como poder de determinar as relações sociais utilizando uma autonomia plena em relação à estrutura social" (SAVIANI, 1992, p 93). As teorias pedagógicas nova, tradicional e a tecnicista são não-críticas e a teoria pedagógica crítico-reprodutivista e a histórico-crítica são consideradas como críticas.

Segundo Libâneo (1991, apud Ribeiro 1994) a Pedagogia Histórico-Crítica foi sendo tecida, “na linha das sugestões das teorias marxistas que não se satisfazendo com as teorias crítico-reprodutivistas postulam a possibilidade de uma teoria crítica da educação que capte criticamente a escola como instrumento coadjuvante no projeto de transformação social”. (LIBÂNEO 1991, apud RIBEIRO 1994. p 31).

Conforme Saviani (2007) a fundamentação teórica da Pedagogia Histórico-Crítica nos aspectos filosóficos, históricos, político-sociais e econômicos seguiram as investigações desenvolvidas por Marx sobre as condições históricas de produção da existência humana que resultaram na forma da sociedade capitalista.

Saviani (1992) utilizou a concepção de natureza humana proposta por Marx e Engels de que o homem necessita produzir continuamente sua existência e é pelo trabalho que ele age sobre a natureza adaptando-a as suas necessidades. Perante as concepções desses autores Saviani (1992) incorporou às suas reflexões uma análise crítica e contextualizada das circunstâncias histórico-culturais e isso proporcionou uma autonomia de pensamento e uma coerência com o método que propõe para implantar sua proposta pedagógica.

Desse modo Saviani (1992) propôs a Pedagogia Histórico-Crítica visando à unidade de seus oponentes, ou seja, apresenta os resultados de uma discussão dialética que envolveu as teorias não-críticas, em todos os seus âmbitos e categorias, com a “elaboração de uma concepção pedagógica em consonância com a concepção de mundo e de homem própria do materialismo dialético” (SAVIANI, 2007. p 420).

Em suas análises Saviani (1992) propagou a Pedagogia Histórico-Crítica como a passagem da visão crítico-mecanicista, crítico – a-histórica para uma visão crítica dialética, ou seja, histórico-crítica da educação. O sentido básico da expressão Pedagogia Histórico Crítica é a articulação de uma proposta pedagógica que tenha o compromisso não apenas de manter a sociedade, mas de transformá-la a partir da compreensão dos condicionantes sociais e da visão que a sociedade exerce determinação sobre a educação e esta reciprocamente interfere sobre a sociedade contribuindo para a sua transformação. Diante dessa transformação o autor refere-se à educação como uma atividade que supõe uma heterogeneidade real e uma homogeneidade possível; uma desigualdade no ponto de partida e uma igualdade no ponto de chegada.

Dessa maneira o autor define a educação como um processo de trabalho não material (diferente do trabalho material que visa à produção de bens materiais para subsistência), no qual o produto não se separa do ato de produção. Neste âmbito o trabalho educativo é “o ato de produzir direta e intencionalmente, em cada indivíduo singular, a humanidade que é produzida histórica e coletivamente pelo conjunto de homens” (SAVIANI, 1992, p 21). A produção intencional da humanidade implica a produção de idéias, conceitos valores, hábitos, atitudes, conhecimentos, ou seja, a produção do saber ou a forma pela qual o homem apreende o mundo e é humanizado.

De acordo com Gasparin (2002), diante desses aspectos analisar-se-á o método de ensino da Pedagogia Histórico Crítica preconizado por Saviani.

Segundo Gasparin (2002) Saviani preferiu falar de momentos que caracterizam o método, estes por sua vez devem ser articulados em um movimento único, cuja duração de cada um deles deve variar de acordo com as situações específicas que envolvem a prática pedagógica. Esses momentos são divididos em cinco: a) a prática social que é comum a professores e alunos embora do ponto de vista pedagógico dos professores e alunos possam apresentar diferentes níveis de conhecimento e experiência desta prática social; b) a problematização e tem como objetivo identificar que questões precisam ser resolvidas dentro da prática social e que conhecimentos é preciso dominar para resolver estes problemas; c) a instrumentalização, ou seja, apropriação dos instrumentos teóricos e práticos necessários à solução dos problemas identificados, que depende da transmissão dos conhecimentos do professor para que essa apropriação aconteça já que esses instrumentos são produzidos socialmente e preservados historicamente; d) a catarse que é a efetiva incorporação dos instrumentos culturais e a forma elaborada de entender a transformação social; e) a prática social definida agora como ponto de chegada em que os alunos atingem uma compreensão que supostamente já se encontrava o professor no ponto de partida.



Gasparin (2002), afirma que a prática social neste sentido é alterada qualitativamente pela mediação da ação pedagógica, a qual enfatiza o conteúdo a ser ministrado.

3. Panorama quantitativo dos trabalhos
Conforme as explanações anteriores os Anais de 2005 e 2007 do CONBRACE foram catalogados e enumerados para melhor apreciação e enquadramento ao objetivo deste trabalho. Desse modo, podem ser representados da seguinte forma:

Tabela 1: Total de artigos em cada GTT nos Anais de 2005 e 2007.


GTTs

Número de Artigos 2005

Número de Artigos 2007

1 - Atividade Física e Saúde

37

27

2- Comunicação e Mídia

35

35

3- Corpo e Cultura

48

45

4- Epistemologia

36

29

5- Escola

56

36

6- Formação de Professores e Mundo do Trabalho

47

38

7- Memórias da Educação Física e Esporte

31

26

8- Movimentos Sociais

27

12

9- Pessoas Portadoras de Necessidades Especiais

29

11

10- Políticas Públicas

14

28

11- Pós-Graduação

06

--

12- Recreação e Lazer

33

31

13- Treinamento Esportivo

21

16

Total de artigos em todos GTTs

420

334

Na Tabela 1 percebe-se a quantidade de artigos publicados e apresentados resultando ao todo 754 publicações, sendo este número maior no ano de 2005. Pode-se verificar que no Anais de 2005 o GTT Pós-Graduação esteve presente com 06 trabalhos e já no ano de 2007 não houve trabalhos inscritos para a manutenção do GTT, tendo assim nesse CONBRACE a permanência de 12 GTTs.



Analisando a Tabela 1 observa-se que no GTT Comunicação e Mídia nos dois eventos permaneceu com a mesma quantidade de publicações, o GTT Políticas Públicas foi o único que aumentou consideravelmente a quantidade de trabalhos apresentados de 14 artigos em 2005 para 28 artigos em 2007 . Todos os demais GTTs do ano de 2005 para o ano de 2007 diminuíram o número de publicações.


Tabela 2: GTTs e número de artigos que tem como assunto a Pedagogia Histórico-Critica.

GTTs

Número de artigos selecionados

Anais 2005 Anais 2007

1 - Atividade Física e Saúde

0

0

2- Comunicação e Mídia

0

0

3- Corpo e Cultura

0

0

4- Epistemologia

1

0

5- Escola

0

0

6- Formação de Professores e Mundo do Trabalho

2

4

7- Memórias da Educação Física e Esporte

0

0

8 -Movimentos Sociais

0

1

9- Pessoas Portadoras de Necessidades Especiais

0

0

10- Políticas Públicas

0

1

11- Pós-Graduação

0

0

12- Recreação e Lazer

0

1

13- Treinamento Esportivo

0

0

Total de artigos nos GTTs

3

7

Na segunda Tabela pode-se verificar os trabalhos que abordaram como assunto a Pedagogia Histórico-Crítica. Identificou-se no Anais do ano de 2005 apenas 2 GTTs os quais tiveram trabalhos publicados com ênfase nessa pedagogia, o GTT Formação de Professores e Mundo do Trabalho com 2 artigos e o GTT Epistemologia com 1 artigo. No anais do ano de 2007 o GTT Formação de Professores e Mundo do Trabalho apresentou-se com 4 trabalhos e os GTTs Movimentos Sociais, Políticas Públicas e Recreação e Lazer cada um com 1 trabalho publicado, totalizando 7 artigos nesse anais. Nessa Tabela demonstrou-se que apenas 10 artigos abordaram a Pedagogia Histórico-Crítica nos dois anos do evento.


4. Pedagogia Histórico-Crítica: suas contribuições para Educação Física
Atendendo ao objetivo proposto neste trabalho verificou-se que dentre 754 publicações nos Anais de 2005 e 2007 do CONBRACE apenas 10 artigos continham a abordagem da Pedagogia Histórico-Crítica. Diante disso, ao analisar os trabalhos notadamente certificou-se que apenas 1 trabalho abordou a pedagogia referida como referencial teórico explicitamente, todos os outros artigos abordaram essa pedagogia nas entrelinhas. Desse modo, pode-se referir que os 10 artigos publicados todos tiveram como citação o principal autor da Pedagogia Histórico-Crítica. Nos estudos utilizaram a pedagogia Histórica - Critica para a estruturação e análise dos referidos trabalhos. Os estudos enfatizaram autores específicos da área da Educação Física, àqueles os quais tiveram como referencial teórico as obras de Dermeval Saviani e a Pedagogia Histórico-Crítica.

Nitidamente identificou-se que de maneira intrínseca todos os trabalhos possuíam a abordagem construída por Saviani no ano de 1979 e a importância dessa concepção de educação para o campo da Educação Física principalmente no que tange a formação de professores.

Com a análise desses artigos notou-se que o campo de investigação da Educação Física sofreu as mesmas influências que a Pedagogia em geral. O palco da Educação Física perpassou por processos de transformação educacional desde a República até os dias atuais. Estes processos inovadores ou os quais tentam ser e são necessários para uma melhor qualidade no ensino.

Perante as análises dos artigos notadamente verificou-se que a Pedagogia Histórico-Crítica influenciada pelo pensamento materialista histórico e dialético no campo da Educação Física teve seu modelo hegemônico fundamentado nas ciências biológicas e nas regras do mercado capitalista o qual passou a sofrer críticas a partir da década de 80. Nesse período de crise na Educação Física e em seus conteúdos, cuja fundamentação teórica abalizava nas ciências naturais de raiz positivista, passaram por um processo de reflexão e crítica, originados nas ciências sociais.

Bracht (1992) esclarece que as discussões sobre os rumos da educação que se iniciaram na década de 60, levaram os pesquisadores, em busca da legitimação social e do desenvolvimento do conhecimento da área, a dedicarem seus esforços no sentido de intervir na realidade da educação física no âmbito educacional. Nesse sentido é que a temática formação de professores ganhou força e ocupou espaço nas pesquisas científicas, seguindo um movimento mundial de reformas educacionais e de estudos neste campo, principalmente na Espanha. Essa temática fortemente influenciada pela Pedagogia Histórico-Crítica.

Nessa conjuntura verificamos o quão são importantes trabalhos dessa proporção, pois se tornam veículos de difusão do saber produzido nos programas de graduação e pós-graduação, devido ao fato de proporcionar à comunidade acadêmica a oportunidade de conhecer determinada área do conhecimento, bem como entender facetas da Educação e Educação Física em geral.



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BRACHT, Valter. Educação física e aprendizagem social. Porto Alegrel: Magister, 1992.
GASPARIN, João L. Uma didática para a pedagogia histórico-crítica. Campinas,

SP: Autores Associados, 2002.


LIBÂNEO, José Carlos. A Didática e as Tendências Pedagógicas. In CONHOLATO, M. Conceição et al. (orgs). A Didática e a Escola de 1° grau. São Paulo: Fundação para o Desenvolvimento da Educação, 1991.
RIBEIRO, Maria Luisa Santos. Depoimento relativo à minha experiência pessoal com Saviani. In: SILVA JÚNIOR, Celestino Alves da. (org.)Dermeval Saviani e a educação brasileira. O Simpósio de Marília. São Paulo: Cortez, 1994.
SAVIANI, Dermeval. Escola e Democracia. 39 ed. São Paulo, Cortez/Autores

Associados, 2007.



______________.Pedagogia histórico-crítica: primeiras aproximações. 3 ed. São Paulo: Cortez/Autores Associados 1992.


1 Pedagogia crítico-reprodutivista: segundo Saviani (1992) criada em 1968 foi um movimento que pretendia realizar a revolução social pela revolução cultural, impulsionou a crítica ao regime autoritário e à pedagogia autoritária e tecnicista. De acordo com Saviani (1992) a mesma “postula não ser possível compreender a educação senão a partir dos seus condicionantes sociais”, além de que a “função básica da educação é reproduzir as condições sociais vigentes”. (SAVIANI,2007, p. 391)


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