Angela marisa de moraes silva elizete aparecida do prado faria maria aparecida santos sousa



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AVALIANDO AS AVALIAÇÕES
AMÉLIA CAROLINA VILAS BOAS

ANGELA MARISA DE MORAES SILVA

ELIZETE APARECIDA DO PRADO FARIA

MARIA APARECIDA SANTOS SOUSA

MARIA DAS DORES SABINO

MARIA JOSÉ DE SOUSA AMADOR
Faculdade de Filosofia Ciências e Letras Eugênio Pacelli (FAFIEP)

Universidade do Vale do Sapucaí

Av. Pref. Tuani Toledo, 470 – 37550-000 – Pouso Alegre – MG – Brasil
Este artigo é uma proposta apresentada na III Semana das Licenciaturas realizada no período de 9 a 4 de abril de 2005, que tem como objetivo analisar a avaliação dos instrumentos aplicados nas escolas municipais: D. Otávio e Dr. Leovigildo Mendonça de Barros (CAIC – Árvore Grande).

Segundo a Lei de Diretrizes Bases da Educação Nacional (LDB) aprovada em 1996, determina que a avaliação seja contínua e cumulativa e que os aspectos qualitativos prevaleçam sobre os quantitativos. Da mesma forma os resultados obtidos pelos estudantes ao longo do ano escolar devem ser mais valorizados que a nota da prova final. Segundo Cappelletti, 2001, p.90, 91 “Apesar da convivência de dois paradigmas contrários, um de cunho positivista e outro visando a transformação social. As avaliações oficiais em curso preocupam-se com o resultado enquanto produto, e não com a qualidade do processo educativo. Torna-se importante desfazer a idéia, ainda persistente, de que a avaliação tem se prestado apenas para a demonstração do rendimento pretendido por um programa.


Analisando o instrumento, verificamos que para executá-lo com sucesso os alunos da educação básica deveriam ter habilidades e competências dentro das disciplinas de língua portuguesa, matemática, ciências biológicas e história. Verificamos que as questões são de suma importância e muitas delas vêm verificar os conhecimentos do dia-a-dia dos alunos, seu raciocínio lógico e suas interpretações. Porém achamos o sistema de avaliação falho por apresentar questões além do conteúdo disciplinar das séries iniciais e aquém do ensino médio. Em virtude disso, houve um certo tumulto em algumas turmas, durante a aplicação do instrumento. Alguns alunos executaram-no com um certo desinteresse, principalmente alunos do sexo masculino deixando questões sem resolver e às vezes copiando dos colegas, com muitas dúvidas e reclamações.

Analisando os resultados obtidos nessa mesma escola de alunos de 4ª e 5ª séries, concluímos que as meninas demonstraram maior interesse pois as mesmas conseguiram maior rendimento, já grande parte dos meninos tiveram baixo rendimento, pois não se empenharam o suficiente.


Já em outra escola, a aplicação foi com alunos do 3º ano do ensino médio. Lá os alunos fizeram normalmente e as notas obtidas foram todas boas, e não há como comparar, pois todos foram bem.
Observamos que as questões 1, 3, 5, 9, 12, 26 foram as que os alunos de 4ª e 5ª séries mais erraram. Acreditamos que por a maioria serem conteúdos de matemática e por fazer parte do conteúdo programático com maior aprofundamento nas séries seguintes às deles, por tanto eles ainda não dominam tais dificuldades.
Já os alunos do ensino médio se saíram bem nessas mesmas questões, menos as questões de nº1 e nº30. A questão de nº1 está relacionada à interpretação, acreditamos que por isso o número de erros foi unânime em qualquer das séries que aplicamos. Sabemos que os alunos têm muita dificuldade de interpretar, talvez porque não foram trabalhados ou até por preguiça mesmo, por isso o número de erros foi tão grande. A questão de nº30 está relacionada à geografia e por eles (alunos do ensino médio) terem estudado essa matéria há algum tempo, acreditamos que poderiam ter esquecidos ou ter feito confusão com os países que fazem ou não fazem fronteira com o Brasil.
As questões com maior número de acertos foram as de números 6, 11, 14, 16, 28. Estas questões trazem interpretações com um grau de dificuldade mais baixo e outras com conteúdos em estudos nas séries de alguns grupos que foram aplicados os instrumentos (4ª e 5ª séries).
Em relação às redações verificamos que eles almejam uma escola com quadras, livros para todos os alunos, piscinas com professores de natação, sala de computação, recreios mais longos, sem brigas, sem livro de ocorrência, que na cantina tivesse todo o tipo de salgados, que as professores deveriam ser boazinhas e com aulas gostosas para se estudar.


Referências bibliográficas
CAPPELLETTI Isabel Avaliação Educacional: Fundamentos e práticas

2ª edição- São Paulo; Editora Articulação Universidade/Escola Ltda., 2201.



L.D.B. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de 1996.
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