ANÁlise e crítica zoneamento do pest relatório Antropológico Indígena para o Parque Estadual da Serra do Tabuleiro (pest)



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§ 1º São terras tradicionalmente ocupadas pelos índios as por eles habitadas em caráter permanente, as utilizadas para suas atividades produtivas, as imprescindíveis à preservação dos recursos ambientais necessários ao seu bem-estar e as necessárias a sua reprodução física e cultural, segundo seus usos, costumes e tradições. CONSTITUIÇÃO DO BRASIL.
Veja o que diz a bibliografia sobre a tradicionalidade das terras indígenas Mbyá e Nhandeva:

“A ocasião das primeiras notícias etnográficas sobre os Guarani são as expedições no Rio de La Plata e a conquista do Paraguai. Num primeiro momento essa conquista do Paraguai tem o caráter de exploração de um caminho que leva à sonhada Sierra de La Plata.” (Melià et alli, 1987: 20)


“O habitat original dos Apapocúva (Nhandeva) situa-se na margem direita do baixo Iguatemi, no extremo sul do Estado de Mato Grosso. Não há tradição que afirme ter a horda tenha estado submetida como as outras ao domínio dos jesuítas, nos séculos XVII e XVIII. Isto pode, contudo, ser considerado possível, devido à vizinhança imediata de sua região com as missões de Ontiveros e Guairá, assim como devido a alguns, indícios quase apagados de um contato muito remoto com o cristianismo. Relatos sobre os “Tupi” antropófagos sugerem que talvez os Apapokúva também tenham sofrido os assaltos dos paulistas e de seus aliados, os Tupi da costa.” (UNKEL, Curt Nimuendaju – Tradução de Charlotte Emmerich & Eduardo B. Viveiros de Castro- 1987:8) As Lendas da Criação e destruição do Mundo como Fundamentos da religião Apapocúva-Guarani.
“O grupo Guarani, que em séculos passados dominava grandes extensões do Brasil Meridional, bem como do Uruguai, Argentina e Paraguai, hoje encontra-se reduzido a poucos milhares de indivíduos. Na região sul, sobrevivem confinados em Postos Indígenas, onde predomina a população Kaingang. Há, entretanto, muitos Guarani que vivem longe dos Postos Indígenas.” (Santos et alli. 1978: 21).
Mbüá (“gente”) (...) Ao sul de Santos vivem duas hordas de Mbüa nas aldeias de Rio Branco e rio comprido (perto de Itariri). Vieram do Paraguai meridional nos últimos três decênios. No oeste dos estados brasileiros de Santa Catarina e Paraná encontram-se por sua vez uma série de hordas Mbüá.Estive com êstes índios no pôsto de Xapecó a na aldeia de Palmeirinha. Finalmente, contam-se ainda numerosos Mbüá na região florestal do leste paraguaio, especialmente no território de Guaíra, mas também na parte setentrional da Argentina e n Rio Grande do Sul.” ( SCHADEN, Egon1962:11).
Etnologia Argentina é uma sistematização bem organizadas das fontes históricas sobre os índios das várias regiões.(...) (Lafone Quevedo 1909:177). Embora discutível em algumas de suas hipóteses, o estudo chega a conclusões que podem ser retidas: “la gran familia Guarani no es sino un incidente étnico en el esturio de Rio de la Plata, que sólo se encuentra en algunas de sus islas y en partes de la tierra firme inmediata; la gran nación guarani é propria del Paraguay, y de las provincias Brasilienses Santa Catalina y Paraná, interpenetradas estas dos últimas con tribus de las grandes naciones Guayaná y Cariyó. (ibid.:24).” (Melià et alli, 1987: 56).
Veja a publicação–Handbook of South American Indians-STEWARD, Julian H. (Editor) Vol. 1 e 5, United States Government Printing Office , Washington: 1946.

Extraido desta obra está em anexo o mapa da distribuição das populações indígenas sul americanas. Esta obra é referência mundial para os estudiosos dos Povos Indígenas Sul Americanos.


Pág. 04 – f. O DNIT/DNER foi consultado e contradiz através de ofício a afirmação dos autores do relatório em questão.
OBS; Vários depoimentos em cartório, dados por antigos moradores, foram colhidos para comprovar a fraude usada pelos autores que tentam provar a existência ininterrupta de ocupação no Morro dos Cavalos e cercanias, por indígenas Nhandevá ou Mbyá.

Continuando com a análise do Relatório


Pág. 06 – CARACTERIZAÇÃO E DADOS DOS GURARANI EM GERAL E DOS MBYÁ EM ESPECÍFICO
Este item em seu primeiro parágrafo tenta explicar, de forma confusa a tradicionalidade e a distribuição original dos Mbyá relativa a terra ocupada.

Os autores neste item explicam o significado lingüístico do termo Guarani, o que deveriam ter feito no início do relatório, evitando assim confundir o leitor.

Ainda neste item os autores abordam as diferentes culturas e distribuições geográficas das variadas ramificações, existente na classificação lingüística Guarani. Esta abordagem é superficial, pois em nenhum momento os autores citam referências bibliográficas a respeito da tradicional ocupação do litoral catarinense por povos Mbyá ou Nhandevá. Citam exatamente as referências que comprovam a não ocupação do litoral por Mbyá e Nhandevá.
Veja o que diz Egon Schaden:
“Resumindo pode-se dizer que a tribo Guaraní, que em séculos passados dominou em grande extensões dos estados meridionais do Brasil e em territórios limítrofes do Uruguai, da República Argentina e do Paraguai, está hoje reduzida a poucos milhares de indivíduos, (...) . Mas também aqueles remanescentes da antiga “nação Guaraní”, que na composição étnica e na forma de vida se conservaram índios, estão longe de apresentar homogeneidade cultural em todos os aspectos. Já em virtude de diferenciações anteriores à chegada do europeu, a cultura Guaraní, pelo isolamento dos diferentes subgrupos da tribo, possuía apenas relativa uniformidade no tocante à língua, à religião, à tradição mítica e a outros setores da cultura. (...) E finalmente no últimos 130 anos, os movimentos migratórios de uma série de hordas em direção ao litoral brasileiro vieram aumentar ainda o número de modalidades de experiência cultural, levando mesmo alguns grupos das tribos a contatos mais ou menos freqüentes com a moderna civilização urbana. “( Schaden, 1962:18)

“Em sua composição numérica, as aldeias Guaraní da atualidade variam, como vimos, entre uns 40 e algumas centenas de indivíduos. (...) .Os grupos menores são os que se encontram junto ao litoral, em contato com populações rurais e urbanas, enquanto as aldeias mais numerosas estão situadas mais para o interior, em diferentes pontos da extensa bacia do Paraná.”



( Schaden, 1962:19)
Sobre os motivos religiosos, “busca da terra sem mal”, os autores comentam serem estas as razões que levaram os Mbyá a ocuparem o litoral, neste caso o Morro dos Cavalos. Não existe qualquer bibliografia que comprove esta “migração religiosa” em direção ao Morro dos Cavalos.
Veja o que diz a bibliografia sobre a migração em busca da terra sem mal:
“As migrações mais recentes foram as de algumas levas de Mbüá do leste paraguaio e nordeste argentino que, atravessando o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, chegaram ao litoral de São Paulo. Tenho notícias de três grupos, um vindo por volta de 1924, outro vindo em 1934 e um terceiro, que chegou em 1946, igualmente vindo do Paraguai meridional, de território contíguo à província argentina de Missiones.” ( Schaden, 1962:12)

“Itariri, na Serra dos Itatins, entre Peruíbe e Juquiá (...). Vivem lá mais de 8 a 10 famílias Ññandeva (...). Havia no grupo apenas um indivíduo de origem racial diferente; natural do Paraná, dizia-se mestiço de pai caboclo e mãe Guaraní. (...) Rio Brando, nas proximidade da Praia Grande, ao sul de Santos, a uns 13 km do mar (...). Todos êles pertencia ao subgrupo Mbüá, com exceção de um velho casal Ñandeva e de uma mulher mestiça, vindos de outra aldeia.” ( Schaden, 1962:15)‘Palmeirinha, no oeste paranaense, na margem do rio Iguaçu, (...).Os índios da aldeia da Palmeirinha, vindos do território de Missiones e da área contígua do leste do paraguai, são todos do subgrupo Mbüá ....”



(Schaden, 1962:16)

“Limeira, no Xapecó, oeste de Santa Catarina. igualmente índios Mbüá, vindos do território de Missiones (...) Jacareí ou Pôrto Lindo, (...) sul de Mato grosso (...). A grande maioria dos habitantes á Ñandeva, (...) ; alguns dizem mesmo ter nascido na Vila Iguatemi, no Paraguai e um outro parece já não ser índio puro, mas mestiço de criolos.” (Schaden, 1962:16-17).


“Sob a direção de médicos-feiticeiros, que, apoiados em sonhos e visões, diziam estar próxima a destruição do mundo anunciada pelo mito, muitas hordas dessa tribo se puseram a caminhar, por volta de 1820, de suas aldeias do sul de Mato grosso em direção ao sol nascente, a fim de alcançarem a Terra sem males, que devia existir além do Oceano Atlântico. Só parte dêsses índios alcançou o litoral, onde mais dia menos dia, se via brigada, afinal, a admitir a impossibilidade de atingir o país de suas aspirações. parte dos descendentes são os atuais Ñandeva do litoral de São Paulo. (...) - Ainda hoje, como vimos, prosseguem os movimentos migratórios, pelo menos entre os Mbüá.”

(Schaden, 1962:162)
“Na mitologia de todos os grupos Guaraní hoje existentes no Brasil ocorre um Incêndio Universal e um Dilúvio Universal, que teriam destruído uma terra anterior. Provavelmente essas representações fazem parte da antiga tradição mítica da tribo. A crença numa destruição do mundo no futuro, porém, que em sua forma atual encerra elementos indubitávelmente cristãos, dando mesmo (...) a impressão do Juízo Final, possivelmente seja devida aos ensinamentos transmitidos pelos missionários jesuíticos dos séculos 17 e 18.” (Schaden, 1962:162)
“Se estiver certa a suposição, já indicada também cautelosamente por Nimuendajú, de que a crença na destruição do mundo no futuro remonta aos dias da catequese jesuítica, tendo-se originado talvez de uma re-interpretação do Apocalipse de São João 4. (...) O certo é que na atualidade a representação do Paraíso aparece na estreita ligação com a cataclismologia.”4 Não seria a primeira vez na história, evidentemente, que o texto do evangelista surtisse tal efeito. Cito palavras de um de meus professores: “A crença no próximo fim do mundo era geral na Idade Média, devido a uma falsa materialística interpretação daquele enigma que é o Apocalipse (...) .A.Piccarolo, 1939, pág.37. ( Schaden, 1962:163)

“A título de comparação com o que acaba de referir, é interessante chamar a atenção para uma história relativa ao mito do paraíso, colhida por Nimuendajú no Araribá, entre os índios, portanto que já haviam feito a migração até a costa marítima: “Certa vez, um jovem Guaraní viajou para o Rio, onde foi muito bem recebido. Pediu que o aceitassem como marinheiro. Acederam ao seu desejo e mais tarde lhe foi confiado o comando de um grande navio. – Quando iniciou a primeira viagem com o navio, havia neste uma porção de italianos. Saiu para o mar, passando da água azul para a vermelha, e da vermelha para a preta. Aí o mar devorou o navio, o Guaraní e tôda a italianada. Mas ‘no outro lado’todos saíram sãos e salvos. Aí avistaram uma ilha e navegaram em direção dela, mas a ilha ia recuando diante do navio e não podia ser alcançada. Por fim o Guaraní se lembrou da canção mágica de sua tribo e, depois de cantar por algum tempo, a ilha de fato ficou parada e o navio pôde aproximar-se. O Guaraní desembarcou, mas logo que algum dos outros lhe quisesse seguir, a ilha tornava a recuar. Aí mandou os homens esperarem até que êle voltasse e dirigiu-se para o interior da ilha, onde havia uma floresta de árvores frutíferas, umas com flôres e outras com frutos de toda espécie. Ouvia-se o chilreio os passarinhos e do recesso da mata vinham as canções dos Guaraní, simultâneamente com as pateadas dos dançadores e os sons do tacoá . Aí o Guaraní entrou na floresta e não voltou nunca mais. – Por muito tempo, os homens do navio ficaram esperando em vão pela volta dêle. Como êle, porém, não aparecesse, e a ilha recuasse a cada tentativa de desembarque, resolveram ir-se embora. – O Guraní, no entanto, leva agora uma vida boa. Está outra vez no meio de sua gente, e não lhe falta nada, nem precisará morrer”9.(Schaden, 1962:166)

“Hoje em dia a maior parte dos Ñundeva, cujas migrações terminaram há decênios, localizam o Paraíso no zênite, talvez também por analogia com o céu cristão. (...) Como que extasiado, o ñanderú Sebastião, do Araribá, me descreve as delícias do paraíso. o yvý ñomimbyré é “mais parecido com os céus do que com a terra”. Lá existe uma grande lagoa; no meio desta, uma cruz bem alta, da qual todos os dias cai uma garoinha (...); ao pé da cruz, um “carneirinho de ouro”. (Schaden, 1962:167)
“Não menos significativa me parece a atitude do velho Silvino Rufino, Ñandeva do Itariri. Em sua aldeia viveram algum tempo, como vimos, os Mbüá vindos do Paraguai em 1946.

(...). Argumentava: Se até Deus, quando estêve no mundo, e que não era pecador, teve de morrer antes de ir para o céu, quanto mais os pecadores. (...), se haviam contagiado com as concepções cristãs.” (Schaden, 1962:169)


“(...) Deus não quer que usem chapéu de tipo civilizado.Todo e qualquer elemento que se reconheça provir do mundo civilizado é banido do Paraíso. Enfim, a lealdade aos elementos da cultura tradicional já tomou sentido religioso.” (Schaden, 1962:171)
“Tanto o nome do herói salvador como o fato de êle ter ido na frente refletem com tôda a evidência a recordação dos padres da Companhia de Jesus expulsos do Paraguai em 1767. “(Schaden, 1962:171)


Conclusão
Concluindo a análise do relatório “Os Índios Guarani Mbya e o Parque Estadual da Serra do Tabuleiro.”, cabem três citações bibliográficas para que se possa avaliar se as argumentações apresentadas pelos autores tem caráter científico:
1º - “Eu reclamava que a antropologia brasileira deixasse de ser uma primatologia ou uma barbarologia, que só olha os índios como fósseis vivos do gênero humano, que só importam como objetos de estudos. Sempre gostei, por isso, da tirada de Noel Nutels, que chamava os antropólogos de “gigolôs de índios”. De fato, ele, que procurava assistí-los, conheceu inúmeros desses estudiosos, que lá estavam sem levantar uma palha a favor dos índios, apenas de olhos abertos, de ouvidos acesos, ouvindo, olhando, aprendendo: gigolando”. (Darcy Ribeiro, Confissões 1997:153)
2º - “Há também livros por assim dizer consagrados que, além de disfarçarem com astúcia e arte a falta de conhecimentos ou até de honestidade, vêm eivados de plágios e invencionices e contra os quais é preciso prevenir o pesquisador incauto e inexperiente. Outros há, ainda, que, empetecados ou não com obras científicas, com máscara de teoria e de erudição postiça, visam na realidade apenas criar ou reforçar alguma posição ideológica.” (Melià et alli, 1987: 13)
3º- “Os Guarani estão dispersos em pequenos grupos por vários postos indígenas e, também, por núcleos urbanos. Os que vivem junto aos postos indígenas somam 878 indivíduos. Os grupos desassistidos pelo órgão oficial não têm aldeamentos permanentes. Perambulando de um lugar para outro, esses grupos ora estão na periferia de Porto Alegre, ora nas vizinhanças de Florianópolis ou Curitiba. Todas as informações que logramos reunir indicam que esses contingentes Guarani pertencem ao grupo Mbüa, oriundos do noroeste da Argentina, do Paraguai e sul do Mato Grosso, sua região tradicional. Esses contingentes não são remanescentes da antigas populações Guarani que, à época da descoberta, ocupavam o litoral do sul do Brasil”. (SANTOS, 1978:60).

Walter Alberto Sá Bensousan – 2003.



Bibliografia Consultada

1. A INTEGRAÇÃO DO ÍNDIO NA SOCIEDADE REGIONAL

-A FUNÇÃO DOS POSTOS INDÍGENAS EM SANTA CATARINA-

Santos, Silvio Coelho dos 1970.


2. “as divinas palavras”: represeNtações étnicas dos guarani- mbyá - Dissertação de Mestrado-UFSC

Litaiff, Aldo 1991


3. AS LENDAS DA CRIAÇÃO E DESTRUIÇÃO DO MUNDO COMO FUNDAMENTOS DA RELIGIÃO DOS APAPOCÚVA-GUARANI

Unkel, Curt Nimuendaju

– Tradução de Charlotte Emmerich & Eduardo B. Viveiros de Castro 1987.
4. aspectos fundamentais da cultura guaraní

Schaden, Egon 1962.


5. BOTOCUDO: UMA HISTÓRIA DE CONTATO

Namem ,Alexandre Machado

Editora da UFSC.
6. ESTRATEGIAS DE DESARROLLO RURAL EN LOS PUEBLOS GUARANIÉS

(1609-1767)

Carbonell, Rafael

Barcelona1 1992.


7. História da Companhia de Jesus no Brasil

Serafim Leite, S.I.

Imprensa Nacional, 1945.
8. HISTÓRIA DE SANTA CATARINA

Cabral, Oswaldo R.

2º Edição 1970.
9. IBIRAQUERA A HISTÓRIA DE UM LUGAR UM MOVIMENTO SINGULAR E UNIVERSAL. Dissertação de Mestrado – UFSC.

Avellar, Maria de Lourdes 1993


10. ÍNDIOS DO BRASIL

Melatti, Julio Cezar

3º Edição 1980
11. INDIOS E BRANCOS NO SUL DO BRASIL– a dramática experiência dos Xokleng -

Santos, Silvio Coelho dos 1973


12. NOTAS PARA A HISTÓRIA CATHARINENSE PELO CAPITÃO-TENENTE LUCAS ALEXANDRE BOITEUX

Boiteux, Lucas Alexandre


13. O GUARANI: Uma bibliografia etnológica

Melià, Bartolomeu ; Saul, Marcos Vinícius de Almeida; Muraro, Valmir Francisco

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14. OS CARIJÓS: Lá nas Raízes

Jamundá, Theobaldo Costa

Florianópolis: Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina 1987.
15. OS GRUPOS JÊ EM SANTA CATARINA

Santos, Silvio Coelho dos


16. OS TRINTA POVOS GUARANIS

Bruxel, Arnaldo 1977.


17. - projeto uruguai -

Santos, Silvio Coelho dos; Aspelin, Leslie; nacke, anelise; Silva, Regina W. Schmitz da

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18. SANTA CATARINA NO SÉCULO XVI

(Separata do volume II dos Anais do Primeiro Congresso de História Catarinense)

Boiteux, Lucas Alexandre 1950.
19. SOBRE A NECESSIDADE DE TERRAS PARA OS ÍNDIOS GUARANI DO LITORAL DE SANTA CATARINA:ESTUDO A PARTIR DO CASO MASSIAMBU

Trabalho de conclusão de Curso-UFSC

Farias, Maristela D. Honczarick 1997
20. TRAGÉDIAS EURO-XOKGLENG E CONTEXTO

Koch, Dorvalino Eloy -2002


21. GABRIEL SOARES DE SOUZA -TRATADO DESCRITIVO DO BRASIL EM 1587

Varnhagen, Francisco Adolfo de

4º Edição 1938

22. URÍ WÃXI

Estudos Interdisciplinares dos Kaingang

Mota, Lúcio Tadeu; Noelli, Francisco Silva; Tommasino, Kimiye (Org.)

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23. VIAGEM PELAS PROVÍNCIAS DE SANTA CATARINA, PARANÁ E SÃO PAULO (1858)

Lallemant, Robert Ave 1980


24. vinte luas-Viagem de Paulmier de Gonneville ao Brasil 1503 –1505

Moises, Leila Perrone

2º edição
25. A Nova História de Santa Catarina

4º ed.rev.ampl.-Florianópolis: terceiro milênio,

Santos, Silvio Coelho dos 1998.
26. A IDENTIDADE ÉTNICA NA DINÂMICA SOCIAL DOS GUARANI NHANDÉVA.

Trabalho de conclusão de Curso - UFSC

Coutinho, Maria Rosa 1994
27. MAPA ETNO – HISTÓRICO DE CURT NIMUENDAJU

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística 2002


28. HANDBOOK OF SOUTH AMERICAN INDIANS

Volume I – THE MARGINAL TRIBES

Editor-Julian H. Steward 1946
29. O HOMEM ÍNDIO SOBREVIVENTE DO SUL-ANTROPOLOGIA VISUAL

Santos, Silvio Coelho dos 1978.


Consultas via Internet:

- A SIL (Sociedade Internacional de Lingüística)

- Instituto Socioambiental

- Laboratório de Línguas Indígenas - Universidade de Brasília.

- Universidade de São Paulo
Bibliotecas Pesquisadas:

- ULBRA - RS

- UNISSINOS – RS

- FACULDADE ESTÁCIO DE SÁ-SC

- BIBLIOTECA PÚBLICA DE FLORIANÓPOLIS-SC

- INSTITUDO HISTÓRICO E GEOGRAFICO DE SANTA CATARINA



- UFSC-SC

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